
O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, disse que tornar opcional o novo modelo de BPC (benefício pago a idosos carentes) é uma “solução simpática”.
Em reunião com a bancada do DEM na Câmara, Marinho foi questionado sobre a possibilidade de deixar a pessoa escolher entre as duas formas de BPC.
Atualmente, quem tem mais de 65 anos de idade e vive em condições de miséria tem direito a receber um salário mínimo (R$ 998).
Na proposta de reforma da Previdência, o presidente Jair Bolsonaro quer mudanças nos benefícios.
Quem tem entre 60 anos e 70 anos de idade receberia R$ 400 por mês. Esse valor subiria para um salário mínimo a partir dos 70 anos de idade.
As alterações nas regras do BPC têm enfrentado resistência de parlamentares que votarão a reforma.
“Se você perguntar para quase um milhão de pessoas que poderiam receber o BPC e hoje não recebem nada e que, a partir de 60 anos, terão a oportunidade de receber R$ 400, eu acredito que grande maioria dessas pessoas vai optar por receber esses recurso do que ficar sem recurso até os 65 anos de idade”, disse Marinho.
A ideia de manter dois formatos de benefícios e dando a chance de escolha ao idoso foi sugerida pelo deputado Paulo Azi (DEM-BA), durante debate com o secretário especial de Previdência e Trabalho.
Marinho reforçou que, por enquanto, o Ministério da Economia vai insistir que o novo modelo de BPC seja aprovado, mas que os deputados têm direito a apresentar emendas ao texto enviado por Bolsonaro.
“O governo vai defender o projeto que apresentou. Na hora em que propostas, as emendas forem apresentadas, [o Executivo] vai se pronunciar caso a caso”.
Na semana passada, líderes de 13 partidos declararam posição contrária a alterações no BPC, nas regras de aposentadoria rural e dispositivos que retiram da Constituição normas previdenciárias.
Um dos integrantes desse grupo, o líder do DEM, Elmar Nascimento (BA), afirmou que, se a reforma da Previdência permitir que o brasileiro escolha entre os dois modelos do BPC, poderá apoiar a ideia.
“Tudo que é opcional é positivo. Ninguém vai ser obrigado. É uma sugestão. Mas tem que ser muito bem comunicada”.
Folhapress
Eu me envergonho de ser brasileiro, como as forças armadas do nosso país vê tamanha corrupção, mordomias, foro privilegiado etc e tal e não toma atitude nenhuma em defesa da nação, no meu entender são coniventes com bandidagem que administra o país, é lamentável o nosso país pátria amada BRASIL ser transformada em um ANTRO.
As Forças Armadas estão empenhadas numa grande missão: escapar da reforma da Previdência. E manter seus privilégios. O Brasil que se lasque…
Deixa ver se entendi. Os pilantras querem dar a seguinte opção: vc quer receber um salário mínimo quando vc tiver 70 anos ou receber 40% (cerca) aos 60 anos. Só tem uma coisa, ele já recebe um salário aos 60 anos. Isso é sacanagem. Querer que se abra mão de receber um salário agora e esperar dez anos pra isso, é sadismo.
Vc não entendeu! Atualmente é a partir dos 65 anos e não 60 anos.
Mantém o salário mínimo aos 65 anos, e a partir dos 60 começa a ganhar os 400 reais, isso comparado com os super salários, mordomias, cargos comissionados, auxílio moradia e cartão corporativo, se torna insignificante, mas representa muito pra quem já trabalhou a vida toda. Deixem de ser desumanos, bandidos.
Não seja desumana!!! Vc quer dar 400,00 pra um idoso de 60 anos???? Dê logo um salário mínimo, ou melhor, pq não logo aos 55 anos?