Enquanto o número de furtos, roubos e homicídios aumentaram, o efetivo da Polícia Militar encolheu 10% no último triênio. Desde 2010, mais de mil homens deixaram a corporação. Por outro lado, a população potiguar cresceu 6,5% no mesmo período. Proporcionalmente, tínhamos um policial responsável por 313 habitantes. Agora, essa proporção subiu para 1 PM/372 habitantes.
Do contingente atual de 9.050 policiais militares, mais de dois mil estão cedidos a outros órgãos ou ocupam cargos administrativos na corporação. A manobra acaba por restringir o número de homens na linha de frente a sete mil. Governo do Estado estuda a possibilidade de realizar concurso para área enquanto parte da categoria promete parar as atividades na próxima terça-feira.
Os números revelam que a principal instituição responsável pelo enfrentamento da violência no Estado sofre desaparelhamento. O comandante da PM/RN, coronel Francisco Canindé Araújo aponta que o déficit de policiais é de 4.416 homens.
A dificuldade em dar respostas positivas contra a bandidagem é composta por outros elementos. Pesa ainda o fato da necessidade de aumento no efetivo não estar restrita à Polícia Militar. A Polícia Civil e Corpo de Bombeiros também registram deficiências. Segundo o Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança Pública do Rio Grande do Norte (Sinpol/RN), o déficit atual é de 3.700 policiais.
O efetivo da Civil também é previsto no ordenamento jurídico do Estado. A Lei Complementar nº 417/2010 define 5.150 homens para a polícia investigativa.
Com informações da Tribuna do Norte
Foto: Ilustrativa
Vão fazer algumas maquiagens agora para a copa, do tipo comprar uns carrinhos e mandar pintar um outro tanto dos carrinhos velhos e dar fardinhas novas aos coitados dos Policiais como sempre fazem e somente só!!!!
E tudo vai ficando por isso mesmo!!!!
Enquanto política e policia caminharem juntas este cenário não muda nunca!!!!
As deficiências humanas da PM seriam bem menores se, por meio de padrinhos, para ter gratificações ou simplesmente para não ir para as ruas, praças e oficiais não estivessem sendo porteiros, vigia de birô, porta bandeira ou outra inutilidade qualquer no TJ, MP, TCE, ALRN e tantos outros Órgãos do estado.
Por moralidade, estes PMs pagos para dar segurança a sociedade deveriam ser obrigados a trabalhar como PMs.
Mas quem vai de encontro a um jogo que beneficia quem cede, quem é cedido e quem recebe essa força sem qualquer ônus, apenas porque prejudica a população?
Melhor dizendo:
Enquanto a corrupção e a população crescem rapidamente, efetivo da PM encolhe 10% em três anos.
O superfaturamento de obras e a má gestão contribuem para a falta de recursos em alguns setores do governo.
Mas prefeito, governador e a presidente da república adoram fazer obras que consumam grandes investimentos.
Na grande maioria das obras, existem indícios de superfaturamento, ocorrência de algum tipo de fraude ou desperdício de dinheiro público.
Se abrirmos a edição online do "Jornal de hoje", vemos que há acusações recíprocas de superfaturamento de obras ocorridas nas gestões de duas figuras públicas locais.
Apesar de existirem os Tribunais faz de Contas, as notícias de casos de corrupção são recorrentes.
A corrupção é endêmica e existe a necessidade que a população exija a aprovação de leis que penalizem severamente quem pratica a corrupção ou desperdiça o dinheiro público.
Enquanto isso não for feito e a sociedade se mantiver na inércia, o Brasil continuará sendo um país inviável.
Enquanto isso paga-se 10 milhões por mês a OAS por um elefante branco.