A regra fixada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, que estabelece um prazo de seis meses para a entrada em vigor do juiz de garantias, também pode provocar a mudança dos magistrados que darão sentenças em investigações em andamento, como o inquérito que envolve o senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ) no caso das “rachadinhas”, e a apuração contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Se nos próximos 180 dias, o Ministério Público não oferecer denúncias formais contra réus de operações como Lava Jato, Zelotes e Greenfield, seus casos passarão a ser divididos entre dois magistrados.
Ao esticar o prazo para a entrada em vigor do juiz de garantias, Toffoli estabeleceu uma “regra de transição” para a validade do texto sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro em dezembro. Nas ações penais já em curso, ou seja, naqueles casos em que a denúncia já foi recebida, não deve haver mudanças na condução dos processos. No entanto, nas apurações que estiverem menos avançadas, ou seja, aquelas em que a acusação formal ainda não foi aceita por um juiz, a nova legislação já deve produzir efeitos, afastando os juízes que acompanharam os casos até aqui.
Se merecem. BOLSONARO E LULA JUNTOS PARA DEFENDEREM OS FILHOS. QUEM DIRIA. E TUDO COM AS BENÇÃOS DO PAPA TOFFOLI. ESSE PAÍS NÃO TEM NORTE NEM PRUMO NUNCA DESSE JEITO. SÓ TEM SANTO.
Durante a entrevista, Messias adotou tom emocional e afirmou que encara o episódio como parte de sua trajetória pública. “Nós sabemos quem promoveu tudo isso. Agora eu quero dizer com o coração leve, com a franqueza da minha alma, que sou grato a Deus por ter passado por este processo e à confiança do presidente Lula”, disse.
Ele acrescentou que não vê a rejeição como um encerramento de sua carreira. “Eu não encaro isto como um fim. Isto aqui é uma etapa do processo da minha vida”. E reforçou o respeito à decisão do Senado e destacou o caráter democrático da votação. “O Senado é soberano. Agradeço os votos que recebi. Faz parte do processo democrático saber ganhar, saber perder”, afirmou.
Messias ainda afirmou que seguirá atuando na vida pública e destacou sua trajetória como servidor de carreira. “Sou servidor público concursado. Não preciso de cargo para me sustentar. Construí minha vida pelo estudo e pelo mérito”, disse.
Indicação enfrentou resistência
A indicação de Jorge Messias já enfrentava resistência no Senado antes da votação. Em novembro de 2025, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), demonstrava insatisfação com o nome e defendia, nos bastidores, o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para a vaga no STF.
De acordo com ministros e assessores próximos ao governo, o resultado da votação não era esperado pelo núcleo político do Planalto, que considerava o cenário mais favorável para o indicado.
Conforme a coluna Milena Teixeira, do Metrópoles, a articulação no Senado teria contado com movimentações de parlamentares do Centrão, o que teria influenciado o resultado final da votação. Não há confirmação pública das acusações feitas nos bastidores.
Diante do resultado, interlocutores afirmam que a relação com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), entrou em um novo nível de desgaste político, com avaliação de que o canal de diálogo ficou mais restrito.
Em meio à crise, um ministro resumiu o clima interno do governo com a expressão: “agora é guerra”, indicando endurecimento no posicionamento político do Planalto após a derrota no Senado. Segundo relatos, o governo também passou a monitorar articulações políticas feitas durante o processo de votação.
O governo do presidente Lula (PT) liberou cerca de R$ 270 milhões em emendas parlamentares na véspera da sabatina do advogado-geral da União, Jorge Messias, no Senado Federal. A movimentação ocorreu em meio a uma articulação política intensa para garantir apoio à indicação ao STF, envolvendo aliados, ministérios e a base governista, conforme o Poder360.
De acordo com dados do portal Siga Brasil, a liberação elevou o total de emendas empenhadas no ano para cerca de R$ 13 bilhões, com forte concentração entre partidos da base aliada e do Centrão. Os valores são atualizados diariamente e mostram um aumento expressivo nas semanas que antecederam a sabatina.
O ritmo de liberações já vinha em alta desde 9 de abril, quando o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), confirmou a data da sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Até aquele momento, o volume acumulado era de R$ 2,7 bilhões, segundo os mesmos dados oficiais.
A estratégia política envolveu também articulação direta dentro do Senado. O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães (PT), afirmou que o governo trabalhava com estimativa de mais de 41 votos favoráveis para a aprovação de Messias. O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), chegou a projetar entre 45 e 46 votos.
No entanto, o resultado final foi diferente do esperado. A indicação de Jorge Messias acabou rejeitada no plenário do Senado por 42 votos contrários e 34 favoráveis, após ter sido aprovada anteriormente na CCJ. A movimentação incluiu mudanças na composição da comissão e reforço de aliados estratégicos na votação.
O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, reagiu com visível tristeza após o Senado rejeitar sua indicação ao STF por 42 votos a 34, em uma votação marcada por forte repercussão política. O episódio ocorreu durante sessão no plenário do Senado, em Brasília, e teve impacto imediato nos bastidores do governo.
Um vídeo exclusivo, divulgado pela coluna Igor Gadelha, do Metrópoles, mostra o momento em que Messias abraça a esposa na sala da liderança do governo no Senado logo após o resultado da votação ser confirmado.
O ministro acompanhou toda a sessão no local e recebeu apoio de aliados após a derrota na Casa Legislativa.
Entre as autoridades que foram até a sala para prestar solidariedade estão o ministro da Defesa, José Múcio, e o presidente nacional do PSB e ex-prefeito do Recife, João Campos.
De acordo com relatos de bastidores, o clima no ambiente era de forte emoção e tristeza entre apoiadores do indicado, com senadores governistas também presentes para oferecer apoio logo após o resultado.
O Ministro Alexandre de Moraes, logo dará 24 horas para o Senado se explicar acerca da rejeição de Jorge Messias.
O que os 42 senadores fizeram até sei que foi ato mais político que técnico.
Todavia, é importante frisar que foi uma vitória da sociedade embora a esquerda não concorde.
Lula com tido o dinheiro liberado em 24 horas e todo o seu estafe de articuladores não foram suficientes para reverterem o que já era esperado.
Hoje, parte da população mais consciente vai dormir com a sensação de uma grande vitória.
A sessão contou com a presença de 79 dos 81 senadores, e o resultado superou o mínimo necessário de 41 votos favoráveis para aprovação. A indicação havia sido enviada pelo Palácio do Planalto em 1º de abril, após anúncio feito em novembro do ano anterior, conforme informações do Poder360.
Segundo registros históricos, a última rejeição de um indicado ao STF pelo Senado ocorreu em 1894, ainda no governo de Floriano Peixoto, nos primeiros anos da República. Desde então, todas as indicações haviam sido aprovadas pela Casa.
A articulação política em torno do nome de Messias enfrentou resistência dentro do Senado, com divergências entre lideranças partidárias e insatisfações relacionadas ao processo de negociação conduzido pelo governo.
Com a rejeição, o Palácio do Planalto deve agora indicar um novo nome para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal, em um ambiente político considerado mais sensível para articulação no Congresso Nacional.
O Senado Federal rejeitou nesta quarta-feira (29) a indicação de Jorge Messias para o STF, em uma votação marcada por forte divisão e resultado histórico. Foram 42 votos contrários, 34 favoráveis e 1 abstenção, impondo uma derrota inédita ao presidente Lula (PT), já que, pela primeira vez em 134 anos, uma indicação ao Supremo é barrada pelo plenário da Casa.
A votação aconteceu após intensa articulação política no Senado e encerrou um processo que já vinha dividido desde a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Messias havia sido aprovado na comissão com 16 votos favoráveis, mas não conseguiu repetir o desempenho no plenário.
Segundo o resultado oficial, o advogado-geral da União precisava de pelo menos 41 votos para ser aprovado, mas terminou com 34. A rejeição foi articulada em meio à resistência de parlamentares da oposição e também de parte da própria base, conforme apuração no Senado.
Mais cedo, durante a sabatina na CCJ, Messias defendeu o “aperfeiçoamento” do STF e criticou a atuação individual de ministros. Ele também se posicionou contra a legalização do aborto e destacou sua formação evangélica como parte de sua trajetória pessoal.
Com a rejeição, o governo Lula terá de recalcular a estratégia para indicar um novo nome à vaga deixada pelo ministro Roberto Barroso, que antecipou sua aposentadoria para outubro de 2025. O Planalto agora enfrenta um cenário de articulação política mais difícil no Senado, segundo avaliação de bastidores.
Pessoalmente, sempre achei que o Presidente da República, não deveria indicar Ministros do STF, Tribunais Superiores, Desembargadores, Oficiais General…
Apesar de estar na Constituição, que deveria ser emendada nesse tema, a escolha deveria ser dentre os juízes e militares de carreira, feita por Conselhos e, principalmente, longe do aspecto político, para garantir a total imparcialidade…
A reprovação do indicado pelo Governo, mostra que a “nau” chamada Brasil, está muito mal comandada…
Servidores da saúde do RN aprovaram uma paralisação de 24 horas marcada para o dia 5 de maio, após impasse nas negociações com o Governo do Estado sobre o pagamento da recomposição salarial de 4,26%, prevista para abril de 2026. A decisão foi tomada em assembleia da categoria.
A categoria afirma que cobra o cumprimento de um acordo firmado em 2024, previsto na política remuneratória da Lei 778/2025. O impasse se intensificou após a ausência do pagamento da recomposição salarial no mês de abril.
Segundo informações apresentadas pelo Governo do Estado em reunião com representantes sindicais, o pagamento não foi realizado por insuficiência de arrecadação, com previsão de implantação apenas no mês de maio.
Ainda de acordo com o governo, a Secretaria de Administração do RN avalia, junto à Procuradoria-Geral do Estado, a forma de pagamento dos valores retroativos referentes a abril. Uma nova reunião entre o Executivo e entidades sindicais já está marcada para o mesmo dia da paralisação.
De acordo com o Sindsaúde/RN, além da recomposição, os servidores também cobram a definição de um calendário de pagamento dos valores atrasados e o cumprimento integral do acordo firmado entre as partes.
O projeto “O Pagode Taí Vai Quem Quer” chega à sua 19ª edição em grande estilo e de casa nova: pela primeira vez, a festa será realizada no @rooftopdunas, na Arena, neste sábado (2), a partir das 18h. A programação promete cerca de oito horas de música, reunindo os grupos natalenses Mesa Doze, Daquele Jeito e Preto no Branco em uma grande roda de samba, além do forró de Fabinho Miranda.
Criado em novembro de 2021, o projeto se consolidou como uma das festas mais queridas do público potiguar. Nesta edição especial, os três grupos sobem ao palco juntos para uma apresentação com quatro horas ininterruptas de roda de samba, misturando estilos, repertórios e diferentes vertentes do gênero em um formato que já virou marca registrada da festa.
O evento aposta em proporcionar uma experiência completa ao público. A escolha do Rooftop Dunas reforça essa proposta, reunindo a comodidade e a exclusividade de um espaço com estrutura diferenciada, 100% coberto, com estacionamento privativo e todo o conforto necessário para quem deseja curtir a noite com tranquilidade e segurança.
Parlamentar municipalista, a senadora Zenaide Maia (PSD-RN) recebeu cerca de 200 vereadores e vereadoras do RN ao longo desta semana, em seu gabinete no Senado Federal, em Brasília. Os parlamentares participaram de uma Marcha Nacional dos legislativos municipais e, ao pleitearem novas emendas orçamentárias de Zenaide para suas respectivas cidades, reafirmam, junto à senadora, a parceria política pela continuidade de repasses federais para obras e investimentos nos municípios potiguares.
“Sempre com portas abertas para todas e todos, trabalho para que nosso mandato seja, na capital federal, um posto avançado para solução de desafios do RN. Receber os vereadores é parte dessa vontade de trabalhar coletivamente pela nossa população, com união e sem divisão. Ao longo de meu trabalho parlamentar em Brasília, tenho feito questão de apoiar os municípios. Por uma razão simples: é no município que as pessoas vivem, trabalham, estudam, precisam de serviços públicos para ter saúde, segurança, educação de graça e com qualidade. Isso não é favor, gente: é direito”, assinalou Zenaide.
A senadora já destinou mais de R$ 500 milhões em emendas parlamentares ao RN, valor que contempla todos os nossos 167 municípios. Atendendo dezenas de grupos de diversas cidades desde a manhã de segunda-feira (27), em dezenas de reuniões, Zenaide ressaltou a prioridade de destinar verbas federais, a que tem direito legal todo ano no Orçamento Geral da União, para financiar saúde, educação, assistência social, esporte, turismo, infraestrutura, crescimento econômico e diversas outras áreas nos 167 municípios potiguares.
Política do bem comum
Fortalecendo a interlocução com a vereança, a parlamentar também participou, na terça-feira (28), de uma reunião dos vereadores com a bancada federal do Estado, a fim de alinhar investimentos e prioridades legislativas e políticas. Em seguida, integrou uma reunião coletiva externa para celebrar a aproximação entre o mandato e as câmaras legislativas locais.
“Eu digo sempre aos meus colegas vereadores e vereadoras de todo o Rio Grande do Norte: a Câmara de Vereadores é o coração do debate democrático em nível municipal. É onde as ideias se encontram, as divergências se transformam em diálogo e os projetos se convertem em leis que impactam diretamente a vida de cada cidadão. É na vereança, é no Parlamento, que se exerce, de forma legítima, a representação popular”, frisou Zenaide.
Do meio bilhão de recursos já destinados ao Estado, que compreende um somatório desde o período como deputada federal (2015-2019) até este momento do atual mandato (2019-2027), 70% das emendas foram diretamente para a saúde pública, ajudando a construir unidades básicas de saúde, pagar exames e cirurgias, comprar ambulâncias e construir centros de atendimento para pessoas com deficiência, por exemplo.
“Acredito na política do bem comum, na política que coloca o ser humano e a vida em primeiro lugar, na política que dá as mãos em união para gerar desenvolvimento em cada comunidade, em cada bairro do nosso Estado”, destacou Zenaide.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (29) a indicação de Jorge Messias, atual advogado-geral da União, para ocupar uma cadeira no STF. A votação terminou em 16 votos favoráveis e 11 contrários, após sabatina que durou mais de oito horas. O nome agora segue para análise no plenário do Senado.
Durante a sabatina, Messias afirmou que o Supremo não deve atuar como um “Procon da política”, mas ressaltou que a Corte “não pode ser omissa” diante de questões relevantes ao país. Defendeu a criação de um código de conduta para magistrados e ministros do Judiciário, incluindo integrantes do STF.
Ele evitou comentar casos específicos em análise no Judiciário e afirmou que determinadas investigações não são de competência da AGU, mas de órgãos como Banco Central, Polícia Federal e o próprio Supremo. Messias também reagiu a críticas que recebeu e defendeu a atuação da AGU em atos recentes de repercussão nacional.
Messias destacou princípios do processo penal, como legalidade, proporcionalidade e individualização de condutas, afirmando que “processo penal não é ato de vingança, é de justiça”. E também declarou ser contrário ao aborto, mas afirmou que determinados casos devem ser analisados com “humanidade”.
Próxima etapa no Senado
Com a aprovação na CCJ, a indicação segue agora para o plenário do Senado, onde precisa de pelo menos 41 votos favoráveis para ser confirmada. O processo de análise levou cerca de cinco meses até chegar à votação, em meio a impasses políticos e negociações no Senado.
Embora a tradição seja de aprovação de indicados ao STF, o cenário ainda é considerado de incerteza até a votação final.
Pelo andar do andor Bolsonaro termina incorporando Toffoli ao seu portfólio de herdeiros.
Se merecem. BOLSONARO E LULA JUNTOS PARA DEFENDEREM OS FILHOS. QUEM DIRIA. E TUDO COM AS BENÇÃOS DO PAPA TOFFOLI. ESSE PAÍS NÃO TEM NORTE NEM PRUMO NUNCA DESSE JEITO. SÓ TEM SANTO.