Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
A defesa de Flávio Bolsonaro apresentou um pedido para que a PGR investigue supostas ilegalidades cometidas por funcionários da Receita Federal na investigação contra o senador, e que o Serviço de Processamento de Dados do governo federal (Serpro) informe a identificação dos servidores que acessaram informações fiscais de Flávio e de sua mulher, a dentista Fernanda Bolsonaro.
O documento foi enviado a Augusto Aras na noite desta segunda-feira (26). Os procuradores da equipe de Aras estão analisando os pedidos.
Esta foi a acusação levada pela defesa de Flávio em 25 de agosto a Jair Bolsonaro e ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência (GSI), conforme a coluna noticiou.
Participaram desse encontro com as advogadas de Flávio no Palácio do Planalto o próprio Jair Bolsonaro, Augusto Heleno e Alexandre Ramagem, diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).
Como a coluna noticiou, a defesa de Flávio Bolsonaro relatou ao GSI que auditores fiscais dos escritórios da Inteligência e da Corregedoria da Receita no Rio — identificados pelas siglas Espei07 e Escor07 — usaram esse tipo de senha sem deixar rastros, chamada por eles de “manto da invisibilidade”, para acessar dados sigilosos sobre políticos.
Uma prática semelhante foi relatada pelo Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco) em 2017 à Corregedoria-Geral do Ministério da Fazenda, e arquivado no início de 2020 pelo sindicato.
O Sindifisco alegava que servidores da Corregedoria da Receita estariam sendo alvo de práticas ilegais de investigação por parte de colegas.
Segundo os advogados, a investigação contra Flávio Bolsonaro guarda semelhanças a essa apuração do Sindifisco no Rio.
Desde que procurou o GSI, a defesa e o próprio Flávio Bolsonaro têm feito uma peregrinação por órgãos do governo em busca das provas que sustentassem essa tese e anulassem o caso Queiroz.
Em reação, a Oposição pediu que o STF afaste Augusto Heleno e Alexandre Ramagem de seus cargos e defendeu a abertura de uma CPI.
O líder do PSB na Câmara, Alessandro Molon, está recolhendo assinaturas para instalar a comissão.
O MP do TCU defendeu que órgãos do governo suspendam medidas para atuar no caso Queiroz.
Guilherme Amado – Época
É a estrutura do Governo a serviço particular do filho do Presidente. Quem não se lembra da declaração abaixo divulgada amplamente pela imprensa?
…"Eu não vou esperar foder a minha família toda, de sacanagem, ou amigos meu, porque eu não posso trocar alguém da segurança na ponta da linha que pertence a estrutura nossa. Vai trocar! Se não puder trocar, troca o chefe dele! Não pode trocar o chefe dele? Troca o ministro! E ponto final! Não estamos aqui pra brincadeira".
Para quem não lembra ou não sabe, essas são palavras do Presidente Jair Bolsonaro na fatídica reunião ministerial do dia 22 de abril.
Quanta perseguição! Esse aí é honesto e nada disso aconteceu. É tudo ficção! A culpa é do cidadão que se lasca de trabalhar e pagar impostos.
Parece doença que pega a tal da burrice…. só atrapalha mais o asinino mor….
Mais uma pra gaveta do papai! É um mitinho, aprendeu com o Jairzinho! Tal pai, tal filho.
Esse já passou recibo faz tempo!!!!!
Kkkkkkkk ????
Coitado , so faz piorar a situação do pai, funcionários da Receita tem que boicotar o Pai dele Jumento da Estrelha
É o poste mijando no cachorro