Uma disputa entre o PT e o próprio PT marca a eleição pela Prefeitura de João Pessoa. Na última segunda-feira, a Justiça Eleitoral habilitou a candidatura de Anísio Maia (PT), com o vice Percival Henriques (PCdoB), mantida à revelia da direção nacional, que no dia 16 decidiu anular decisão do diretório municipal e fechar aliança com o PSB para apoiar Ricardo Coutinho.
Coutinho, aliás, está enrolado com a Justiça e cercado de acusações. Em julho, se tornou réu na Operação Calvário, sob suspeita de receber R$ 900 mil em propina. Ele nega as acusações e se diz vítima de perseguição.
“Nossa assessoria jurídica já apresentou recurso para garantir nossa presença na chapa”, afirma Antônio Barbosa, indicado pelo PT Nacional a vice na chapa de Coutinho.
A novela envolvendo o racha no PT teve uma reviravolta de última hora. Até o dia 16 de setembro, o partido estava fechado em torno de Anísio. Chegou a realizar convenção no mesmo dia, confirmando a candidatura, mas mudou de ideia bruscamente no mesmo dia à noite após Coutinho decidir pela candidatura.
“Realmente houve uma convenção conjunta [com o PSB], às 18h. Na mesma noite, o órgão máximo do PT nacional deliberou, por 80% dos votos, em anular nossa convenção parcialmente para afastar nossa candidatura própria e manter a proporcional, mas para compor o registro das candidaturas entre PT e PSB. Nesse conflito interno, a chapa municipal não aceitou a deliberação nacional, pediu a impugnação e apresentou seu registro de candidatura também”, diz Barbosa.
Para remover o nome de Anísio Maia –que fora defendido pela direção nacional até o último segundo antes do anúncio do Coutinho–, a direção petista alegou que os ex-governador tem “reconhecida relevância no processo político local e nacional”.
A nota assinada no dia 16 por Gleisi Hoffmann (presidenta nacional do PT) e José Guimarães (coordenador do Grupo de Trabalho Eleitoral Nacional) diz que “sempre esteve ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ex-presidenta Dilma Rousseff, mesmo nos momentos mais difíceis”. “O PT sempre contou com o apoio e a força de Ricardo Coutinho para denunciar arbitrariedades e ataques à democracia.”
Com informações de UOL / Portal Grande Ponto

A cachorrada interna nesse partido é uma das premissas interna, pois eles vão na direção de onde tem corrupção e ladroagem, pois só assim não perdem o DNA do partido.
"Mas, conhecendo ele (Jesus) os seus pensamentos, disse-lhes: Todo o reino, dividido contra si mesmo, será assolado; e a casa, dividida contra si mesma, cairá".
Lucas 11:17
É TIRO E QUEDA.
Nesse caso a gente torce pela briga.
Esse povo fala de democracia como se fosse algo proprio, uma posse. ora, a democracia é comprometida quando pessoas que se apropriam do poder tentam usufruir de forma abusiva, pessoal e ilegal.
Tudo é uma grande farsa.
Os "capas" do PT não têm jeito mesmo. Aí fica difícil! ?
PRESIDENTA o caramba. A palavra PRESIDENTE é comum de dois gêneros. Sejamos profissionais e respeitem a língua portuguesa.
PresidAnta…
Pega fogo cabaré. Só vai dar pra Lampião, menos corruptos no poder