O enterro da delação de Sérgio Cabral no Supremo contou com atos contraditórios da Procuradoria-Geral da República, além de atitudes incomuns por parte de Dias Toffoli, então presidente da corte. Depois de ser derrotada por Edson Fachin, que homologou a colaboração do ex-governador do Rio, a PGR disse em fevereiro que não se opunha à abertura de novos inquéritos. Em agosto, no entanto, quis o arquivamento de todos os casos, sem qualquer investigação, como mostrou o Painel.
Toffoli recebeu os 12 inquéritos das mãos de Edson Fachin para a função que lhe competia como presidente, de redistribuição. Ele acionou, de maneira atípica, a PGR, alegando que ela detinha panorama mais abrangente das investigações em andamento e que poderia opinar sobre quais ministros deveriam relatar os casos.
Em vez de falar sobre isso, Augusto Aras respondeu em cada um dos casos não ver justa causa para a apuração prosseguir e quis o arquivamento. A PGR diz que não há contradição, pois os momentos processuais eram diferentes. “No momento de opinar pelo arquivamento, como fizera antes a Lava Jato no Rio, a PGR o fez”, afirma.
Painel/Folha de S.Paulo
Foto: Felipe Sampaio/STF
Será q os 3 porquinhos estão ligados ao Cabral? Quem sabe não seria uma bomba
O Procurador Geral tem que ser ELEITO, não nomeado pelo presidente.
Isso é uma aberração! Que democracia é esta? O PG fica sujeito ao presidente da República?
Fiquemos cobrando, é um caso de URGÊNCIA. Uma lei no Congresso Nacional tratando sobre a escolha do P. Geral.
Os Brasileiros sensatos sabem o porque que não andou. Tinha um nome lá que não poderia aparecer.
Todas as delações com citações contra ministros do Supremo Tribunal Federal foram invalidadas e arquivadas.
Estranho, muito estranho!!!
Esse material só era importante para prender o corrupto Luladrão que iria ganhar a eleição em 2018. Os outros são os outros e só….