Um milhão de mortos por coronavírus. A cifra, simbólica, é alcançada quase nove meses após o primeiro óbito oficial devido à doença, em 11 de janeiro, e quase sete após a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarar que a Covid-19 era uma pandemia, em 11 de março.
Nesse período, além de mais de 1 milhão de mortos, a crise sanitária se desdobrou em crise econômica, que agravou desigualdades já muito acentuadas em todo o mundo, e provocou terremotos políticos em um cenário polarizado, em que a ciência foi colocada em dúvida por chefes de Estado e nas redes sociais.
O número —1 milhão, de acordo com os dados compilados pela Universidade Johns Hopkins— equivale a 13 Maracanãs lotados ou a toda a população de Maceió. E tudo indica que será apenas mais um marco emblemático a ser superado: não o único milhão, mas o primeiro.
Estima-se que o número verdadeiro de mortes seja maior, uma vez que há o problema da subnotificação. De acordo com Alan Lopez, diretor de um grupo de pesquisa da Universidade de Melbourne, na Austrália, que estuda o impacto de doenças, a quantidade real de óbitos está em torno de 1,8 milhão.
Ele calcula que até o final do ano a doença mate 2,8 milhões de pessoas, o que a tornaria a quinta maior causa global de mortes em 2020. Na sexta-feira (25), o diretor executivo do programa de emergências de saúde da OMS, Mike Ryan, admitiu ser possível que a cifra oficial dobre.
Ainda que a curva da Covid-19 tenha se estabilizado em muitos países, o número de novos casos segue crescendo mais rapidamente do que nunca, com média pouco abaixo de 300 mil por dia, e dificilmente uma vacina estará disponível em todo o mundo dentro dos próximos nove meses.
FOLHAPRESS

Como dobrar o número de mortos até dezembro, se em 9 meses chegou em um milhão, essa oms junto com essas midiaslixo, só souberam promover o caos da doença são uns carniceiros.
Embora esteja aumentando o número de infectados em parte da Europa a quantidade de óbitos caiu drasticamente com relação a abril/maio, existem vários tratamentos que estão dando resultado no início e também nos casos mais graves.
E vejam como as mídiaslixo são do quanto pior melhor, no início da pandemia apoiaram o Átila lamarino que se diz dr.em microbiologia que informou em março que esses 1 milhão de mortes no mundo hoje, seria no Brasil.
E esse mesmo mentiroso hoje é garoto propaganda do TRE,, falando vejam vocês de "fake news".
Podemos acreditar na seriedade do TRE?
SEGURA QUE VEM MAIS POR AI, DEUS É MARAVILHOSO. SÓ QUERIA SABER POR QUE MEUS COMENTARIOS NÃO SÃO PUBLICADOS OU NÃO PODEM SEREM PUBLICADO/ =POR QUE EM bg?
SEGURA QUE VEM MAIS POR AI, DEUS É MARAVILHOSO.
Essa história de "fique em casa" tornou-se uma piada de mau gosto, tomou o tom de provocação por parte da elite do funcionários público para o "RESTO" dos brasileiros, principalmente quando parte daqueles que ganham altos salários sem precisar justificar os mesmos, na realidade escancarou o que todos que precisam ralar de verdade para levar o pão diário para casa já sabiam, que eles ganham muito para o que fazem, o "RESTO" da sociedade precisa acordar.
Já está na hora de publicarem o número de mortos no país e no mundo nos meses 2019 e comparar com anos anteriores, assim constatar se a pandemia realmente fez crescer o número de óbitos na terra. Ou ao contrário do que muitos crêem, com o isolamento e a desaceleração, reduziram outras causas mortis, e com isso ocorreram menos mortandade no planeta. Com isso podermos refletir sobre a dinâmica da vida, e tirar proveito desse momento de incertezas.
Olha só e é porque ficamos em casa imagine se as nações tivessem negligenciado isso. Negacionismo não cabe nesse contexto mundial.
Ficamos em casa? Você ficou, mas eu trabalhei durante todo o período forte da pandemia e ainda estou trabalhando.
Mas continuando a história do "fica em casa", o estado do Ceará, que tem uma população de mais de oito milhões de habitantes, se fechou todo, mas foi um dos estados com mais mortes do NE. Mais de oito mil mortos por COVID.
Santa Catarina, que tem a população de mais de 6 milhões de habitantes , teve cerca de mais de duas mil mortes.