Diversos

Corpo de Bombeiros abre inscrições para o ‘Desafio Dez Horas – Soldados do Fogo’

Em comemoração aos 103 anos do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio Grande do Norte (CBMRN), o Comando Geral e a HC Sports, promoverão, uma disputa esportiva entre os bombeiros militares do Nordeste. A competição, denominada de “Desafio 10 Horas – Soldados do Fogo”, será realizada no Quartel do Comando Geral, em Natal, no dia 22 de novembro, a partir das 05h30. As inscrições já estão abertas.

Além da confraternização em alusão ao aniversário do CBMRN, a competição também tem como objetivo inaugurar oficialmente a piscina semiolímpica e destacar também a semana latino-americana de prevenção a afogamentos. “Em comemoração ao nosso aniversário de 103 faremos essa competição inédita e desafiadora que envolve preparo físico, superação de limites e trabalho em equipe entre os bombeiros militares”, disse o comandante-geral do Corpo de Bombeiros do RN, Coronel Monteiro Júnior.

A competição será disputada em equipes, em que cada time deverá inscrever 08 (oito) competidores, com a obrigatoriedade de ter pelo menos 02 (duas) mulheres inscritas (de qualquer idade) e pelo menos 02 (dois) homens inscritos com idade igual ou superior a 45 anos. As disputas com todos acontecem nas modalidades de ‘Corrida de Rua e Natação’. A competição será supervisionada pela HC Sports.

“A HC Sports se sente honrada em ser, mais uma vez, convidada para realizar um evento tão importante para o Corpo de Bombeiros Militar do RN. Já são 10 anos de trabalhos em parceria, que só comprovam a eficiência e organização das atividades que realizamos em conjunto com a corporação. Mais uma vez estaremos juntos para entregar aos participantes uma grande competição”, explicou o Diretor da HC Sports, Nivaldo Pereira.

Inscrições 

As inscrições deverão ser realizadas através do e-mail do Gabinete do Comando Geral do CBMRN – [email protected], em papel timbrado da corporação e deverá conter: nome da equipe, nome completo dos atletas, sexo, data de nascimento e o registro de matrícula de cada participante. As inscrições deverão ser realizadas até as 17h do dia 10 de novembro de 2020. Não serão aceitas inscrições fora deste prazo.

Vale destacar que, em face da pandemia da Covid-19, os protocolos de biossegurança serão adotados durante o evento.

Para mais informações, veja o regulamento aqui. 

Opinião dos leitores

  1. Já estavam fazendo a festa com o dinheiro da famigerada e inconstitucional “taxa de bombeiros” piscina semi-olímpica !!! era só o que faltava. Olha só com que estavam gastando o dinheiro. Enquanto isso meu carro pegou fogo e não apareceu bombeiro para apagar.

    1. Exatamente. Essa taxa fuleira já foi declarada inconstitucional, tamanho o descaramento desse povo em querer tungar o dinheiro do contibuinte.

  2. Quando tiver inscrição para soldado do Bolsonaro tô dentro, de fogo tô longe, só apago fogo de mulher.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Brasil

Correios contratam advogados por R$ 800 mil sem licitação

Foto: Reprodução

Sob o impacto do maior abalo financeiro de sua história, os Correios contrataram sem licitação um escritório privado de advocacia e representação por R$ 800 mil para atuar na defesa de dirigentes e ex-dirigentes em um processo no TCU (Tribunal de Contas da União).

O Wambier, Yamasaki, Bevervanço & Lobo Advogados atuará junto à Corte de Contas em um caso que investiga a ocorrência de possíveis pedaladas fiscais na elaboração dos balanços da estatal em 2023, período em que a presidência era ocupada por Fabiano Silva Santos.

O caso foi revelado pelo Poder360 em novembro de 2024.

Os Correios têm em seu quadro regular de funcionários cerca de 300 advogados. A estatal preferiu, entretanto, contratar um escritório externo para atuar na defesa de seus ex-dirigentes.

O escritório contratado foi resultado de ação da ex-diretora de Governança e Estratégia, Juliana Picolli Agate, que levou o tema à reunião da direção, como mostra a ata do encontro que definiu o acordo.

A contratação do escritório de advocacia Wambier, Yamasaki, Bevervanço & Lobo Advogados por R$ 800 mil foi feita na modalidade de “dispensa de licitação”. O contrato tem como objeto um processo específico —o TC 015.834/2024-7, em sigilo— que apura as suspeitas de irregularidades nos balanços da estatal em 2023.

Embora a contratação de escritórios externos não seja, em si, ilegal, a jurisprudência do TCU estabelece que o orçamento público não pode ser utilizado para afastar responsabilização pessoal de gestores investigados por atos no exercício do cargo. Esses têm a possibilidade de pedir a defesa de advogados públicos, o que não foi feito.

E-mails revelam estratégia
O contrato não detalha de forma objetiva o escopo dos serviços.

O Poder360 teve acesso a uma troca de e-mails entre advogados do escritório contratado e dirigentes dos Correios, na qual a estratégia jurídica é explicitada.

Um dos 4 pilares da atuação é “afastar a responsabilização pessoal do dirigente da entidade”, ou seja, evitar que o processo avance sobre o CPF dos investigados.

Segundo os advogados expõem no email, a atuação está baseada em 4 pilares, 1 deles descrito como a necessidade de “afastar a responsabilização pessoal do dirigente da entidade” –isto é, impedir que o processo avance sobre o CPF dos investigados. Eis o plano enviado aos Correios no dia 6 de novembro:

“Manifestação sobre a possibilidade de implementar o sistema de acompanhamento, para garantir maior transparência nas provisões (em cumprimento à última decisão do relator)
Reforçar a tese de existência de compensação legal
Reforçar a possibilidade de contabilizar o crédito objeto da compensação – o foco aqui seria afastar o argumento contábil da instrução técnica;
Afastar a responsabilização pessoal do dirigente da entidade (ausência de dolo; respaldo jurídico).”
No dia 7 de novembro, o gerente corporativo dos Correios, Ramon Dantas Manhães Soares, respondeu: “Estamos de acordo com a estratégia, podem prosseguir”.

Os Correios dizem que a contratação regular de escritórios de advocacia é uma prática comum, adotada por empresas públicas e privadas, para condução de processos jurídicos relevantes.

Desde a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em janeiro de 2023, a estatal federal entrou numa espiral de piora de suas contas. Os Correios registraram prejuízo de R$ 6,1 bilhões de janeiro a setembro de 2025. O governo petista articulou e bancou como fiador, em dezembro do ano passado, a assinatura de um empréstimo de R$ 12 bilhões para a estatal federal.

O empréstimo foi concedido por 5 grandes bancos –Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa. Se os Correios derem calote nesse empréstimo, quem paga é o governo federal com dinheiro de todos os pagadores de impostos.

Ex-dirigente comanda
A responsável por autorizar e conduzir o processo que resultou na contratação do escritório foi Juliana Picoli Agatte, ex-diretora de Governança e Estratégia, como mostra a ata. Ela foi demitida da estatal após a troca na presidência dos Correios.

Juliana chegou ao cargo por indicação do presidente nacional do PT, Edinho Silva, de quem foi secretária municipal em Araraquara (SP) quando ele era prefeito. Nesta semana, ela começou no cargo de secretária extraordinária da Copa do Mundo Feminina no Ministério dos Esportes.

O contrato chamou a atenção do mercado de advocacia e de lobby por 3 aspectos jurídicos e administrativos centrais:

Lobby jurídico– O objeto do contrato menciona atividades como “representação de interesses”, “abordagem de ministros” e “produção de memoriais”. A redação foge da defesa técnica tradicional e se aproxima de práticas associadas ao lobby, sobretudo porque o processo já conta com relatório final elaborado, ainda sob sigilo no TCU;
Defesa de dirigentes– A atuação não se limita à proteção institucional dos Correios. O foco também é na defesa de pessoas físicas, o que contraria jurisprudência consolidada do próprio TCU, que veda o uso de recursos públicos para custear a defesa individual de agentes –mesmo quando ocupam ou ocuparam cargos públicos;
Especialidade questionável– O contrato não apresenta justificativa técnica detalhada que demonstre a singularidade do escritório ou a impossibilidade de atuação pela área jurídica interna da estatal. E tampouco houve licitação.
Especialização
O escritório Wambier, Yamasaki, Bevervanço & Lobo Advogados não menciona, em sua página institucional e em nenhuma das suas redes sociais, que atua com administração pública, processos no TCU ou trabalho junto a estatais. Com mais de 10 anos de atuação, eles informam que trabalham com 11 áreas jurídicas, nenhuma delas correlatas.

Em tese, a dispensa de licitação é admitida apenas em hipóteses excepcionais, como quando há inviabilidade de competição ou notória especialização do contratado –circunstâncias que, à primeira vista, não parecem se aplicar ao caso.

Cinco advogados que atuam no TCU foram consultados pelo Poder360 e relataram que o escritório não está entre os maiores –ou entre os mais destacados– nesse setor específico.

Procurados, os Correios disseram que é “normal” fazer esse tipo de contratação. “A contratação regular de escritórios de advocacia é uma prática comum, adotada por empresas públicas e privadas, para condução de processos jurídicos relevantes”, disse.

O escritório não respondeu aos questionamentos do Poder360. O espaço continua aberto.

Processo
O processo no TCU teve início depois de o Poder360 revelar que a estatal, em 2023, mudou o status de ações trabalhistas e desistiu de recorrer, assumindo dívidas bilionárias. Mas esses valores foram repassados ao ano anterior à tomada de decisões, 2022.

Esse é um dos indícios de que pode ter havido uma pedalada.

O processo está sob sigilo. O relator é o ministro Bruno Dantas. Em dezembro, Dantas publicou o relatório final. Seu teor ainda não foi revelado.

Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Dino bate de frente com Congresso e governo e vira protagonista de decisões polêmicas no STF

Foto: Sophia Santos/STF

Prestes a completar dois anos no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Flávio Dino acumula uma sequência de decisões que ampliaram o embate entre Judiciário, Legislativo e Executivo. Entre os principais pontos de tensão estão as mudanças nas regras das emendas parlamentares, a suspensão de benefícios salariais e determinações sobre temas sensíveis como mineração em terras indígenas.

A informação é da CNN. Um dos episódios mais marcantes foi a suspensão das emendas de pagamento obrigatório até que houvesse maior transparência e rastreabilidade nos repasses. A medida provocou reação do Congresso, que chegou a discutir propostas para limitar poderes do Supremo. Após ajustes e um plano de trabalho homologado pelo STF, os pagamentos foram liberados, mas sob novas exigências de identificação dos autores e beneficiários das emendas.

Na área ambiental e indígena, Dino também estabeleceu prazo de 24 meses para que o Legislativo regulamente a exploração mineral em terras indígenas, alegando que a falta de lei específica favorece crimes ambientais e conflitos na região. Enquanto não houver regulamentação, o ministro fixou critérios provisórios, destacando que a decisão não libera automaticamente a mineração.

Mais recentemente, a suspensão dos chamados “penduricalhos” no serviço público ampliou o desgaste político. Dino argumenta que verbas classificadas como indenizatórias têm sido usadas para ultrapassar o teto constitucional, gerando supersalários. A decisão determinou que os Três Poderes revisem esses pagamentos em até 60 dias, em meio à pressão do Congresso por mudanças nas carreiras do funcionalismo.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Empresa some com R$ 24 milhões em prestação de conta e governo cancela projeto de foguete brasileiro

Foto: Felipe Rau/Estadão

A Finep cancelou o programa que previa a construção de um foguete brasileiro de pequeno porte após identificar irregularidades na prestação de contas de recursos públicos. Segundo documentos obtidos via Lei de Acesso à Informação, cerca de R$ 24,5 milhões repassados ao consórcio liderado pela Akaer não tiveram comprovação detalhada, o que levou à rescisão do contrato e à abertura de medidas junto aos órgãos de controle.

O projeto, iniciado em 2023 e estimado em R$ 180 milhões, tinha como objetivo desenvolver o veículo lançador Montenegro MKI, voltado ao envio de pequenos satélites ao espaço. A agência federal informou que a empresa demonstrou a utilização de apenas R$ 16,7 milhões dos R$ 41,3 milhões transferidos inicialmente, apontando dificuldades na gestão administrativo-financeira dos recursos.

Além de cancelar o programa, a Finep determinou a devolução integral dos valores já pagos e iniciou o processo de Tomada de Contas Especial, que poderá envolver o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria-Geral da União (CGU). A Akaer afirmou que não pode comentar detalhes por se tratar de projeto ligado à segurança nacional, mas disse atuar com responsabilidade e ética.

Startups parceiras do consórcio relataram atrasos em repasses e dificuldades desde o início da execução, alegando que não participaram da gestão financeira centralizada. O cancelamento também provocou demissões no setor aeroespacial e levantou preocupações sobre os impactos na credibilidade de futuras iniciativas brasileiras na área espacial.

Com informações do Estadão

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Deputados levam presentes “premium” a Lula em jantar político em Brasília

Foto: Divulgação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu bebidas de alto valor como presentes de líderes partidários durante jantar com deputados realizado na quarta-feira (4), na Granja do Torto, em Brasília. Entre os itens entregues ao petista estão garrafas de uísque escocês e japonês avaliadas em cerca de R$ 1 mil, além de uma cachaça premium mineira.

A informação é da coluna do Igor Gadelha, do Metrópoles. Aliado do senador Ciro Nogueira (PP-PI), o líder do PP na Câmara, Doutor Luizinho (RJ), presenteou Lula com um Royal Salute em edição comemorativa do Rio de Janeiro e um Suntory Hibiki, rótulo japonês conhecido por ser um dos favoritos do presidente. Já o líder do PDT, Mário Heringer (MG), entregou uma garrafa da cachaça Havana, cujo valor pode chegar a R$ 900.

O jantar começou por volta das 19h e reuniu cerca de 30 deputados, além de ministros do governo. No cardápio, o destaque foi o pirarucu, preparado pelo chef paraense Saulo Jennings com peixe enviado pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

Também participaram nomes do Centrão e da base governista, como Pedro Lucas Fernandes (União-MA), Antonio Brito (PSD-BA) e Áureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), além dos ministros Fernando Haddad, Gleisi Hoffmann, Rui Costa, Guilherme Boulos, Sidônio Palmeira e o vice-presidente Geraldo Alckmin.

Opinião dos leitores

  1. Ainda estou rindo com a babaquice de Alckmin na foto fazendo o L. Kkkkkk Gostou muito de ter voltado a cena do crime junto com Lula.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Exportações despencam no RN, superávit encolhe e dependência de poucos produtos acende alerta em 2026

Foto: Sandro Menezes/GovRN

A balança comercial do Rio Grande do Norte começou 2026 com sinal positivo, mas em forte desaceleração. Em janeiro, o estado exportou US$ 77,9 milhões — cerca de 30% a menos que no mesmo período do ano passado — enquanto as importações cresceram 18%, chegando a US$ 56,3 milhões. O resultado foi um superávit de US$ 21,6 milhões, queda expressiva de 66,5% em relação a janeiro de 2025.

A pauta exportadora potiguar manteve as frutas como principal destaque, somando US$ 31,4 milhões, apesar da retração anual. A principal novidade foi a entrada do ouro não monetário, responsável por US$ 29,8 milhões e por amenizar a queda geral das vendas externas. Em contrapartida, os óleos combustíveis despencaram 84,7%, reduzindo significativamente a receita estadual e evidenciando a vulnerabilidade da economia local a oscilações de poucos produtos.

Entre os destinos, Canadá e Suíça registraram crescimento expressivo nas compras, impulsionados pelo avanço das exportações de ouro, enquanto mercados tradicionais, como Estados Unidos e Países Baixos, recuaram. Do lado das importações, o aumento foi puxado principalmente por geradores elétricos, componentes eletrônicos e combustíveis, sinalizando maior demanda por bens industriais.

No cenário nacional, o Brasil apresentou desempenho mais robusto, com superávit de US$ 4,34 bilhões em janeiro. Mesmo assim, a queda nas exportações potiguares reforça o desafio de diversificar mercados e reduzir a dependência de itens específicos, em um contexto de oscilações externas e mudanças nas tarifas comerciais.

Com informações da Tribuna do Norte

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

VÍDEO: Comentarista da CNN aponta crise de credibilidade no IBGE após exonerações antes do PIB

Vídeo: Reprodução/X

A comentarista da CNN Brasil, Rita Mundim, afirmou que o IBGE enfrenta uma crise de credibilidade após a exoneração de servidores ligados ao cálculo do Produto Interno Bruto (PIB). Durante análise, ela disse que técnicos teriam sido afastados em meio a preocupações sobre a independência do órgão e levantou suspeitas de pressões políticas sobre dados econômicos.

Segundo Mundim, desde 2024 servidores já demonstravam preocupação com a condução técnica do IBGE, inclusive por meio de uma carta assinada por especialistas das contas nacionais e apoiada por ex-presidentes da instituição. A comentarista destacou que mudanças na equipe às vésperas da divulgação do PIB podem afetar a confiança nos números e na estabilidade das estatísticas brasileiras.

Na avaliação dela, a saída de coordenadores e técnicos experientes pode deixar o órgão “órfão” de profissionais responsáveis por séries históricas importantes, o que, na visão do mercado, impactaria diretamente a percepção de credibilidade do país. Mundim também citou que investidores costumam reagir mais à confiança nas instituições do que apenas aos indicadores econômicos em si.

O debate ocorre em meio a discussões sobre independência técnica de órgãos públicos e a influência política em instituições responsáveis por estatísticas oficiais.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

VÍDEO: Moraes é alvo de protesto em frente ao Banco Master: ‘Explica os milhões da tua mulher’

Vídeo: Reprodução/Instagram

Um grupo de manifestantes realizou nesta quinta-feira (5) um novo protesto em frente à sede do Banco Master, na zona sul de São Paulo, com críticas direcionadas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. O ato repetiu o tom de mobilizações anteriores, mas teve público menor em comparação ao registrado em janeiro.

A manifestação contou com a presença do líder do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos, do deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil-SP) e do ex-deputado estadual Arthur do Val, conhecido como Mamãe Falei. O movimento organizou o ato e utilizou faixas e palavras de ordem contra decisões do Judiciário.

Durante o protesto, participantes também mencionaram o ministro Dias Toffoli, relator do inquérito relacionado ao caso Master no Supremo. Em um dos momentos, uma manifestante ateou fogo a uma fotografia do magistrado, ação que chamou atenção nas redes sociais.

O episódio ocorre em meio ao aumento da tensão política envolvendo investigações e decisões do STF, que têm provocado reações de grupos de oposição. Até o momento, não houve registro de confronto com a polícia, e as autoridades não divulgaram balanço oficial sobre ocorrências relacionadas ao ato.

Com informações de Conexão Política Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

VÍDEO: Decisão do STF sobre “penduricalhos” expõe falta de reforma que Congresso evita enfrentar, afirma Waack

Vídeo: Reprodução/CNN

A decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), de suspender pagamentos extras nos salários do funcionalismo reacendeu o debate sobre privilégios dentro dos três Poderes. A medida mira os chamados “penduricalhos”, benefícios que ampliam vencimentos além do teto constitucional e que voltaram ao centro das críticas após novas vantagens aprovadas no Legislativo.

A informação é da coluna de William Waack, da CNN. O caso mais recente envolve uma escala que permitiria a servidores trabalharem 30 dias e receberem como se tivessem atuado por 40, aumentando a pressão pública por mudanças. Para especialistas, o problema não surgiu de uma vez: ao longo dos anos, órgãos que administram o próprio orçamento teriam acumulado benefícios e adicionais que inflaram remunerações.

Apesar da repercussão positiva entre parte da população, juristas avaliam que a decisão tem caráter emergencial e não altera a estrutura que permite a criação desses extras. Sem mudanças nas regras administrativas, novos benefícios poderiam surgir futuramente por brechas legais ou decisões internas.

Analistas defendem que apenas uma reforma administrativa ampla poderia reorganizar carreiras e reduzir privilégios de forma definitiva. No entanto, propostas desse tipo enfrentam forte resistência política e corporativa, o que mantém o tema travado enquanto decisões judiciais tentam conter excessos pontuais.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Correios pagam R$ 800 mil sem licitação para defender ex-dirigentes em caso investigado pelo TCU

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Os Correios contrataram, sem processo licitatório, um escritório privado de advocacia por R$ 800 mil para atuar na defesa de dirigentes e ex-dirigentes investigados pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A contratação ocorre em meio ao pior cenário financeiro da estatal e envolve apuração sobre possíveis irregularidades nos balanços de 2023, quando a empresa era presidida por Fabiano Silva Santos.

Apesar de possuir cerca de 300 advogados em seu quadro próprio, a estatal optou por recorrer a uma banca externa para atuar em um processo sigiloso. Documentos indicam que a estratégia jurídica inclui medidas para evitar a responsabilização pessoal dos gestores investigados, o que levanta questionamentos, já que a jurisprudência do TCU limita o uso de recursos públicos para custear defesas individuais.

A contratação foi feita por dispensa de licitação e teria sido articulada pela ex-diretora de Governança e Estratégia, Juliana Picolli Agate, que deixou o cargo após mudanças na presidência da empresa. Especialistas apontam dúvidas sobre a escolha do escritório e a justificativa de especialização técnica, já que a banca não tem histórico relevante em processos junto ao TCU.

Procurados, os Correios afirmaram que a contratação de escritórios externos é prática comum em processos considerados estratégicos. O caso ganhou ainda mais repercussão após a estatal registrar prejuízo bilionário e firmar um empréstimo de R$ 12 bilhões com bancos, operação que conta com garantia do governo federal.

Com informações do Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Pressão nos bastidores: ministros do STF atuam para travar CPI do Banco Master no Senado

Foto: Pedro Ladeira/FolhaPress

Ministros do Supremo Tribunal Federal estariam se movimentando nos bastidores para impedir o avanço da CPMI do Banco Master no Congresso. Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, que têm ligações indiretas com personagens do caso, teriam procurado interlocutores do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), demonstrando preocupação com o impacto político da comissão.

A informação é da colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo. O pedido de criação da CPI mista já ultrapassou o número mínimo de assinaturas, com apoio expressivo de parlamentares da oposição. A avaliação dentro do STF é que a investigação parlamentar pode ampliar o desgaste público da Corte, sobretudo após decisões controversas de Toffoli na condução do caso envolvendo o banco.

Entre os receios estaria a convocação de familiares de ministros e a abertura de novas frentes de apuração sobre contratos e relações financeiras ligadas ao empresário Daniel Vorcaro. O requerimento da CPMI também cita possíveis interferências institucionais e pressões sobre órgãos como o Banco Central.

Apesar da pressão política, até agora nem Alcolumbre, no Senado, nem o presidente da Câmara, Hugo Motta, indicaram disposição para instalar a comissão. Nos bastidores, a alternativa discutida seria a criação de uma CPI apenas com senadores, formato considerado mais controlável dentro da Casa.

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *