Edital da Funarte que proíbe rock causa polêmica, mas critério vem desde o governo Dilma

A proibição da participação de bandas de rock no edital anunciado ontem pela Funarte (Fundação Nacional de Artes), da edição 2020 do Prêmio de Apoio a Bandas de Música, gerou polêmica nas redes sociais. Apesar da crítica e da surpresa de muitos internautas, a restrição é antiga e remonta desde o primeiro edital de 2013, quando a presidente do país era Dilma Rousseff e o prêmio trazia critério semelhante. As informações são do UOL.

O edital deste ano traz um aporte de R$ 5,4 milhões para distribuir gratuitamente 790 instrumentos de sopro para 158 conjuntos musicais.
O texto do edital diz que “não poderão participar? ‘bandas de pífanos’, ‘bandas de rock’, ‘bigbands’, orquestra de sopro, bem como conjuntos musicais assemelhados, conjuntos musicais de instituições religiosas, bandas militares.” A redação é similar à de 2013, com o apurou o UOL.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bento disse:

    Reclamem com Dilminha
    Olha que linda frade dela:
    "Me engasguei comigo mesma"
    Lindo isso não é?

    • Riva disse:

      "O rock ativa a droga que ativa o sexo que ativa a indústria do aborto. A indústria do aborto por sua vez alimenta uma coisa muito mais pesada que é o satanismo."
      Foi Dilma que disse isso? Kkk
      https://t.co/oql5e4NbuH

  2. Adeobaldo Nunes disse:

    E pra Funk pode.
    Lamentável!

  3. Nildo disse:

    polemica? se faz um edital e o povo acha que tem q colocar tudo q o povo quer.

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