Economia

Crise está próxima e será muito pior que a de 2008, diz economista fundador da pi Economics

A nova crise econômica está próxima, deve ser provocada pelo elevado endividamento das empresas em um cenário de juros subindo no mundo, e os bancos centrais terão poucos instrumentos para conter danos nas economias, afirma Tim Lee, economista e fundador da consultoria pi Economics.

Lee foi um dos poucos nomes que previram a crise iniciada em 2007 e também um dos que alertavam para os problemas que a Turquia enfrentou neste ano.

“É mais uma crise no mercado de crédito corporativo e no mercado de ações”, diz. “Há sinais de alertas. Vamos ter uma crise, e não deve estar muito longe agora.”

A crise pode ser pior que a anterior, pelos poucos instrumentos que os bancos centrais têm à disposição após dez anos de tentativa de estabilização econômica, diz.

Na semana que passou, os prognósticos de Lee ganharam força. O ambiente foi turbulento para as Bolsas globais, em especial para os principais indicadores americanos, que zeraram os ganhos no ano.

Dúvidas sobre a trégua comercial entre Estados Unidos e China amplificaram preocupações de investidores, enquanto a desaceleração econômica global no próximo ano já é dada como certa e a hipótese de uma recessão americana começa a tomar forma no mercado.

Vamos ter outra crise financeira? 

É um tema complicado, mas estou muito convicto de que vamos ter uma outra crise financeira. Ela será pior de muitas formas. O mercado acionário vai afundar, empresas endividadas terão problemas, e muitas vão falir.

A crise de 2007 a 2009 foi majoritariamente uma crise bancária. Os bancos agora, de uma maneira geral, estão mais fortes. Não será uma crise bancária, mas uma crise no mercado de crédito corporativo e no mercado de ações.

O que vai provocar essa nova crise? 

Eu não acho que resolvemos os problemas que havia em 2007 e 2009. O maior problema não é o fato de os bancos serem muito gananciosos ou outras razões que as pessoas disseram sobre a crise da última vez. Há muita dívida e, na minha opinião, poupança insuficiente.

Muito dessa dívida financiou o consumo e outras coisas que não dão retorno financeiro. Mesmo na China há uma grande quantidade de dívida, que está financiando o investimento. E muito desse investimento não faz sentido, como a construção de quarteirões de prédios residenciais. É muita especulação.

As pessoas estão começando a perceber que um dos setores mais endividados no mundo é o corporativo. Nos Estados Unidos, as pessoas já começaram a se perguntar o que está acontecendo com a General Electric e com outras companhias.

E o que está acontecendo? 

Por muito tempo, Wall Street estava se perguntando por que as empresas pareciam ter tanto caixa. A maioria, porém, tem muitas dívidas e pouca poupança —e essa foi a real causa macroeconômica da última crise. Como chegaram a isso?

Para resgatar as pessoas, os bancos centrais cortaram as taxas de juros a zero ou perto de zero, gastando seu próprio balanço patrimonial. Isso não ajudou de verdade. Apenas mudou a forma da dívida. Você passou a ter muito mais dívida de governos após a última crise.

Ao manter a taxa de juros perto de zero por tanto tempo, os bancos centrais incentivaram muitas empresas a tomar dívida. Então, de muitas maneiras, o tipo de dívida piorou em relação à última crise.

Agora, o setor corporativo é o mais vulnerável. As empresas tomaram muita dívida para comprar suas próprias ações. Foi bom para mercado de ações, mas, no longo prazo, é uma posição mais arriscada. Estamos começando a ver algumas companhias a ter problemas.

Que operações ou instrumentos as empresas utilizaram para fazer esse movimento que o sr. descreve? 

Tenho falado muito sobre o carry, em que indivíduos, negócios, fundos tomam emprestado a juros baixos nos Estados Unidos para investir em títulos brasileiros ou turcos, em projetos de investimento de empresas nesses países, enfim, no que der retorno maior.

Em escala global, isso levou ao aumento de dívida e de alavancagem.

A Turquia é um exemplo. As empresas de desenvolvimento turcas constituíram projetos no país via financiamento em dólar. Fizeram muita dívida em dólar e tinham um bom retorno, porque os projetos na Turquia eram muito lucrativos. Agora, estamos vendo a lira turca colapsando. Basicamente, muitas dessas empresas estão insolventes.

Ignoraram os riscos. Isso?

Partiram da ideia de que a volatilidade financeira permaneceria baixa. Vamos voltar alguns anos, quando os juros brasileiros estavam bem elevados. Se eu comprasse dólares americanos, quatro ou cinco anos atrás, a quase 2% e colocasse em juros brasileiros a 10%, eu ganhava a diferença de juros, mas perderia dinheiro se o real desabasse.

Nessa operação, estou basicamente fazendo a aposta de que a volatilidade do real permanecerá baixa e que o real vai ficar estável. Não vai desabar.

Há muitas operações sendo feitas a partir desse princípio no mercado de crédito, de ações, nas estratégias empregadas, tudo com empréstimo e alavancagem. Elas dão um bom retorno, contanto que o mercado de ações permaneça forte. Mas, se o mercado de ações desabar, perdem muito dinheiro.

Por que as empresas decidiram adotar uma estratégia tão arriscada?

As pessoas têm confiança de que, em uma situação ruim, os governos e os bancos centrais adotam estratégias inteligentes, como o quantitative easing [programa de flexibilização monetária], e resgatam tudo.

As pessoas chegaram à conclusão de que os governos sempre vão salvar a todos. Então, não precisam se preocupar. Sentem-se indestrutíveis porque têm confiança de que tudo vai ficar bem.

Acho que as pessoas tiraram duas conclusões da última crise: que não teria uma nova crise por um bom tempo —afinal, não temos grandes crises com frequência. E que, se tivéssemos uma crise no futuro, governos e bancos centrais teriam a habilidade, as ferramentas e as políticas para resgatar a situação, então não seria necessário se preocupar.

Desistiram, então de fazer o dever de casa?

Na zona do euro, temos Itália ou Grécia, cuja dívida, em boa medida, é com o FMI (Fundo Monetário Internacional). Esses países nunca resolveram seus problemas. Há um legado da última crise.

As empresas, por sua vez, compraram ações, e o mercado achou ótimo, mas isso aumenta a alavancagem do negócio e significa que há menor margem para enfrentar uma crise. Elas não têm um colchão se algo der errado. Podem falir com mais facilidade.

Se o mercado de ações cair, a economia vai ficar fragilizada muito rapidamente. A maioria das pessoas de Wall Street vai dizer que não precisa se preocupar com o mercado de ações, porque a economia está bem. Mas, na minha opinião, não é a economia que dirige o mercado de ações, é o contrário —o mercado de ações tem sido dirigido por esse fenômeno de empresas tomando dinheiro emprestado para comprar suas ações.

Os mercados subiram bastante, o que faz a economia parecer boa. Mas, se tudo der errado e a Bolsa cair, a economia pode afundar.

E, quando a economia piorar, há empresas muito endividadas que vão começar a se debater. O lucro delas vai cair. Elas vão ter dificuldade de pagar as dívidas. Aí você tem as taxas de juros subindo, essas empresas não vão conseguir pegar dinheiro emprestado. É um círculo vicioso.

Wall Street faz parecer que está tudo bem, que a estrutura é forte. Mas, na realidade, está muito frágil. Não precisa de muito para criar um círculo vicioso e tudo dar errado.

Na sua opinião, quais são indícios mais fortes dessa crise?

No começo do ano, houve uma volatilidade elevada, os ETFs [fundos que replicam índices] caíram bastante, e alguns foram a zero. Foi um sinal. A crise turca é outro.

Como pano de fundo, os bancos centrais estão aumentando os juros, e há indicadores monetários que dizem que as coisas estão mais apertadas. A maior parte dos indicadores mostra que o crédito e o dinheiro disponível estão caindo há um ano.

Estamos vendo os preços de commodities enfraquecendo desde abril —o que é coerente com a ideia de que as coisas estão ficando mais complicadas. Também vemos um enfraquecimento do mercado imobiliário no mundo.

O dinheiro está indo embora, e os bancos centrais, ao subir os juros, estão atraindo esses recursos. Toda essa dívida está crescendo há um ano. Isso nunca foi enfrentado na última crise. Tudo continuou igual, a dívida não diminuiu significativamente.

As pessoas agora se preocupam com a Itália, com a General Electric. Estamos nos movendo em direção a um cenário de menos dinheiro livre disponível e, em algum momento, vamos ver uma reversão, o mercado caindo, a economia piorando. Muitas empresas ficarão sob pressão.
Vamos ter uma crise, e não deve estar muito longe agora. Pode ser no próximo ano. Achei que começaria agora, mas ainda não começou.

Quais países estão mais frágeis?

Considero que Espanha e Portugal estão piores. A Grécia está um pouco protegida. A Espanha tem uma grande dívida. Os bancos espanhóis estão muito expostos. A Itália também tem grande endividamento.

Como está o Brasil nesse cenário?

Muitas empresas brasileiras tomaram dinheiro emprestado em dólar. O Brasil manteve os juros elevados, mas eles caíram nos últimos anos. Assim, o país tem uma proteção em comparação a outros emergentes porque está indo na direção contrária de boa parte do resto do mundo, onde os juros estão subindo. Os juros já subiram nos Estados Unidos e na maioria dos emergentes. Na Turquia, a alta foi absurda.

Os bancos centrais vão conseguir resgatar as economias em caso de uma nova crise?

As pessoas estão presumindo que os bancos centrais vão fazer resgate. Assim como os governos, elas tomaram muita dívida, se endividaram.

Mesmo os governos têm uma grande dívida. Os bancos centrais não conseguem resgatar as economias de novo. O balanço patrimonial do Fed está em US$ 4 trilhões, ele não consegue comprar ativos de novo. Foi surpreendente terem conseguido fazer isso da primeira vez. Por isso, a próxima crise pode ser pior do que a última.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. assistam o filme "A Grande Aposta" ( com Christian Bale, Ryan Gosling, Steve Carell e Brad Pitt) que mostra toda a engrenagem que cominou com a crise de 2008, e pior mostrou que o governo mascarou a culpa dos bancos pela crise e ainda os ajudou (erradamente), por isso como disse o texto acima, todos acham que os bancos centrais vão ajudar novamente aí continuam fazendo besteiras. vejam o filme, vale a pena concorreu até ao oscar em 2015.

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Equipe de Flávio Bolsonaro vai acionar TSE após Lula pedir votos para si mesmo e aliados na Bahia; campanha ainda não começou oficialmente

Foto: reprodução/YouTube/PT

A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, informou que vai acionar a Justiça Eleitoral após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pedir votos para si e para aliados durante a convenção do PT, realizada neste sábado (1º), na Bahia. A informação é da coluna da jornalista Milena Teixeira, do Metrópoles.

Pelas regras eleitorais, pedidos explícitos de voto só são permitidos a partir de 16 de agosto, quando começa oficialmente a campanha.

No evento que oficializou a candidatura de Jerônimo Rodrigues ao governo da Bahia, Lula pediu apoio para sua candidatura e para os candidatos petistas ao Senado, Jaques Wagner e Rui Costa.

Durante o discurso, o presidente afirmou: “Então, depois que vocês votarem em deputado estadual e deputada estadual, votar em deputado federal e deputada federal, votar em senador da República e votar no Jerônimo, se sobrar um pouquinho de voto, vote em mim, que eu agradeço a todos vocês a lembrança”.

Em outro momento, também declarou: “Eu preciso de 2 votos. Um para este Galego [apelido de Jaques Wagner] e outro para este companheiro aqui [Rui Costa]”.

A campanha de Flávio Bolsonaro sustenta que as declarações configuram propaganda eleitoral antecipada e pretende levar o caso à Justiça Eleitoral.

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VÍDEO: Flávio Bolsonaro chama Lula de ‘projeto de ditador’ durante convenção do PL em Santa Catarina

O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, chamu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de “projeto de ditador” durante a convenção do Partido Liberal em Santa Catarina, neste sábado (1º).

Durante o discurso, Flávio afirmou: “Esse projeto de ditador que é o Lula não vai se criar, porque a gente vai demitir ele em outubro deste ano. Eu, junto com vocês, vamos tirar ele”.

O candidato também declarou que o Brasil “não vive mais em uma democracia plena” e acrescentou: “Por enquanto vocês ainda podem criticar um político, criticar um governo”.

O evento também oficializou a candidatura à reeleição do governador Jorginho Mello (PL), tendo Adriano Silva (Novo) como candidato a vice. Além disso, o partido confirmou Carol de Toni e Carlos Bolsonaro como candidatos ao Senado e lançou Jair Renan Bolsonaro como candidato à Câmara dos Deputados.

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DÍVIDAS: ‘Bons pagadores’ do Fies criticam o programa Desenrola e cobram do governo Lula descontos iguais aos de inadimplentes

Imagem: reprodução

Estudantes que mantiveram em dia o pagamento do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) passaram a cobrar do governo Lula os mesmos descontos concedidos aos inadimplentes pelo programa Desenrola Fies.

Enquanto quem estava com parcelas em atraso pôde renegociar a dívida com descontos de até 99% e parcelamento em até 180 meses, os adimplentes receberam apenas 12% de desconto para quitação à vista, conforme prevê a Medida Provisória nº 1.373/2026.

A principal reivindicação do grupo é a aprovação do Projeto de Lei 1.306/2024, que busca garantir tratamento igual entre estudantes que quitaram as parcelas em dia e aqueles beneficiados pela renegociação. A proposta já foi aprovada na Comissão de Educação da Câmara e aguarda votação na Comissão de Finanças e Tributação.

Segundo o governo, os descontos maiores foram destinados aos contratos inadimplentes porque essas dívidas já eram consideradas de difícil recuperação. Para os adimplentes, a compensação proposta é o Fies Empreendedor, linha de crédito com juros reduzidos para abertura ou expansão de negócios, com empréstimos de até R$ 80 mil para pessoas físicas e R$ 180 mil para empresas.

De acordo com o FNDE, o Desenrola Fies já renegociou 113,4 mil contratos, reduzindo o estoque de dívidas de R$ 5,92 bilhões para R$ 1,28 bilhão, após a concessão dos descontos.

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ELEIÇÕES 2026: RN tem 270 candidaturas regitradas; seis candidatos concorrem ao Governo do Estado e 11 ao Senado

Foto: TN/Magnus Nascimento

O Rio Grande do Norte terá 270 candidatos disputando as eleições de outubro de 2026, segundo levantamento da Justiça Eleitoral. O total considera os candidatos a governador, senador, deputado federal e deputado estadual, sem incluir os candidatos a vice-governador e suplentes de senador.

Ao todo, 23 partidos participam da disputa, organizados em três coligações, uma federação partidária e três partidos que concorrem de forma isolada.

A corrida pelo Governo do Estado reúne seis candidatos, enquanto 11 disputam as duas vagas para o Senado.

Nas eleições proporcionais, foram homologadas 91 candidaturas à Câmara dos Deputados e 162 à Assembleia Legislativa, totalizando 253 candidatos.

As chapas ainda precisam ser registradas na Justiça Eleitoral até 15 de agosto, prazo previsto no calendário eleitoral. Até lá, as candidaturas poderão sofrer alterações, conforme a legislação.

Confira a composição de cada grupo político:

  • Coligação Esperança e Trabalho (União Progressista, MDB, PSD, Republicanos, Avante e Federação Renovação Solidária)
    • Governador: Allyson Bezerra (União Brasil)
    • Vice: Hermano Morais (MDB)
    • Senado: Zenaide Maia (PSD) e Tércio Tinôco (União Brasil)
    • Deputados: 84 candidatos (27 federais e 57 estaduais)
  • Coligação EnDireita RN (PL, Podemos, Novo e Federação PSDB/Cidadania)
    • Governador: Álvaro Dias (PL)
    • Vice: Babá Pereira (PL)
    • Senado: Coronel Hélio (PL) e Styvenson Valentim (Podemos)
    • Deputados: 79 candidatos (27 federais e 52 estaduais)
  • Coligação Time que Cuida (Federação Brasil da Esperança, PSB e PDT)
    • Governador: Cadu de Lula (PT)
    • Vice: Larissa Rosado (PSB)
    • Senado: Samanda Alves (PT) e Rafael Motta (PDT)
    • Deputados: 48 candidatos (21 federais e 27 estaduais)
  • Federação PSOL/Rede
    • Governador: Robério Paulino
    • Vice: Leny Grilo
    • Senado: Sandro Pimentel e Sonia Godeiro
    • Deputados: 25 candidatos (5 federais e 20 estaduais)
  • Unidade Popular (UP)
    • Governadora: Arinalda do MLB
    • Senado: um candidato
    • Deputados: quatro candidatos (dois federais e dois estaduais)
  • PSTU
    • Governador: Dário Barbosa
    • Vice: Nanda Soares
    • Senado: Luciana Mandu e Rosália Fernandes
    • Deputados: dois candidatos a deputado estadual
  • Missão
    • Disputa apenas as eleições proporcionais, com nove candidatos a deputado federal e dois a deputado estadual.

Fonte: Justiça Eleitoral

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Para 80% das mulheres, Lei Maria da Penha não funciona como deveria

Foto: Shutterstock

Pesquisa mostra que 80% das mulheres avaliam que a Lei Maria da Penha não funciona, na prática, como deveria. Além disso, 82% consideram que a legislação ainda é insuficiente para combater de forma efetiva a violência contra a mulher.

O levantamento também aponta que apenas 41% das brasileiras acreditam que as forças de segurança estão preparadas para atender adequadamente mulheres em situação de violência.

Apesar das críticas à aplicação da lei, o conhecimento sobre a legislação é amplo: 49% das mulheres e 48% dos homens afirmam conhecê-la bem.

A pesquisa ainda revela que menos da metade das mulheres sabe que a Lei Maria da Penha abrange os cinco tipos de violência. Enquanto 90% conhecem a proteção contra a violência física, apenas 46% sabem que a legislação também inclui a violência patrimonial.

A pesquisa realizada pelo Instituto Patrícia Galvão e pelo Instituto Locomotiva, com apoio da Uber, ouviu 1.500 pessoas. O levantamento escutou mil mulheres e 500 homens com 16 anos ou mais, entre os dias 22 e 30 de abril deste ano. A margem de erro do estudo é de 2,8 pontos percentuais.

Com informações de UOL

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[VÍDEO] E AGORA? Lula pede voto quatro vezes em discurso na Bahia; lei só permite a partir de 16 de agosto

Imagens: reprodução/PT/YouTube

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a pedir votos antes do início oficial da campanha eleitoral durante discurso na convenção do Partido dos Trabalhadores, realizada neste sábado (1º), em Salvador (BA).

Pelas regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os pedidos explícitos de voto só são permitidos a partir de 16 de agosto, data de início da campanha eleitoral.

Em quatro momentos do discurso, o presidente repetiu o pedido de votos:

  • “Depois que vocês votarem para deputado estadual e federal, para senador e votar no Jerônimo [Rodrigues, candidato à reeleição ao governo da Bahia], se sobrar um pouquinho de voto, vote em mim que eu agradeço a todos vocês a lembrança”.
  • “Depois de votar no Jerônimo, lembre-se que tem o Lulinha lá em São Paulo, esperando o voto de vocês para poder virar Presidente da República”;
  • “Não se cansem de votar em mim pela 4ª vez”;
  • “Quando for votar nesse aqui e nesse aqui [se referindo aos candidatos da chapa do PT no Estado], pelo amor de Deus, dê um votinho para mim”.

Na última quarta-feira (28), Lula foi multado em R$ 15 mil por propaganda eleitoral antecipada após pedir votos para Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) durante um evento oficial realizado em maio, em São Paulo.

Com informações de Poder 360

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  1. Com painho 9dedos o ditador do Brasil pode tudo! Até entrar o grosso e todo e todo mundo 🌎 caladinho…

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VÍDEO: Motorista é preso por suspeita de embriaguez após colisão frontal na RN-118 entre Macau e Pendências que deixou criança gravemente ferida

Imagens: Via Certa Natal 

Foto: Reprodução

Um motorista foi preso em flagrante por suspeita de dirigir embriagado após um acidente que deixou uma criança de 11 anos gravemente ferida na manhã deste sábado (1º), na RN-118, entre Macau e Pendências.

Segundo a Polícia Militar, dois carros que seguiam em sentidos opostos bateram de frente. Um dos condutores apresentava sinais de embriaguez, foi levado ao Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró, e autuado em flagrante. O exame pericial para confirmar a presença de álcool no organismo está em andamento.

No outro veículo estavam funcionários da Caern que seguiam para uma partida de futebol. O motorista e uma mulher sofreram ferimentos leves.

A criança, que estava no carro com o grupo, ficou gravemente ferida, precisou ser entubada e foi transferida de helicóptero para o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal.

A Polícia Civil investigará as circunstâncias do acidente, enquanto a perícia foi acionada para apurar a dinâmica da colisão.

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Seap corrige informação sobre fuga e diz que dois, e não três, foram recapturados; oito seguem foragidos

Diogo da Luz Silva foi recapturado — Foto: Seap/Divulgação

A Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap) corrigiu a informação divulgada pela própria pasta na manhã deste sábado (1º) sobre as recapturas de presos que fugiram da Penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madruga, em Nísia Floresta.

Inicialmente, a secretaria informou que três detentos haviam sido recapturados durante a madrugada de sexta (31) para sábado (1º). Horas depois, retificou o balanço e esclareceu que apenas dois presos foram localizados na ocasião: Isaac Deodato Rodrigues e Diogo da Luz Silva.

Com a correção, Tiago da Silva Maia Braga, que havia sido incluído entre os recapturados, permanece foragido.

Dessa forma, três dos 13 detentos que deixaram a cela, dois presos foram contidos ainda dentro da unidade prisional, e onze escaparam do presídio.

Na sexta-feira (31), Julianderson Francisco Nogueira já havia sido preso.

Com as prisões de Isaac Deodato Rodrigues e Diogo da Luz Silva, ainda seguem foragidos oito detentos.

Seguem foragidos:

  • Cleidson Martins Dantas;
  • Tiago da Silva Maia Braga
  • Kaio do Nascimento Gomes;
  • Tiago Nogueira da Silva;
  • Petrúcio Railande dos Santos;
  • Jackson Matheus Martins Simões;
  • Jonatas Ferreira Isis Dorea da Silva;
  • Eliandson Luciano de Lima.

As buscas continuam com participação da Polícia Penal, Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Guarda Municipal de Parnamirim.

Opinião dos leitores

  1. Confio que a PM do RN tem capacidade de recapturar todos , grades homens que trabalham dia e noite , enquanto muitos usam isso pra discussões políticas PL e PT sem entender nada de segurança!

  2. Confio que a PM do RN tem capacidade de recapturar todos , grades homens que trabalham dia e noite , enquanto muitos usam isso pra discussões políticas PL e PT sem entender nada de segurança!

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Considerado foragido desde fevereiro após violar tornozeleira eletrônica, rapper Oruam tem prisão preventiva revogada pela Justiça


Foto: reprodução

A Justiça do Rio de Janeiro revogou a prisão preventiva do rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, e determinou que ele responda ao processo em liberdade, mediante o cumprimento de medidas cautelares.

Oruam era considerado foragido desde fevereiro por, justamente, descumprir medidas cautelares como violações da tornozeleira eletrônica.

Segundo a defesa, o artista não responderá mais por tentativa de homicídio, permanecendo as acusações de lesão corporal leve e dano ao patrimônio público.

Entre as medidas impostas pela Justiça estão o comparecimento mensal ao juízo, a proibição de frequentar o Complexo do Alemão e outras áreas de risco, a proibição de contato com os demais investigados, a obrigação de manter endereço atualizado, restrição para deixar a comarca por mais de sete dias sem autorização e recolhimento domiciliar das 20h às 6h.

O processo tem origem em uma ocorrência registrada em julho de 2025, quando policiais civis foram à antiga residência do rapper para cumprir um mandado de busca e apreensão. Segundo a investigação, Oruam e outras pessoas teriam atacado uma viatura com pedras, permitindo a fuga de um adolescente apreendido.

O cantor chegou a ser preso, teve a prisão substituída por medidas cautelares, mas voltou a ser considerado foragido após descumprir as condições impostas pela Justiça, incluindo violações da tornozeleira eletrônica. Agora, com a nova decisão, ele voltará a responder ao processo em liberdade.

Opinião dos leitores

    1. Pois é, né amigão! Você nota a enorme diferença, como se trata gente do bem e bandido. Boa sacada a sua. 👏🏿👏🏿👏🏿

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[VÍDEO] Presidente do SINSP volta a criticar o governo Fátima por mais um atraso no pagamento a aposentados e pensionistas: ‘Não há previsão clara, não há garantia e não há respeito’

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público da Administração Direta do RN (SINSP-RN), Janeayre Souto, voltou a cobrar do governo Fátima Bezerra o pagamento aos aposentados e pensionistas.

Em vídeo publicado nas redes sociais neste sábado (1º), Janeayre afirmou que o governo do estado discrimina aposentados e pensionistas. “O pior é que não solta uma nota”, comentou. ‘Não há previsão clara, não há garantia e não há respeito’, escreveu na publicação no Instagram.

Ela também afirmou que a governadora Fátima Bezerra sequer teve a dignidade de se dirigir aos servidores para dizer que os aposentados e pensionistas não iriam receber seus salários.

Janeayre disse ainda que soube do atraso nos pagamentos pela imprensa e por diversas mensagens que recebeu ao longo do dia e ainda chamou de ‘mentirosa’ a nota da SEAD (Secretaria de Estado da Administração) enviada à imprensa.

 

Opinião dos leitores

  1. É SÓ FAZ L
    VOTE NO PT
    É só votar em Cadu de Fátima/Lula (Mister Impostos) que o melhor vai começa.

  2. Rapaz, o quê está faltando ainda para acontecer nessa chamada gestão, de Fátima bezerra! Ainda tem gente que vai sair de casa para dar um voto a esse rapaz chamado de Kadu. Ou RN sem sorte!

  3. Em 2019 quando assumiram o RN foram a imprensa e falavam que estavam recebendo o Estado desorganizado na área administrativa e contábil. E agora estão todos calados e vão entregar RN Falido.

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