Entre os nomes que despontam para disputar a Presidência da República pela oposição ao governo Dilma Rousseff (PT), o melhor nome é o do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).
Com mais de 90% de aprovação popular em Pernambuco, Campos não possui rejeição e tem afinidades políticas que podem gerar uma grande aliança, envolvendo partidos de oposição e outros que hoje compõem a base do governo.
O senador Aécio Neves (PSDB), que também goza de altos índices de aprovação em Minas Gerais, também é um ótimo nome. O problema é que ele carrega o estigma negativo do PSDB, que possui grande rejeição nas camadas mais populares.
Durante seus 10 anos de governo, o PT conseguiu grudar em DEM e PSDB uma imagem negativa de partidos elitizados. Seguindo a linha da política chavista do “bem” e do “mal”, o Plantou criou em seus adversários a ideia de retrocesso.
Dificilmente, na cabeça de chapa, um candidato democrata ou tucano conseguiria superar essa ideia muito bem difundida pelos petistas. A oposição precisa de um novo nome, que não carregue esse ônus, e tenha um histórico ideológico voltado para o social.
Por isso, hoje, Eduardo Campos é quem tem melhores condições de proporcionar uma disputa real no pleito do próximo ano.

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