O PSDB perdeu a eleição presidencial por pouco, mas não precisava perder a cabeça. Parece ter perdido.
O partido pediu oficialmente ao Tribunal Superior Eleitoral uma auditoria especial nos resultados das eleições deste ano. Por que?
Embora faça questão de dizer que confia na Justiça, o PSDB alega que manifestações em redes sociais questionam o processo eleitoral.
Sim, foi isso mesmo o que você leu: manifestações em redes sociais questionam o processo eleitoral. Questionam também se o homem pisou na lua. E se Bin Laden de fato está morto.
A proposta do partido é para que se crie uma comissão de especialistas indicados por todos os partidos. A tal comissão teria acesso a cópias dos boletins de urnas e aos demais documentos que tenham a ver com a eleição.
É absurda a justificativa do PSDB para o que pede. Afinal, se tudo o que as redes sociais questionam dessem ensejo a investigações, a Justiça não faria outra coisa. E não só a Justiça.
A iniciativa do PSDB é falta do que fazer. Ou choro de perdedor.
O que não vai se poder medir é a quantidade de votos que Dilma perdeu de Quinta para domingo, na semana das eleições, em virtude das mentiras disparadas pela Revista VEJA com capa PANFLETÁRIA e da morte do Doleiro. Uma vez que a do Instituto Veritá já tinha sido diluído.
Marcos, quem disse que a vc que é o mais eficiente e seguro do mundo???????? Baseado em que argumentis vc diz isso.???
Se está tudo certo que medo é esse da auditoria????
E pq o Brasil não exporta essa tecnologia tão boa.?
Ninguém confia!!!
Caro Noblat
Como você sabe, são comuns as recontagens, quer em países considerados democráticos, como os USA, quer em outros tidos como de Executivo forte para não dizer outra coisa. São clássicos os exemplos: em 2000 houve uma recontagem na Flórida (eleição Al Gore x Bush) que durou um mês após o resultado das eleições. Na Venezuela, recentemente, foi realizada uma polêmica e difícil auditoria após o pleito Capriles X Maduro, duramente contestada lá e também aqui no Brasil pelos adeptos do regime chavista.
Creio que o partido derrotado merece elogios pela iniciativa, mesmo porque as nossas urnas são de primeira geração, suscetíveis a fraudes e têm sido contestadas por muitos especialistas.
Democracias exigem muito cuidado, pois o apego ao poder representa uma ameaça constante. Parafraseando a célebre frase (que se refere à liberdade), o preço da democracia é a eterna transparência.
APARELHAMENTO NO TCU?
Tiago Cedraz, futuro Presidente do TCU, admitiu há um ano defender cerca de 150 processos no Tribunal de Contas da União; Aroldo Cedraz, que assume o comando do TCU a partir de dezembro, entregou uma lista de advogados, incluindo o filho, cujos processos se considera impedido de examinar.
Dica para os navegantes: deem uma olhadinha nos currículos dos Conselheiros do TCU e tirem suas próprias conclusões antes de falar de aparelhamento e uso das instituições para fins políticos e eleitorais, por favor. Ou vcs pensavam que isso foi inventado agora?
Para quem quiser inteirar-se do assunto – auditoria sobre apurações da eleição 2014 – visitem o site: https://www.youtube.com/watch?v=msCp5n5aIEQ.
Parece que a urna eletrônica não TÃO SEGURA asssim!!!
Isso não existe, ganhou, ganhou, perdeu, perdeu. Agora que é bom investigar i é. Em se tratando desse time chamado PT, tudo pode acontecer, o próprio Lula deu entrevistas, dizendo" vocês não sabe do que nós somos capazes".
Não sou contra a auditoria, acho até uma boa… Mas por que as dúvidas a respeito da segurança do processo eleitoral não recaem também sobre São Paulo, lá o PSDB rói o osso ha 20 anos
Thaiza, o processo eleitoral do Brasil é o mais seguro e eficiente do mundo. Você quer me dizer que o processo eleitoral dos EUA é mais seguro? A titulo de informação, eles não tem se quer um processo nacional unificado, cada estado tem poder discricionario para escolher como computar e contar seus votos. No ano 2000 a eleição dos EUA demorou quase um mês para sair o resultado.
E Qual é o problema de se fazer uma auditoria?????????
Já pararam p pensar pq Países de 1º Mundo como EUA, Alemanha, Inglaterra, etc, não adotaram o Voto eletrônico????? Respostinha simples: Pq sabem que as urnas eletrônicas são passíveis de FRAUDES.
Que gracinha esse PSDB. Quer dizer, se o Aécio tivesse ganho, ele pediria também esta auditoria? Isso é coisa de, como diz no nordeste, Jacu Baleado. Vamos ser sensatos. Ganhar no Tapetão é muito feio.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mudou o entendimento sobre fraudes à cota de gênero e decidiu que mulheres eleitas em chapas irregulares poderão manter seus mandatos caso não tenham participado da fraude.
A decisão foi tomada nesta quinta-feira (5), em um processo envolvendo candidaturas a deputado estadual pelo Podemos no Amapá, nas eleições de 2022. Até então, o reconhecimento de candidaturas fictícias para cumprir a cota mínima de 30% de mulheres levava à anulação dos votos de toda a chapa e à cassação dos eleitos.
Com a nova regra, serão preservados o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (Drap), os votos de legenda e os votos nominais das mulheres que não participaram da irregularidade. Os votos de candidatos homens e das candidaturas fictícias serão convertidos em votos de legenda, sem alteração dos quocientes eleitoral e partidário.
O entendimento vale para eleições proporcionais, como as de deputado federal, deputado estadual e vereador. A aplicação, porém, não será automática: cada caso continuará sendo analisado individualmente pela Justiça Eleitoral.
No processo, o Ministério Público Eleitoral apontou que o Podemos registrou três candidatas fictícias no Amapá para cumprir a cota de gênero em 2022. Segundo o órgão, elas não fizeram campanha, não receberam recursos do fundo eleitoral e tiveram votação inexpressiva. Uma delas não recebeu nenhum voto.
O MPE pediu a cassação dos eleitos pela legenda, incluindo a deputada estadual Zeneide Costa, atualmente filiada ao PT. O relator, ministro André Mendonça, reconheceu a fraude e defendeu a cassação dos mandatos dos homens eleitos pelo partido, mas preservou o mandato de Zeneide por entender que ela não participou da irregularidade. A maioria dos ministros acompanhou o voto, estabelecendo o novo entendimento da Corte.
A inadimplência no crédito avançou quase 40% entre brasileiros de alta renda em um ano, segundo dados do Banco Central. Em agosto, o indicador cresceu 38,8% entre quem recebe de 10 a 20 salários mínimos e 35,8% na faixa acima de 20 salários mínimos, na comparação com o mesmo mês de 2025.
Entre os que ganham de 10 a 20 salários mínimos, a taxa passou de 4,59% para 6,37%. Já na faixa superior a 20 salários mínimos, subiu de 5,53% para 7,51%.
Os dados do Sistema de Informações de Créditos (SCR) consideram operações com parcelas atrasadas há mais de 90 dias. Portanto, medem a participação dos créditos em atraso no total da carteira, e não o percentual de pessoas inadimplentes.
No cartão de crédito, a alta foi ainda maior: 50,1% entre quem recebe de 10 a 20 salários mínimos, com a taxa passando de 4,37% para 6,56%. Para rendas acima de 20 salários mínimos, o avanço foi de 39,7%, de 2,87% para 4,01%.
O crescimento ocorre em meio aos juros elevados. Em setembro, a taxa média do rotativo do cartão chegou a 451,7% ao ano (15,29% ao mês), enquanto os juros do parcelamento da fatura alcançaram 193% ao ano (9,37% ao mês).
O presidente do Paraguai, Santiago Peña, anunciou nesta quinta-feira (5) que deixará o cargo em meio à crise do banco Ueno e à abertura de um processo de impeachment contra ele. A renúncia ainda precisa ser aceita pelo Congresso, que deverá convocar uma sessão para analisar o caso.
O banco Ueno fechou as portas na terça-feira (3), após o Banco Central iniciar sua liquidação por problemas nos índices de solvência e empréstimos a empresas vinculadas. O Ueno, que pertence ao Grupo Vázquez, tinha cerca de 3 milhões de clientes e US$ 850 milhões (aproximadamente R$ 4,6 bilhões) em depósitos, incluindo recursos da Previdência Social.
Peña foi acionista do grupo até março de 2025. A oposição o acusa de conflito de interesses, manipulação regulatória e encobrimento de irregularidades pelo Banco Central. Durante a sessão que apresentou a acusação, a deputada Rocío Vallejo afirmou: “Nunca antes alguém prejudicou, em um único dia, 3 milhões de pessoas na República do Paraguai, e o senhor conseguiu isso, senhor presidente… o senhor é a origem desse monstro que criou”.
Em publicação nas redes sociais, Peña afirmou que os responsáveis pelas irregularidades serão levados à Justiça, sem exceções. Pouco antes, promulgou uma lei para permitir que os clientes do banco recuperem seus depósitos em menos tempo.
“Peço veementemente a todos os setores políticos que coloquem o interesse dos poupadores acima de qualquer outro interesse”, declarou.
Em meio à disputa pela Presidência do Senado, Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para receber em prisão domiciliar os senadores Rogério Marinho (PL-RN) e Tereza Cristina (PP-MS).
Os dois manifestaram interesse em disputar o comando da Casa, cuja eleição está prevista para fevereiro do próximo ano. A direita tenta construir um acordo para evitar a divisão de votos e dificultar a recondução do atual presidente, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), aliado do governo Lula.
Líder da oposição no Senado e coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, Marinho é o nome preferido de parte do bolsonarismo e teve sua candidatura lançada oficialmente pelo senador. Tereza Cristina reafirmou nesta semana que também pretende concorrer.
Os dois foram ministros no governo Jair Bolsonaro. Marinho comandou o Desenvolvimento Regional, enquanto Tereza Cristina esteve à frente da Agricultura.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro participarão nesta quinta-feira (5) da conferência conservadora CPAC, em Mar-a-Lago, residência do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Flórida. A organização confirmou a presença dos dois, mas ainda não divulgou os horários nem os temas das apresentações.
Flávio chegou aos Estados Unidos em 28 de outubro, após passar pela Argentina e pelo Equador. Segundo o relato, ele e a família entraram no país com autorização humanitária (humanitarian parole), que permite permanência por um ano. A imprensa americana também noticiou que o governo Trump poderia acelerar a concessão de residência permanente (green card) ao senador e aos familiares.
Embora aliados do secretário de Estado Marco Rubio tenham atribuído a ele a articulação da viagem, o diplomata negou participação. Trump, por sua vez, afirmou que Flávio pode permanecer nos Estados Unidos “quanto tempo quiser”, mas disse não ter tomado partido na eleição brasileira. Segundo relatos da imprensa americana, o presidente não pretende apoiar o senador na disputa política no Brasil.
O governo Lula terá de enfrentar um impacto negativo de R$ 26,3 bilhões no Orçamento de 2027, provocado pela queda na arrecadação de dividendos das estatais federais e pelo aumento dos recursos destinados a socorrer essas empresas, especialmente os Correios.
Segundo dados do Tesouro Nacional, a previsão de receitas com dividendos cairá de R$ 51,5 bilhões em 2026 para R$ 30,9 bilhões no próximo ano. Ao mesmo tempo, os aportes às estatais devem saltar de R$ 257 milhões para R$ 6 bilhões, principalmente por causa do plano de recuperação dos Correios.
A estatal registrou prejuízo de R$ 5,6 bilhões apenas no primeiro semestre deste ano, após encerrar 2025 com perdas de R$ 8,5 bilhões. Já o conjunto das estatais federais acumulou déficit de R$ 8,5 bilhões entre janeiro e setembro de 2026, o pior resultado para o período desde 2002, segundo o Banco Central.
O cenário aumenta a pressão sobre as contas públicas, já que o governo também precisará remanejar cerca de R$ 20 bilhões para acomodar medidas econômicas anunciadas durante a campanha eleitoral.
O Tesouro ainda alerta para o risco de novos aportes emergenciais em empresas como Eletronuclear, Casa da Moeda e companhias portuárias. Para 2027, o governo terá de perseguir uma meta de superávit de 0,5% do PIB, equivalente a R$ 73,2 bilhões.
A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) pediu ao governo federal um período de transição de cinco anos para a implementação do fim da escala 6×1. A proposta foi apresentada nesta quarta-feira (4) ao ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, durante reunião em que a entidade entregou 11 sugestões para reduzir os impactos da mudança no setor.
Segundo estudos da CBIC, a redução da jornada poderá exigir a contratação de aproximadamente 300 mil novos trabalhadores para manter o atual ritmo de produção. A entidade estima ainda um aumento de 10% a 15% nos custos de mão de obra, com impacto superior a R$ 20 bilhões anuais caso a capacidade produtiva seja recomposta por horas extras.
O setor alerta que a mudança, sem um período adequado de adaptação, poderá resultar na construção de 35 mil moradias a menos por ano, afetando programas como o Minha Casa, Minha Vida. Também há preocupação com atrasos na entrega de escolas, creches, hospitais e obras de infraestrutura.
“A construção civil precisa de um período de transição para absorver essa transformação com estabilidade. Não é possível adaptar sistemas, renegociar contratos, rever bancos de horas e reorganizar toda a operação em apenas dois meses”, afirmou David Fratel, vice-presidente da entidade.
Entre as propostas apresentadas estão regras específicas para compensação de jornada, critérios para descanso semanal remunerado e ajustes nas normas trabalhistas. O ministro Luiz Marinho recebeu o documento e destacou a negociação coletiva como instrumento para adequar as mudanças às diferentes realidades produtivas.
O presidente Lula convocou para esta quinta-feira (5) uma reunião com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, integrantes do governo e economistas ligados ao PT para discutir medidas econômicas após o Banco Central interromper o ciclo de redução da taxa básica de juros, mantida em 13,75% ao ano.
Durigan deverá apresentar propostas para conter o crescimento das despesas públicas, incluindo maior contingenciamento de gastos e mecanismos para limitar o aumento de despesas obrigatórias, como saúde e educação, sem redução de verbas. O objetivo é cumprir as metas fiscais e preservar os programas sociais.
Participam do encontro o vice-presidente Geraldo Alckmin, os ministros Bruno Moretti (Planejamento) e Esther Dweck (Gestão), os ex-ministros Fernando Haddad e Guido Mantega, além dos economistas Luciano Coutinho e Laura Carvalho.
Mais cedo, Durigan classificou os juros brasileiros como “muito altos”, mas evitou criticar diretamente a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom). Segundo ele, o governo precisa criar condições estruturais para permitir a redução da taxa.
A reunião ocorre em meio a críticas de integrantes do PT à política monetária do Banco Central e à expectativa do mercado por um plano consistente de controle das despesas públicas.
O senador eleito Carlos Bolsonaro (PL) deve assumir o protagonismo do bolsonarismo no Senado a partir de fevereiro de 2027, quando seu irmão, Flávio Bolsonaro, deixará a Casa. Segundo a coluna de Matheus Leitão, do Metrópoles, Carlos deverá conduzir a articulação do grupo no plenário, em meio à disputa pela presidência do Senado.
Com Flávio fora do Congresso após a derrota nas eleições presidenciais e o presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, também sem mandato na próxima legislatura, Carlos desponta como uma das principais referências do grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
A movimentação ocorre enquanto o senador Rogério Marinho (PL-RN) tenta reunir apoio para disputar a presidência do Senado contra Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Marinho afirma contar com mais de 40 votos, mas integrantes do próprio PL questionam a forma como sua candidatura foi definida e a contagem apresentada.
Dos Estados Unidos, Flávio Bolsonaro divulgou um vídeo afirmando que vai cobrar apoio a Marinho dos senadores eleitos com o respaldo da família. A declaração provocou desconforto entre integrantes da bancada.
Carlos Bolsonaro, conhecido pela atuação nos bastidores e nas redes sociais durante a campanha presidencial de Jair Bolsonaro em 2018, deverá acompanhar de perto as negociações que definirão o comando do Senado na próxima legislatura.
Nos últimos dias antes do Enem, a preparação envolve mais do que revisar conteúdos. Administrar o tempo, cuidar do descanso e controlar a ansiedade também precisam entrar no planejamento. O alerta é de Kennia Isis, orientadora pedagógica do Colégio Porto, em Natal, que compara o exame a uma maratona de resistência física, cognitiva e emocional.
“O erro mais comum é achar que o Enem se vence somente estudando até a véspera. Na prática, o cansaço físico, a gestão errada do tempo e o famoso branco gerado pelo estresse também podem derrubar a nota”, afirma.
Ao explicar essa preocupação, a educadora cita pesquisas sobre memória e estresse do Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (ICe/UFRN). Segundo ela, o estresse elevado pode dificultar a recuperação de informações já aprendidas. Kennia também menciona referências da Associação Brasileira de Neurologia e Psiquiatria Infantil (ABENEPI) e da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre ansiedade e saúde mental dos adolescentes.
“Diante de enunciados complexos e da pressão do tempo, o estudante pode ficar mais angustiado e ter dificuldade para acessar aquilo que estudou”, explica. Para enfrentar esse cenário, a orientadora propõe um checklist com três cuidados.
Adote a regra do “pula e volta”
Ficar preso a uma questão difícil logo no início pode consumir tempo e energia necessários para o restante da prova. A recomendação é sinalizar a questão e seguir adiante, retomando-a depois.
“Leu duas vezes e a resposta não veio? Circula a questão, passa para a frente e volta depois”, orienta Kenia. A estratégia é avançar primeiro nas questões que o candidato consegue resolver com mais segurança, reservando tempo para as demais e para o preenchimento do cartão-resposta.
A educadora relaciona esse cuidado à Teoria de Resposta ao Item (TRI), utilizada no Enem. Conforme a referência do Inep/MEC indicada por ela, a metodologia considera a coerência do conjunto de respostas. Por isso, Kennia ressalta a importância de preservar a atenção também nas questões que parecem mais simples.
Beba água e faça pausas breves
A orientação é incluir a hidratação na rotina da prova e perceber os sinais de perda de concentração. Quando a leitura deixa de avançar, uma pausa breve pode ajudar o estudante a reorganizar a atenção.
“Beber água ao longo da prova, fazer uma pausa de 30 segundos, fechar os olhos e respirar são estratégias que orientamos para retomar o foco”, afirma.
Para Kennia, esses cuidados devem fazer parte do planejamento, assim como a ordem de resolução das questões e a distribuição do tempo.
Troque a cobrança excessiva pelo acolhimento
O terceiro cuidado começa em casa. Na reta final, a educadora recomenda que as famílias ajudem a preservar o sono, a alimentação e um ambiente tranquilo, evitando transformar cada momento de descanso em motivo de cobrança.
“Os pais, nessa reta final, não podem ser fiscais de estudo. Não é a quantidade de aulas que o aluno vai assistir na semana anterior à prova que vai garantir um bom desempenho”, destaca.
A recomendação é evitar revisões desesperadas e valorizar a preparação construída ao longo do ano. “Garantir um ambiente de descanso, acolhimento, sono e alimentação de qualidade é extremamente importante”, conclui.
O que não vai se poder medir é a quantidade de votos que Dilma perdeu de Quinta para domingo, na semana das eleições, em virtude das mentiras disparadas pela Revista VEJA com capa PANFLETÁRIA e da morte do Doleiro. Uma vez que a do Instituto Veritá já tinha sido diluído.
Marcos, quem disse que a vc que é o mais eficiente e seguro do mundo???????? Baseado em que argumentis vc diz isso.???
Se está tudo certo que medo é esse da auditoria????
E pq o Brasil não exporta essa tecnologia tão boa.?
Ninguém confia!!!
Caro Noblat
Como você sabe, são comuns as recontagens, quer em países considerados democráticos, como os USA, quer em outros tidos como de Executivo forte para não dizer outra coisa. São clássicos os exemplos: em 2000 houve uma recontagem na Flórida (eleição Al Gore x Bush) que durou um mês após o resultado das eleições. Na Venezuela, recentemente, foi realizada uma polêmica e difícil auditoria após o pleito Capriles X Maduro, duramente contestada lá e também aqui no Brasil pelos adeptos do regime chavista.
Creio que o partido derrotado merece elogios pela iniciativa, mesmo porque as nossas urnas são de primeira geração, suscetíveis a fraudes e têm sido contestadas por muitos especialistas.
Democracias exigem muito cuidado, pois o apego ao poder representa uma ameaça constante. Parafraseando a célebre frase (que se refere à liberdade), o preço da democracia é a eterna transparência.
APARELHAMENTO NO TCU?
Tiago Cedraz, futuro Presidente do TCU, admitiu há um ano defender cerca de 150 processos no Tribunal de Contas da União; Aroldo Cedraz, que assume o comando do TCU a partir de dezembro, entregou uma lista de advogados, incluindo o filho, cujos processos se considera impedido de examinar.
Dica para os navegantes: deem uma olhadinha nos currículos dos Conselheiros do TCU e tirem suas próprias conclusões antes de falar de aparelhamento e uso das instituições para fins políticos e eleitorais, por favor. Ou vcs pensavam que isso foi inventado agora?
Para quem quiser inteirar-se do assunto – auditoria sobre apurações da eleição 2014 – visitem o site: https://www.youtube.com/watch?v=msCp5n5aIEQ.
Parece que a urna eletrônica não TÃO SEGURA asssim!!!
Isso não existe, ganhou, ganhou, perdeu, perdeu. Agora que é bom investigar i é. Em se tratando desse time chamado PT, tudo pode acontecer, o próprio Lula deu entrevistas, dizendo" vocês não sabe do que nós somos capazes".
tão aprendendo com o fluminense..
lamentamos que o PSDB não aceite o resultado das urnas, peça uma recontagem de votos em Minas Gerais , só assim vocês passam outra vergonha.
Não sou contra a auditoria, acho até uma boa… Mas por que as dúvidas a respeito da segurança do processo eleitoral não recaem também sobre São Paulo, lá o PSDB rói o osso ha 20 anos
Deve ser feito sim uma auditoria, já que existe dúvidas, não custa nada ver a lisura das urnas eletrônicas.
Thaiza, o processo eleitoral do Brasil é o mais seguro e eficiente do mundo. Você quer me dizer que o processo eleitoral dos EUA é mais seguro? A titulo de informação, eles não tem se quer um processo nacional unificado, cada estado tem poder discricionario para escolher como computar e contar seus votos. No ano 2000 a eleição dos EUA demorou quase um mês para sair o resultado.
E Qual é o problema de se fazer uma auditoria?????????
Já pararam p pensar pq Países de 1º Mundo como EUA, Alemanha, Inglaterra, etc, não adotaram o Voto eletrônico????? Respostinha simples: Pq sabem que as urnas eletrônicas são passíveis de FRAUDES.
Que gracinha esse PSDB. Quer dizer, se o Aécio tivesse ganho, ele pediria também esta auditoria? Isso é coisa de, como diz no nordeste, Jacu Baleado. Vamos ser sensatos. Ganhar no Tapetão é muito feio.