
Peça-chave na articulação para fazer de Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) embaixador em Washington, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), tem demonstrado preocupação com o caso. O democrata vem empenhando sua força pessoal junto aos colegas para reduzir ao máximo as chances de uma derrota em votação no plenário da Casa. Segundo relatos, ele tem dito que um veto ao filho de Jair Bolsonaro fecharia para sempre as portas de sua administração junto ao Planalto.
Nas últimas semanas, Bolsonaro fez uma série de gestos ao presidente do Senado e aos parlamentares. Destravou a indicação de cargos e prestigiou dirigentes de partidos que têm assento na Casa. Alcolumbre, por sua vez, tem dito que vai dividir com os colegas as vagas que puder indicar.
Deputados e senadores devem concretizar nos próximos dias a indicação de aliados a postos de projeção regional. As nomeações de dirigentes da Codevasf e do FNDE couberam ao DEM. As do Banco do Nordeste, ao PP do Senado.
Alcolumbre e aliados do governo proveram conversas com as bancadas partidárias. Mesmo com os afagos às legendas, não há jogo fácil para a aprovação de Eduardo no radar. No PP, por exemplo, são dois votos a favor, um contra e dois indecisos.
Ministros do STF preveem um caminho menos acidentado para o filho do presidente na corte. A aposta é a de que, hoje, a maioria entende que a indicação para postos políticos é privativa do presidente, o que inviabilizaria uma acusação de nepotismo.
Marco Aurélio Mello é um dos poucos ministros que falaram publicamente sobre o assunto. Na ocasião, disse entender que o episódio configura nepotismo.
As discussões vão se desenrolar sobre a súmula vinculante número 13 do STF, que veda a indicação de familiares para cargos administrativos, mas deixa brecha para a escolha de ocupantes de postos políticos.
Aliados de Alcolumbre dizem que, em privado, ele trabalha com um calendário mais justo para a aprovação da reforma da Previdência. Fala em votar a proposta em cerca de 40 dias, até o fim de setembro. Publicamente, ele tem falado em algo entre 45 e 60 dias.
Painel/Folha de S.Paulo
O Brasil ainda eterniza a profissão de puxa-saco oficial dos governantes… será que o inferno ainda aceita esse tipo de gente vendida?
concordo com este babaca embaixador no EUA e o outro irmão na Líbia e o outro no Irã.
Muito engraçado ver o Ministério Público, que vive pegando no pé de prefeitos, vereadores e Secretários de pequenos municípios, ficar pianinho vendo esse caso de nepotismo desbocado e não fazer nada.
Quem te viu MP…
Com uns é uma fera e com outros um gatinho.
Ok!
Bolsonaro vai tirar o filho e vai nomear um petralha, ta bom assim??
NÃO AMIGO BALOTELI, O PRESIDENTE DEVE NOMEAR QUEM ESTIVER DENTRO DOS CRITÉRIOS E PREENCHER OS REQUISITOS DENTRO DA CARREIRA DE DIPLOMATA, DENTRO DE UMA CONCORRÊNCIA BASEADA EM LEI.
Quem for aprovado, deve ser nomeado. É ASSIM QUE AS COISAS DEVEM ACONTECER NUMA REPÚBLICA ONDE A LEI MAIOR É UMA CONSTITUIÇÃO.
Por isso acabamos com o IMPERIALISMO, que vcs parecem defender.
Não era isso que vcs defendiam, a tal MERITOCRACIA?
Quer dizer que Celso Amorim era tudo isso que tu tá dizendo Franco??