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Correios estudam ‘megademissão’, destaca reportagem

Com prejuízo de quase R$ 500 milhões nos dois primeiros meses do ano e depois de frustrar-se com o baixo número de adesões ao plano de desligamentos voluntários aberto em janeiro, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) avalia uma medida radical para fechar o rombo em seus cofres, que desperta a ira dos sindicatos de trabalhadores.

Sob o argumento de que a situação financeira é extremamente grave, o departamento jurídico da estatal foi acionado para verificar se há meios de driblar a estabilidade dos empregados e fazer “demissões motivadas”, com o objetivo de reduzir o quadro de pessoal. Estimativas preliminares indicam a necessidade de enxugamento de 20 mil a 25 mil funcionários para equilibrar as despesas operacionais e dar sustentabilidade aos Correios.

Caso a medida realmente vá adiante, seria um precedente importante para outras estatais em crise, ao relativizar a estabilidade de trabalhadores que ingressaram por meio de concurso. Hoje eles só podem sair voluntariamente ou por justa causa, mediante a abertura de processo disciplinar. A diretoria dos Correios prepara sua sustentação com base no artigo 173 da Constituição, que permite adotar em empresa pública o regime jurídico de empresas privadas. Haveria brecha legal também para as dispensas motivadas na CLT, com a alegação de que a ausência de medidas pode colocar a estatal em colapso.

Segundo dados da vice-presidência de finanças e controle interno, a folha de pagamento da estatal aumentou de R$ 3 bilhões para R$ 7,5 bilhões entre 2006 e 2015. Com isso, os custos trabalhistas subiram de 49% para 62% dos gastos totais. No mesmo período, o “tráfego de objetos” caiu de 8,6 bilhões para 8,2 bilhões por ano e o nível de produtividade diminuiu de 80 para cerca de 70 objetos por cada trabalhador.

Com pouco mais de 117 mil empregados atualmente, os Correios abriram um PDV em janeiro. A expectativa era atrair em torno de 8 mil funcionários com mais de 55 anos e tempo de casa suficiente para requerer aposentadoria, mas houve 5,5 mil adesões. O prejuízo acumulado nos últimos dois anos chega a R$ 4 bilhões e não dá sinais de reversão.

O presidente da ECT, Guilherme Campos, confirmou ao Valor a existência das discussões, mas disse que nenhuma decisão foi tomada até agora. “Não estamos fazendo isso com nenhum requinte de sadismo. O que não dá é para manter uma situação em que dois terços dos custos totais são de pessoal”, afirmou o executivo. Ele se recusa, no entanto, a falar sobre o número de desligamentos supostamente necessários para estancar a sangria. “Seria leviano expressar isso agora.”

Os trabalhadores prometem reagir. A Fentect, principal federação de empregados dos Correios, convocou todos os sindicatos da categoria para uma reunião de emergência na terça-feira. O encontro, em Brasília, debaterá a possibilidade de greve na estatal.

“A empresa está se aproveitando do argumento de crise financeira para impor uma estratégia de sucateamento”, afirma Suzy Cristiny da Costa, diretora da Fentect. Para ela, o mecanismo das demissões motivadas está em linha com outro medida tomada recentemente: o fechamento de 250 agências próprias em todo o país. Suzy acredita que isso afetará a qualidade na prestação dos serviços e sobrecarregará os trabalhadores. “Estão se mexendo para fazer a abertura de capital.”

Na avaliação de Marcos César Alves Silva, representante dos empregados no conselho de administração, não há amparo legal nas demissões planejadas e a crise da estatal tem causas mais profundas: “Os resultados negativos não são decorrentes de problemas do mercado e nem do inchaço nos quadros de pessoal”.

Silva aponta pelo menos três razões para o agravamento da situação financeira dos Correios: o recolhimento exagerado de dividendos (foram transferidos R$ 6 bilhões ao Tesouro Nacional), represamento de tarifas postais em anos eleitorais e excesso de indicações políticas no comando da estatal.

Reduto do PMDB no governo Luiz Inácio Lula da Silva, a diretoria dos Correios foi loteada entre dirigentes petistas durante o primeiro mandato da ex-presidente Dilma Rousseff. Seis meses antes do impeachment, ela entregou os cargos para o PDT. Michel Temer colocou o PSD na empresa.

Antes mesmo de anunciar as demissões motivadas, a atual cúpula da ECT precisa lidar com outro desgaste. Há poucos dias, os empregados foram avisados de que só poderão tirar férias ao fim do segundo período aquisitivo. Trata-se de uma forma de economizar, no curto prazo, com o adicional de 70% de férias garantido pelo acordo coletivo da categoria (normalmente é um terço).

Para os sindicatos, a medida alivia artificialmente o caixa e desorganiza a alocação de recursos humanos nos próximos anos.

Valor

Opinião dos leitores

  1. Apesar de ser um monopólio, os Correios são hoje uma empresa sem valor de mercado. Praticamente ninguém mais usa cartas e telegramas, suplantados pelo surgimento do e-mail e das redes sociais. O Sedex, serviço de cargas e encomendas, enfrenta concorrência acirrada do setor privado, cujas organizações exibem plantas bem mais enxutas e eficientes que a estatal. Como qualquer empresa pública tupiniquim, os Correios não se modernizaram, perderam o bonde da história e ficaram a ver navios. Ainda que demita todo mundo e faça uma "lipo" em suas contas, com o portfólio jurássico de que dispõe. é pouco provável que venha a despertar interesse do mercado num hipotético processo de privatização.

  2. Falir o monopólio é complicado… só sei que no mês de Março ainda não recebi nenhuma das minhas contas, preciso ficar emitindo a 2ª via de tudo por causa dessa péssima prestação de serviço..

    1. BOA NOITE , PÉSSIMA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO POIS TENDENCIOSAMENTE FIZERAM FICAR RUIM COM O SUCATEAMENTO PREMEDITADO E MALDOSO DE UMA MINORIA QUE ESTÁ NO PODER DE MANEIRA ILEGITÍMA A MAIS OU MENOS UM ANO E QUE A QUALQUER CUSTO NÃO SOMENTE OS CORREIOS QUE SEMPRE FOI UMA EXCELENCÊNCIA EM SEUS SERVIÇOS A MAIS DE 300 ANOS DE HISTÓRIA MAIS A CAIXA, BANCO DO BRASIL , PETROBRÁS E OUTRAS INSTITUIÇÕES QUE SÃO DO POVO BRASILEIRO.

  3. Pra isso que existem estatais. Para lotear entre os partidos. Era do PMDB, foi do PT, passou para o PDT, agora é do PSD. E por isso não pode em hipotese alguma ser privatizada. Não se pode perder a boquinha.

  4. Cadê os sindicatos que ficaram calados durante 14 anos na era PTRALHA, aonde os fundos de pensão foram saqueados pelos Cumpanheiros !!!eu acho é pouco ,pra mim enfiava o pé na bunda de todos os funcionários e entregava essa empresa para iniciativa privada

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REPASSES ATRASADOS: Após reunião com Governo do RN, Femurn ameaça ir à Justiça por dívida de R$ 253 milhões aos municípios

Foto: Reprodução

A Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn) cobrou do Governo do Estado o pagamento de R$ 253 milhões em repasses atrasados às prefeituras potiguares. Durante reunião nesta quarta-feira (7), o presidente da entidade, José Augusto Rêgo, exigiu a regularização dos valores e a implantação das transferências diretas às contas municipais, conforme determina a legislação em vigor desde 19 de setembro.

Segundo José Augusto, o governo se comprometeu a pagar nesta sexta-feira (9) uma parcela pendente do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), além de três das quatro parcelas atrasadas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).

Uma nova reunião está marcada para sexta-feira (9), às 10h, com representantes do Governo do Estado, da Femurn e do Banco do Brasil. O encontro é considerado pela entidade a última tentativa de solucionar administrativamente os atrasos. Caso não haja acordo, a federação pretende acionar os órgãos de controle.

A legislação determina que os recursos do ICMS, do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e do Fundeb sejam transferidos diretamente às contas das 167 prefeituras, sem passar pela conta única estadual. Segundo a Femurn, o Banco do Brasil já informou que não existem impedimentos operacionais para a implantação do sistema, restando ao governo formalizar o convênio.

“Não tem mais acordo, não tem mais negociação. A negociação é cumprir a lei e pagar o atrasado”, afirmou José Augusto. O dirigente destacou que os atrasos comprometem despesas municipais, incluindo o pagamento dos servidores. “Não se paga crise com o dinheiro dos outros”, declarou.

Em setembro, a Femurn já havia denunciado mais de R$ 260 milhões em transferências constitucionais pendentes. Na ocasião, o governo anunciou o pagamento de R$ 137 milhões referentes ao ICMS e ao Fundeb.

Com informações do BNews RN

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ELEIÇÕES 2026: Flávio Bolsonaro pede ajuda ao presidente da Colômbia contra o tráfico e o convida para sua posse

Foto: Reprodução

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu ao presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, apoio no combate ao tráfico de drogas durante uma videochamada entre os dois. Candidato à Presidência da República, Flávio também convidou o colombiano para uma eventual posse em janeiro, embora ainda dispute o segundo turno contra o presidente Lula (PT), marcado para 25 de outubro.

“Vou implementar um regime muito duro aqui no Brasil e vou precisar muito conversar com o senhor para a gente ter esse intercâmbio de informações”, afirmou Flávio. Espriella, que assumiu a Presidência colombiana em agosto, concordou que o tráfico é um problema global e defendeu a cooperação entre países que compartilham fronteiras.

Flávio propôs ainda a troca de informações e a entrega de criminosos procurados pelos dois países. Brasil e Colômbia dividem aproximadamente 1.600 quilômetros de fronteira na região amazônica.

Durante a conversa, o senador também afirmou que, caso seja eleito, pretende integrar o Brasil ao Escudo das Américas, iniciativa de segurança lançada pelos Estados Unidos para combater organizações criminosas na região, incluindo o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho.

A videochamada foi transmitida pelo canal de Eduardo Bolsonaro no YouTube. No primeiro turno, Flávio recebeu 47% dos votos, contra 45% de Lula, segundo os números apresentados pela reportagem.

Com informações de O Globo

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Bolsonaristas apontam oportunidade para Hugo Motta fazer gesto à direita e buscar reeleição na Câmara

Foto: Kebec Nogueira/Metrópoles

Lideranças bolsonaristas avaliam que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), pode usar a proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal como forma de se aproximar da direita e conquistar apoio para sua reeleição ao comando da Casa. A informação é da coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles.

Segundo aliados de Flávio Bolsonaro (PL), Motta poderia acelerar a votação da proposta, que atualmente tramita em uma comissão especial, e levá-la ao plenário. A medida seria interpretada como um aceno aos bolsonaristas, que ficaram insatisfeitos com o deputado após ele declarar apoio à reeleição do presidente Lula no primeiro turno.

Desde segunda-feira (5), Motta começou a procurar deputados eleitos e reeleitos para buscar apoio à sua permanência na presidência da Câmara. No entanto, enfrenta resistência principalmente no PL, que elegeu a maior bancada da próxima legislatura, com 121 deputados, e avalia disputar o comando da Casa.

Uma ala do PL, por outro lado, defende priorizar a presidência do Senado para concentrar esforços em pautas contrárias ao Supremo Tribunal Federal (STF). Nesse cenário, o partido poderia abrir mão da presidência da Câmara em favor de uma legenda do Centrão.

 

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ESTRATÉGIAS OPOSTAS: Flávio amplia alianças partidárias, enquanto Lula aposta em influenciadores e muda comunicação no 2º turno

Foto: O Globo

As campanhas de Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) adotaram estratégias diferentes para o segundo turno da eleição presidencial. Enquanto Flávio intensifica articulações com partidos, governadores e lideranças políticas, Lula aposta em mudanças na comunicação, com vídeos em formato de selfie, participação de influenciadores de esquerda e ações para aumentar a rejeição ao adversário. As informações são do jornal O Globo.

Desde o primeiro turno, Flávio recebeu o apoio de Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), da federação PP-União Brasil, da Frente Parlamentar da Agropecuária, do Novo e do Republicanos. A campanha agora busca atrair Podemos e MDB. Parte dessas legendas integrou a base do governo Lula, inclusive com participação em ministérios.

Já Lula reconheceu problemas na condução da campanha. Em reunião com aliados nesta quarta-feira (7), afirmou que esta foi a campanha “menos organizada” de que participou desde 1989. Ministros também avaliaram que houve excesso de foco nas realizações do governo, sem apresentação suficiente de propostas para um eventual quarto mandato.

A nova estratégia petista inclui maior presença de Lula nas redes sociais, vídeos curtos e aproximação com influenciadores de esquerda e parlamentares eleitos com forte atuação digital. O presidente também pretende ampliar entrevistas em rádios e intensificar o contato direto com os eleitores.

Nesta quarta-feira, Lula publicou vídeos em formato de selfie, incluindo um sobre o fim da escala 6×1, no qual questionou a posição de Flávio Bolsonaro. A campanha também passou a explorar declarações do adversário para associá-lo a possíveis cortes em programas sociais.

A mudança foi ironizada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que criticou a aposta de Lula em vídeos gravados pelo próprio presidente. Enquanto isso, Flávio reuniu a bancada eleita do PL em Brasília para alinhar a atuação dos parlamentares e reforçar as articulações políticas para o segundo turno.

Com informações de O Globo

Opinião dos leitores

  1. O Globo deveria ter sido mais claro, Lula APOSTA NA MENTIRA. Os pilares da esquerda são: Mentira, hipocrisia e corrupção. Hoje, nem os analfabetos acreditam mais no PT. Vota no PT quem resolve ser cúmplice.

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CRISE INTERNA: Janja vira alvo de insatisfação por participação excessiva na campanha de Lula

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

As críticas à primeira-dama Janja Lula da Silva cresceram dentro do PT depois que o presidente Lula terminou o primeiro turno atrás de Flávio Bolsonaro (PL). Segundo o Poder360, integrantes do partido consideram inconvenientes as interrupções da primeira-dama em reuniões de campanha e reclamam de suas interferências nas decisões eleitorais.

Um dos episódios ocorreu nesta quarta-feira (7), durante encontro de Lula com parlamentares jovens do PT. Janja teria interrompido falas dos participantes. Na coordenação da campanha, também há insatisfação com sua presença constante em comícios, especialmente quando canta o jingle “Tapete vermelho”, que exalta a trajetória política do presidente.

As críticas são feitas reservadamente para evitar desagradar Lula, que, segundo a publicação, trata o assunto como tabu. Integrantes do partido também avaliam que Janja dificulta a chegada de informações ao presidente por exercer controle excessivo sobre o acesso a ele.

A ex-senadora Kátia Abreu (PT), coordenadora da campanha de Lula no Tocantins, criticou publicamente a atuação da primeira-dama. Na quarta-feira (7), afirmou que Janja está ocupando um espaço maior do que o vice-presidente Geraldo Alckmin. A mesma reclamação havia sido apresentada durante reunião com Lula e aliados na terça-feira (6), em Brasília.

O Poder360 também relembrou o episódio de maio de 2025, quando Janja abordou o presidente chinês Xi Jinping sobre possíveis danos do TikTok a mulheres e crianças, causando constrangimento durante uma reunião oficial.

Com informações do Poder360

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PODERDATA/AYA: Rejeição a Flávio Bolsonaro cai para 43%; Lula registra 46%

Fotos: Estadão Conteúdo e Ricardo Stuckert/PR

Pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (8) mostra que a rejeição ao senador Flávio Bolsonaro (PL) caiu de 46% para 43% em uma semana. Já o percentual de eleitores que afirmam não votar no presidente Lula (PT) de jeito nenhum passou de 47% para 46%. O levantamento foi realizado entre os dias 5 e 7 de outubro.

De acordo com a pesquisa, 43% dos entrevistados afirmam que Flávio Bolsonaro é o único candidato em quem votariam, ante 38% na rodada anterior. Outros 8% dizem que poderiam votar no senador, percentual que era de 9% na semana passada.

No caso de Lula, 42% declaram que o presidente é o único candidato em quem votariam, contra 40% no levantamento anterior. Outros 8% afirmam que poderiam votar nele, ante 9% na pesquisa passada.

O PoderData/Aya entrevistou 3 mil eleitores em 705 municípios das 27 unidades da Federação, entre 5 e 7 de outubro, por telefone. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08134/2026.

Com informações do Poder360

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[VÍDEO] Cartazes de Lula e críticas a Flávio Bolsonaro aparecem nas paredes do IFRN de Apodi

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra cartazes com conteúdo político nas dependências identificadas como o campus do IFRN, em Apodi, na região Oeste potiguar. As imagens registram materiais com fotografia e declaração do presidente Lula, além de críticas ao senador Flávio Bolsonaro.

Entre os materiais expostos, aparece um cartaz com a frase “Quem vota em Flávio Bolsonaro vota também no vice acusado de estupro”. Não há informações sobre quem colocou os cartazes ou quando foram instalados.

Opinião dos leitores

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Publicitário Pedro Ratts escreve sobre os 25 anos da agência Ratts Ratis

Foto: Cedida

A agência de propaganda Ratts Ratis, que leva o meu sobrenome (o Ratts da minha mãe com o Ratis do meu pai), chega aos seus vinte e cinto anos, completados em 8 de outubro de 2026. Completar vinte e cinco anos não foi tão difícil. Difícil mesmo é aguentar a saudade de cada dia, cada mês, cada ano que passou nesta longa jornada. Clientes que se tornaram amigos, amigos que se tornaram clientes, colaboradores que se tornaram amigos e amigos que se tornaram colaboradores. Muita história para contar. Muita coisa pra celebrar.

Nós começamos em 2001 com cinco pessoas: eu, minha esposa, Cleidinha, minha irmã, Tereza, Gracinha, também conhecida como Xuxinha e nosso querido e agora saudoso Nildo, que infelizmente nos deixou, precocemente, quinze dias atrás. Tudo começou num espaço emprestado pelo meu querido Felinto Rodrigues, o Felintão. Um vão só, sem salas, cinco birôs, cinco cadeiras e um sonho: fazer propaganda boa no Rio Grande do Norte. Lembro que a gente não tinha dinheiro para contratar telefonista e nem central telefônica. Então compramos um telefone sem fio e quando Xuxinha atendia com um “Ratts Ratis Comunicação bom dia”, ela dizia: “um instante que eu vou ‘transferir’ a ligação para o departamento de criação”… e lá ia ela correndo com o telefone sem fio na mão e me entregava. E aí eu atendia: “equipe de criação, bom dia! (só eu mesmo criando)” E foi assim que a gente começou.

Nós fomos a primeira agência a rodar um filme publicitário em película no mercado, com a modelo internacional potiguar Fernanda Tavares, para a Toli. Fomos a primeira agência a investir no digital no mercado, e, inclusive, a fazer um lançamento imobiliário no online, pelo Twitter, para a construtora Paiva Gomes. Fomos a primeira agência a lançar no mercado local uma campanha toda feita com inteligência artificial, para a Clínica Vacina. Fizemos sempre o nosso melhor, com acertos e erros, vitórias e derrotas, bons e maus momentos, mas com uma certeza: foram vinte e cinco anos felizes, o que nos projeta para seguir em frente, sempre fazendo o nosso melhor. Obrigado a todos os que fizeram parte desta história: equipes, colaboradores, clientes, veículos, fornecedores, amigos e todos os que, de alguma forma, nos ajudaram a estar aqui, comemorando esta data. É muito bom fazer o que se ama. Eu amo ser publicitário. Que venham mais vinte e cinco anos. Muito obrigado. De coração.

Opinião dos leitores

  1. Você merece todo reconhecimento empresarial nesse mercado publicitário Pedrito. Sua jornada foi marcado por momentos de muita luta, alegria, superação, coragem e muito trabalho. Que Deus continue te abençoando e que a RATTS RATIS continue trilhando todo sucesso merecido.

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PODERDATA/AYA: Flávio Bolsonaro lidera com 53% dos votos válidos contra 47% de Lula

Fotos: Evaristo Sá e Ricardo Stuckert

A primeira pesquisa PoderData/Aya realizada após o primeiro turno das eleições de 2026, divulgada nesta quinta-feira (8), aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) na liderança da disputa presidencial para o segundo turno. No confronto direto contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o candidato liberal registra 53% dos votos válidos, enquanto o petista soma 47%.

O levantamento revela uma mudança no ritmo da corrida pelo Planalto em relação ao cenário das urnas no último domingo (4), quando Flávio obteve 47,03% dos votos válidos e Lula alcançou 45,16%, uma diferença estreita de 1,87 ponto percentual. Na nova sondagem, a dianteira do senador dobrou e passou a ser de 6 pontos percentuais.

De acordo com o instituto, em apenas uma semana a intenção de voto em Lula recuou 3 pontos percentuais, ao passo que a taxa de Flávio avançou na mesma proporção, consolidando a vantagem numérica do candidato do PL na largada da nova fase da campanha. No primeiro turno, o senador contabilizou 56.104.503 votos válidos, superando os 53.879.538 sufrágios recebidos pelo atual presidente.

A pesquisa PoderData/Aya foi conduzida com recursos próprios e realizada por meio de ligações para telefones fixos e celulares entre os dias 5 e 7 de outubro.

O levantamento ouviu 3.000 eleitores distribuídos em 705 municípios das 27 unidades da Federação. Para garantir a fidelidade representativa da população brasileira em termos de sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, a execução exigiu dezenas de milhares de chamadas telefônicas até a consolidação da amostra final. A margem de erro estimada é de 1,8 ponto percentual, para um intervalo de confiança de 95%. O estudo está devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08134/2026.

Com informações do Poder360

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Álvaro Dias promete dedicação integral e mira ampliação de votos para Flávio Bolsonaro no RN


Foto: Reprodução/Redes Sociais

Terceiro colocado na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte no primeiro turno, o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (PL) confirmou que atuará com dedicação integral na campanha de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno. A promessa de intensificar a mobilização no estado foi feita nessa quarta-feira (7), em Brasília, durante encontro estratégico entre a cúpula nacional do PL e lideranças partidárias para definir as diretrizes rumo ao pleito de 25 de outubro.

“Vamos nos dedicar integralmente nesses próximos dias. Temos um grupo forte e mobilizado e vamos levar a mensagem de Flávio a todas as regiões do Rio Grande do Norte. Nosso objetivo é crescer, conquistar novos votos e dar uma contribuição ainda maior para a vitória de Flávio Bolsonaro”, declarou Álvaro.

Na corrida ao governo estadual, Álvaro terminou a primeira etapa na terceira colocação, conquistando 530.580 votos (26,71% dos válidos). O segundo turno no estado será decidido entre Allyson (União), que liderou com 733.809 votos (36,94%), e Cadu de Lula (PT), que obteve 718.300 votos (36,16%).

A reunião na sede nacional do PL reuniu nomes de peso, como o próprio Flávio Bolsonaro, o candidato a vice-presidente Alfredo Gaspar, o senador Rogério Marinho, o presidente da legenda, Valdemar Costa Neto, e Michelle Bolsonaro, além de governadores, parlamentares e lideranças de todo o país.

Para Álvaro Dias, o encontro serviu para alinhar o planejamento nacional com as particularidades da atuação no Rio Grande do Norte, integrando prefeitos, lideranças locais e apoiadores para expandir a presença da campanha nos municípios potiguares.

“Viemos a Brasília para alinhar as estratégias nacionais com o trabalho que vamos desenvolver no Rio Grande do Norte. Agora é hora de intensificar a mobilização, unir nossas lideranças e trabalhar ainda mais para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro no nosso estado”, concluiu.

Com informações do Agora RN

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