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Depois de mencionado na Lava-Jato, Chalita tenta carreira em Hollywood

Gabriel Chalita, durante evento político em São Paulo em 2011 – Michel Filho/ 4-6-2011 / Michel Filho / Agência O Globo

Dizendo-se descontente e desacreditado da política, o ex-secretário de educação e ex-deputado federal de São Paulo Gabriel Chalita resolveu trocar as disputas eletivas por uma carreira em Hollywood. Chalita assinou no ano passado um contrato sigiloso com Stan Lee, o criador de super heróis lendários como homem-aranha e X-men e ex-diretor da Marvel. O plano era criar uma história semelhante à do clássico infantil “O Rei Leão”, mas ambientada na Amazônia. O projeto será lançado em quadrinhos e animação até o fim deste ano e é, para Chalita, uma saída honrosa de sua carreira política. Grandes estúdios como Disney e Pixar, segundo ele, já estão interessados.

– Hoje eu não tenho mais vontade de ser candidato a nada. Não quero passar minha vida justificando coisas que não têm lógica. O (senador José) Reguffe (sem partido) tentou me demover da ideia, mas do jeito que a política está, terminamos a conversa com ele admitindo que também tem medo – afirmou Chalita. Depois de ser escudeiro do governador Geraldo Alckmin (PSDB), aposta do presidente Michel Temer (PMDB) e braço direito do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), Chalita descarta qualquer possibilidade de se lançar candidato em 2018.

A decisão foi tomada depois da derrota eleitoral em São Paulo — ele era candidato a vice de Haddad — e do surgimento de seu nome em meio a denúncias da Lava- Jato. O ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, disse, em delação premiada, que recebeu pedido de propina do então vice-presidente Michel Temer para financiar a campanha de Gabriel Chalita à prefeitura de São Paulo em 2012. Sérgio Machado afirmou na Justiça não conhecer Chalita. Em uma das planilhas da Odebrecht, o nome dele era um dentre os mais de 200 políticos listados como tendo sido abastecidos em caixa dois. Chalita nega veementemente ter participação em qualquer esquema de corrupção e não é atualmente alvo de nenhuma investigação.

– Mas você não sabe quem pede dinheiro em seu nome, para quem e como pede – afirma Chalita, que depois de integrar a bancada peemedebista na Câmara dos Deputados sob comando de Eduardo Cunha, deixou conflituosamente o PMDB em direção ao PDT ainda no ano passado e que, desde então, não voltou a falar com Temer.

A negociação com Stan Lee e seus produtores ocorreu em meio a uma saia-justa para Chalita: ele era, ao mesmo tempo, pupilo de Michel Temer e vice na chapa de reeleição do petista Fernando Haddad à prefeitura de São Paulo. Era abril de 2016, Chalita era do PMDB, e em menos de um mês a Câmara, comandada por seu partido, apearia Dilma Rousseff da cadeira presidencial. Ainda assim, ele não teve dúvidas: embarcou em um avião para passar uma semana em Los Angeles, licenciando-se do cargo de secretário municipal de educação.

– Meu encontro com o Stan Lee foi mágico. Ele quis saber até sobre a velhinha que contava histórias no asilo que eu frequentava com a minha mãe na adolescência – contou Chalita.

POLÍTICA X FICÇÃO

A elaboração da história apresentada a Stan Lee levou apenas um mês. Profícuo autor, Chalita é conhecido por ser capaz de concluir uma obra literária no período de um voo entre São Paulo e Rio Grande do Norte.

Ele reconhece ter aproveitado sua experiência política para inspirar-se na criação dos personagens da ficção infantil. Os heróis, um macaco, uma tartaruga, um uirapuru e uma vitória-régia, precisam se unir contra um vilão cuja principal característica é a desfaçatez. Lamal, como foi batizado o ente, é um usurpador. Ele se disfarça de animais para enganá-los e com isso quase destrói a floresta. Na ficção, Lamal acaba derrotado, já que quem escreve o final é o próprio Chalita.

– Imagina se surge um dossiê contra mim, o pai nunca mais deixa o filho ler um livro meu. Os professores são desconfiados, nunca mais vão a uma palestra minha. Tenho muito a perder na política – diz Chalita. Faz sentido. Em média, ele recebe R$ 30 mil por palestras. Apenas em março, fará doze desses eventos.

Para alívio de Chalita, que recusa o epíteto de ex-deputado ou ex-secretário e prefere ser qualificado como professor, o produtor associado à empreitada de Stan Lee com Chalita ignora completamente a política brasileira. Frederico Lapenda, um brasileiro radicado em Los Angeles há 30 anos, foi o responsável por sugerir Chalita como o autor que pudesse viabilizar o projeto de animação na Amazônia em Hollywood.

– O pedigree ajuda muito a vender um projeto. Quando você apresenta uma pessoa com 70 livros publicados, dois doutorados, isso significa muito para um americano – aposta Lapenda, referindo-se ao currículo de Chalita.

Nenhum dos envolvidos revela o valor do projeto, embora Chalita, autor de peças para o teatro nacional, admita que “os números hollywoodianos são muito maiores do que os daqui”. Nem a política americana é tema entre ambos. Lapenda é eleitor de Trump. Chalita é fã de Obama. Mas, diz, esse assunto não lhe pertence mais.

– Sem uma reforma política, sem uma redução no número de partidos, é inviável. Como você governa com tanta gente, como dialoga com 34 partidos? O que é partido hoje? Sempre tenho um problema com os partidos. Durante a campanha, eu e o Haddad levávamos mais duas ou três pessoas em jantar com empresários. Os apoiadores olhavam torto, como quem achava que estávamos com medo, com reservas. E estávamos mesmo.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Chalitta não é aquele que saiu na capa da VEJA ao lado de um ex amigo intimo que o acusava de ter usado a secretária da educação de SP para conseguir vantagens financeiras e reformar um apartamento caríssimo? Estranho que ele esteja se achando diferente dos demais que estão ai.

  2. Porque não deixam Gabriel Chalita em paz.Têm tantas coisas piores acontecendo no Brasil que realmente estão ou irão prejudicar realmente os brasileiros , tais como : a reforma da Previdência Social, o desemprego, alta dos juros, etc…
    E vão falar em Gabriel Chalita! Que não interessa para se fazer refletir sobre os mais importantes problemas que os cidadãos brasileiros estão enfrentando.
    Não conheço e não estou defendendo o cidadão citado. Mas, fico indignada com certos transmissores de informação para o público, que pela falta de interesse ou talvez por falta de conteúdo, publica noticias que não estão ajudando os cidadãos a refletir sobre a real situação do que está influenciando de forma prejudicial a sua vida.
    Se não for para ajudar a nortear o cidadão a refletir sobre os problemas reais que os prejudica,e leve-o a reagir de maneira que venha a lutar pelos seus direitos, e com isso ajudar a melhorar ou solucionar os problemas do Brasil, é melhor que publiquem poemas.

    1. Ser mencionado na Lava Jato é algo que interessa a todo o povo brasileiro. E ele é um homem público. Ademais, não se pode falar apenas apenas de coisa séria e a notícia acima parece mesclar seriedade com amenidades. Por fim, lê quem quer. O texto já dá uma boa indicação do assunto tratado.

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AGORA VAI? Após anos de atraso, Governo do Estado retoma obra do Centro de Treinamento de Queimados do Walfredo Gurgel

 José Aldenir/O Correio de Hoje

O Governo do Rio Grande do Norte assinou a ordem de serviço para retomar, na última segunda-feira (14), a reforma e modernização do Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Complexo Hospitalar Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal. O investimento totaliza R$ 2.053.359,30, com recursos garantidos no orçamento do Fundo de Saúde estadual por meio de convênio e verbas ordinárias.

A reforma do Centro de Tratamento de Queimados do Hospital Walfredo Gurgel tinha recursos previstos desde 2019, mas só começou efetivamente em junho de 2024. Desde então, a obra ficou travada com apenas 2,33% de execução. Agora, depois de anos de atraso, o titular da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), Alexandre Motta, anunciou a retomada da reforma.

A execução dos serviços ficou a cargo da HB Engenharia Ltda., selecionada por dispensa emergencial de licitação após impasses contratuais com gestões anteriores. O contrato tem vigência de 210 dias, enquanto o prazo estipulado para a conclusão da obra é de 150 dias corridos a partir da emissão da ordem de serviço.

Inaugurado em 2006, o CTQ é a única referência especializada no atendimento a pacientes com queimaduras em todo o estado, atendendo tanto a rede pública quanto a privada. A requalificação havia tido início em agosto de 2024, com previsão inicial de entrega em seis meses, mas sofreu paralisações devido a problemas com empresas anteriores.

Opinião dos leitores

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SESSÃO HISTÓRICA: STF decide nesta terça se investigará Alexandre de Moraes no Caso Master


Breno Esaki/Metrópoles

O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza nesta terça-feira (15), a partir das 10h, uma sessão extraordinária de plenário para decidir sobre a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, no âmbito do Caso Master. O procedimento ocorre após relatório da Polícia Federal apontar 52 mensagens enviadas por Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, ao magistrado (sem indicação das respostas).

Antes de entrar no mérito, a Corte deve analisar questões de ordem e votações preliminares referentes ao pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para anular o relatório da PF produzido a partir de uma solicitação do ministro André Mendonça. Caso as preliminares sejam negadas, o plenário prossegue para a pauta principal sobre a investigação de Moraes. A análise específica da conduta de Mendonça, contudo, está agendada separadamente para o dia 23 de setembro.

Dilema do quórum e impedimentos

Um dos principais impasses nos bastidores envolve a definição de quem poderá votar na sessão. O ministro Dias Toffoli já havia se declarado suspeito em investigações do Caso Master no início do ano e precisa se pronunciar novamente. A participação de Alexandre de Moraes e André Mendonça é discutida nos bastidos e, no caso específico de Moraes, ele chegou a ser aconselhado a colegas a não integrar a sessão. Como o STF hoje tem 10 ministros, seriam sete magistrados aptos a se pronunciar, se os três não puderem.

Com informações do Metrópoles

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Economista da equipe de Flávio Bolsonaro projeta corte de impostos e contas no azul em eventual governo


Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo

Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal e coordenadora econômica da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), apresentou propostas centrais para um eventual governo do candidato. Entre as principais medidas anunciadas estão a reversão de impostos criados ou aumentados durante a gestão de Fernando Haddad e a eliminação de mais de mil normas burocráticas.

Inspirada pela gestão do presidente argentino Javier Milei, a possível ministra do eventual governo de Flávio Bolsonaro indicou que a equipe econômica mapeou obrigações e normas consideradas excessivas para desatar nós burocráticos do país.

No campo fiscal, Marques enfatizou que o foco de uma futura administração será colocar as contas públicas no azul. Para ela, a responsabilidade com o orçamento é o único caminho para permitir que o Banco Central reduza os juros de forma sustentável. “Quem não cuida das contas não cuida das pessoas. Então a gente vai focar em botar as contas no azul, para que se permita que haja redução de juros no Brasil.”

A coordenadora também reforçou o respeito à autonomia técnica do Banco Central, atualmente liderado por Gabriel Galípolo, destacando que a independência da instituição é vital contra a inflação, descrita por ela como o imposto mais cruel para a população de baixa renda. Na mesma linha, criticou a gestão econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, classificando-a como irresponsável diante de desafios matemáticos das contas públicas.

Questionada a respeito de cortes de gastos, Marques assegurou que programas sociais serão preservados. A economista explicou que um eventual governo de Flávio vai concentrar esforços para o enxugamento da máquina pública, direcionando exclusivamente ao combate a privilégios e à revisão de incentivos e subsídios tributários.

Com informações de O Globo

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Caravana 22 toma conta da Zona Oeste de Natal e mobiliza moradores de Cidade Nova e Felipe Camarão


Divulgação / Campanha

A Caravana 22 tomou conta da Zona Oeste de Natal no final da tarde e início da noite desta segunda-feira. A mobilização percorreu os bairros de Cidade Nova e Felipe Camarão e foi recebida de braços abertos pela população, em uma demonstração de carinho, confiança e apoio à candidatura de Álvaro Dias ao Governo do Rio Grande do Norte.

Por onde passou, Álvaro recebeu manifestações de apoio dos moradores, em uma mobilização marcada pela proximidade com a população. O candidato esteve acompanhado do vice na chapa, Babá Pereira; da vice-prefeita de Natal, Joanna Guerra; dos vereadores Preto Aquino, Daniel Santiago, Luciano Nascimento e Subtenente Eliabe; do candidato a deputado estadual Léo Souza; e do secretário municipal de Infraestrutura de Natal, Felipe Alves.

Durante a passagem pelos bairros, Álvaro defendeu a retomada do desenvolvimento do Estado e criticou a atual gestão. “Precisamos reencontrar os caminhos do desenvolvimento do Rio Grande do Norte. Precisamos de um governador que coloque a ordem na casa. Já fizemos muito por Natal e agora vamos fazer pelo RN. Vamos endireitar o Estado”, afirmou.

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[VÍDEO] Álvaro Dias defende investigação contra Alexandre Moraes


Reprodução / Redes Sociais

O ex-prefeito de Natal e candidato ao governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias (PL), defendeu nesta segunda-feira (14), em entrevista ao jornalista Renato Cunha Lima, a investigação contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

“Eu entendo que é um fato muito grave, é um fato inédito, nunca aconteceu, nunca ocorreu isso no nosso país. E o ministro Alexandre Morais precisa ser investigado. Qualquer cidadão, qualquer autoridade que tenha as suspeitas que estão recaindo hoje sobre o ministro Alexandre Morais precisa e deve ser investigado. As coisas têm de vir público da forma mais transparente, clara e limpa possível”, disse Álvaro Dias. 

A declaração levanta o questionamento sobre a disposição dos demais candidatos em também manifestarem publicamente suas posições acerca da abertura de investigação que será deliberada nesta terça-feira (15) no Supremo Tribunal Federal (STF).

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[VÍDEO] EDUARDO OINEGUE: O STF vai entrar para história colocando Moraes para correr ou passando vergonha?


Reprodução / BandNews

O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta terça-feira (15) uma sessão crucial para analisar as decisões tomadas pelo ministro André Mendonça no âmbito da investigação que envolve o Banco Master. O caso ganhou repercussão devido a um contrato de R$ 130 milhões estabelecido entre a instituição financeira e o escritório de advocacia pertencente à esposa do ministro Alexandre de Moraes e virou pauta do comentário de Eduardo Oinegue, na Band News.

“Vamos imaginar que o STF põem Alexandre de Moraes para correr. Vamos imaginar que seja esse o desfecho da sessão que começa nesta terça e que será histórica. A gente só não sabe como ela vai entrar para a história, como um episódio de orgulho ou um momento vergonhoso do supremo. Porque não dá pra achar normal que um escritório da mulher de um ministro da mais alta Corte feche um contrato de R$ 130 milhões com o dono do Banco Master que corrompeu todo mundo e diga que essa dinheirama era pra cuidar de Complaice”, comentou o apresentador.

Durante a plenária, a Corte avaliará múltiplos aspectos processuais, incluindo a legalidade das diligências ordenadas por Mendonça, o teor do relatório elaborado pela Polícia Federal e os desdobramentos da continuidade das investigações após a menção ao ministro Alexandre de Moraes. Além disso, o plenário poderá debater se há materialidade suficiente para fundamentar a investigação de um magistrado da mais alta Corte, bem como a eventual necessidade de seu afastamento das funções durante o andamento do processo.

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SINAL VERMELHO: Campanha de Lula sofre pressão após Quaest mostrar avanço de Flávio Bolsonaro na reta final


Foto: Evaristo Sa/AFP

A nova a pesquisa de intenção de votos da Quaest divulgada na manhã desta segunda-feira (14), gerou forte repercussão na campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), trazendo críticas internas a uma “atuação analógica” da equipe governista. O que mais alarmou o entorno petista foi o crescimento de dez pontos percentuais de Flávio Bolsonaro (PL) na faixa de eleitores que ganham de dois a cinco salários mínimos. Além disso, o eleitorado feminino tem demonstrado maior abertura para o candidato do PL, enquanto o segundo turno aponta um empate técnico com vantagem numérica absoluta para a oposição.

A estratégia da campanha de Lula tem sido considerada ultrapassada por aliados e governistas. O modelo tradicional, mantido por preferência do próprio presidente, não tem gerado o impacto esperado, especialmente após a pesquisa capturar os reflexos das novas informações relacionadas ao Banco Master. O objetivo nos bastidores não é a busca por culpados, mas sim a realização de uma guinada estratégica na reta final que antecede a votação.

O cenário atual tem sido comparado por interlocutores ao pleito de 2018, quando Jair Bolsonaro saiu vitorioso com ampla vantagem no uso das plataformas digitais. Enquanto o governo aposta na divulgação de fatos e dados concretos, a oposição tem se destacado pelo domínio de narrativas.

Outro ponto de destaque apontado pelo levantamento da Quaest é que a principal preocupação do eleitorado passou a ser a violência. A corrupção subiu para o segundo lugar nas apreensões populares após os desdobramentos da crise institucional envolvendo o STF, embora a tentativa de associar o desgaste ao candidato do PL não tenha surtido o efeito esperado pela cúpula petista.

Com informações do Estadão

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[VÍDEO] WAACK: O STF consegue julgar a si mesmo?


Reprodução / CNN Brasil

O jornalista William Waack comentou nesta segunda-feira (14), em seu programa na CNN Brasil, a crise de confiança enfrentada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em meio as investigações do Banco Master e citou uma velha frase da política para retratar o caso. “O poder corrompe e o poder absoluto corrompe absolutamente”.

Ao citar essa frase, o comentarista apontou que o STF deixou de ser uma Corte constitucional para ser converter no ‘clube de muita gente poderosa’. Para o jornalista, o Brasil vive uma etapa de acelerada dissolução dos equilíbrios entre os poderes da República, processo que chega a um momento crítico.

Wacack disse que o julgamento em pauta não envolvia apenas o destino individual de um de seus integrantes, o ministro Alexandre de Moraes, mas colocava em xeque o próprio órgão de poder perante a opinião pública.

“Seja o que for que aconteça daqui a 12h na sessão desta terça-feira, o STF não mais será o que foi. É fortíssima a pressão externa por reforma judicial, como por exemplo, mandatos para o ministro. O que seja que vai acontecer, neste momento é imprevisível. Depende das próximas eleições, do comportamento de lideranças e do famoso clamor popular”, disse Waack.

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[VÍDEO] Vitória de Flávio Bolsonaro no 1º turno não seria surpresa, aponta economista Maurício Moura


Reprodução / Estadão

O economista e fundador do instituto de pesquisa Ideia, disse em entrevista ao Estadão, nesta segunda-feira (14), que não seria surpresa se o Flávio Bolsonaro vencesse as eleições já no 1° turno. Ele embasou seu argumento destacando a força do ‘antipetismo de chegada’.

De acordo com Moura, o antipetismo de chegada trata-se de um movimento em que o eleitor, inicialmente inclinado a apoiar candidatos de preferência pessoal em um primeiro momento, decide antecipar o voto útil para o primeiro turno. O objetivo é concentrar esforços naquele candidato da oposição que apresente melhores condições reais de derrotar o PT, fenômeno que pode beneficiar diretamente a campanha de Flávio Bolsonaro.

“Eu acredito que o cenário de primeiro turno não é um cenário improvável, é um cenário provável. Claro que tem uma probabilidade alta também de ter um segundo turno Flávio e Lula. Mas, eu queria compartilhar aqui, assim, não fiquem assustados se a oposição ganhar no primeiro turno”, concluiu o economista. 

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CASO MASTER: Moraes classifica relatório da PF como ilegal, aponta vingança e pede arquivamento


Breno Esaki /Metrópoles

Em defesa entregue ao presidente do STF, Edson Fachin, na noite desta segunda-feira (14), o ministro Alexandre de Moraes classificou como “ilegal” e uma tentativa de “vingança” o relatório da Polícia Federal apresentado pelo ministro André Mendonça sobre o chamado caso Master.

O documento, que embasa o pedido de investigação contra Moraes, foi duramente contestado pelo magistrado em uma manifestação de 44 páginas e 121 tópicos, protocolada na véspera da sessão do STF que decidirá se ele será investigado.

Moraes afirma que “não há indício de infração penal” e que a ofensiva tem clara motivação político-eleitoral articulada por aliados de condenados pelos atos de 8 de janeiro. “Apesar da farsa montada e divulgada, não existe absolutamente nada e todos sabem a motivação político-eleitoral dessas criminosas mentiras”, declarou o magistrado.

O ministro aponta que a instauração da investigação é irregular por não ter partido da Procuradoria-Geral da República (PGR) nem sido aprovada em plenário. Analisando os metadados do relatório da PF, a defesa argumenta que o documento não foi produzido integralmente pela corporação, contando com o auxílio de órgãos externos, possivelmente estrangeiros. Para Moraes, isso configura uma “clara tentativa de interferência externa nas eleições brasileiras de 2026”.

Com informações do Metrópoles

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