Com o resultado da votação desta quinta-feira no plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), absolvendo oito réus do crime de formação de quadrilha, pelo menos cinco dos condenados já poderão voltar para casa este ano. Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, ganhará esse direito no Natal, quando passa a ter direito à progressão do regime semiaberto de prisão para o aberto. O ex-presidente do PT José Genoino, ainda provisoriamente em prisão domiciliar em função de sua saúde, poderá garantir o benefício definitivamente no dia 24 de agosto deste ano. Já o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu poderá dormir com a família dentro de um ano, a partir de 10 de março de 2015, seis dias antes de seu 69º aniversário.
Se Dirceu tiver bom comportamento, trabalhar e gostar de ler livro, ainda em 2014 poderá ir para o regime aberto.
Como o debate em torno desse tema é sempre acalorado, trago a baila os comentários abaixo para, digamos assim, apimentar a discussão e provocar reflexões que apontam para a seletividade de nossa hipocrisia teleguiada, pois carentes de fundamentos sólidos e mais abalizados por apaixonites temporárias típicas de torcedores fanáticos de ambos os lados. Com a palavra o sr. zé Ninguém disse:
27 de fevereiro de 2014 às 21:35
Decisão da Justiça não se discute, se cumpre!
Não era isso que diziam quando o resultado lhes favorecia?
Esse Tribunal está fazendo um julgamento político; dizia o o outro lado que perdeu e foi condenado…
Quem ganha o jogo só tem elogios pro Juiz, ao contrário do perdedor…
Que o STF, a mais alta Corte do Judiciário brasileiro, assim como todas as outras, STJ, TRF, TRE, TJs; SEMPRE FORAM POLITICAS, todo mundo do mundo Jurídico já sabia. Mas o povão ainsa não. Os mecanismos de progressão nas carreiras da Magistratura e suas consequentes nomeações para tais cortes como Desembargadores e Ministros é realmente questionável. Todos sempre souberam que são indicações políticas que definem o colegiado desses órgãos. SEM PADRINHO NINGUÉM ALÇA VOO PRAS GIROFLEX MAIS DESEJADAS DO PODER JUDICIÁRIO.
O estranho é estranhar que no Governo, o PT tenha feito indicações, como aliás todos os Presidentes antes sempre fizeram. Pois o que deveríamos estar questionando era esse sistema e lutar para acabar com ele, se estabelecendo outros critérios para tais nomeações, tais como antiguidade e mérito. Nos Tribunais de Contas dos Estados a coisa ainda é mais gritante, pois os CONSELHEIROS são escolhidos a dedo pelos Governadores entre seus parentes, aderentes e homens de confiança para apreciar suas contas depois…
A IMPRENSA ESTÁ LOUCA A PROCURA DE ALVOS PARA JUSTIFICAR O ARMADO MENTIRÃO, ACUSA-SE MINISTROS JUNTANDO-SE AO EDUCADO BARBOSA, QUE APRESENTA POSTURA DE CAPITÃO DO MATO. SE O PLACAR FOSSE DE MINISTROS INDICADOS PELO PT, TERIA SIDO 9 X 2 E NÃO 6 X 5. OS DITADORES NUNCA ACEITAM AS DERROTAS E PARTEM PARA OS GOLPES BAIXOS. NÃO CUSTA LEMBRAR QUE FORAM ESSES MESMOS QUE HOJE ACUSAM INOCENTES, QUE NO PASSADO RECENTE APOIARAM E MATARAM QUEM PENSAVA DIFERENTE. PARTE DO JUDICIÁRIO E A IMPRESSA PRECISA ENXERGAR A DEMOCRACIA E PASSAR À PRATICA-LA PARA APRENDER A CONVIVER COM OS CONTRÁRIOS. A INJUSTIÇA SERÁ SEMPRE COMBATIDA.
NESSES TEMPOS DE GOVERNO DO PT ME SINTO ENVERGONHADO DE SER BRASILEIRO, FIZERAM UMA IMENSA MANOBRA E CONSEGUIRAM BURLAR NAO SÓ A LEI, MAS TODO POVO BRASILEIRO.
Definitivamente esta decisão, esta fortalecendo ainda mais a impunidade neste país. Infelizmente, só quem perde e a própria Justiça, pois fica ainda mais desacreditada.
O leitor Marco Aurélio tem razão.
Para que a JUSTIÇA BRASILEIRA siga seu princípio básico, sendo "CEGA, MUDA e SURDA" aos políticos, passando a ser uma casa com a mínima influência política partidária, seus Ministros teriam que se submeter a eleição ABERTA, onde os advogados votariam em suas seccionais da OAB e a soma destes elegeriam o Ministro. Esse blá, blá blá da lista com três nomes acabaria, e seriam submetidos a voto direto pelo menos 06 nomes para cada vaga aberta. E o que viabilizaria as candidaturas, seria o currículo dos candidatos. A chancela e dependência política na indicação dos Ministros do STF tem levado aquela casa ao que vimos no julgamento dos embargos dos mensaleiro. MUDA BRASIL!!!!
DISCUTIR COM PETRALHA É COMO JOGAR XADREZ COM POMBO. ELE VAI DERRUBAR AS PEÇAS, CAGAR NO TABULEIRO E SAIR DE PEITO ESTUFADO CANTANDO VITÓRIA! Seria bem melhor se os petistas tivessem a humildade de reconhecer o erro e bater palma para os POUCOS ministros que com a lisura, imparcialidade e dignidade (mesmo nomeado pelo diabo LULA E DILMA) tornaram desse julgamento um exemplo de justiça feita contra quem ou qualquer que seja independente de partido ou sigla! MELHOREM PETRALHAS
"Elementar, meu caro Watson?"
Ou seria melhor: "SANTA HIPOCRISIA BATMAN!"
Porque a maioria das pessoas alimentados por parte dos meios de comunicação de massas ainda acredita que o STF é uma MAR DE ROSAS e um SANTUÁRIOS DOS DEUSES, com o SAGRADO DON DA IMPARCIALIDADE E DA JUSTIÇA?
Ainda não caiu a ficha de que o que existe de fato é uma politicagem virulenta que permeia desde a entrada na Magistratura, passando pela PROGRESSÃO NA CARREIRA até chegar aos mais altos postos da CORTE ENCANTADA DO REINO DE ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS?
Será que ainda não percebemos que esse sistema é extremamente político e faz o Judiciário agir e reagir em função dos principais interesses de grupos políticos e econômicos que disputam o Poder?
Apenas destacar que hoje as maiores bancadas no STF são ligadas ao PSDB-DEM e ao PT-PMDB, em função do tempo de Governo que cada grupo ocupou e ocupa o PODER POLÍTICO na Esplanada Central. FHC teve dois mandatos com 8 (oito) anos e pode nomear alguns Ministros importantes para defender seu Governo e seus interesses, enquanto Lula-Dilma já estão com 12 (doze) anos e pelo que tudo indica vão para mais quatro. Somado a isso, ainda tem a coincidência de que exatamente durante tal e qual Governo se aposentam mais Ministros. Como vemos pura aplicação do sistema que vem perdurando há séculos sem questionamentos. Porém, como o PT está no Poder atualmente, surgem esses questionamentos hipócrita, pois sempre foi assim e continuará sendo, seja qual for o partido que esteja a frente da Nação. Há não ser que façamos um grande movimento nacional exigindo o fim de tal sistema e a mudança definitiva desse sistema de progressão da magistratura com o fim dos apadrinhamentos políticos para indicação para os Tribunais, restando-os somente a Homologação das indicações dos próprios Tribunais.
Nesse caso, qual a surpresa a forma como o STF tem se comportado atualmente (com Ministros discursando como políticos, dando entrevistas sobre caso em debate na corte em detrimento do dever de permanecer inerte e imparcial sobre matéria sob seu exame, se posicionando sobre condenados e as formas que eles se comportam, etc) com debates acalorados e formações de bancadas que defendem e atacam uns aos outros com argumentos de baixo calão?
Surpreendente seria se os debates se limitassem a análise apenas jurídica dos temas em julgamento, e os argumentos destilados fossem cobertos de fundamentos baseados no princípio da Legalidade, respeitando-se as opiniões de todos com a ética que se espera de um colegiado da mais alta corte do país.
No mais, como são e agem como políticos num debate onde o técnico fica prejudicado, deveriam se acostumar que nas câmaras de Deputados e Vereadores, ou seja, num parlamento democrático, VENCE QUEM TEM MAIS VOTO, e ponto!
O deputado federal Osmar Terra (PL-RS) afirmou que o presidente Lula (PT) está “sem rumo” e disse que o governo não tem um projeto claro para apresentar ao país.
Na avaliação do parlamentar, o governo petista enfrenta dificuldades por não conseguir apontar uma direção para o futuro.
“O problema do Lula é que ele não tem horizonte para mostrar, já que ele não tem horizonte nenhum”, declarou Osmar Terra.
A declaração foi feita em meio às críticas da oposição à condução do governo federal e reforça o discurso de parlamentares contrários à gestão do presidente Lula, conforme o Diário do Poder.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, chamou o presidente da Argentina, Javier Milei, de “palhaço”. A declaração reacendeu o debate sobre a economia do país vizinho e os resultados do governo argentino, conforme o colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Os indicadores mais recentes mostram que a Argentina saiu de uma forte recessão e de uma inflação anual de 211% registrada em 2023. Em 2025, a economia argentina cresceu 4,4%.
Para 2026, as projeções apontam crescimento entre 3% e 3,5%, segundo estimativas de mercado citadas na publicação.
A comparação entre a declaração do ministro brasileiro e os números da economia argentina ganhou repercussão nas redes sociais, onde apoiadores e críticos de Milei passaram a usar os dados para defender posições opostas.
Durigan fez a crítica ao presidente argentino, mas os indicadores econômicos divulgados recentemente mantiveram Milei no centro do debate sobre os rumos da economia do país vizinho.
O governo do presidente Lula poderá gastar até R$ 840 milhões com publicidade institucional em 2026, ano eleitoral, segundo informações publicadas pelo colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
A publicação afirma que, entre janeiro e junho, já foram desembolsados R$ 255,3 milhões, restando R$ 584,7 milhões previstos até outubro.
De acordo com a coluna, o volume de recursos supera o recorde registrado em 2009 e é mais de três vezes maior que o gasto com publicidade do governo Jair Bolsonaro no ano eleitoral de 2022.
O colunista também afirma que a estratégia amplia a divulgação das ações do governo federal com recursos públicos e sustenta que a fiscalização da Justiça Eleitoral sobre esses gastos seria insuficiente.
Ainda segundo a publicação, o aumento das despesas com publicidade cria uma relação de dependência financeira de veículos de comunicação em relação às verbas oficiais, o que, na avaliação do colunista, pode influenciar a cobertura jornalística durante o período eleitoral.
Faltando menos de três meses para as eleições de 2026, a Polícia Federal informou que investiga 753 casos de crimes eleitorais registrados entre janeiro e julho deste ano. As apurações envolvem, principalmente, suspeitas de caixa dois, compra de votos, falsidade ideológica e inscrição fraudulenta de eleitores.
Os inquéritos representam uma média de quase quatro novos casos por dia. Nesta fase, a PF reúne provas para decidir se os investigados serão indiciados ou se os procedimentos serão arquivados. Entre os registros, há dois Termos Circunstanciados, destinados a infrações de menor potencial ofensivo, e oito ocorrências de flagrante.
Ceará e Rio de Janeiro concentram o maior número de investigações, com 81 casos cada, seguidos pelo Maranhão, com 79. Na outra ponta estão Acre, sem registros, Distrito Federal, com dois casos, e Roraima, com seis.
Apesar de os inquéritos estarem sob sigilo, decisões da Justiça Eleitoral ajudam a ilustrar esse tipo de investigação. Em maio, o Tribunal Superior Eleitoral manteve a cassação do diploma do suplente de deputado federal Heitor Freire por irregularidades no uso de recursos públicos da campanha de 2022. Segundo o Ministério Público Federal, ele não comprovou a destinação de cerca de R$ 618 mil do Fundo Especial de Financiamento de Campanha.
Outro caso envolve o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, condenado por abuso de poder político e econômico, uso irregular de recursos públicos e criação de programas sociais com finalidade eleitoral nas eleições de 2022. A defesa nega as acusações e afirma que não houve irregularidades durante o período eleitoral.
Os dados também refletem a fiscalização em anos de eleição. No primeiro turno de 2022, o Ministério da Justiça registrou mais de 1.100 ocorrências de crimes eleitorais, com 205 prisões e apreensão de cerca de R$ 1,6 milhão em dinheiro. As infrações mais comuns foram boca de urna, compra de votos, violação do sigilo do voto e transporte irregular de eleitores.
Levantamento do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral mostra ainda que 22% dos brasileiros afirmam já ter recebido ofertas de dinheiro, pagamento de contas, consultas médicas ou outros benefícios em troca do voto.
Ao confirmar o número do candidato ao Senado na urna eletrônica, o eleitor aprova a chapa completa. Junto com o titular, o registro inclui dois suplentes que ganham o direito de ocupar a vaga, tomar decisões pelo estado e receber o salário integral de R$ 46.366,19 mensais (proporcional aos dias trabalhados). Como o mandato de senador dura oito anos, o dobro do tempo de deputados, governadores e do presidente , a possibilidade de um substituto assumir o cargo ao longo do período é frequente no cenário político brasileiro.
O suplente de senador não recebe salário fixo enquanto estiver inativo, mas ganha o subsídio integral de senador proporcional aos dias em que assume efetivamente o mandato. Quando convocado para substituir o titular, o valor bruto mensal é de R$ 46.366,19.
A estrutura foi desenhada pela legislação eleitoral para garantir que nenhuma das 27 unidades da Federação perca representatividade. Como o Congresso reúne 81 senadores, três para cada estado e para o Distrito Federal, a ausência de um parlamentar sem substituto direto deixaria a região em desvantagem nas votações do Congresso Nacional.
O papel do suplente antes da convocação
Enquanto o titular permanece no exercício do cargo, o suplente não integra a folha de pagamento do Senado e não tem direito a gabinete, assessores ou cota parlamentar. Ele também não participa de debates nem vota matérias na Casa. Para todos os efeitos jurídicos e administrativos, atua apenas como um cidadão cadastrado na Justiça Eleitoral para eventual substituição.
A convocação oficial só acontece quando o titular precisa se afastar. A legislação estabelece uma ordem de prioridade: o primeiro suplente é chamado primeiro. O segundo nome da chapa só assume se o primeiro estiver impedido ou recusar a posse.
As situações que geram a troca de senador
Afastamento temporário: ocorre quando o senador se licencia por período superior a 120 dias para tratamento de saúde, governar secretarias e ministérios no Poder Executivo ou tratar de interesses particulares.
Afastamento definitivo: acontece em situações de morte, renúncia, cassação do mandato pela Justiça Eleitoral ou quando o titular se elege para outro cargo Executivo, como prefeito, governador ou presidente da República.
Como exemplo, a vaga do Maranhão (MA) eleita em 2022 passou por esse processo. O titular Flávio Dino (PSB-MA) deixou o Senado para assumir o Ministério da Justiça e, depois, renunciou ao mandato ao ser aprovado para o Supremo Tribunal Federal (STF). Com isso, a primeira suplente, Ana Paula Lobato (PSB-MA), tomou posse e exercerá o mandato de senadora até 2031.
Poderes e salários durante o mandato
Assim que toma posse, o suplente passa a ter exatamente os mesmos direitos, deveres e prerrogativas de um senador eleito diretamente pelo voto popular. Não há qualquer limitação regimental sobre a sua atuação.
Durante o período em que estiver na vaga, além do salário de R$ 46,3 mil, o suplente comanda o gabinete, indica assessores, apresenta projetos de lei, discursa e vota em comissões ou no plenário, inclusive em propostas de emenda à Constituição.
Regras de escolha nas convenções partidárias
A definição dos dois suplentes ocorre antes do período de campanha, durante as convenções em que os partidos e coligações formalizam suas chapas. Os nomes são enviados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no momento do registro da candidatura.
Na urna eletrônica, não existe digitação de número específico para os substitutos. A foto e os dados dos suplentes aparecem na tela de confirmação no momento em que o eleitor digita o número do titular. O encerramento do mandato ou da substituição não impede os suplentes de disputarem pleitos futuros como titulares ou em novas composições.
Como checar a chapa do seu candidato
O eleitor pode consultar a composição completa das candidaturas ao Senado antes de votar. A verificação é feita na plataforma DivulgaCandContas, mantida pelo TSE.
Ao buscar o nome ou o número do candidato a senador titular do seu estado, o sistema exibe a ficha cadastral completa, acompanhada das fotos e dos dados do primeiro e do segundo suplente registrados na chapa.
Após a convenção que oficializou sua candidatura à Presidência da República, interlocutores de Romeu Zema (Novo) admitiam, nos bastidores, ser altamente improvável que o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa (DC) seja o vice na chapa do ex-governador de Minas Gerais.
Embora reconheçam que as conversas existem, eles afirmam que a tendência dentro do Novo é formar uma “chapa pura”, com um nome da própria legenda para a Vice-Presidência.
Barbosa, que chegou a ser cotado pelo DC para disputar o Palácio do Planalto, “agrega pouco”, na avaliação de lideranças do Novo. Além disso, há resistência dentro do partido à ideia de buscar um nome de fora para compor a chapa.
A prioridade, explicam, é escolher um vice que ajude a unificar o partido em torno de Zema e que esteja disposto, por exemplo, a abrir mão de uma candidatura ao Legislativo para integrar a campanha presidencial.
Nesta segunda-feira (27/7), o Novo realizou sua convenção nacional, na qual Zema foi oficializado como candidato à Presidência da República. A definição do vice foi um dos principais temas discutidos durante o evento.
Ao falar com jornalistas, Zema admitiu que gostaria de ter Joaquim Barbosa como vice, mas ressaltou que a decisão ainda depende das conversas internas no próprio Novo.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a Federação Brasil da Esperança e o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, apresentem, no prazo de 48 horas, explicações sobre o uso de perfis oficiais do governo para divulgar ações da administração federal no período de restrições eleitorais.
A decisão, assinada na última quinta-feira (23), foi tomada no âmbito de uma ação ajuizada pelo Partido Liberal (PL), que aponta que o governo teria utilizado canais institucionais para promover programas e realizações da gestão em meio ao período vedado pela legislação eleitoral.
Segundo o partido, cerca de mil publicações feitas nos perfis oficiais do Canal Gov, no Instagram e no X divulgam programas, obras e ações do governo, o que caracterizaria publicidade institucional proibida nos três meses que antecedem as eleições. Além de solicitar as manifestações de Lula, da federação e de Sidônio, Nunes Marques determinou que o Facebook e o X preservem as postagens questionadas.
Na decisão, o ministro afirmou que, em uma análise preliminar, diversas publicações “ostentam, em tese, conteúdo compatível com publicidade institucional voltada à divulgação de programas, ações, obras e realizações governamentais”, o que demonstra, em princípio, a plausibilidade jurídica da ação apresentada pelo PL.
Apesar disso, o presidente do TSE não acolheu, por enquanto, o pedido do partido para suspender as páginas oficiais do governo ou impedir novas publicações. Segundo ele, o elevado número de conteúdos questionados exige um exame mais aprofundado antes da adoção de uma medida mais ampla.
A Lei das Eleições proíbe a veiculação de publicidade institucional por agentes públicos nos três meses que antecedem o pleito, salvo exceções previstas em lei, com o objetivo de preservar a igualdade de condições entre os candidatos e evitar o uso da máquina pública em benefício eleitoral.
O deputado estadual Thiago Gagliasso (PL-RJ) criticou uma das apresentações da turnê O Último Voo da Nave, de Xuxa Meneghel, realizada neste fim de semana em São Paulo.
Nas redes sociais, o parlamentar compartilhou um vídeo do espetáculo e questionou o conteúdo da performance. “Perguntar não ofende: o show é pra maiores de 18 anos ou tá liberado a Xuxa traumatizar mais crianças?”, escreveu na legenda da publicação.
Nas imagens, Xuxa aparece executando uma das coreografias da turnê. A postagem repercutiu entre internautas, que concordaram com a crítica feita por Gagliasso.
“Os menores de 18 anos hoje em dia nem sabem quem é a Xuxa. Esse show é pra millennials com síndrome de Peter Pan”, comentou um usuário. “Lamentável o que está acontecendo hoje em dia. Não é mais como antigamente, estão acabando com a inocência das crianças”, escreveu outro.
Além da coreografia, Xuxa também foi alvo de críticas nas redes sociais pelas roupas escolhidas para as apresentações da turnê. A artista subiu ao palco usando bodys nas cores prata e dourado.
Os figurinos, no entanto, dividiram opiniões. Enquanto parte do público elogiou a produção, outros consideraram as peças “inadequadas” e criticaram a escolha da cantora.
“A necessidade de aceitação da Xuxa é tão grande que, mesmo aos 63 anos, ela se submete a essa exposição tão vulgar e desnecessária. Patética!”, escreveu um internauta. “Look horrendo, dança horrenda e bumbum horrendo!”, criticou mais uma pessoa.
Por outro lado, a apresentação também recebeu elogios dos fãs, que destacaram tanto o espetáculo quanto a boa forma da artista. “Foi lindo demais”, escreveu um internauta. “Foi perfeito, melhor ‘xou’ do mundo”, comentou outro. “Eu estava lá. Me emocionei muito e vou estar de novo no próximo”, afirmou uma terceira pessoa.
Aliados avaliam que, mesmo após a reconciliação da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ela pode não participar das principais decisões da campanha de Flávio à Presidência da República. A apuração é do Metrópoles.
De acordo com os aliados, Michelle poderá colaborar com a candidatura por meio da gravação de vídeos e da mobilização de apoiadores para pedir votos a Flávio.
Leia também: VÍDEO: Michelle Bolsonaro aceita pedido de desculpas de Flávio e anuncia reconciliação
Pessoas próximas afirmam que a ex-primeira-dama mantém o foco nos cuidados com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Caso confirme a candidatura ao Senado pelo Distrito Federal, a prioridade também será sua própria campanha.
Michelle e Flávio retomaram o diálogo após o senador divulgar um vídeo com um pedido público de desculpas. Em resposta, a ex-primeira-dama disse que aceitava a retratação e que conversaria com o enteado para, segundo ela, “reunir um grande exército de pessoas de bem”.
Preso por envolvimento no escândalo da Farra do INSS, o jornalista Adroaldo da Cunha Portal, ex-número dois do Ministério da Previdência, recebeu uma vaquinha para pagar R$ 250 mil a advogados, mas só chegou a 0,25% do valor. As informações são do Metrópoles.
Adroaldo foi preso em dezembro de 2025 e, agora, está cumprindo medidas cautelares determinadas pelo STF. Ele é próximo do senador Weverton (PDT) e do atual ministro da Previdência, Wolney Queiroz (PDT).
A vaquinha é organizada por um perfil chamado “Amigos do Adroaldo” e foi lançada há duas semanas, no dia 14 de julho. Até a tarde desta segunda-feira (27/7), apenas duas pessoas contribuíram, além do autor da ajuda, chegando a R$ 620.
Junto com o link da vaquinha, vem circulando entre servidores do INSS uma cartilha informando que Adroaldo enfrenta um “momento crítico” após o STF ter determinado o afastamento de suas funções. O documento pede a contribuição para que ele consiga pagar R$ 250 mil a advogados e possa ter o direito à “ampla defesa”.
O ex-secretário-executivo foi apontado nas investigações por suposta facilitação de fraudes. A Polícia Federal localizou, em uma planilha de Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, a anotação de um repasse de R$ 50 mil direcionado a Adroaldo Portal.
Segundo a PF, o registro feito pelo Careca do INSS é do dia 23 de abril deste ano e indicaria propina no valor de R$ 50 mil em favor de “Adro”.
Como o debate em torno desse tema é sempre acalorado, trago a baila os comentários abaixo para, digamos assim, apimentar a discussão e provocar reflexões que apontam para a seletividade de nossa hipocrisia teleguiada, pois carentes de fundamentos sólidos e mais abalizados por apaixonites temporárias típicas de torcedores fanáticos de ambos os lados. Com a palavra o sr. zé Ninguém disse:
27 de fevereiro de 2014 às 21:35
Decisão da Justiça não se discute, se cumpre!
Não era isso que diziam quando o resultado lhes favorecia?
Esse Tribunal está fazendo um julgamento político; dizia o o outro lado que perdeu e foi condenado…
Quem ganha o jogo só tem elogios pro Juiz, ao contrário do perdedor…
Que o STF, a mais alta Corte do Judiciário brasileiro, assim como todas as outras, STJ, TRF, TRE, TJs; SEMPRE FORAM POLITICAS, todo mundo do mundo Jurídico já sabia. Mas o povão ainsa não. Os mecanismos de progressão nas carreiras da Magistratura e suas consequentes nomeações para tais cortes como Desembargadores e Ministros é realmente questionável. Todos sempre souberam que são indicações políticas que definem o colegiado desses órgãos. SEM PADRINHO NINGUÉM ALÇA VOO PRAS GIROFLEX MAIS DESEJADAS DO PODER JUDICIÁRIO.
O estranho é estranhar que no Governo, o PT tenha feito indicações, como aliás todos os Presidentes antes sempre fizeram. Pois o que deveríamos estar questionando era esse sistema e lutar para acabar com ele, se estabelecendo outros critérios para tais nomeações, tais como antiguidade e mérito. Nos Tribunais de Contas dos Estados a coisa ainda é mais gritante, pois os CONSELHEIROS são escolhidos a dedo pelos Governadores entre seus parentes, aderentes e homens de confiança para apreciar suas contas depois…
A IMPRENSA ESTÁ LOUCA A PROCURA DE ALVOS PARA JUSTIFICAR O ARMADO MENTIRÃO, ACUSA-SE MINISTROS JUNTANDO-SE AO EDUCADO BARBOSA, QUE APRESENTA POSTURA DE CAPITÃO DO MATO. SE O PLACAR FOSSE DE MINISTROS INDICADOS PELO PT, TERIA SIDO 9 X 2 E NÃO 6 X 5. OS DITADORES NUNCA ACEITAM AS DERROTAS E PARTEM PARA OS GOLPES BAIXOS. NÃO CUSTA LEMBRAR QUE FORAM ESSES MESMOS QUE HOJE ACUSAM INOCENTES, QUE NO PASSADO RECENTE APOIARAM E MATARAM QUEM PENSAVA DIFERENTE. PARTE DO JUDICIÁRIO E A IMPRESSA PRECISA ENXERGAR A DEMOCRACIA E PASSAR À PRATICA-LA PARA APRENDER A CONVIVER COM OS CONTRÁRIOS. A INJUSTIÇA SERÁ SEMPRE COMBATIDA.
NESSES TEMPOS DE GOVERNO DO PT ME SINTO ENVERGONHADO DE SER BRASILEIRO, FIZERAM UMA IMENSA MANOBRA E CONSEGUIRAM BURLAR NAO SÓ A LEI, MAS TODO POVO BRASILEIRO.
Definitivamente esta decisão, esta fortalecendo ainda mais a impunidade neste país. Infelizmente, só quem perde e a própria Justiça, pois fica ainda mais desacreditada.
O leitor Marco Aurélio tem razão.
Para que a JUSTIÇA BRASILEIRA siga seu princípio básico, sendo "CEGA, MUDA e SURDA" aos políticos, passando a ser uma casa com a mínima influência política partidária, seus Ministros teriam que se submeter a eleição ABERTA, onde os advogados votariam em suas seccionais da OAB e a soma destes elegeriam o Ministro. Esse blá, blá blá da lista com três nomes acabaria, e seriam submetidos a voto direto pelo menos 06 nomes para cada vaga aberta. E o que viabilizaria as candidaturas, seria o currículo dos candidatos. A chancela e dependência política na indicação dos Ministros do STF tem levado aquela casa ao que vimos no julgamento dos embargos dos mensaleiro. MUDA BRASIL!!!!
DISCUTIR COM PETRALHA É COMO JOGAR XADREZ COM POMBO. ELE VAI DERRUBAR AS PEÇAS, CAGAR NO TABULEIRO E SAIR DE PEITO ESTUFADO CANTANDO VITÓRIA! Seria bem melhor se os petistas tivessem a humildade de reconhecer o erro e bater palma para os POUCOS ministros que com a lisura, imparcialidade e dignidade (mesmo nomeado pelo diabo LULA E DILMA) tornaram desse julgamento um exemplo de justiça feita contra quem ou qualquer que seja independente de partido ou sigla! MELHOREM PETRALHAS
"Elementar, meu caro Watson?"
Ou seria melhor: "SANTA HIPOCRISIA BATMAN!"
Porque a maioria das pessoas alimentados por parte dos meios de comunicação de massas ainda acredita que o STF é uma MAR DE ROSAS e um SANTUÁRIOS DOS DEUSES, com o SAGRADO DON DA IMPARCIALIDADE E DA JUSTIÇA?
Ainda não caiu a ficha de que o que existe de fato é uma politicagem virulenta que permeia desde a entrada na Magistratura, passando pela PROGRESSÃO NA CARREIRA até chegar aos mais altos postos da CORTE ENCANTADA DO REINO DE ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS?
Será que ainda não percebemos que esse sistema é extremamente político e faz o Judiciário agir e reagir em função dos principais interesses de grupos políticos e econômicos que disputam o Poder?
Apenas destacar que hoje as maiores bancadas no STF são ligadas ao PSDB-DEM e ao PT-PMDB, em função do tempo de Governo que cada grupo ocupou e ocupa o PODER POLÍTICO na Esplanada Central. FHC teve dois mandatos com 8 (oito) anos e pode nomear alguns Ministros importantes para defender seu Governo e seus interesses, enquanto Lula-Dilma já estão com 12 (doze) anos e pelo que tudo indica vão para mais quatro. Somado a isso, ainda tem a coincidência de que exatamente durante tal e qual Governo se aposentam mais Ministros. Como vemos pura aplicação do sistema que vem perdurando há séculos sem questionamentos. Porém, como o PT está no Poder atualmente, surgem esses questionamentos hipócrita, pois sempre foi assim e continuará sendo, seja qual for o partido que esteja a frente da Nação. Há não ser que façamos um grande movimento nacional exigindo o fim de tal sistema e a mudança definitiva desse sistema de progressão da magistratura com o fim dos apadrinhamentos políticos para indicação para os Tribunais, restando-os somente a Homologação das indicações dos próprios Tribunais.
Nesse caso, qual a surpresa a forma como o STF tem se comportado atualmente (com Ministros discursando como políticos, dando entrevistas sobre caso em debate na corte em detrimento do dever de permanecer inerte e imparcial sobre matéria sob seu exame, se posicionando sobre condenados e as formas que eles se comportam, etc) com debates acalorados e formações de bancadas que defendem e atacam uns aos outros com argumentos de baixo calão?
Surpreendente seria se os debates se limitassem a análise apenas jurídica dos temas em julgamento, e os argumentos destilados fossem cobertos de fundamentos baseados no princípio da Legalidade, respeitando-se as opiniões de todos com a ética que se espera de um colegiado da mais alta corte do país.
No mais, como são e agem como políticos num debate onde o técnico fica prejudicado, deveriam se acostumar que nas câmaras de Deputados e Vereadores, ou seja, num parlamento democrático, VENCE QUEM TEM MAIS VOTO, e ponto!