Veja nota abaixo:
Pessoas de má fé vem tentando aplicar golpe em parentes e amigos de pacientes internados no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel
O Corpo Diretivo do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG) vem a público esclarecer que pessoas de má fé estão usando o nome de médicos daquela unidade para aplicar golpes em familiares de pacientes internados em unidades de tratamento intensivo. O golpe vem sendo aplicado da seguinte forma: através de um número de celular com (código de área de outro estado), o familiar recebe uma ligação informando que para a realização da cirurgia (ou procedimento) que o paciente esteja precisando, é necessário o depósito de uma quantia (alta) em dinheiro em uma conta corrente informada ainda na ligação. O golpista ainda afirma ser uma pessoa ligada ao médico que está cuidando do paciente e que o depósito deve ser feito com a maior urgência possível.
A direção do hospital afirma que este tipo de procedimento não é legal e alerta aos familiares e amigos dos pacientes internados no Walfredo Gurgel que NÃO realizem nenhum depósito, de qualquer valor, sob qualquer pretexto e em nome de ninguém. O HMWG é uma unidade pública e seus serviços são 100% oriundos e financiados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Os diretores também orientam que as pessoas que já sofreram esta tentativa de golpe, que se dirijam a uma delegacia, informem o fato ocorrido e registrem um boletim de ocorrência (B.O), a fim de que possam ser tomadas as providências cabíveis pela polícia.
O hospital também está a disposição de todos os amigos e familiares que tiverem recebido qualquer ligação dessa natureza para prestar mais esclarecimentos e demais orientações necessárias.
Atenciosamente,
Corpo de Diretores do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel

Não concordamos. São sim, pessoas inescrupulosas que circulam entre os pacientes e acompanhantes, sugerindo e comentando que conseguiram cirurgias por este meio [fraudulento, supostamente privilegiado], ou mesmo fazendo-se de solidário e "amigo", dentre outros argumentos, não sendo difícil conseguir socializarem-se com quem está frágil e carente, que é a situação de todos que estão no Pronto Socorro, pior ainda os que esperam em corredores pela Prefeitura de Natal autorizar suas cirurgias [para quem não sabe, o HWG/PSCS, que é estadual, fornece os primeiros socorros, mas a cirurgia programada para depois é obrigação do Mun. Natal-SMS, por se tratar de proced. de alta complexidade de SUS municipalizado].
Como os golpitas têm acesso aos telefones dos familiares de pacientes do Hospital? Só se alguém de lá de dentro forneceu, concondam?