Na véspera da vigência da nova lei trabalhista, o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, falou em pronunciamento à nação a noite de hoje (10) em cadeia de rádio e TV. Ele reafirmou o discurso do governo de que a reforma trabalhista veio para gerar empregos e não para retirar direitos.
“A modernização teve como base três eixos: consolidar direitos, promover a segurança jurídica e gerar empregos. Consolidar direitos, pois direito não se revoga, apenas se aprimora. Promover a segurança jurídica, pois apenas ela traz crescimento econômico duradouro. E apenas o crescimento econômico pode gerar empregos, o maior de todos os direitos do trabalhador. Assim, foram mantidos todos os direitos trabalhistas”, disse Nogueira.
O ministro disse ainda que “o Brasil que trabalha, que quer crescer, comemora a entrada em vigor da lei da modernização trabalhista” e afirmou que o país venceu a crise e está gerando empregos. “Este ano, mais de 1 milhão de pessoas passaram a ter ocupação com renda. Foram criados mais de 208 mil postos de trabalho com carteira assinada. Vencemos a recessão e o emprego voltou. Com a modernização trabalhista iniciamos um novo tempo: o tempo de mais empregos, de mais esperança e de otimismo”.
Horas antes do pronunciamento do ministro do Trabalho, centrais sindicais organizaram protestos em diversos estados pedindo a revogação de alguns pontos do texto da reforma.
Segundo os sindicalistas, a lei tem artigos que tiram direitos dos trabalhadores. Entre os pontos apontados como mais problemáticos, citam o trabalho intermitente e o fim da homologação das demissões pelos sindicatos.
ISTOÉ

Uma reforma patrocinada simemte pela FIESP e empresários do País vai defender e olhar pro trabalhador?
É cada uma.
Graças à Deus a relação empregado trabalhador saiu dos anos 40! Só a vagabundagem e os desinformados que são contra a modernização das leis trabalhistas!
A previdencia pode ser como autonomo e privada , o resto é perfumaria !!!
Direitos dos empresários, o jumento trabalhador vai aposentar quando trabalhando uma ou duas vezes por semana???,?me diz??? Ao Bel prazer do empregador!!!!o trabalhador deve lembrar de Rogério Marinho no inferno que ele os colocou, escravidão branca agora!!!
Somente no contexto de histeria generalizada pelo qual passa o Brasil se faz a comparação com a escravidão de relações trabalhistas onerosas e voluntárias.
Piada pronta. Esses caras são muitos criativos.