Diversos

Em cinco anos, Brasil perde 23,6 mil leitos de internação no SUS; RN perde 299 leitos pediátricos

Por interino

Quase 24 mil leitos de internação, aqueles destinados a pacientes que precisam permanecer num hospital por mais de 24h horas – foram desativados na rede pública de saúde desde dezembro de 2010. Naquele mês, o país dispunha de 335,5 mil deles para uso exclusivo do Sistema Único de Saúde (SUS). Em dezembro de 2015, o número baixou para 312 mil – uma queda de 13 leitos por dia. As informações foram apuradas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) junto ao Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), do Ministério da Saúde.

Para o presidente do CFM, Carlos Vital, o levantamento mostra, em números, a falta de leitos vivida diariamente por médicos e pacientes nos hospitais brasileiros, o que acaba provocando atrasos no diagnóstico e no início do tratamento, aumentando a taxa de mortalidade. “A insuficiência de leitos para internação ou realização de cirurgias é um dos fatores para o aumento do tempo de permanência nas emergências. São doentes que acabam ‘internados’ nas emergências à espera do devido encaminhamento para um leito adequado, correndo riscos de contrair infecções”, constata.

Dentre as especialidades mais afetadas no período, em nível nacional, constam psiquiatria, pediatria cirúrgica, obstetrícia e cirurgia geral. Já os leitos destinados à ortopedia e traumatologia foram os únicos que sofreram acréscimo superior a mil leitos.

“Na realidade atual, só resta ao usuário do SUS rezar para não adoecer e não precisar de internação hospitalar. Sufocados com o congelamento da tabela SUS, hospitais filantrópicos estão fechando leitos ou cerrando as portas. Governos e municípios também não estão conseguindo manter suas estruturas hospitalares, que estão cada dia mais sucateadas. Mas, como a doença não avisa, as filas de espera não param de crescer e o que vemos são doentes fragilizados, se acumulando em cadeiras e macas improvisadas nos corredores dos prontos-socorros”, lamenta o 1º secretário do CFM, Hermann Tiesenhausen.

leitossusEstados e capitais – Em números absolutos, os estados das regiões Sudeste e Nordeste foram os que mais sofreram redução no período. Só no Rio de Janeiro, por exemplo, pouco mais de sete mil leitos foram desativados desde 2010. Na sequência, aparece Minas Gerais (-3.241 leitos) e São Paulo (-2.908). No Nordeste, a Bahia sofreu o maior corte (-2.126). Entre as capitais, foram os fluminenses os que mais perderam leitos na rede pública (-2.503), seguidos pelos fortalezenses (-854) e brasilienses (-807). VEJA RIO GRANDE DO NORTE AQUI e PEDIÁTRICO AQUI

Na outra ponta, apenas oito estados apresentaram números positivos no cálculo final de leitos SUS ativados e desativados nos últimos cinco anos: Rio Grande do Sul (806), Mato Grosso (397), Rondônia (336), Santa Catarina (121), Espírito Santo (115), Amapá (87), Mato Grosso do Sul (56) e Tocantins (15). Nas capitais, 12 delas conseguiram elevar a taxa de leitos, o que sugere que o grande impacto de queda tenha recaído sobre as demais cidades metropolitanas ou interioranas dos estados.

Enquanto os 150 milhões de brasileiros que dependem exclusivamente do SUS perderam quase 24 mil leitos desde 2010, o quantitativo na rede suplementar e nas unidades privadas aumentou em 2,2 mil o número de leitos no mesmo período. Ao todo, 17 estados elevaram o montante na rede “não SUS” até dezembro de 2015. Apenas Rio de Janeiro e Ceará sofreram decréscimos significativos, da ordem de 1.751 e 1.042 leitos a menos, respectivamente.

Leitos de observação e UTI – O levantamento do CFM apurou ainda os leitos de repouso ou de observação, utilizados para suporte das ações ambulatoriais e de urgência, como administração de medicação endovenosa e pequenas cirurgias, com permanência de até 24 horas no ambiente hospitalar. Nesta categoria, houve um aumento de 14% na quantidade de leitos no período.

Também foram apurados pela autarquia os leitos reservados às Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

Ao contrário dos leitos de internação, essa rede apresentou alta de 23%, passando de 33.425 em dezembro de 2010 para 40.960 no mesmo mês de 2015. Apesar do acréscimo, uma análise detalhada do CFM constatou indícios de que quantidade de leitos de UTI na rede pública (49% do total) ainda seja insuficiente para atender as demandas da população. Leia mais em 86% das cidades brasileiras não possuem nenhum leito público de UTI.

Abaixo da média mundial – Embora a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) não recomendem ou estabeleçam taxas ideais de leitos por habitante, é possível observar que, em relação a outros países com sistemas universais de saúde, o Brasil aparece com um dos piores indicadores.

De acordo com o relatório de Estatísticas de Saúde Mundiais da OMS de 2014, o Brasil possuía 2,3 leitos hospitalares (públicos e privados) para cada grupo de mil habitantes no período de 2006 a 2012. A taxa é equivalente à média das Américas, mas inferior à média mundial (2,7) ou as taxas apuradas, por exemplo, na Argentina (4,7), Espanha (3,1) ou França (6,4).

Segundo o relatório, a densidade de leitos pode ser utilizada para indicar a disponibilidade de serviços hospitalares. As estatísticas de leitos hospitalares são geralmente extraídas de registros administrativos de rotina, como as bases do CNES, no caso do Brasil.

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

[VÍDEO] Flávio defende reforma do Judiciário e diz que Alexandre de Moraes atua como “articulador político de Lula em Brasília”


Vídeo: Reprodução/TV Globo

Flávio Bolsonaro (PL) defendeu uma reforma no Judiciário, voltou a criticar a atuação do ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal (STF) e afirmou que o magistrado atua como “articulador político de Lula em Brasília”.

Ele citou que a atuação político-partidária é uma das hipóteses previstas em lei para abertura de um processo de impeachment contra ministros do STF. “É o que nós vemos com alguns ministros do STF, por exemplo, tomar decisões quando obviamente deveria se tornar suspeito. Foi o que mais Alexandre de Moraes fez”, declarou.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

ESCALADA DA GUERRA: Rússia atinge maior siderúrgica ucraniana após Trump suspender sanções


Foto: Reprodução/@SESU_UA

O Ministério da Defesa da Rússia informou que realizou um ataque de grande escala contra a maior siderúrgica da Ucrânia, situada em Kryvyi Rih, na madrugada deste sábado (17). De acordo com Moscou, a planta industrial era utilizada para fornecer produtos de aço ao complexo militar-industrial ucraniano.

Paralelamente à ofensiva na siderúrgica, autoridades ucranianas relataram bombardeios em diversas regiões do país, incluindo Kharkiv, Zaporizhzhia e Rivne.

Na cidade de Kherson, a situação foi particularmente crítica: a Rússia lançou oito bombas aéreas guiadas contra um bairro residencial, danificando 10 edifícios. O Serviço de Emergência da Ucrânia informou que várias pessoas ficaram soterradas, das quais sete foram resgatadas com vida. O balanço oficial aponta uma morte e 21 feridos no local, entre eles duas crianças.

Os ataques também deixaram feridos em outras localidades: 15 pessoas em Kharkiv (incluindo três crianças), cinco em Zaporizhzhia (incluindo uma criança) e duas em Rivne.

Contexto diplomático

A nova onda de bombardeios ocorre um dia após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, suspender um pacote de sanções contra a Rússia que havia sido aprovado pelo Congresso norte-americano e sancionado por ele próprio no mês passado. A medida tinha como objetivo principal pressionar o governo russo a encerrar o conflito armado contra a Ucrânia.

Com informações do Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

[VÍDEO] FIM DA REELEIÇÃO “Eu só preciso de um mandato para começar a concertar o Brasil”, disse Flávio Bolsonaro na sabatina na Globo


Vídeo: Reprodução/TV Globo

Flávio Bolsonaro (PL) reafirmou que não será candidato à reeleição, caso vença a disputa presidencial de 2026. “Eu só preciso de um mandato para começar a concertar o nosso país de verdade”, disse ele, na sexta-feira (16), na sabatina da TV Globo.

“Eu não estou disputado o poder. Eu estou disputando o futuro da nossa nação. Estou aqui me comprometendo: eu só preciso de um mandato, porque eu não quero começar um mandato já pensando na reeleição”, declarou.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

PORQUE?: PT pede ao TSE para desvincular “Exército do Lula” da campanha


Foto: Reprodução/Estadão

A coligação que apoia a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta sexta-feira (16), para solicitar que o canal de WhatsApp “Exército do Lula” deixe de ser considerado parte integrante da estrutura oficial de sua campanha. O espaço é administrado pelo deputado federal André Janones (Rede).

O pedido baseia-se nas novas regras aprovadas pela própria Corte Eleitoral no mesmo dia, que definem os critérios para determinar quando canais mantidos por apoiadores integram formalmente a estrutura de uma candidatura.

Na petição encaminhada à Justiça Eleitoral, a coligação Brasil Pronto pra Mais argumenta que o canal não recebe verbas, equipamentos, serviços ou suporte técnico de profissionais contratados pela campanha. A defesa também nega a existência de qualquer coordenação editorial sobre as publicações ou o direcionamento de usuários a partir dos perfis oficiais do candidato.

“O canal não recebe recursos, bens ou serviços da campanha, da coligação ou dos partidos que a integram”, afirmam os advogados, reforçando que não há diretrizes sobre o conteúdo divulgado, a frequência do envio de mensagens ou metas a serem cumpridas.

Novas regras e histórico do caso

A nova regulamentação do TSE inseriu os artigos 33-E a 33-G na resolução sobre propaganda eleitoral, estabelecendo que fatores como compartilhamento de estrutura, repasse financeiro, divulgação em perfis oficiais e coordenação de conteúdo podem indicar vínculo formal. A comprovação de apenas um desses critérios já é suficiente para enquadrar a rede na estrutura do candidato.

No entanto, a equipe jurídica do PT defende que o “Exército do Lula” é uma iniciativa espontânea de pessoa física, o que, isoladamente, não caracteriza vínculo com a campanha.

Com informações da CNN Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

[VÍDEO] FIM DA ESCALA 6X1: Flávio Bolsonaro disse que “ouviu os trabalhadores” e votou conforme o que viu nas ruas


Vídeo: Reprodução/TV Globo

Flávio Bolsonaro (PL) justificou sua mudança de posição a respeito do fim da escala de trabalho 6×1, aprovada na última quarta-feira (14) no Senado e promulgada nesta sexta-feira (16) no Congresso Nacional, afirmando que votou conforme o que viu nas ruas.

“Eu rodei o Brasil inteiro, eu ouvi muitos trabalhadores e eu votei conforme o que eu ouvi nas ruas. Como eu ouvi da grande maioria dos trabalhadores que eles estavam favoráveis ao fim da escala 6×1, eu resolvi seguir a maioria dos trabalhadores”, disse, ao participar da sabatina na TV Globo.

O candidato também assegurou que, se for eleito presidente, não vai se empenhar para reverter o fim da escala 6×1, como defendem alguns aliados dele do PL.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

[VÍDEO] Merval Pereira diz que Flávio Bolsonaro foi muito bem na sabatina da Globo


Vídeo: Reprodução/TV Globo

O comentarista da Globo News, Merval Pereira avaliou que o Flávio Bolsonaro foi muito bem na sabatina da Globo nesta sexta-feira (16). A avaliação do jornalista foi realizada durante a exibição do programa Central das Eleições, onde ele e outros analistas políticos debateram o desempenho dos candidatos após as rodadas de entrevistas da TV Globo.

Ao ser questionado sobre o impacto e o saldo das entrevistas, o jornalista e comentarista Merval Pereira destacou que, na sua avaliação, o cenário segue empatado entre as principais candidaturas. “Acho que continua empatado. O Lula foi muito bem ontem [quinta-feira], o Flávio foi muito bem hoje [sexta]. Embora eu discorde do ponto de vista dos dois, os dois foram muito bem como candidatos”, pontuou Merval Pereira. 

A discussão faz parte da repercussão promovida pela Globo News para analisar o cenário eleitoral e o discurso de Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Sabatina. 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

[VÍDEO] “O maior ajuste fiscal é tirar o Lula”, diz Flávio Bolsonaro na sabatina da Globo ao desmentir fake news usadas pela campanha de Lula


Vídeo: Reprodução/TV Globo

Em sabatina na TV Globo, na sexta-feira (16), Flávio Bolsonaro (PL) desmentiu uma série de fake news que vêm sendo disseminadas pela campanha do presidente Lula (PT). Ele assegurou que manterá a política de reajuste do salário mínimo acima da inflação, disse que não vão desvincular a correção das aposentadorias do reajuste do salário mínimo e reafirmou que não acabará com os pisos mínimos da saúde e da educação.

“O meu concorrente está promovendo um verdadeiro terrorismo em cima de servidores públicos, em cima de estatais, dizendo que eu acabaria com as aposentadorias, que eu acabaria com os servidores públicos e que eu privatizaria o Banco do Brasil, Caixa e Petrobras”, disse Flávio Bolsonaro.

O candidato do PL afirmou ainda que “o maior ajuste fiscal que o Brasil pode fazer é tirar o Lula”. “Ele hoje é o maior problema para esse desencontro de contas”, declarou.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Brasil

Folha nega dinheiro ou influência de Vorcaro em reportagens e acusa Metrópoles de mentir em retaliação

Reprodução

A Folha de S.Paulo acusou o portal Metrópoles de publicar uma reportagem mentirosa sobre o veículo, como retaliação a revelações sobre o site e negou ter adiado ou amenizado uma matéria sobre Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, publicada em agosto de 2024.

Em texto publicado nesta sexta-feira (16), a Folha afirma que a reportagem original foi divulgada após a conclusão da apuração e incluiu questionamentos sobre a situação financeira do banco, operações investigadas e relações com autoridades. O jornal sustenta que o encontro entre Vorcaro e a equipe ocorreu para registrar a versão do banqueiro.

A manifestação veio após o Metrópoles divulgar mensagens que indicariam uma oferta de R$ 1 milhão de Vorcaro ao gestor de crise Guilherme Barros para tentar adiar ou amenizar a publicação. Segundo a própria Folha, a reportagem foi publicada e não houve uma versão alternativa do texto.

A Folha também informou que o Banco Master gastou R$ 516,4 mil em anúncios no jornal entre 2021 e 2025, valor que, segundo a publicação, corresponde a cerca de 2,58% de um pagamento de R$ 20 milhões atribuído ao banco em contratos com o Metrópoles. A CEO do portal, Lilian Tahan, nega que o contrato publicitário tenha influenciado a cobertura editorial.

Com informações da Folha de São Paulo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Globo afirma que almoço com Flávio não teve representantes do Jornalismo

Reprodução

A TV Globo confirmou que o senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, almoçou nesta sexta-feira (16) com integrantes da cúpula da emissora, no Rio de Janeiro, horas antes de sua sabatina no Jornal Nacional. A emissora destacou que representantes da área de Jornalismo não participaram da reunião e afirmou que encontros institucionais com candidatos fazem parte da rotina de seus executivos.

O encontro foi revelado pela coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles.

Em nota, a Globo informou que Flávio foi recebido por João Roberto Marinho, presidente do Grupo Globo, e Paulo Tonet, vice-presidente de Relações Institucionais.

Flávio esteve acompanhado do senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral de sua campanha, e de um assessor de imprensa.

A visita ocorreu um dia após a sabatina de Lula (PT) no Jornal Nacional. De acordo com auxiliares ouvidos pela coluna, o presidente não teria recebido convite para um encontro semelhante com os executivos da emissora.

Com informaçõe do Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Brasil

Vorcaro teria pago R$ 1 milhão para “adiar” e “amenizar” reportagem na Folha de S.Paulo

Reprodução

Mensagens atribuídas a Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, indicam que ele ofereceu R$ 1 milhão ao gestor de crise Guilherme Barros para tentar adiar a publicação de uma reportagem da Folha de S.Paulo e influenciar seu conteúdo. As conversas foram divulgadas pelo Metrópoles nesta sexta-feira (16).

Em agosto de 2024, Vorcaro orientou Barros a usar seus contatos para impedir que o texto fosse publicado naquele momento, alegando que a divulgação poderia comprometer o banco. Segundo as mensagens, a reportagem foi publicada 22 dias depois, com informações favoráveis ao Master. Barros posteriormente mencionou o pagamento de um success fee e Vorcaro respondeu que ele merecia receber.

A Folha nega que tenha segurado ou amenizado a reportagem e afirma que o texto foi publicado no prazo previsto. O jornal também declarou que seu diretor de redação, Sérgio Dávila, só tomou conhecimento das mensagens sobre o pagamento após a divulgação do caso. A publicação afirma que as alterações posteriores no texto foram feitas para incluir informações sobre a prisão de Vorcaro, em novembro de 2025.

 

Com informações do Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *