Economia

‘É preciso enfrentar as corporações’, diz Rogério

O secretário Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, destacou, na tarde de ontem, que uma das próximas reformas que serão propostas pelo governo federal é a sindical. Ele disse que “é preciso enfrentar as corporações que se apropriaram do Estado brasileiro”. A declaração foi dada por Rogério Marinho, ao receber homenagem, ontem, no plenário da Assembleia Legislativa, por iniciativa do deputado Gustavo Carvalho (PSDB), durante sessão presidida pelo deputado Ezequiel Ferreira de Souza.

Fim da unicidade

Rogério Marinho afirmou no pronunciamento que uma das mudança da reforma deverá ser o fim da unicidade sindical. “Ainda temos alguns monstros, que é a unicidade sindical, porque a Constituição determina que o sindicato é um cartório, quando o estado brasileiro dá outorga para poder exercer essa atividade numa circunscrição geográfica representando uma categoria”. O secretário de Previdência e Trabalho afirmou que esse modelo “não existe em lugar nenhum do mundo”. “Isso gera toda sorte de distorção, corrupção, maus hábitos, promiscuidade, achaques”. “É verdade que existem bons sindicatos, mas não é a regra, é exceção”, disse.

Novo marco sindical

Rogério Marinho acrescentou que o movimento sindical no Brasil é um ‘trambolho”. E explicou: “Trambolho é aquele negócio disforme, complicado, feio e às vezes até mal cheiroso, no meio da sala, que está lá há 76 anos, que as pessoas se acostumaram com, mas faz mal e atrasa o país”.

Rogério Marinho disse que o novo marco sindical no Brasil será discutido com a sociedade para retirar a tutela do estado, “porque quem emprega e quem trabalha, não precisa da intervenção do estado que amarra o crescimento do país”

Contribuição sindical

Ele lembrou que existem mais de 17 mil sindicatos no país e há, ainda, cerca de quatro mil cartas sindicais aguardando aprovação. “A maior parte desses sindicatos existem ou existiam, não em função das atividades que se prestava aos associados, mas em função da criatividade dos governantes, que criaram toda sorte de agremiação para receber um dia de salário do trabalhador brasileiro, sem prestar contas desses recursos e sem fazer o trabalho que precisava ser feito”, disse ele.

Em 2017, segundo Marinho, depois que foi retirada essa situação, mais de R$ 4 bilhões deixaram de irrigar os cofres dessas entidades. “Então, não é à toa que a turma está chateada”.

Representação política

Rogério Marinho também falou, na tribuna da Assembleia, sobre o papel político do cidadão e as consequências da sua atuação nas reformas em curso no país. “A política por mais que esteja sob o escrutínio da sociedade de uma forma perniciosa, ela é a atividade mais nobre do ser humano”. Marinho relatou, que numa viagem à Bahia, uma pessoa lhe perguntou: “Você não se elegeu deputado federal pelo Rio Grande do Norte em função da sua atuação parlamentar e das reformas que defendeu junto ao Congresso Nacional, você repensaria ou teria uma atitude diferente?” O ex-deputado respondeu: “Faria tudo outra vez”.

Coerência e convicções

Rogério Marinho prosseguiu, dizendo que “não adianta exercer uma atividade [política], se não tiver convicções e não acreditar no que prega ou apresenta”. Para o ex-deputado, “não há nada pior no ser humano quando ele não se expõe, o homem público tem que ser expor, ser verdadeiro e inteiro, ele não pode ter subterfúgios, para que as pessoas não comprem uma gestão que não é correta, que não é adequada e que no exercício do mandato vai tomar um rumo diferente, daquele que ele pregou na praça pública, nos palanques, na televisão pra ganhar ou conquistar o voto”. O secretário nacional da Previdência Social disse que “pagou o preço da coerência que tive e das convicções que tenho”, mas certamente a sua vida se organizou de tal forma, que permitiu e lhe deu oportunidade de estar ao lado do presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, “para colocar em práticas aquelas ideias, que eu imaginava que eram importante para o país”.

Enfrentamento

Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia disse que tem dois caminhos: “Ou nós ficamos inertes, aceitamos as conveniências, ou enfrentamos as igrejinhas, as corporações, aqueles que se apropriaram do estado brasileiro”. Segundo Rogério Marinho, ”toda mudança, qualquer que ela seja, gera desconfiança e resistência e por mais benéfica que seja, atinge grupos encastelados, que se beneficiam da situação do estado atual”.

Página virada

O secretário de Trabalho e Previdência disse ter “a convicção de que o Brasil virou página, elegeu um presidente que é a ruptura que o país está e montou um ministério com 22 ministros sem escutar os partidos políticos e que permitiu a eles montar as suas equipes. “Temos a menor taxa de juros da história do Brasil, a menor inflação e o menor risco do país desde 2013, que era época de crise. Nós estamos hoje com uma inversão de crescimento no setor privado, no primeiro semestre, de quase 2% contra menos de 0,5% do setor público, porque esse governo está tirando o estado do cangote de quem produz e de quem trabalha no país”.

Orçamento

Além disso, Rogério Marinho afirmou que a partir de 2020 o orçamento no Brasil é impositivo – “significa que o Brasil está ombreado hoje com as principais e mais importantes democracias e economias do mundo, quando o orçamento for votado no Congresso Nacional, ele será implantado na sua integralidade, a não ser que haja uma catástrofe”. Marinho explicou que o orçamento impositivo, aprovado no Congresso Nacional, retira o poder discricionário do Poder Executivo, elaborado com participação do legislativo e do povo brasileiro, como acontece na Alemanha, França, Suécia e Estados Unidos.

Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. O maior sacana do estado do RN, não pense que a sua hora não vai chegar, tenha vergonha na cara , se candidate a deputado p levar outra surra ou vai se candidatar em outro estado, provando o seu caráter.

  2. Homem de atitude, quando Rogério Marinho fala Fatão GD fica revirando os olhinhos. O sonho de consumo da tabajara – ah, quem dera! – é ter um RM para chamar de seu.

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PESQUISA PALVER: Flávio Bolsonaro tem 50% e Lula, 49%, no 2º turno

Fotos: Pablo Porciuncula/AFP

A nova rodada da pesquisa Palver, divulgada neste sábado, 24, aponta candidato Flávio Bolsonaro (PL) com 50% das intenções de voto, contra 49% do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Votos brancos, nulos e eleitores indecisos somam apenas 1% do total.

A pesquisa Palver entrevistou 5.000 eleitores entre 22 e 24 de outubro, por meio de questionário online com amostragem não-probabilística. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo próprio instituto e está registrado no TSE sob o protocolo BR-01794/2026.

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PESQUISA ATLASINTEL: Flávio Bolsonaro tem 50,8% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 49,2%

Pesquisa AtlasIntel divulgada neste sábado (24) aponta Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com 50,8% dos votos válidos na disputa presidencial. O presidente Lula (PT), candidato à reeleição, registra 49,2%, segundo o levantamento.

Considerando os votos totais, Flávio Bolsonaro (PL) registra 49,9% das intenções de voto, enquanto o presidente Lula (PT) aparece com 48,4%. Os entrevistados que pretendem votar em branco ou nulo, ou que não sabem em quem votar, somam 1,7%.

A pesquisa AtlasIntel entrevistou 4.990 eleitores, entre os dias 18 e 23 de outubro, por meio de recrutamento digital. A margem de erro do levantamento é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pela Bloomberg está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06380/2026.

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PESQUISA QUAEST/GOVERNO RN: Allyson Bezerra tem 51% dos votos válidos, contra 49% de Cadu de Lula

Fotos: divulgação

Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (24), véspera do segundo turno, aponta Allyson Bezerra (União Brasil) com 51% dos votos válidos na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte, contra 49% de Cadu de Lula (PT). Os candidatos estão tecnicamente empatados, segundo o levantamento publicado pelo g1.

Nos votos totais, Allyson Bezerra (União Brasil) tem 45% das intenções de voto, mesmo percentual da pesquisa anterior, divulgada em 13 de outubro. Cadu de Lula (PT) aparece com 44%, ante 42% no levantamento passado. Os indecisos somam 3%, contra 6% anteriormente, enquanto os votos brancos, nulos e eleitores que não pretendem votar representam 8%, ante 7% na pesquisa anterior.

Encomendada pela Inter TV, a pesquisa ouviu 2.154 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 23 e 24 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número RN-01264/2026.

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[VÍDEO] URGENTE: Polícia Federal prende santinhos de Allyson Bezerra, listas de abastecimento, e funcionários de Posto de Combustível em Mossoró

A Polícia Federal e Polícia Cívil do RN foram acionadas durante um flagrante no bairro Bom Jardim, na cidade de Mossoró, onde foi apreendida uma lista contendo e identificando diversos nomes de pessoas e placas de veículos que estariam autorizados a realizar abastecimentos previamente pagos. No local, também foram encontrados materiais de propaganda eleitoral, conhecidos como “santinhos”, do candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Allyson Bezerra.

Quatro pessoas foram conduzidas à sede Polícia Federal para os procedimentos de lavratura do auto de prisão em flagrante: dois frentistas, o gerente do estabelecimento e uma quarta pessoa que estaria realizando a entrega dos materiais, que de acordo com informações seria funcionário – cargo comissionado – da Prefeitura de Mossoró.

O posto de combustíveis também é utilizado para o abastecimento de viaturas oficiais, por meio de cotas de combustível destinadas aos veículos institucionais. As circunstâncias envolvendo os abastecimentos, a lista de beneficiários e a possível relação com a distribuição de material de campanha deverão ser apuradas pela Polícia Federal, diante da suspeita de prática de crime eleitoral.

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PESQUISA QUAEST: Flávio Bolsonaro tem 51% dos votos válidos contra 49% de Lula

Flávio Bolsonaro e Lula neste sábado (24). — Fotos: AFP/Reuters

Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (24) mostra Flávio Bolsonaro com 51% e Lula (PT) com 49% dos votos válidos, deixando de fora os votos em branco e nulos e as abstenções.

Considerando os votos totais, Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 46% das intenções de voto, ante 45% na pesquisa anterior. O presidente Lula (PT) registra 45%, contra 44% no levantamento passado.

Os eleitores que pretendem votar em branco, nulo ou não comparecer somam 8%, ante 9% anteriormente. Já os indecisos representam 1%, enquanto eram 2% na pesquisa anterior.

A pesquisa Quaest foi encomendada pela Globo e pelo jornal O Globo e ouviu 3.702 eleitores de 16 anos ou mais, entre os dias 23 e 24 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral como BR-09158/2026.

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PESQUISA MEDIA/ O POTENGI/ GOVERNO RN: Cadu de Lula tem 50,7% dos votos válidos contra 49,3% de Allyson Bezerra

Fotos: Divulgação

Cadu de Lula (PT) tem 50,7% das intenções de voto válidas, contra 49,3% de Allyson Bezerra (União Brasil), na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte. Os dados são de pesquisa do Instituto Media Inteligência em Pesquisas, encomendada pelo jornal O Potengi.

Considerando os votos totais, Cadu registra 45,8%, enquanto Allyson aparece com 44,6%. Brancos e nulos somam 5,5%, e 4,1% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

O levantamento ouviu 1.050 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 19 e 23 de outubro. A margem de erro informada é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TRE-RN sob o número RN-07104/2026.

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PESQUISA DATAFOLHA: Flávio Bolsonaro tem 51%, e Lula, 49% dos votos válidos na véspera do 2º turno

Foto: Manoella Mello/Divulgação TV Globo

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (24), mostra o candidato Flávio Bolsonaro (PL) com 51% dos votos válidos no 2º turno. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 49%. Comparando ao último levantamento de quinta-feira (22), Flávio oscilou um ponto para cima e Lula, um para baixo.

O Datafolha ouviu 4.050 pessoas, entre os dias 23 e 24 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou menos. O nível de confiança é de 95%. Contratada pela Folha de S.Paulo e pela Globo, a pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-09540/2026.

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PESQUISA ATLASINTEL/GOVERNO RN: Cadu de Lula tem 51,1% dos votos válidos; Allyson Bezerra, 48,9%

Pesquisa Atlas divulgada neste sábado (4) mostra Cadu de Lula (PT) com 51,1% das intenções de voto para o governo do RN, e Allyson Bezerra (União Brasil) com 48,9% dos votos válidos.

Na pesquisa de intenção de voto, considerando os votos totais, Cadu de Lula (PT) aparece com 49%, à frente de Allyson Bezerra (União Brasil), que registra 47%. Os votos em branco e nulos somam 2,6%, enquanto 1,4% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa, encomendada própria Atlas, fez a coleta aleatória via questionário estruturado web com 1.780 pessoas no Rio Grande do Norte, entre os dias 18 e 23 de outubro. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número RN-07127/2026.

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PESQUISA NEXUS/BTG: Flávio Bolsonaro tem 50,5% de votos válidos no 2º turno; Lula, 49,5%

Fotos: Divulgação

O candidato Flávio Bolsonaro (PL) tem 50,5% dos votos válidos, segundo pesquisa Nexus/BTG divulgada neste sábado (24). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 49,5%.

O instituto também testou um cenário com o modelo de eleitor provável, que estima a chance de cada pessoa efetivamente compareça para votar e mostra como fica o quadro eleitoral quando mostra quem tem maior probabilidade de comparecimento. Neste cenário, Flávio tem 52,4% dos votos válidos. Lula, 47,6%. A abstenção estimada é de 21%.

Foram ouvidas 2.000 pessoas, entre os dias 23 e 24 de outubro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O levantamento, contratado pelo banco BTG Pactual, foi registrado no TSE sob o protocolo BR-08234/2026.

Com informações de CNN

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PESQUISA GERP: Flávio Bolsonaro tem 52% dos votos válidos, contra 48% de Lula

Fotos: Reprodução

Pesquisa do Instituto Gerp divulgada neste sábado (24), véspera do 2º turno da eleição presidencial, mostra Flávio Bolsonaro à frente com 52% dos votos válidos, contra 48% de Lula.

Considerando os votos totais, Flávio Bolsonaro pontua com 49% da preferência, enquanto Lula soma 46%. Os eleitores que declaram voto em nenhum deles somam 1%, enquanto os que não sabem representam 3%.

A pesquisa Gerp Mercadologia entrevistou 2.400 eleitores entre 22 e 24 de outubro de 2026, por meio de entrevistas telefônicas. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95,55%. O levantamento foi contratado por recursos próprios e está registrado no TSE sob o protocolo BR-09327/2026.

Com informações de Exame

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