Com dificuldades para pagar os seus servidores ativos e inativos, o Governo do Estado está observando, ano após ano, o seu déficit previdenciário aumentar. O valor, que era de R$ 50,7 milhões em janeiro de 2014 (último ano da gestão de Rosalba Ciarlini) bateu a casa dos R$ 132,3 milhões em janeiro de 2017, três anos após o último levantamento. Os dados são da Secretaria Estadual de Planejamento (Seplan).
De acordo com o Boletim Fiscal, o Rio Grande do Norte registrou, no referido período, aumento de 160,7% nos seus gastos com a Previdência. O maior aumento registrado neste intervalo de tempo foi entre os meses de janeiro de 2015 e 2016, quando os gastos saltaram R$ 51,1 milhões, passando de R$ 64.689.026,41 para R$ 115.879.076,88.
Atualmente, ainda segundo a Secretaria de Planejamento, além dos 11% cobrados dos servidores e dos 22% cobrados da classe patronal, o Poder Executivo tem aportado mais de R$ 100 milhões, a cada mês, para fazer a cobertura do déficit previdenciário. No entanto, não há qualquer previsão para que estes gastos sejam controlados, dadas as várias crescentes no número de inativos e pensionistas no Estado.
AGORA RN

Mas qnd o governo vai tirar milhões da Previdência pra cobrir outras coisas, ninguém fala nada.
Tem cabimento continuarmos aceitando pagar por aposentadorias e pensões vitalícias para ex Governadores e suas esposas e filhos?
As viúvas são culpadas que não receberam seu vencimentos de Novembro
Eu estou tentando mandar milha filha para Londres , para estudar no mesmo colégio da princesa Charlotte, segunda filha do príncipe William e da duquesa de Cambridge Kate Middleton, ela frequentará o berçário Willcocks Nursery School, em Londres, cuja mensalidade custa R$. 3.200,00. Vou logo avisando que com a metade do meu AUXÍLIO MORADIA eu pago a escola do meu bebê e, de cara, ela ainda pode ficar amiguinha da princesa. Esse auxílio moradia é bom demais, espero que nunca acabe.
Faça isso não. Matricule ela no Churchil kkkkkk
Quer dizer q o déficit aumentou e mesmo assim o governo sacou o fundo previdenciário. Como assim? Se não tivesse sacado não teríamos déficit?
Acho uma forçação dizer que servidor público contribui para o mesmo ente de quem recebe.
Para começar, ele não tem a faculdade de não contribuir. Ele só deixa de receber mais. O governo faz uma conta: posso pagar a fulano de tal o resto da vida? Isso cabe no meu orçamento? O problema é que o torniquete dos direitos aduridos se aperta a cada ano o orçamento e uma das saídas é aumentar a " contribuição" e a idade de aposentadoria (para não ter que repor o servidor e gastar mais).
Esse acréscimo se deu e vai aumentar ainda mais devido a expectativa da reforma da previdência. Quem tem seu tempo e pretendia continuar na ativa, desiste e aposenta para não correr o risco de perder os direitos , principalmente a paridade.
Outra é que com esse anúncio de demissão em massa de vários funcionários, haverá outra correria para aposentar.
Quando juizes, desembargadores, procuradores,deputados e o pessoal da assembleia, tribunal de contas, promores (vide enxugamento das despesas)) se aposentam seus vencimentos saem da rubrica do duodécimo e entram no Ipern, assim e impossivel não haver um aumento exponencial previdenciário!
BG, qualquer leigo ao observar esse cenário, sabe solucionar o problema; mas antes de tudo, não podemos esquecer que o próprio governo fez sucessivos saques no fundo previdenciário para cobrir todo tipo de dívida do Estado. Também sabemos que existem aposentados e pensionistas que ganham acima de um determinado valor, e que descontam a contribuição previdenciária mensalmente; sendo assim as desculpas e explicações utilizadas pelo secretário de planejamento, já perdem muito da credibilidade. Mas vamos ao que realmente tem que ser feito: o governo deveria devolver para os outros poderes, tais como AL e TJ, os seus pensionistas, pois esses , ganham muitas vezes, altas penões, que pesam bastante na folha do excecutivo. Basta citar, que uma pensionista de juiz, recebe integral, sem nenhum corte, o seu salário, que hoje está em torno de R$ 30.000,00. Desse jeito, realmente não tem previdência que aguente e já que está sempre sobrando restos nos repasses do duodécimo, seria mais fácil o excecutivo devolver a herança para os devidos poderes.
É importante que a secretaria do planejamento informe quanto representa do valor pago pela previdência os inativos e pensionistas do TJ, TCE, MP e Assembleia Legislativa. Esses poderes, que recebem recursos do Governo para custear suas despesas, através do duodécimo, têm ainda os valores pagos das aposentadorias e pensões pelo Executivo, não inclusos nos repasses dos duodécimos, ampliando e sobrecarregando os gastos do executivo com a previdência e contribuindo para a elevação desse custo anualmente.
Isso significa que cada membro ou servidor desses poderes que se aposentam ou geram pensões por falecimento, saem da folha normal do poder, paga dentro do valor do repasse do duodécimo e passam a ser pagas, através da previdência, pelo poder Executivo, elevando os gastos do executivo com a previdência sem que seja reduzido o valor do repasse do duodécimo. Isso é uma anomalia que deve ser registrada, condenada e corrigida. Que a imprensa imparcial apure e traga esses fatos ao conhecimento da sociedade. Não é justo que se jogue o “peso” dos débitos da previdência só para os servidores do poder executivo, que detém em média o menor valor de aposentadorias e pensões. Ademais, esses pagamentos da previdência dos demais poderes implicam no limite de gastos do executivo previstos na LRF e não dos limites dos próprios poderes que tiveram seus membros ou servidores aposentados, prejudicando os servidores do executivo quando esses limites excedem o que determina a LRF. Isso tudo é injusto e absurdo. Está na hora de corrigir essas distorções de responsabilidade financeiras. Cada poder deve arcar com seu próprio custo previdenciário dentro dos limites das suas receitas (receitas próprias e duodécimo).
O GRANDE FEUDALISMO QUE AINDA VIVEMOS!!
ESSE É O REAL PROBLEMA E DEVE SER CORRIGIDO RAPIDAMENTE, DEVENDO FACILITAR MUITO A ORGANIZAÇÃO DA FOLHA DO EXCECUTIVO.
Walter, faltou dizer que o Estado substitui grande parte dos aposentados por empregados terceirizados, que contribuem para o INSS e não para o IPE, isso para beneficiar os correligionários e apaniguados, não realizando concursos como deveria ser.
Perfeito, Manoel. A substituição de servidores por terceirizados reduz, significativamente, o recolhimento para o IPERN, contribuindo diretamente para o desequilíbrio entre ativos/inativos.
Bg agora quem paga a conta as pensionistas o lado mais fraco muitas com saúde fraca não receberam pagamento de Novembro
IRMÃO, ISSO É DESCULPA ESFARRAPADA. O DINHEIRO DA ARRECADAÇÃO É QUE PAGA OS SALÁRIOS DOS SERVIDORES PÚBLICOS EM TODOS OS ESTADOS BRASILEIROS.