Os senadores titulares eleitos neste ano tiraram R$10,7 milhões do bolso para financiar a própria candidatura nestas eleições. Apesar de só assumirem o mandato em caso de afastamento do titular, os 1º suplentes das chapas eleitas ao Senado desembolsaram R$ 4,6 milhões e os 2º suplentes, R$ 1,3 milhão. No total, 28 titulares e 19 suplentes eleitos colocaram dinheiro na própria chapa.
Neste ano, os eleitores definiram os nomes que devem preencher as 54 vagas do Senado – equivalente a 2/3 do total. Esses senadores eleitos vão compor a Casa junto aos demais 27 senadores, eleitos em 2014. Os suplentes assumem o mandato apenas em caso de licença, renúncia, morte ou cassação do titular.
Os candidatos podem financiar a campanha com recursos próprios até o limite de gastos estabelecido para cada cargo. Para a disputa no Senado, o limite de gastos varia de R$ 2,5 milhões a R$ 5,6 milhões, conforme o número de eleitores no estado. As doações de empresas estão proibidas desde 2015.
Entre as chapas eleitas, as duas maiores “autodoações” foram feitas por titulares: Professor Oriovisto Guimarães (PODE-PR) e Eduardo Girão (PROS-CE). O senador eleito pelo Paraná transferiu R$ 3,3 milhões para a própria candidatura – o equivalente a 98% do total de receita. Já o senador eleito pelo Ceará injetou R$ 2,7 milhões (ou 80,1% do total de receita da candidatura).
G1

Nossa ! Essa dinheirama toda ! Tudo por uma boa causa: O povo brasileiro ! É muita bondade.