A deputada federal gaúcha Maria do Rosário, do PT, teria recebido R$ 150 mil em doações feitas por meio de caixa dois da Odebrecht, conforme o depoimento do delator Alexandrino de Alencar. Segundo ele, a parlamentar tinha pedido o dinheiro para financiar sua campanha em 2010, e recebeu a doação, mesmo sabendo que não seria contabilizada de forma oficial.
O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura da investigação a partir do pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. A PGR fez o pedido com base nas delações dos ex-executivos da Odebrecht.
De acordo com Alexandrino, o contato no qual Maria do Rosário pediu dinheiro ocorreu no escritório político da parlamentar, em Porto Alegre. “Ela, pedindo um apoio de campanha dela de deputada, para a reeleição dela de deputada, e nós demos esse apoio doando para ela R$ 150 mil em duas etapas. E nós fizemos essas doações naquela época via caixa dois. Ela pediu, e eu via nela um potencial importante. E nossa cota de doações já tinha terminado, então só tinha o veículo de caixa dois”, afirmou Alexandrino.
O delator foi ainda questionado se a deputada foi informada “expressamente” sobre a doação ser feita por meio de caixa dois, e ele respondeu:
Alexandrino afirmou que, apesar de não saber como os recursos foram entregues, uma vez que isso era feito pelo setor de operações estruturadas – conhecido como setor de propinas -, os repasses para a deputada constam nas planilhas do sistema “Drousys”, por meio do qual era feito o controle dos valores que eram repassados.
Conforme as informações apresentadas por Alexandrino, o codinome de Maria do Rosário era “Solução”, e ela teria recebido dois repasses: um de R$ 100 mil e outro de R$ 50 mil.
De acordo com as informações contidas na delação, o contato com a deputada teve início em 2008, uma vez que a empresa antevia o potencial de liderança que a parlamentar tinha no Rio Grande do Sul. “Tendo sido até candidata a prefeita na cidade (de Porto Alegre), ela exercia uma liderança bem interessante”, afirmou Alexandrino em seu depoimento.
O delator afirmou ainda que, na sua atividade, era fundamental o relacionamento político, tendo em vista o crescimento das empresas do grupo. ”E meu público alvo nisso eram os partidos políticos, políticos e agentes públicos, sempre alinhado com a sistemática de contribuições financeiras eleitorais”.
Ele disse ainda que sua visão sobre o potencial de Maria do Rosário se confirmou com a nomeação dela para a secretaria de Direitos Humanos no governo federal, pasta que ocupou entre 2011 e 2014.
Alexandrino também disse que, nesse período, se aproximou da então secretária por conta para a implementação de políticas de direitos humanos nas obras conduzidas pela empreiteira no interior do Maranhão.
“Nós mostrávamos o que estávamos fazendo, e ela mostrava projetos ligados aos direitos humanos em obras, porque imagina no interior do Maranhão a gente de direitos humanos como é que é… Então as políticas do governo foram levadas para as nossas obras lá no interior do Maranhão”, explicou Alexandrino sobre um comprovante de viagem em 2012 para reuniões com a então ministra em Brasília.

Maria do rosario,kkkkkkkkkkk lembrei de um certo deputado,kkkkkkk é esse mesmo
mito
mito
bolsonaro 2018,kkkkkk
Mas o que é isso, mas o que é isso,kkkkkkkk
Agora ficou bom Agora tá bonito Chegou Chico Bola no Forró do Ze Pri-Quito……???
Essa não sabe cuidar nem da filha
Só sabe defender bandidos e estrupadores
Quer ter a chance de dar uma
Eu imagino quem deve estar rindo até agora….rsrsrs
A esquerda xiita lambuzada na mesma lama da direita.