Em dias normais, a Fundação José Augusto está à beira do naufrágio. Em crises, está sepultada, restando apenas a pá de cal.
É como está agora.
Sem infraestrutura e seriedade, um dos eventos que têm dado certo na gestão atual enfrenta uma sucessão de arremedos na programação.
O Agosto de Alegria está um agonia só.
Os funcionários reclamam e chegam a afirmar que a titular da pasta, Isaura Rosado quer fazer política cultural apenas com incentivos e ofertando infraestrutura. Aliás, infraestrutura essa que os fornecedores não veem a cor do dinheiro há tempos.
As pressões são para que não haja atrações de fora do Estado. Os artistas locais cobram que, enquanto os nacionais recebem antes de se apresentares, eles ficam à mingua, esperando meses por seus pagamentos.
Os sinais da crise interior estão extravasando. Desde segunda-feira, o jornalista e escritor Franklin Jorge procurava Isaura para lhe entregar a carta de demissão da Pinacoteca do Estado, mas não estava encontrando a dita cuja.
Hoje parece que teve sucesso. A carta ele também publicou em seu perfil no Facebook, onde comunica sua “demissão irrevogável”.

O que vem acontecendo na administração pública estadual é caso de polícia, justiça, interdição. É uma administração pra intervenção federal ver com calma e tomar as medidas cabíveis. Não existe dinheiro pra investimento, pagamento de pessoal, hospitais, escola e segurança e sobra para os milhões pagos em diárias, os milhões destinados a propaganda do governo. Dinheiro tem e muito, só que vai para onde eles querem e ninguém faz nada com esse descaso público
A atual gestão estadual é caso de calamidade pública.Jamais se viu,na história do rn,tamanho desmantelo em todos os setores,sem precisar citar o já conhecido caos na saúde e na segurança publica.Onde estão os deputados estaduais que nada fazem diante de tal descalabro?O eleitor consciente deve banir para sempre da vida publica a governadora e esses deputados que,com raras exceções,emporcalharam nosso estado.