Política

‘Empregador que tiver juízo não vai correr risco’, diz ministro do Trabalho

BRASÍLIA, DF, BRASIL, 22.12.2016. O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, participa de Cerimônia de assinatura de MP com Medidas do Programa de Manutenção e Geração de Empregos. (FOTO Alan Marques/ Folhapress) PODER
O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, disse que, com a reforma trabalhista, os empresários que tenham “juízo” evitarão correr o risco de chamar trabalhador sem contrato formal de emprego. “Aquele empregador que tenha juízo não vai correr o risco de ter em seu ambiente de trabalho um trabalhador prestando serviço sem a devida formalização.” Nogueira respondeu que o governo “respeita” a decisão do Congresso, ao ser questionado se é a favor de todos os pontos da reforma.
O ministro reconheceu a necessidade de aprimorar o texto, segundo o combinado com o Senado, mas disse que não há hipótese de precarização do trabalho. “Não existe um brasileiro que queira reduzir direitos.” Pergunta – A Câmara alterou bastante a proposta de reforma trabalhista. O senhor concorda com todos os pontos aprovados? Ronaldo Nogueira – O governo adotou o princípio do diálogo, para possibilitar a participação de todos os atores do mundo do trabalho. Viajei pelo país conversando com trabalhadores e empregadores para construir um texto que contemplasse a expectativa deles.
A Constituição prevê três Poderes independentes, mas harmônicos entre si. E o governo respeita as posições adotadas pelo Legislativo. Defende alterações? Nogueira – Pretendemos fazer com que a legislação se consolide fundamentando princípios concebidos na proposta original: consolidar direitos, porque não há hipótese de precarização, e criar segurança jurídica. Não existe desenvolvimento econômico sem segurança jurídica. E não existe desenvolvimento social sem desenvolvimento econômico. Há críticas de que os empresários foram mais ouvidos que os trabalhadores. É uma proposta equilibrada? Nogueira – Foram ouvidos trabalhadores e empregadores.
O conjunto da sociedade participou ou de forma direta, em audiências públicas, ou por meio de seus representantes legítimos, que compõe o Congresso. Mas as centrais sindicais se queixam de que não foi garantida uma alternativa ao imposto sindical obrigatório. Nogueira – A contribuição sindical não foi extinta, só deixou de ser obrigatória, como ocorre em outros países do mundo moderno. Tenho certeza de que o movimento sindical no Brasil vai se surpreender, porque o trabalhador terá consciência da importância do sindicato. O sr. havia dito que haveria, por meio de medida provisória, a possibilidade de uma nova forma de custeio. Por que o governo não a promoveu? Nogueira – O que eu defendo é a regulamentação. Continuo defendo. O Congresso decidiu que a contribuição sindical é facultativa e eu respeito. Mas, assim como em outros países modernos, também existe a contribuição da negociação coletiva para subsidiar e financiar as despesas da própria convenção coletiva. O governo vai regulamentar uma forma alternativa? Nogueira – Da parte do presidente Michel Temer, permanece a orientação de diálogo. A iniciativa não pode ser exclusiva da vontade do governo. O governo tem de harmonizar a vontade do conjunto da sociedade.
A reforma terá impacto no emprego no curto prazo? Nogueira – A geração de emprego já é realidade só pela expectativa da implementação da modernização da legislação trabalhista. Com a reforma, o empregador não terá medo de contratar, porque terá a certeza de que vale o que está escrito. E o trabalhador terá a certeza de que os direitos previstos também serão assegurados. Nos próximos dois anos, com as regulamentações do trabalho intermitente, da jornada parcial e da atividade à distância, o país terá condições de gerar cerca de 2 milhões de empregos. Críticos argumentam que, no trabalho intermitente, o trabalhador não saberá quanto vai ganhar no fim do mês. Nogueira – As pessoas que hoje trabalham nessa atividade estão na informalidade. Nossa preocupação é tirá-los da informalidade e criar um ambiente de emprego digno. Se no mundo moderno são regulamentados esses contratos trabalho –intermitente, remoto, por jornada parcial– e os filhos dos brasileiros estão migrando para esses países, por que só no Brasil essa modalidade será precária? De que forma a reforma garante que os trabalhadores informas serão formalizados? Nogueira – O Ministério do Trabalho, via auditores fiscais, vai cumprir a sua prerrogativa de promoção de políticas ativas de proteção ao trabalhador. A nova lei aumentou em oito vezes a multa para os casos de informalidade nas relações do trabalho. Aquele empregador que tenha juízo não vai correr o risco de ter em seu ambiente de trabalho um trabalhador prestando serviço sem a devida formalização. Vamos atuar de forma permanente. Como? Nogueira – Aumentar ações, estabelecer metas para que combate à informalidade seja constante. Mais operações, com foco determinado. A lei não vem para brincar, vem para ser aplicada. Vamos oferecer ao mercado segurança jurídica.
O presidente do TST (Tribunal Superior do Trabalho) disse, em entrevista à Folha de S.Paulo, que é necessário reduzir direitos para aumentar nível de emprego. O sr. concorda? Nogueira – Acredito que tenham interpretado de forma equivocada a manifestação do ministro Ives [Ives Gandra Martins Filho]. Ele é um defensor dos direitos do trabalhador. Não há hipótese de o trabalhador perder direito. Não existe um brasileiro que queira reduzir direitos. O governo combinou com o Senado o envio de uma MP para alterar pontos. A mudança virá por MP ou projeto de lei? Nogueira – Neste momento, não posso assegurar. O governo é um conjunto e isso tem que ser construído harmonicamente com o Congresso Nacional. Se for um projeto de lei, a proposta entra em vigor sem as mudanças prometidas. Isso compromete a segurança jurídica? Nogueira – O mundo não começa no dia 11 e não termina no dia 11. Precisamos ir avançando passo a passo e sempre com disposição do diálogo. É muito importante que sejam aprimoradas essas questões.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. O Juízo do empregador é só o lucro. Depois de promover a precarização extrema do trabalho, o ministro tenta um discurso falso. Hipocrisia

    1. Bom mesmo é que não existissem empregadores nem empregados. Só trabalhadores. Haveria superávit de produção e ninguém teria do que reclamar. E o PT viraria Partido de Todos, tanto de coxinhas como de mortã-délas.

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[VÍDEO] OPERAÇÃO ‘DOMÍNIO DA LEI’: Polícia Civil desarticula laboratório de drogas e prende quatro pessoas em Extremoz

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrou, nesta terça-feira (25), a Operação “Domínio da Lei” para desarticular uma organização criminosa com atuação em Extremoz, na Grande Natal. Três pessoas foram presas por mandados judiciais e uma em flagrante.

Durante as buscas, os policiais localizaram um laboratório usado para refino e prensa de drogas no bairro Portal do Sol. No imóvel, foram apreendidos cerca de 3 quilos de cocaína, 200 gramas de maconha e materiais utilizados na preparação dos entorpecentes.

Em outro endereço ligado a um suspeito apontado como uma das lideranças do grupo, a polícia encontrou R$ 25 mil em dinheiro. As investigações continuam para localizar os demais alvos e identificar outros envolvidos.

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[VÍDEO] Lula encerra entrevista e não responde sobre apurações da PF envolvendo Lulinha

O presidente Lula encerrou a breve entrevista que concedia à imprensa, ignorando questionamentos feitos por jornalistas sobre as investigações da Polícia Federal envolvendo seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e o ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola.

Após participar das comemorações do Dia do Soldado, em Brasília, nesta terça-feira (25), Lula foi até onde estavam as equipes de imprensa e comentou sobre a participação das mulheres nas Forças Armadas.

Ao encerrar a fala, não deu espaço para novas perguntas e deixou o local, enquanto jornalistas perguntavam sobre os impactos do caso Lulinha na campanha presidencial.

No domingo (23), em entrevista à TV Record, o petista afirmou que ninguém ficará impune caso tenha cometido algum erro e disse que Lulinha terá de “provar sua inocência”.

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Governo do Estado vai construir nova cadeia pública com 189 vagas na Zona Norte de Natal; obra deve custar R$ 7,13 milhões

Imagem ilustrativa | Foto: Reprodução

O Governo do Rio Grande do Norte homologou a licitação para construção da Cadeia Pública do Potengi, na Zona Norte de Natal. A nova unidade prisional que será construída na capital poiguar terá 189 vagas. A obra deve custar R$ 7,13 milhões. A cadeia será construída na Travessa Macaé, no bairro Potengi.

Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária (Seap), a unidade será destinada a detentos do sexo masculino. O contrato inclui a execução da obra, além do fornecimento de materiais, equipamentos e mão de obra. Segundo o governo, o projeto já recebeu aprovação técnica federal e deverá seguir as exigências ambientais previstas.

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[VÍDEO] Ao lado de Níkolas Ferreira, Flávio Bolsonaro conta como foi sua conversão à religião evangélica

Em relato ao deputado federal Nikolas Ferreira, o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro contou como e em que momento da vida aconteceu sua conversão ao evangelho.

“Eu sempre fui evangélico, eu cresci, meus avós são [da congregação] Batista, minha mãe é Batista. Eu já frequentava a igreja, mas nunca praticava aquilo que eu lia na Bíblia, eu lia a Bíblia sempre”, dizia Flávio no momento em que foi interrompido por Nikolas e chamado ironicamente de “Transcristão” pelo deputado. “Se sentia cristão, mas não era”, brincou.

Flávio conta que se converteu em 2022 e explicou o processo. “Foi uma virada de chave, eu entendi que estava fazendo tudo errado, tenho que estar mais perto da minha família, da minha esposa. E ela junto comigo, me apoiando. Foi uma conversão minha junto com ela. […] Foi a melhor coisa que fiz na minha vida”.

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Justiça Eleitoral barra uso de ‘Bolsonaro’ por candidatos no MT e RJ sem parentesco com o ex-presidente e ordena troca de identificação na urna

Foto: Isac Nóbrega/PR

A Justiça Eleitoral começou a barrar nomes de candidatos que não fazem parte da família de de Jair Bolsonaro e tentam associar o nome ex-presidente às suas identificações nas urnas. Decisões recentes no Rio de Janeiro e em Mato Grosso determinaram a retirada da referência a Bolsonaro dos nomes de dois candidatos.

No Rio, o TRE-RJ impediu o candidato do PL a deputado federal Renato de Araújo Corrêa de usar o nome de urna “Renato Araújo do Bolsonaro”. Apesar de ter relação pessoal com Jair Bolsonaro e seus familiares, a Justiça entendeu que a identificação poderia induzir o eleitor a acreditar em um vínculo familiar inexistente.

Em Mato Grosso, a candidata do Novo a deputada estadual Flaviane Ramalho de Oliveira também foi impedida de usar “Flaviane do Bolsonaro”. Ela deverá concorrer como “Dr.ª Flaviane Ramalho”. A Justiça considerou que não havia comprovação de que ela fosse conhecida por esse nome antes da atual campanha.

As decisões reforçam a ofensiva do Ministério Público Eleitoral contra o uso de nomes de líderes políticos nas urnas quando a identificação puder provocar confusão entre os eleitores. Um levantamento divulgado pelo jornal O Globo mostrou que pelo menos 39 candidatos registraram “Lula” ou “Bolsonaro” no nome de urna em 2026, e ao menos sete já haviam recebido ordem judicial para retirada das referências.

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ALERTA NA CAMPANHA: Crises das Casas Bahia e da Braskem preocupam aliados de Lula

Foto: Isabella Finholdt/Estadão

A crise financeira de grandes empresas entrou no radar da campanha de reeleição do presidente Lula. Segundo a jornalista Milena Teixeira, do Metrópoles, aliados temem que a oposição use os casos para associar as dificuldades das companhias aos juros elevados e reforçar o discurso de que empresas não conseguem sobreviver no atual governo.

A maior preocupação é com as Casas Bahia, pela popularidade da marca e pelo número de trabalhadores e consumidores ligados à empresa. O grupo pediu recuperação judicial para renegociar R$ 17,3 bilhões em dívidas.

A Braskem protocolou pedido de recuperação extrajudicial para reestruturar uma dívida de cerca de R$ 56 bilhões. A Petrobras detém 47% do capital votante da petroquímica.

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Carnatal 35 anos tem lançamento marcado para quinta-feira (27), na Arena das Dunas

Em sua edição que celebra 35 anos de história, o Carnatal 2026 será lançado na quinta-feira (27), em evento que acontece na Arena das Dunas a partir das 19h. O lançamento vai ocorrer em dois momentos: uma entrevista coletiva com a imprensa e a apresentação das novidades para convidados.

Além das atrações dos blocos e do camarote Skol, os diretores vão revelar iniciativas inéditas que prometem ampliar ainda mais o impacto do evento na cidade além, claro, de novidades para esta edição especial de 35 anos. Inclusive, a abertura de vendas tanto de abadás quanto do camarote Skol acontece na própria quinta-feira durante o lançamento.

Vale ressaltar que, além de reunir grande nomes do cenário musical do Brasil, o Carnatal é um dos eventos que mais movimenta a economia do Rio Grande do Norte.

De acordo com pesquisa do Instituto Fecomércio RN, a edição do ano passado movimentou R$ 155 milhões na economia, registrando crescimento de quase 38% em relação a 2024 e reforçando o impacto positivo sobre comércio, serviços e turismo em Natal.

Outro ponto que atesta a força do evento é a avaliação do público que foi considerada consistente pela pesquisa. A nota média do evento ficou em patamar elevado de 9,14, e mais de 90% dos participantes disseram pretender voltar na edição deste ano, mostrando a fidelidade que reforça a relevância da festa para o calendário turístico-local. A pesquisa envolveu 705 entrevistados entre frequentadores e 200 empresários, com nível de confiança de 95% e margem de erro próxima a 3 pontos.

Mais informações a respeito dos blocos, camarotes e outras novidades podem ser encontradas nos perfis oficiais @carnatal e @sigaclap nas redes sociais.

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PESQUISA DATA CAPITAL: Zenaide lidera corrida para o Senado na soma dos 2 votos

A senadora Zenaide Maia (PSD) aparece na liderança da disputa pelo Senado quando considerados os dois votos que cada eleitor dará nas eleições de 2026, segundo a nova pesquisa DataCapital. No cenário estimulado, Zenaide alcança 25% no primeiro voto e 25% no segundo, chegando a 50% na soma das duas escolhas e superando os demais candidatos.

Styvenson Valentim (Podemos) registra 32% no primeiro voto e 16% no segundo, somando 48%. Rafael Motta (PDT) aparece com 11% e 14,2%, respectivamente, enquanto Coronel Hélio (PL) tem 13,6% no primeiro voto e 13,2% no segundo. O resultado reforça a força eleitoral de Zenaide e mostra a senadora liderando justamente no formato que mais se aproxima da votação que será contabilizada nas urnas, com cada eleitor escolhendo dois candidatos.

A pesquisa DataCapital ouviu 2.100 eleitores entre os dias 15 e 18 de agosto, com margem de erro de 2,1 pontos percentuais. O levantamento está registrado no TSE sob o número RN-02513/2026.

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BELA MEGALE: Lula muda de humor e teme impacto eleitoral de investigações envolvendo o filho

 

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Lula estaria mais apreensivo e preocupado com a campanha à reeleição desde que vieram à tona as investigações da Polícia Federal envolvendo seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e o ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola. A informação é da jornalista Bela Megale, de O Globo.

Segundo integrantes do governo ouvidos pela colunista, o Lula tranquilo e bem-humorado de poucas semanas atrás deu lugar a um presidente preocupado com os possíveis reflexos eleitorais das investigações por suspeita de tráfico de influência.

Publicamente, Lula tem afirmado que quem cometer irregularidades deve responder por seus atos e destaca que não interferiu nas investigações. Em conversas reservadas, porém, admite que é difícil dissociar sua imagem das crises envolvendo o filho e o ex-auxiliar e avalia que o caso pode ter impacto decisivo na eleição.

Outro motivo de incômodo seriam as disputas internas no PT e na própria campanha por espaços de poder. Lula tem defendido união entre os aliados diante da disputa eleitoral.

Pesquisa Datafolha divulgada recentemente mostrou Lula com 47% das intenções de voto em um eventual segundo turno, oscilação de um ponto para baixo em relação a julho. Flávio Bolsonaro permaneceu com 43%. Na campanha petista, a avaliação é que o desgaste das investigações já aparece no levantamento. A oscilação acendeu um alerta, embora tenha ocorrido dentro da margem de erro.

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PIRÂMIDE FINANCEIRA: PF investiga esquema com promessa de lucro diário no Seridó

Foto: Polícia Federal

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (25) a Operação Blue Mirage para investigar um suposto esquema de pirâmide financeira em Parelhas, no Seridó potiguar. A investigação apura a captação irregular de dinheiro por meio de uma empresa de investimentos em ativos digitais.

Segundo a PF, investidores eram atraídos pela promessa de rentabilidade fixa diária e bônus pela indicação de novos participantes. Um mandado de busca e apreensão foi cumprido por determinação da Justiça Federal.

A PF investiga se o dinheiro captado era realmente aplicado em ativos digitais, além da origem, do volume e do destino dos recursos. Parte dos valores teria sido transferida para outros endereços digitais.

Os fatos são apurados como possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, contra a economia popular e de lavagem de dinheiro.

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