O déficit da Previdência Social no primeiro semestre de 2014 chegou a R$ 23,484 bilhões. Em igual período de 2013, o déficit tinha chegado a R$ 29,004 bilhões. A queda, portanto, foi de 19%. Os números foram apresentados nesta quinta-feira, 31, pelo Ministério da Previdência Social. Os valores estão corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
No primeiro semestre deste ano, a arrecadação líquida total somou R$ 157,269 bilhões e as despesas chegaram a R$ 180,753 bilhões, resultando no déficit de R$ 23,484 bilhões. No primeiro semestre do ano passado, a arrecadação alcançou R$ 149,671 bilhões e as despesas chegaram a R$ 178,676 bilhões, gerando rombo de R$ 29,004 bilhões.
Exclusivamente em relação ao mês de junho deste ano, o Regime Geral de Previdência Social (RGPS) apresentou déficit de R$ 4 508 bilhões, refletindo uma arrecadação de R$ 26,878 bilhões e despesas de R$ 31,386 bilhões. Em junho do ano passado, o resultado foi negativo em R$ 3,372 bilhões, saldo obtido a partir de uma arrecadação de R$ 25,539 bilhões e despesas de R$ 28,911 bilhões. Ou seja, se o acumulado do primeiro semestre de 2014 foi melhor que do primeiro semestre de 2013; o mesmo não ocorreu com junho deste ano, que foi 33,7% pior que junho do ano passado.

A análise da chama crise no sistema previdenciário brasileiro está incorporada ao pensamento neoliberal, hegemônico no mundo a partir da década de 80, e difundido pelo Banco Mundial e pelo FMI para os países da periferia. O discurso de falência e de incapacidade futura da previdência pública tem sido relacionado ao envelhecimento da população em função do aumento da expectativa de vida, baixa taxa de natalidade, elevação do salário mínimo, aumento do valor médio dos benefícios previdenciários, aposentadoria precoce, renúncia de receita, sonegação e evasão fiscal e custos administrativos altos. Os dados estatísticos, entretanto, revelam que não há crise financeira da previdência ou do sistema de seguridade social. Ao contrário do que normalmente se divulga através de fontes oficiais e que se propaga pela imprensa sem nenhum exame crítico, a previdência social e o sistema de seguridade social são financeiramente sustentáveis. A maior eficiência – que é sempre desejável – não depende de corte de benefícios, restrição de direitos ou de maior tributação, mas da incorporação ao sistema de uma parte da classe trabalhadora que vive de empregos informais, sem cobertura previdenciária.
FONTE: Gentil, Denise Lobato: "A falsa crise do sistema de seguridade social no Brasil." Instituto de Economia/UFRJ.
Incautos, esse número não tem nada com economia…Isso é tributo, logo, o resultado é ROMBO nas contas, pago com impostos, contribuições mil, incautos…. Um dos maiores absurdos são os beneficios pagos aos vagas que ficam em casa, fingindo estar doente, mas, sustentados pelas empresas e protegidos pelos peritos do INSS e sindicalistas sem escrupulos… Custo Brasil incautos…Esse é o número…
A cada novo dia NOVAS "BOAS" notícias do Governo PeTista.
Finalmente os meios de comunicação COMEÇARAM a MOSTRAR a verdadeira SITUAÇÃO da economia Brasileira