
O dólar teve novo dia de alta, de 0,48%, e fechou junho com valorização de 3,88%, a 3,8777 reais. No primeiro semestre, a divisa dos Estados Unidos subiu 16,96%, colocando o real como uma das moedas com pior desempenho ante o dólar nos principais mercados emergentes, atrás apenas do peso argentino (+55%) e a lira turca (+21%).
A sexta-feira foi novo dia sem intervenção do Banco Central no câmbio e, com isso, já faz cinco sessões sem leilões extraordinários de swap cambial (venda de dólar no mercado futuro), um indício, segundo especialistas, de que o mercado voltou para um funcionamento mais normal. Pesou para a alta do dólar aqui hoje a disparada da moeda ante o peso argentino e a outras divisas de emergentes, como a do México, além da expectativa por eventuais anúncios do Banco Central.
É só tirar Dilma!
Ainda bem senão já estava em torno de
R$ 10,00