Judiciário

EDITORIAL ESTADÃO: Sabotagem contra a Lava Jato vem do próprio MPF

OPINIÃO ESTADÃO DESTA TERÇA-FEIRA:

Quem quiser identificar um foco de sabotagem contra a continuidade das investigações da Operação Lava Jato, que estão sendo conduzidas pela força-tarefa da Procuradoria-Geral da República (PGR), não precisa ir muito longe. Basta olhar para o próprio Ministério Público Federal (MPF).

Numa proposta que não deixa margem a dúvidas quanto às verdadeiras intenções de sua autora, a subprocuradora-geral da República Raquel Elias Dodge apresentou ao Conselho Superior da instituição um projeto de resolução que obriga o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a ter de mudar a equipe que o assessora no momento em que a Lava Jato se encontra numa de suas fases mais importantes.

A votação da proposta só não foi concluída na sessão de ontem porque Rodrigo Janot pediu vista, quando 7 dos 10 conselheiros já haviam se manifestado a favor da resolução e 1 contra. O procurador-geral alegou que em momento algum foi consultado sobre a resolução e afirmou que, por causa das especificidades técnicas das investigações, não tem como mudar sua equipe. Como só faltam votar dois conselheiros, a aprovação da resolução é uma questão de tempo.

Entre outras inovações, o projeto de resolução limita em 10% o número de procuradores que uma unidade do Ministério Público Federal pode ceder para participar de investigações em outra unidade. Isso atinge o coração da Operação Lava Jato, pois desde sua instalação ela sempre contou com especialistas do MPF vindos de todo o País. Só no caso da Procuradoria Regional do Distrito Federal, por exemplo, 8 dos 29 procuradores federais – cerca de quase 30% – estão atuando nos tribunais superiores em nome da PGR. O órgão é responsável não apenas pelas investigações de quem tem foro privilegiado, como, igualmente, pela formalização dos grandes acordos de delação premiada que envolvem parlamentares e empreiteiras do porte da Odebrecht e da OAS.

No total, há atualmente 41 procuradores federais cedidos à Procuradoria-Geral, dos quais 10 estão trabalhando na Operação Lava Jato. Sua substituição, por causa da resolução que está sendo votada pelo Conselho Superior do MPF, poderá retardar as investigações, pois os novos procuradores que Rodrigo Janot terá de nomear precisarão de tempo para conhecer os processos. E, como o próprio Janot alegou, a PGR não dispõe de especialistas em número suficiente para conduzir as investigações mais complexas. Essa morosidade era tudo o que os advogados dos réus queriam, para tentar fazer com que as ações penais de seus clientes prescrevam.

O projeto de resolução estabelece ainda um prazo máximo de quatro anos para que um procurador federal possa atuar fora de sua unidade de origem. Como a força-tarefa da PGR em Curitiba começou a trabalhar há mais de três anos, isso significa que os membros do MPF a ela cedidos também terão de ser substituídos até o final do ano. Essa é mais uma inovação intempestiva que pode gerar problemas de descontinuidade nas investigações e comprometer a coleta das provas necessárias para fundamentar a proposição de ações penais contra políticos e empreiteiros.

O mais grave é que nem mesmo as entidades de procuradores da República – cujos dirigentes são candidatos ao cargo de Janot, que será substituído em setembro – se opuseram à resolução. “Não há ninguém insubstituível. A Operação Lava Jato é um trabalho de instituição, não um trabalho de apenas alguns colegas, por mais brilhantes que sejam”, disse ao jornal O Globo o presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), José Robalinho Cavalcanti.

Fica evidente que, por trás do projeto de resolução apresentado ao Conselho Superior do Ministério Público Federal, há irresistíveis pressões corporativas, pois notáveis personagens desse edificante episódio almejam suceder a Rodrigo Janot, preocupando-se mais com suas aspirações do que com a mais importante investigação que a instituição do Ministério Público já conduziu na história do País.

Opinião dos leitores

  1. o que esperar de uma quadrilha dessa, inserida em todos os níveis de governo e institucionalizada dentro do poder público!! vao vendo, só começo!!

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Campanha de Eriko Jácome decola em Natal e o coloca como um dos favoritos para deputado estadual

Foto: Divulgação

Eriko Jácome chega à disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa fortalecido por uma trajetória consolidada em Natal. Atual presidente da Câmara Municipal e em seu terceiro mandato como vereador, foi o segundo mais votado em 2024 e trabalha com a perspectiva de superar os 25 mil votos apenas na capital, fortalecido pelo importante apoio do prefeito Paulinho Freire.

Em 2024, quando presidiu o PP em Natal, Eriko mostrou sua força política: o partido obteve quase 50 mil votos na capital e elegeu quatro vereadores. Na ocasião, vários integrantes do grupo de Eriko foram candidatos.

Outro ponto que pesa na campanha é a forte ligação com as comunidades de Natal. Ao longo dos mandatos, Eriko consolidou uma atuação permanente nos bairros por meio de um mandato participativo. Na pauta social, o combate ao câncer ocupa espaço central em sua trajetória, bandeira que ganhou força após a morte de sua mãe, vítima da doença.

Por tudo isso, Eriko tem tudo para ser o deputado estadual mais votado de Natal, com uma das maiores votações que um deputado estadual já teve na capital do RN.

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[VÍDEO] “Há uma mão grande de setores do Judiciário operando a favor da candidatura de Lula”, diz analista político

O analista de Política da CNN Caio Junqueira criticou decisões tomadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na reta final da campanha presidencial. Ao comentar o cancelamento do debate da Globo, ele destacou que o PT havia assinado o acordo que previa a exibição do lugar vazio de candidatos ausentes e posteriormente acionou o TSE contra a regra.

Junqueira também questionou a decisão de Gilmar Mendes que autorizou a participação de Renan Santos (Missão) no encontro, a pedido do deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP). Na avaliação do jornalista, episódios recentes indicam uma atuação de setores das duas Cortes favorável à reeleição de Lula. “A marca da eleição de 2026 se chama Supremo Tribunal Federal”, afirmou.

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DEBATE DA GLOBO: PT assinou regra do púlpito vazio, mas depois recorreu ao TSE para derrubar

Foto: Pedro Kirilos/Estadão Conteúdo

O PT concordou com as regras do debate presidencial da TV Globo, incluindo a previsão de manter vazio e identificado o lugar de um candidato ausente, mas posteriormente recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para suspender a medida. O encontro seria realizado na noite desta quinta-feira (1º), no Rio de Janeiro.

O documento com as regras foi discutido com representantes das campanhas de Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante). Todos assinaram a ata com as condições propostas pela emissora.

Pelo acordo, caso um candidato convidado não comparecesse, seu lugar permaneceria vazio e identificado com uma placa. No momento em que faria uma pergunta, o púlpito receberia destaque e o mediador informaria que o candidato não estava presente. A regra também permitia que participantes dirigissem perguntas ao ausente.

Após Lula informar que não participaria do debate, o PT foi ao TSE contra a regra. A ministra Estela Aranha atendeu ao pedido e suspendeu as disposições relativas aos candidatos ausentes. Ela considerou que permitir perguntas sem possibilidade de resposta ou contraposição poderia gerar desequilíbrio entre as candidaturas. Também apontou que a exposição reiterada do lugar vazio poderia produzir efeitos além da simples informação sobre a ausência.

No mesmo dia, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, a pedido do deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), que a Globo incluísse Renan Santos (Missão) no debate. A emissora cancelou o encontro e afirmou que as decisões do STF e do TSE “causaram insegurança jurídica e representam uma interferência indevida”.

Com informações do Poder360

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PERTO DA VITÓRIA: Multidão lota as ruas de Caraúbas, no último comício de Juninho Saia Rodada para deputado federal

Ao lado do prefeito Givago Barreto, Juninho reuniu uma multidão, mostrando a força de uma campanha que está totalmente consolidada em todo o Rio Grande do Norte.

Caraúbas parou para receber Juninho Saia Rodada. Ao lado do prefeito Givago Barreto, o candidato a deputado federal reuniu uma multidão pelas ruas da cidade, em uma demonstração de força, entusiasmo e confiança na vitória.

O recado das ruas foi direto: ao lado do povo Juninho, vai se tornar Deputado Federal. O comício de ontem em Caraúbas, reforça um movimento que vem ganhando espaço em diferentes regiões do Rio Grande do Norte e chega à reta final com ainda mais intensidade.

“Estamos vendo uma campanha que cresce porque tem o povo ao lado. Juninho tem nosso apoio e está preparado para representar Caraúbas e o Rio Grande do Norte em Brasília. Estamos juntos até a vitória”, destacou o prefeito Givago Barreto.

Com a energia das ruas e uma militância cada vez mais mobilizada, Juninho Saia Rodada segue avançando rumo ao objetivo de conquistar uma vaga na Câmara dos Deputados.

 

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Meio Dia RN debate liberdade de expressão e apresenta estudo sobre possíveis eleitos para deputado estadual e federal

Foto: Reprodução

O Meio Dia RN desta sexta-feira (2) começa pontualmente ao meio-dia com dois temas no centro do debate político. O programa vai abordar a crise da liberdade de expressão, a censura no Brasil e o que apresenta como uma sociedade “refém do STF”, discutindo o cenário atual e questões envolvendo a atuação do Supremo Tribunal Federal.

Outro destaque será a disputa pelas vagas de deputado estadual e federal. O programa vai apresentar e detalhar um estudo sobre os possíveis eleitos, analisando o cenário nominata por nominata e os nomes que aparecem com chances de conquistar uma cadeira na Câmara dos Deputados.

O Meio Dia RN vai ao ar a partir do meio-dia, pela 96 FM, e também pode ser acompanhado pelo YouTube da emissora.

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Getúlio Rêgo recebe apoio de Valério Mesquita, Betânia Ramalho e Ney Lopes e aparece em terceiro na nominata

Foto: Divulgação

A candidatura de Getúlio Rêgo à Assembleia Legislativa recebeu o apoio do escritor e ex-deputado estadual Valério Mesquita, da professora Betânia Ramalho e do ex-deputado federal Ney Lopes de Souza.

Os três destacaram a trajetória, a experiência e o compromisso do candidato com o Rio Grande do Norte.

Valério Mesquita relembrou a convivência com Getúlio na Assembleia Legislativa e afirmou que ele “dignificou o mandato parlamentar”. Também declarou que sua família apoia o retorno do ex-colega ao Legislativo.

Betânia Ramalho ressaltou a importância de Getúlio na Assembleia. “A Assembleia Legislativa não é a mesma sem o senhor”, afirmou.

Ney Lopes destacou a competência e a experiência do candidato. “O Estado tem uma excelente oportunidade de levar novamente para a Assembleia o nome à altura do deputado Getúlio Rêgo”, declarou.

Além dos apoios, a campanha destaca o desempenho de Getúlio na pesquisa Potiguar/Via Certa, na qual aparece em terceiro lugar entre os nomes da nominata.

O levantamento ouviu 1.200 eleitores entre 25 e 28 de setembro de 2026, com margem de erro de 2,83 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada sob os números RN-04828/2026 e BR-03649/2026.

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[VÍDEO] “Se não tem carne, come ovo; se não tem ovo, come salada”, diz Lula

Video: Reprodução Blog do Bagada

Durante entrevista ao Flow, na noite desta quinta-feira (1º), o presidente Lula (PT) falou sobre alimentação ao comentar o consumo de carne e afirmou: “Se não tem carne, come ovo. Se não tem ovo, come salada”. A declaração foi feita enquanto o petista abordava alternativas de alimentos diante da falta de determinados produtos.

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Colunistas do Estadão criticam decisões judiciais que antecederam cancelamento do debate da Globo

Foto: Reprodução/TV Globo

As decisões dos ministros Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que antecederam o cancelamento do debate presidencial da TV Globo, provocaram uma sequência de críticas entre colunistas do Estadão. As análises questionam a mudança das regras às vésperas do encontro e seus efeitos sobre a disputa eleitoral.

Eliane Cantanhêde escreveu que TSE e STF “salvam Lula e matam o principal debate” e lembrou que o presidente Lula já havia confirmado que não compareceria, enquanto Flávio Bolsonaro também desistiu na última hora. Para a colunista, as duas decisões deixaram o cenário em “zero a zero para Lula e Flávio”.

Raquel Landim foi na mesma direção ao afirmar que “Lula escolheu o púlpito vazio e foi protegido pelo Judiciário”. Segundo ela, o presidente teve a oportunidade de apresentar suas propostas em horário nobre e compará-las às dos concorrentes, mas decidiu não comparecer “por cálculo político”.

Ricardo Corrêa chamou atenção para outra consequência. Na avaliação dele, o episódio pode esvaziar o interesse das emissoras em realizar debates nos próximos processos eleitorais diante da possibilidade de regras acertadas com as campanhas serem derrubadas posteriormente por decisões judiciais.

Com informações do Estadão

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Bancada do agro declara apoio a Flávio Bolsonaro no primeiro turno

Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), conhecida como bancada do agronegócio no Congresso, declarou apoio à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. O anúncio foi feito às vésperas do primeiro turno das eleições.

Em nota, a FPA afirmou que a decisão reflete a “convergência das diretrizes do plano de governo do candidato com as prioridades, necessidades e demandas urgentes do setor”. A entidade também disse acreditar que, a partir de 2027, será possível alcançar no Congresso soluções para um ambiente econômico de “estabilidade, previsibilidade e prosperidade”.

A decisão antecipa um posicionamento que a bancada costumava deixar para uma eventual segunda etapa da eleição. Meses antes do pleito, o presidente da FPA, deputado federal Pedro Lupion (Republicanos-PR), havia afirmado que a tradição do grupo era evitar uma definição no primeiro turno.

O apoio ocorre apesar da candidatura de Ronaldo Caiado (PSD), historicamente ligado ao agronegócio. Produtor rural e ex-presidente da União Democrática Ruralista (UDR), Caiado buscou durante a campanha se apresentar como representante do setor.

Em 2022, a FPA declarou formalmente apoio à reeleição de Jair Bolsonaro (PL), pai de Flávio, na disputa contra Lula (PT), no segundo turno.

Com informações do Metrópoles

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Entidades de imprensa citam ‘intervenção judicial’ após cancelamento de debate na Globo

Foto: Manoella Mello/TV Globo

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) manifestaram “profunda indignação” com as decisões judiciais que levaram ao cancelamento do debate presidencial da TV Globo, previsto para a noite desta quinta-feira (1º).

Em nota conjunta, as entidades citaram uma “intervenção judicial nas regras previamente definidas” e afirmaram que as decisões representam uma “agressão à liberdade de imprensa” por forçarem a condução do debate em desacordo com regras acertadas havia meses entre a emissora e os partidos.

As associações se referem às decisões da ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que proibiu a exibição de um púlpito vazio com o nome do presidente Lula (PT), que não participaria do debate, e a formulação de perguntas que seriam dirigidas ao petista. Posteriormente, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a participação do candidato Renan Santos (Missão).

“As entidades entendem que a interferência não se trata apenas de uma imposição de obrigações, sem previsões em lei, contra uma emissora privada. É, sobretudo, uma agressão à liberdade de imprensa”, diz trecho da nota.

Abert, Aner e ANJ também afirmaram que os “excessos judiciais” prejudicaram o direito dos cidadãos de ter acesso às propostas dos candidatos que já haviam sido convidados e confirmado participação no debate.

Veja a nota na íntegra:

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) se solidarizam com a TV Globo e manifestam profunda indignação com a intervenção judicial nas regras previamente definidas que levou ao cancelamento do último debate presidencial do primeiro turno.

As entidades entendem que a interferência não se trata apenas de uma imposição de obrigações, sem previsões em lei, contra uma emissora privada. É, sobretudo, uma agressão à liberdade de imprensa ao forçar a condução do debate em desrespeito a regras acordadas há meses entre a emissora e os partidos.

Infelizmente, os excessos judiciais atropelaram o direito de os cidadãos terem acesso às propostas dos candidatos que, conforme prevê a lei eleitoral, já tinham sido convidados e se dispuseram a participar do debate.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMISSORAS DE RÁDIO E TELEVISÃO (ABERT)

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE EDITORES DE REVISTAS (ANER)

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JORNAIS (ANJ)

Com informações de O Globo

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