Para a Organização das Nações Unidas (ONU), a intenção de comemorar o aniversário do golpe militar de 1964, citada pelo presidente Jair Bolsonaro, “é imoral e inadmissível em uma sociedade baseada no estado de direito”. A frase foi dita nesta sexta-feira, 29, pelo Relator Especial sobre a promoção da verdade, justiça, reparação e garantias de não-repetição da ONU, Fabián Salvioli.
O relator também ressaltou que é dever de autoridades e da sociedade como um todo rejeitar ações similares. “Tentativas de revisar a história e justificar ou relevar graves violações de direitos humanos do passado devem ser claramente rejeitadas por todas as autoridades e pela sociedade como um todo. As autoridades têm a obrigação de garantir que tais crimes horrendos nunca sejam esquecidos, distorcidos ou deixados impunes”, afirmou.
Para Salvioli, a impunidade aos envolvidos é fortalecida a partir do momento em que atribui-se um novo significado ao período da ditadura militar. “Quaisquer ações que possam justificar ou relevar graves violações de direitos humanos durante a ditadura reforçariam ainda mais a impunidade que os perpetradores desfrutam no Brasil, e enfraqueceriam a confiança da sociedade nas instituições públicas e no estado de direito”.
A Anistia Internacional também se posicionou nesta sexta-feira a respeito da mobilização do poder Executivo em comemorar a data do golpe militar. “Celebrar um período marcado por violações de direitos humanos não é condizente com o papel de altas autoridades de um país. Espera-se de um presidente e seu vice-presidente que garantam políticas de memória, verdade, justiça e reparação às vitimas, sobreviventes e suas famílias”, afirma a Diretora Executiva da Anistia Internacional Brasil, Jurema Werneck. Ela também define que a atitude tomada por Jair Bolsonaro é “preocupante”.
Entenda
Próximo de completar seu aniversário de 55 anos, o golpe militar de 31 de março de 1964, que estabeleceu uma ditadura durante 21 anos no Brasil, voltou ao debate no poder Executivo após o jornal O Estado de S. Paulo revelar que o presidente da República, Jair Bolsonaro, orientou quartéis ao redor do País a comemorarem a “data histórica” do ocorrido.
A informação foi confirmada posteriormente pelo porta-voz do Planalto. Na quarta-feira, o teor do texto que será lido nos quartéis em 31 de março foi divulgado pelo Ministério da Defesa, citando “lições aprendidas” com o período e justificando a tomada de poder pelos militares.
Após ampla repercussão, em 28 de março, Bolsonaro afirmou que falou em “rememorar” o golpe de 64, e não em comemorar.
Estadão Conteúdo

ONU, o que é ONU? Falem duma coisa séria e ganhem um docinho do cigano.
A gente entra aqui já tendo a TOTAL CERTEZA de que vai encontrar comentários imbecis proferidos por gente IMBECIL que não entende nada sobre política Internacional, história e ainda são analfabetos funcionais e não aguentaria uma blitz da lei seca na hora que lambem as botas de militar que inclusive vão continuar na MAMATA após a reforma da previdência do Paulo Guedes. PARABÉNS AOS ENVOLVIDOS!
Essa ONU não serve pra nada, a não pra dar emprego a esquerdistas.
Vergonha é a situação do povo da Venezuela e a ONU nada faz.
Me poupe dessas conversas pra boi dormir.
Imoral é o que está acontecendo na vizinha Venezuela e a ONU nada faz, imoral é esses esquerdistas comunistas acharem que só eles conhecem a verdade!!! Vai arranjar uma lavagem de roupa, vai rachar uma lenha seus hipócritas!!!! Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!!!
Esse grupo ai de cima são claramente da esquerda barraqueira todos sabem que essa ONU é composta de comunistas e barraqueiros.
E desde quando a ONU resolve alguma coisa no mundo?? Vai cuidar da fome na África…..tenta mexer com os países árabes….cabide de empregos!!!!
ONU SÓ TEM COMUNISTAS, ESQUERDISTAS. QUE FIQUEM SÓ OS COMUNISTAS NA ONU.
ONU ANTRO DE COMUNISTAS, ESQUERDISTAS.
Melhor estaríamos se as forças terroristas de esquerda tivesse tomado o país, hj éramos uma grande Cuba, ou mesmo Venezuela. Portanto, comemorar por ter evitado isso é uma verdadeira vergonha cara pálida