Ao assumir a presidência da Petrobras, no último dia 1º, Pedro Parente afirmou que a companhia terá autonomia para estabelecer sua política de preços de combustíveis, decisão que, segundo ele, é de “natureza empresarial”. Só que, no Formulário de Referência 2015, elaborado ainda na gestão de Aldemir Bendine, no governo Dilma Rousseff, a companhia deixa claro que sofre ingerência da União. No texto, a petrolífera afirma que o governo federal, por ser o acionista majoritário, “pode perseguir a adoção de certas políticas macroeconômicas e sociais através da Petrobras”. Além disso, o texto afirma que não se pode descartar a volta do controle de preços dos combustíveis, livres desde 2002.
Em outro trecho do relatório, a empresa afirma que, “baseado em decisões do Controlador da Companhia, a Petrobras teve, e pode continuar a ter, períodos durante os quais os preços dos produtos vendidos no Brasil não estavam em paridade com os preços internacionais.”
O relatório detalha os resultados financeiros da companhia no exercício de 2015 e traz a visão da empresa sobre o mercado. O documento, enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e aos investidores em 30 de maio, ainda é taxativo: “Não há garantias de que o controle de preços não será reinstituído.”
‘ASSSUTA VER COMO É FEITA A GESTÃO’
Analistas de mercado não consideram uma novidade a interferência do governo federal nos preços dos combustíveis. O que surpreendeu, dizem, é que, pela primeira vez, a Petrobras foi contundente.
— Assusta a gente ver uma empresa, que já foi uma das maiores do mundo, ter esse tipo de informação no relatório (Formulário de Referência) e admitir que é usada como instrumento político. É uma empresa que tem investidores particulares e é estratégica. Assusta ver como é feita a gestão da companhia — afirmou Paulo Figueiredo, diretor de Operações da FN Capital.
Analistas apontam que a Petrobras já investiu em diversos projetos não por decisão empresarial, mas por determinação do governo. Eles citam, por exemplo, o fato de a companhia ter se tornado sócia na produção de etanol e de matérias-primas para o biodiesel, como óleo de mamona. Há ainda a compra de participações em pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e projetos de fertilizantes. O diretor do Centro Brasileiro de Infra Estrutura (CBIE), Adriano Pires, lembra as refinarias: uma no Maranhão, outra no Ceará e Abreu e Lima, já em operação em Pernambuco — esta, fruto de um acordo entre Brasil e Venezuela, na época presidida por Hugo Chávez, que nunca enviou os recursos prometidos para o projeto.
O GLOBO

Esse relatorio comprova claramente que o preço do petroleo é controlado pela Governo Federal e que não existe a livre concorrencia nesse setor, diferentemente, do que prega os donos de postos de Natal, que aumentam os combustiveis acima do que estipula a Petrobras!!!
Nenhuma novidade nisso…
Se não mudar o sistema político no país, continuará assim até o mundo se acabar
Se não tem competência larga o osso. “Como diz os mais antigos”. Esta com cara de quem estar com medo. Falei!!!!!!!
A quadrilha vermelha passou mais de 13 anos saqueando e destruindo a Petrobrás (e o Brasil como um todo). Além de incompetentes, os "vermelhinhos" são corruptos e mal intencionados com relação à democracia brasileira. Afinal, onde já se viu comunista defender democracia? Usam nossas instituições e a liberdade do sistema para destruí-lo e implantar, por aqui, uma ditadura de esquerda. Mas a cadeia será pequena para esses bandidos e seus sócios, sejam de que partido forem.
So vomitou mortadelas