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“Dilma Ducheff” chega a Natal pela 1ª vez dia 13 de agosto

Dilma Ducheff 1Um dos principais expoentes do humor brasileiro atualmente, Márvio Lúcio, mais conhecido como “Carioca do Pânico”, chega a Natal trazendo a comédia “Dilma Ducheff – Saudando a Mandioca” ao Teatro Riachuelo dia 13 de agosto (sábado), às 21h.

Os ingressos já estão à venda na bilheteria do Teatro Riachuelo, no site ingresso rápido (www.ingressorapido.com.br) e no App Store e Play Store.

Após o grande sucesso na televisão e fenômeno no Facebook, esta é a estreia de Márvio Lúcio nos palcos e ele chega a Natal trazido pela B! shows, que já promoveu algumas das principais atrações musicais do Brasil e agora investe no segmento teatral.

A irreverente personagem criada pelo humorista vai comandar um show com diversas tiradas cômicas imitando a figura mais comentada do país.

Em “Dilma Ducheff – Saudando a Mandioca”, a famosa personagem comandará um show recheado de piadas políticas sobre o seu ex-governo, a corrupção, o pedido de impeachment e sobre toda a crise política e econômica do Brasil.

Ele também é conhecido por fazer diversas imitações emblemáticas como Lulu Santos, Raul Gil, Boris Casoy, Lula, Felipão, entre outros.

Dentro do espetáculo, Carioca pretende testar os limites da paródia oferecendo à plateia uma comédia de proporções democráticas.

Opinião dos leitores

  1. Não acho legal essa posição de Bolsonaro, mas estou muito feliz com a posição do marginal Lula, quanto aos comunistas tomarem o poder de novo, duvido muito, se sujaram pra séculos sem fim!

  2. Nova pesquisa para Presidente pelo IBOPE:

    1 – Bolsonaro – 31%
    2 – Aécio – 18%
    3 – Marina Sliva – 9%
    4 – Lula – 6%
    5 – Outros – 9%
    6 – Não sei – 10%
    7 – Nulo – 11%
    8 – Branco – 6%

    1. Entrei no site do IBOPE e não vi nenhuma pesquisa recente. Diz aí o lugar que você viu.

    2. A esquerda vai retomar a Presidência, caro bolsominion! Não adianta postar pesquisas fraudulentas!

      #Lula2018

    3. É o cabra ser muito lerdo mesmo, homem, #Bolsomerda é um coitado que faz vocês (alienados) de besta. Ele num tem nem 3%, avalie 31%. Ele vai ser é preso, jaja!

    4. E #Bolsonaro2018 pra o Desespero de vocês, Mortadelas Troixinhas ???????

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SIC apresenta solução tecnológica para modernizar a gestão das cooperativas durante o WCM 2026

Foto: Divulgação

Apresentado durante um dos principais eventos do cooperativismo na América Latina, o Sistema Integrado de Cooperativas aposta na tecnologia para simplificar processos, reduzir a burocracia e ampliar a eficiência operacional do setor.

O SIC – Sistema Integrado de Cooperativas foi apresentado durante o WCM 2026, realizado em Belo Horizonte (MG), um dos principais eventos de liderança, gestão e estratégia do cooperativismo na América Latina. Desenvolvida para atender às necessidades operacionais das cooperativas, a plataforma reúne soluções tecnológicas que buscam modernizar a gestão, automatizar processos e simplificar as rotinas administrativas do setor.

A iniciativa, fomentada pela Cooperativa de Trabalho dos Profissionais da Educação (Coopedu), ganhou destaque durante o Cooptech Summit, com a participação do presidente da cooperativa, Alexandre Soares Gomes, que apresentou o SIC como uma solução desenvolvida a partir da experiência prática e do conhecimento sobre os desafios enfrentados diariamente pelas cooperativas.

“O SIC nasce com o propósito de proporcionar mais eficiência operacional às cooperativas, modernizando processos e simplificando rotinas que ainda dependem de muito trabalho manual. É uma tecnologia desenvolvida por quem conhece de perto os desafios do cooperativismo e entende que a inovação precisa resolver problemas reais do dia a dia”, destacou Alexandre.

A plataforma integra funcionalidades essenciais à administração das cooperativas, como gestão de cooperados, contratos, folha de pagamento, emissão de notas fiscais, pagamentos e automatização de obrigações trabalhistas e fiscais, incluindo o envio de informações ao eSocial.

Com a proposta de centralizar essas operações em um único ambiente, o SIC busca reduzir a dependência de planilhas, sistemas isolados e processos manuais, diminuindo o retrabalho, a duplicidade de informações e os riscos de erros operacionais. A integração entre as funcionalidades também permite maior controle, rastreabilidade e agilidade na execução das atividades administrativas.

Além da apresentação no palco, o SIC contou com um espaço de demonstração no evento, em um estande realizado em parceria com o Sistema OCERN, reforçando o apoio institucional à iniciativa e sua conexão com as necessidades do cooperativismo.

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Governo Lula orienta ministros a silenciar sobre fuga de Flávio Bolsonaro aos EUA para conter narrativa de perseguição


Foto:  Joe Raedle/Getty Images

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) emitiu uma orientação expressa a ministros e auxiliares para que evitem subir o tom de declarações sobre a saída do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil. A ordem na gestão petista é conter potenciais desgastes e tratar o episódio do desembarque do parlamentar nos Estados Unidos estritamente como uma pendência a ser resolvida no âmbito do Judiciário.

A estratégia busca afastar o Palácio do Planalto da controvérsia e neutralizar o discurso de aliados do clã Bolsonaro, que tentam construir uma narrativa de que a família estaria sofrendo perseguição política por parte do atual governo brasileiro. O alinhamento oficial prevê reforçar publicamente que os desdobramentos sobre a situação de Flávio cabem exclusivamente às instâncias da Justiça e ao trabalho de investigação da Polícia Federal (PF).

A diretriz de recuo teria sido transmitida pelo ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), Sidônio Palmeira.

Mudança de tom após fala de Lula

O movimento para esfriar a crise ocorre logo após declarações do próprio presidente Lula criticando a conduta do adversário político. Durante a celebração de seu aniversário de 81 anos no Palácio da Alvorada, o petista classificou a ida do senador para o exterior após o resultado das urnas como “vergonhosa” e afirmou que a família Bolsonaro “lambe botas” do governo americano.

Com informações do Metrópoles

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Jovem de 16 anos denuncia MC Poze do Rodo por estupro na Polícia Civil do RJ


Foto: Divulgação

Uma jovem de 16 anos formalizou uma denúncia de estupro contra o rapper Marlon Brendon Coelho Couto da Silva, conhecido nacionalmente como MC Poze do Rodo. O registro do boletim de ocorrência foi feito nesta quarta-feira (28), na Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Dcav), da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ), que já instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do caso.

Segundo o depoimento da adolescente, o abuso teria ocorrido no final de setembro, no interior da residência do artista, no Rio de Janeiro. A vítima relatou às autoridades que estava vulnerável e sob o efeito de substâncias entorpecentes que teriam sido fornecidas pelo próprio cantor.

Condições ignoradas e alegação de ameaças

A advogada criminalista Daiana Andrade, que representa a adolescente, detalhou que a jovem havia condicionado expressamente qualquer ato sexual ao uso de preservativo, exigência que foi descumprida pelo músico. Ainda segundo a defesa da vítima, após o ato, a menor teria sido submetida a ameaças e pressionada a ingerir medicamentos.

“Consentimento não se presume. Quando a mulher impõe uma condição e ela é ignorada, não há consentimento. Fama não é salvo-conduto”, declarou a advogada da jovem.

Até o momento da publicação, a reportagem não conseguiu contato com a equipe jurídica de MC Poze do Rodo para obter o posicionamento oficial do cantor. O espaço permanece aberto para eventuais manifestações e esclarecimentos da defesa.

Com informações do Metrópoles

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Governo Lula adota tom cauteloso com os EUA após fuga e concessão de visto a Flávio Bolsonaro


Foto: Reprodução/Instagram Flávio Bolsonaro

Em meio ao aumento da tensão entre Brasil e Estados Unidos provocada pela ida do senador Flávio Bolsonaro (PL) para o território norte-americano após ser derrotado no segundo turno das eleições presidenciais por Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Palácio do Planalto e o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) defendem uma postura de cautela. A orientação do governo brasileiro é tratar o caso exclusivamente no âmbito judicial e evitar a politização do tema nas relações com Washington.

Flávio Bolsonaro desembarcou nos EUA na última quarta-feira (28), em descumprimento direto a uma medida cautelar emitida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A ordem de retenção do passaporte e a proibição de deixar o país haviam sido impostas a pedido da Polícia Federal (PF), que alertou para o risco iminente de fuga do parlamentar, investigado em inquéritos sobre lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Aceno de Trump e reação contida do Itamaraty

A entrada e permanência do senador e de sua família em solo americano foram viabilizadas após o Departamento de Estado dos EUA conceder os vistos necessários. O gesto do governo Donald Trump é visto como uma sinalização de apoio político à família do ex-presidente Jair Bolsonaro, que já conta com a presença do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro no país.

Apesar da sensibilidade política do episódio, diplomatas brasileiros ouvidos reservadamente afirmam que o Itamaraty não pretende intervir formalmente no assunto neste momento. A avaliação das fontes diplomáticas é de que a situação de Flávio Bolsonaro é de “alçada exclusiva do Poder Judiciário”, esfera na qual o Poder Executivo e a diplomacia não devem interferir, repetindo o protocolo aplicado a outros cidadãos brasileiros considerados foragidos pela Justiça.

Esse posicionamento alinha-se ao histórico recente envolvendo o próprio Eduardo Bolsonaro. O ex-deputado, radicado nos Estados Unidos desde fevereiro do ano passado após abandonar seu mandato na Câmara, foi condenado a quatro anos e seis meses de prisão por coação no curso do processo, acusado de articular a aplicação de sanções e tarifas econômicas por autoridades americanas contra o Brasil.

Com informações do Metrópoles

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Tarcísio de Freitas admite possibilidade de disputar presidência em 2030


Foto: Pablo Jacob/Governo de São Paulo

O governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), admitiu nesta quarta-feira (28) a possibilidade de disputar a Presidência da República nas eleições de 2030. Em entrevista ao jornal Estadão, o chefe do Executivo paulista condicionou o projeto nacional ao desempenho de sua segunda gestão no estado, ressaltando que qualquer definição dependerá de articulação política.

“Terminando bem o segundo mandato, obviamente abre uma possibilidade. Mas isso é uma coisa que você avalia em grupo, não sozinho”, afirmou Tarcísio.

Apesar de sinalizar a ambição futura, o governador enfatizou que a prioridade imediata é a administração paulista. Para o novo mandato, ele destacou como metas centrais a conclusão de obras de infraestrutura, a ampliação do alcance social nas periferias e reforços prioritários nas áreas de saúde e segurança pública.

Críticas à gestão econômica e cobrança por ajuste fiscal

No campo nacional, Tarcísio direcionou fortes críticas à condução econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito para o quarto mandato presidencial. O governador previu desafios severos para o governo federal e cobrou a implementação urgente de reajustes fiscais, questionando a viabilidade do cumprimento das promessas sociais feitas na campanha diante do orçamento comprometido.

“Você tem uma quantidade de gastos contratados enorme. De onde você vai tirar? E quem tem que responder isso é o próprio governo do PT. Qual é o ajuste que eles estão fazendo? Porque hoje a gente vive um cenário de incoerência fiscal”, questionou.

Reorganização da oposição e projeção nacional

O posicionamento de Tarcísio ocorre em meio à reorganização das forças conservadoras no país. Diante do afastamento do senador Flávio Bolsonaro (PL) do cenário nacional após sua ida aos Estados Unidos, o governador de São Paulo passou a intensificar um discurso de alcance nacional. Tarcísio busca se consolidar como a principal voz de convergência da oposição ao governo Lula, ancorando sua plataforma na defesa da responsabilidade fiscal e na eficiência de gestão.

Com informações da CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Se não houver voto impresso, não saio de casa para ser otário, muito menos para votar em covardes.

  2. Já está pensando em 2030? Ah entendi, esse aí é mais um “aliado” de Flávio Bolsonaro do tipo corpo mole bolso cheio. Próximo…

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Ministério Público pede a condenação de Renato Cariani por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro


Foto: Reprodução/Instagram Renato Cariani

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) apresentou, nas alegações finais do processo protocoladas na última quarta-feira (21), um pedido de condenação contra o empresário e influenciador digital Renato Cariani. Ele é acusado de envolvimento em um esquema de tráfico de insumos químicos destinados à fabricação de drogas, além de associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.

De acordo com as investigações, o grupo é acusado de desviar mais de 12 toneladas de produtos controlados, como lidocaína, fenacetina e ácido bórico para abastecer o narcotráfico na produção e adulteração de substâncias como cocaína e crack. Além de Cariani, o MP requereu a condenação de Fábio Spínola Mota e Rodrigo Gomes Pereira pelo envolvimento no esquema e na ocultação de capitais. O influenciador, que responde ao processo em liberdade, nega todas as acusações.

O funcionamento do esquema e notas frias

A acusação aponta que empresas sediadas em Diadema (Grande São Paulo), identificadas como Anidrol Produtos para Laboratórios, Quimietest e Anid Labor, serviam de fachada para o desvio dos produtos químicos. Para ocultar a rota das substâncias, o esquema utilizava notas fiscais falsas emitidas em nome de grandes farmacêuticas e indústrias, a exemplo de AstraZeneca, LBS Laborasa e Cloroquímica — companhias que negaram qualquer vínculo com as transações.

O MPSP também rastreou a movimentação superior a R$ 2,4 milhões em operações suspeitas de lavagem de dinheiro. Intermediários eram encarregados de realizar depósitos em espécie nas contas da Anidrol simulando pagamentos das farmacêuticas. Além disso, mensagens recuperadas do celular de Cariani indicam que ele tentou interferir nas investigações policiais ao manter contato com um investigador para monitorar inquéritos e barrar o avanço das apurações.

Por falta de provas materiais suficientes de participação consciente, o Ministério Público pediu a absolvição de outras duas investigadas: Roseli Dorth, sócia da Anidrol, e Andreia Domingues Ferreira, esposa de Fábio Spínola.

O que diz a defesa

Em sua manifestação nos autos, Renato Cariani nega veementemente qualquer participação nos crimes e sustenta que a Anidrol foi vítima de uma fraude perpetrada por ex-funcionários, que teriam se valido da estrutura corporativa para praticar ilícitos sem o aval dos sócios. A defesa argumenta ainda que o caso se baseia em uma fração mínima das operações da empresa, focando em cerca de 60 notas fiscais em meio a um universo de mais de 85 mil documentos emitidos no período.

Os demais réus também rejeitam as acusações. Rodrigo Gomes Pereira declarou que atuava em uma loja de veículos pertencente a Fábio Spínola e que apenas realizava depósitos bancários seguindo ordens do empregador, sem conhecimento sobre a origem ou a finalidade ilícita dos valores.

Com o pedido de condenação apresentado pelos promotores, a juíza Andrea Coppola Brião determinou, no domingo (25), um prazo comum de 30 dias para que as defesas apresentem suas alegações finais. O processo tramita na 3ª Vara Criminal de Diadema, após Cariani ser indiciado pela Polícia Federal em dezembro de 2023 e se tornar réu em fevereiro de 2024. As defesas dos envolvidos não foram localizadas para comentar a decisão.

Com informações do UOL.

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“Não desistiremos do Brasil”, publica Eduardo Bolsonaro após reencontro com Flávio nos EUA


Foto: Reprodução/Instagram Eduardo Bolsonaro

O deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro publicou, nesta quarta-feira (28), o primeiro registro ao lado do irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), após se reencontrarem nos Estados Unidos. Na publicação, Eduardo citou o escritor Olavo de Carvalho, considerado uma das principais referências ideológicas do bolsonarismo, e afirmou que ambos darão sequência à atuação política mesmo estando no exterior.

“Foto de hoje, após reencontrar meu irmão. Ontem foi um dia longo, talvez o mais longo da minha vida. Mas prevalecemos. Mesmo aqui de fora não desistiremos do Brasil. Como diria o Professor Olavo: não parar, não precipitar, não retroceder”, escreveu o ex-parlamentar na legenda da foto.

A reunião nos Estados Unidos ocorre logo após a confirmação da derrota de Flávio Bolsonaro para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, disputado no último domingo (25), em que o petista venceu por uma vantagem de cerca de 4,43 milhões de votos.

Descumprimento de decisão judicial e apoio de aliados

A viagem do senador para fora do país ocorreu em descumprimento a uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Na segunda-feira (26/10), o magistrado havia ordenado a entrega dos passaportes de Flávio e proibido sua saída do território nacional. Investigado em três inquéritos na Corte, o parlamentar deixou o Brasil apesar de ter declarado anteriormente que permaneceria no país para liderar a oposição ao governo eleito.

Também nos Estados Unidos, o ex-deputado federal Alexandre Ramagem divulgou uma imagem ao lado do senador. Na postagem, Ramagem afirmou que Flávio está “livre da perseguição” e se comprometeu a atuar como “a voz do Brasil por liberdade, segurança e prosperidade”. Ele acrescentou que o grupo continuará mobilizado até que o país retome o que classificou como liberdade plena. “Esse dia vai chegar”, declarou.

Com informações do Metrópoles

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Estados aprovam reajuste do ICMS e combustíveis ficam mais caros em 2027


Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Os estados aprovaram um reajuste nas alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que incidem sobre a gasolina, o diesel e o gás de cozinha. A decisão foi formalizada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão que reúne representantes das secretarias estaduais de Fazenda e do governo federal, e foi publicada nesta quarta-feira (28) no Diário Oficial da União. Os novos valores entrarão em vigor no dia 1º de fevereiro de 2027.

Com a atualização, o imposto cobrado sobre o litro da gasolina subirá de R$ 1,57 para R$ 1,64. O diesel registrará o maior impacto relativo, com uma alta de 11%, passando de R$ 1,17 para R$ 1,30 por litro. Já a alíquota sobre o gás de cozinha aumentará de R$ 1,47 para R$ 1,54 por quilo, o que representará um encargo adicional de R$ 0,91 no botijão tradicional de 13 quilos.

Diferente de outros produtos, o ICMS sobre combustíveis é aplicado como um valor fixo em reais (alíquota ad rem) e passa por revisão anual. O cálculo toma como base a variação dos preços médios aferidos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Para o atual reajuste, o conselho comparou a média de preços entre os meses de fevereiro e setembro de 2026 com o mesmo intervalo de 2025.

Cenário internacional e monitoramento do diesel

A medida do Confaz foi publicada no mesmo dia em que o Executivo federal estendeu, por mais 30 dias, a subvenção de R$ 2,12 por litro de diesel — ação emergencial adotada para conter os reflexos da instabilidade no Oriente Médio sobre o mercado de petróleo. Trata-se da primeira mudança nas alíquotas estaduais de combustíveis desde o início das oscilações internacionais de preço provocadas pelo conflito.

Em nota oficial lançada também nesta quarta-feira, o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do DF (Comsefaz) sinalizou que o diesel pode receber uma atenção diferenciada. Segundo a entidade, os estados acompanham de perto a volatilidade do mercado externo e avaliam a possibilidade de antecipar a atualização das regras do combustível, conforme previsto em lei complementar.

Embora a proposta de antecipação ainda não tenha sido detalhada, os secretários reforçam que as alíquotas atuais continuam em vigor sem alterações até o final de janeiro.

Com informações da Agência Brasil

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[VÍDEO] Com alíquota acima de 11%, novo imposto federal CBS gera apreensão no mercado


Vídeo: Reprodução: Band TV

A estimativa do Tribunal de Contas da União (TCU) para a alíquota da Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) fixou o percentual em 11,3%. O número superou as projeções anteriores do mercado e causou forte repercussão e preocupação entre especialistas, tributaristas e entidades do setor produtivo.

A CBS é o novo tributo federal criado no âmbito da Reforma Tributária que passará a substituir, a partir de janeiro do próximo ano, três impostos atualmente vigentes: o PIS, a Cofins e grande parte do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).

De acordo com a jornalista da Band, Juliana Rosa, a alíquota gerou apreensão e assustou especialista. “A alíquota foi considerada alta por especialistas e pelo setor privado. A CBS é a Contribuição Social sobre Bens e Serviços. Ela vai substituir, a partir de janeiro do ano que vem, três impostos federais, PIS, COFINS e grande parte do IPI, que é o Imposto sobre Produtos Industrializados”, comentou. 

Estimativas frustradas e o risco do “maior IVA do mundo”

A alíquota de 11,3% proposta pelo TCU foi considerada elevada. Até então, tributaristas calculavam que o índice da CBS ficaria em torno de 10%, enquanto a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) havia divulgado nota apontando para uma estimativa ainda menor, de 9%.

A grande apreensão do mercado financeiro e do setor industrial gira em torno do efeito cumulativo do novo sistema. Além da implementação da CBS no âmbito federal, a partir de 2029 entrará em vigor o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), encarregado de unificar o imposto estadual (ICMS) e o municipal (ISS). Com isso, a somatória de todas as alíquotas pode empurrar a taxa total estimada para a casa dos 30%, o que faria do Brasil o detentor do maior Imposto sobre Valor Agregado (IVA) do mundo, caso esse valor venha a se confirmar após as deliberações no Senado.

O cenário se torna ainda mais crítico ao considerar que a carga fiscal brasileira já figura entre as mais altas do planeta, podendo ultrapassar a marca de 34%.

Insegurança no curto prazo vs. benefícios no longo prazo

Um dos pilares da Reforma Tributária é a simplificação e unificação do sistema de arrecadação, sob a premissa de não aumentar a carga tributária total do país. Projeções apontam que a mudança estrutural pode impulsionar o PIB brasileiro em ao menos 10% num horizonte de 15 anos.

Contudo, no curto prazo, a transição gera incerteza e apreensão no ambiente de negócios. As constantes revisões e os ajustes de última hora nas alíquotas, realizados às vésperas do início desse processo, elevam significativamente a insegurança jurídica. Nesse cenário, o setor de serviços tende a ser um dos mais onerados pelas novas taxas, fazendo com que especialistas alertem para o risco real de repasse desses custos e de um consequente aumento nos preços ao consumidor final já no ciclo de 2027.

Diante deste cenário, entidades empresariais apelam ao “bom senso” dos parlamentares no Senado Federal, etapa final onde a proposta ainda precisará ser analisada e votada antes da sua implementação definitiva.

Opinião dos leitores

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[VÍDEO] “Aconselhamos que ficasse”, diz Tarcísio sobre ida de Flávio aos EUA após derrota nas eleições


Vídeo: Reprodução/Estadão

Em sua primeira entrevista exclusiva após garantir a reeleição ao governo de São Paulo, concedida ao Estadão nesta quarta-feira (28), Tarcísio de Freitas (Republicanos) revelou ter aconselhado o senador Flávio Bolsonaro (PL) a não deixar o Brasil após a derrota para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais.

De acordo com o governador, a orientação para que o parlamentar permanecesse no país partiu de um grupo de aliados e defensores reunidos logo após a apuração. “O conselho que nós demos a ele, os advogados, eu, o Rogério Marinho, as pessoas que estavam ali reunidas, foi que ficasse no Brasil”, afirmou Tarcísio. Apesar do conselho, o governador ponderou que evita julgar a decisão do aliado de viajar para os Estados Unidos, citando o impacto emocional da prisão do pai do senador.

A entrevista ocorreu pouco antes de Flávio divulgar uma carta polêmica na qual se autodeclarava “presidente eleito”. Tarcísio assegurou que não tinha conhecimento prévio da intenção de viagem do senador e, ao tomar conhecimento da manifestação do aliado, enfatizou a necessidade de respeitar a soberania das urnas e dar prosseguimento ao processo democrático.

Críticas a ações da PF e caminhos jurídicos

Durante a conversa, Tarcísio questionou a atuação das autoridades policiais sobre o senador logo após o pleito, classificando a apreensão do passaporte de Flávio como uma forma de intimidação desprovida de justificativa concreta. “Hoje não tem nada. E se não tem nada, por que pediram o passaporte? Houve ali uma intimidação”, declarou o governador, argumentando que uma liderança que obteve cerca de 60 milhões de votos não deveria sofrer tal medida sem bases consolidadas.

Tarcísio detalhou ainda que o conselho para que o senador permanecesse no Brasil foi dado no mesmo encontro em que se alinhava o tom do pronunciamento oficial pós-eleição. Na ocasião, a recomendação do grupo foi abandonar qualquer discurso de não reconhecimento do pleito e focar exclusivamente nas vias legais previstas na legislação eleitoral.

“O caminho adequado é usar o remédio jurídico. Se entende que houve abuso de poder político ou econômico, recorre-se às Ações de Investigação Judicial Eleitoral, que são rotineiras e previstas em lei. Esse foi o conselho: usar os meios legais e não falar em sair do país”, concluiu Tarcísio.

Com informações do Estadão 

Opinião dos leitores

  1. Todos nós temos a solução dos problemas do outro, pimenta nos olhos do outro é colírio. Esse “aliado” é do tipo corpo mole bolso cheio, próximo….

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