A Comissão Permanente de Concursos (Comperve), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), divulgou o edital de matrícula para os candidatos selecionados para os cursos técnicos da Escola Agrícola de Jundiaí (EAJ) no primeiro semestre letivo de 2017. Os cursos são Técnico em Agropecuária (subsequente e integrado), Técnico em Agroindústria (subsequente e integrado), Técnico em Aquicultura (subsequente e integrado) e Técnico em Informática (integrado).
As matrículas acontecem de 17 a 20 de janeiro, sendo um dia específico para cada curso, pela manhã das 07h30 às 11h30, ou a tarde das 13h às 16h, na secretaria escolar da EAJ, situada em Macaíba. Clique no edital para saber o dia de matrícula correspondente ao curso e a documentação exigida.
Caso surjam vagas não ocupadas, a diretoria da EAJ deve convocar os demais candidatos que foram aprovados e classificados fora do número de vagas, para realização de cadastro em vagas remanescentes. O edital de cadastramento será divulgado no site da Comperve.
Uma gerente de restaurante afirmou ter sido vítima de agressão física e verbal durante uma abordagem policial, enquanto tentava proteger uma criança que estava no local. O caso teria ocorrido quando ela seguia para o trabalho, onde também atua como cabeleireira com atendimento a domicílio.
Segundo o relato, a gerente reconheceu que a abordagem envolvia o esposo de sua sobrinha, que aguardava dentro do carro com uma bebê de 1 ano no banco traseiro. “Naquele momento o meu instinto materno falou mais alto. Parei o carro e fui tirar a criança, pensando na segurança dela”, disse.
Ela contou que, ao pegar a bebê no colo, foi abordada por um policial identificado como subtenente, que ordenou que devolvesse a criança ao veículo. “Eu disse que não iria devolvê-la por questão de segurança”, afirmou.
De acordo com a gerente, o policial passou a ofendê-la com xingamentos e, em meio à confusão, desferiu um tapa em seu rosto. “Ele começou a gritar comigo, me chamou de ‘rapariga’ e ‘vagabunda’ e depois me deu um forte tapão na cara”, relatou. Um vídeo registraria ainda o momento em que o agente diz: “vá embora com essa tapada na cara”.
A mulher afirmou que ficou emocionalmente abalada com a situação. “Eu já sofro de ansiedade e isso trouxe vários gatilhos. Me senti muito humilhada como mulher e trabalhadora”, declarou
A Prefeitura do Natal inicia nesta sexta-feira (10) a implantação de um novo semáforo com botoeira para travessia de pedestres na avenida Felizardo Moura, nas proximidades da Compal. A intervenção será realizada pela Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) com o objetivo de aumentar a segurança na região.
De acordo com a STTU, os trabalhos começam às 9h30, com a instalação do pórtico no sentido Região Norte–Viaduto da Urbana, com previsão de conclusão até as 16h no sentido oposto, em direção à avenida Tomaz Landim. O equipamento completo com botoeira deve entrar em funcionamento na próxima semana.
Durante a operação, agentes de mobilidade estarão no local para orientar motoristas e garantir a fluidez do trânsito. A recomendação é que condutores utilizem a Ponte Newton Navarro como rota alternativa, que permanecerá sem intervenções no período.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte (PCRN) enfrenta um déficit de 64,35% do total de profissionais previsto em lei (5.150), com 3,3 mil vagas em aberto. Apesar de a 6ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal ter determinado que o Estado adote medidas para recompor o efetivo da Polícia Civil, entre elas nomear todos os aprovados no Edital nº 01/2020-PCRN, 185 candidatos aprovados ainda aguardam nomeação. O Governo afirma que está analisando a decisão judicial.
A Justiça do RN acatou ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do RN (MPRN), em 25 de março. A informação sobre o déficit consta na sentença, que também aponta que, enquanto o efetivo da PCRN tem 35,65% do quadro preenchido, a média das corporações no Nordeste é de 56,3%. Por categoria, 66,83% das vagas de agente de polícia civil, 65,13% das de escrivão e 34,29% das de delegado estão desocupadas.
Em nota, o Governo do Rio Grande do Norte informou que recebeu a decisão judicial referente ao concurso da PCRN e “irá analisá-la com responsabilidade e respeito às instituições”. O Estado tem 30 dias para se manifestar nos autos. Atualmente, a Procuradoria-Geral do Estado, em conjunto com as áreas técnicas, avalia a melhor forma de cumprimento e resposta à determinação judicial.
À época de lançamento do edital, havia 1.352 servidores ativos, diante de 3.798 cargos vagos. O concurso aprovou 2.036 candidatos, dos quais 593 servidores foram nomeados nas duas primeiras turmas de formação. Mesmo assim, de acordo com a ação, ainda faltava a convocação de muitos aprovados.
Durante o processo, foi concedida tutela de urgência determinando a nomeação de 155 candidatos aprovados em todas as etapas do concurso. O Estado informou posteriormente o cumprimento parcial da medida, com a nomeação de 153 candidatos.
A sentença, do juiz Francisco Seráphico da Nóbrega, tornou obrigatória a nomeação dos candidatos aprovados nas cinco fases do concurso regido pelo Edital nº 01/2020-PCRN.
Após a determinação, o Governo do Estado nomeou na última quinta-feira (2) um grupo de 178 policiais civis aprovados no concurso que substituem profissionais aposentados, mortos ou exonerados. O pedido para ampliação do efetivo havia sido apresentado pelo MPRN diante do déficit elevado na corporação.
O setor de alimentação fora do lar no Rio Grande do Norte enfrenta forte pressão financeira em 2026. Segundo pesquisa da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no RN (Abrasel no RN), 33% dos estabelecimentos registraram prejuízo em fevereiro, um sinal preocupante para o segmento.
O desempenho fraco acompanha um início de ano já desafiador. Em janeiro, levantamento anterior da entidade mostrava que um em cada quatro bares e restaurantes (25%) já havia operado no prejuízo, enquanto 45% dos empresários relataram queda na receita em comparação com dezembro de 2025.
Para o presidente da Abrasel no RN, Thiago Machado, os números evidenciam um contexto difícil, embora haja espaço para cauteloso otimismo. “Não é um bom início de ano para o setor. Os primeiros meses historicamente apresentam movimento mais fraco, o que se soma às pressões de custo e à mudança no comportamento do consumidor. Ainda assim, há expectativa de alguma recuperação ao longo do ano”, afirma ele.
Um dos fatores que têm comprimido as contas dos empresários é a inflação sobre insumos e custos operacionais. Grande parte dos estabelecimentos enfrenta dificuldades para repassar integralmente esses aumentos ao consumidor, seja pelo receio de perder clientela em um mercado competitivo, seja pelas limitações no poder de compra do público.
Segundo a pesquisa, 48% dos negócios conseguiram reajustar preços apenas em linha com a inflação ou abaixo dela nos últimos 12 meses, enquanto 47% não realizaram qualquer reajuste. Esse cenário reduz as margens de lucro e contribui para a persistência dos prejuízos.
Uma nova Comissão Parlamentar de Inquérito começa a ganhar força no Senado com potencial de ampliar a crise envolvendo o caso Banco Master. A proposta, apresentada pelo senador Alessandro Vieira, já reúne cerca de 40 assinaturas e pretende investigar possíveis relações entre ministros do Supremo Tribunal Federal e o banqueiro Daniel Vorcaro.
O foco da CPI, segundo o autor, é apurar a natureza de eventuais vínculos — sejam eles pessoais, financeiros ou institucionais — entre integrantes da Corte e Vorcaro. A iniciativa surge em meio às investigações que envolvem o banco e suspeitas de crimes como lavagem de dinheiro, fraude e corrupção.
Entre os nomes citados no debate estão os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, apontados como figuras cujas relações com o empresário poderiam ser alvo de esclarecimentos. A proposta busca entender se essas conexões tiveram algum impacto em decisões dentro dos Poderes.
Apesar do número expressivo de assinaturas, a instalação da CPI ainda enfrenta obstáculos políticos. Nos bastidores, a avaliação é de que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, pode barrar o avanço da comissão, o que travaria a abertura formal das investigações.
O movimento adiciona mais um capítulo à tensão entre Legislativo e Judiciário, em um momento em que o caso Banco Master segue no centro das discussões políticas e jurídicas no país.
Um relatório do Comitê Judiciário da Câmara dos Estados Unidos colocou o ministro Alexandre de Moraes no centro de discussões sobre liberdade de expressão. O documento cita decisões do magistrado envolvendo influenciadores brasileiros que vivem em território americano.
A informação é do colunista Paulo Cappelli, do portal Metrópoles. Entre os nomes mencionados estão Bruno Aiub e Allan dos Santos. Segundo o texto, medidas determinadas pelo Supremo Tribunal Federal teriam alcançado brasileiros residentes nos Estados Unidos, com ordens de remoção de contas e bloqueios em plataformas digitais.
O relatório afirma que, em um dos casos, a decisão foi justificada como forma de conter a disseminação de conteúdos considerados nocivos, como discurso de ódio e ataques à ordem democrática. Ainda assim, o documento levanta questionamentos sobre os limites dessas medidas fora do território brasileiro.
Também são citadas ações envolvendo plataformas digitais, como bloqueios de perfis e sanções aplicadas por descumprimento de ordens judiciais. O texto menciona, inclusive, medidas que atingiram serviços utilizados pelos investigados.
A análise integra um levantamento mais amplo do Congresso americano sobre a atuação de governos estrangeiros em temas ligados à liberdade de expressão e regulação de redes sociais, podendo subsidiar debates e eventuais iniciativas legislativas ou diplomáticas nos Estados Unidos.
A Prefeitura de Extremoz realizou a formatura da primeira turma da Casa do Menor Trabalhador no município, marcando um avanço nas ações voltadas à juventude.
Os jovens concluíram o ciclo de formação com cursos profissionalizantes e atividades educativas, voltadas à inclusão social e preparação para o mercado de trabalho.
Foto: Divulgação
A unidade foi implantada por meio de parceria institucional com a Casa Irmã Lúcia Montenegro, uma organização não governamental com mais de 37 anos de atuação, e tem como objetivo ampliar oportunidades, afastando jovens da vulnerabilidade e ampliando o acesso ao mercado de trabalho.
A formatura reuniu alunos, familiares e equipe do projeto, simbolizando o início de novas perspectivas para os participantes.
Os deputados Lindbergh Farias e André Janones fizeram críticas duras ao senador Flávio Bolsonaro, elevando o tom do embate político nas redes sociais.
A publicação teve como resposta a uma declaração recente de Flávio, que afirmou que pretende processar os parlamentares por ataques virtuais e acusou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de ter montado um grupo para atingi-lo com “narrativas falsas”.
Os deputados ironizam a situação e fazem acusações contra o senador. Em um dos trechos, Janones afirma que “nem começaram a descer o cacete no lombo desse vagabundo”, enquanto Lindbergh levanta questionamentos sobre supostas ligações e episódios envolvendo o nome de Flávio.
Os parlamentares também citam rumores e acusações que circulam nas redes, além de reforçarem que não pretendem recuar diante da possibilidade de ações judiciais. O vídeo termina com novas provocações e referências a episódios do passado político do senador.
O embate ocorre em meio à escalada de disputas judiciais e trocas de acusações entre aliados do governo e integrantes da oposição, ampliando a tensão no cenário político nacional.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotou um tom cauteloso ao comentar a atuação do ministro Alexandre de Moraes, em meio à repercussão do caso envolvendo o Banco Master no Supremo Tribunal Federal. Durante entrevista, Lula se referiu ao magistrado como “companheiro”, ao mesmo tempo em que sinalizou uma tentativa de manter boa relação institucional do tema.
A informação é do colunista Merval Pereira, do jornal O Globo. A declaração trouxe à tona discussões que já vinham sendo levantadas nos bastidores e na mídia, especialmente sobre a participação de Moraes em julgamentos ligados ao caso. O tema ganhou ainda mais visibilidade diante das conexões citadas entre integrantes da Corte e personagens envolvidos nas investigações.
Nos bastidores políticos, a fala do presidente foi interpretada como um movimento para se desvincular de um possível desgaste envolvendo o Supremo Tribunal Federal. A avaliação é de que, ao comentar publicamente o assunto, Lula tenta demonstrar distanciamento de uma crise que pode atingir tanto o Judiciário quanto o governo.
O STF tem desempenhado papel central no cenário político recente, especialmente diante de um Congresso com maioria de oposição ao Planalto. Ao mesmo tempo, decisões e casos envolvendo a Corte têm gerado repercussão negativa em setores da opinião pública, o que amplia a sensibilidade do tema.
A condução de processos ligados ao Banco Master, incluindo possíveis impedimentos de ministros, segue no centro do debate jurídico e político, com impacto direto na relação entre os Poderes e na percepção pública sobre as instituições.
Foto: Carlos Moura/Agência Senado/Bruno Peres/Agência Brasil/Divulgação
Com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfrentando dificuldades nas pesquisas, o PT intensificou a ofensiva digital contra o senador Flávio Bolsonaro. Nos últimos dias, o partido destinou cerca de R$ 378 mil para impulsionar conteúdos no Instagram e Facebook.
O montante coloca a sigla como a segunda maior anunciante política no período, atrás apenas do próprio governo federal, segundo dados da biblioteca de anúncios da Meta.
Parte significativa dos recursos foi usada para promover publicações com críticas diretas a Flávio. Em algumas peças, o senador é chamado de “traidor da pátria”, com menções à sua relação com os Estados Unidos e associações a temas como combustíveis e o caso envolvendo o Banco Master.
Os conteúdos também trazem ataques ao Partido Liberal, legenda de Flávio Bolsonaro, sugerindo posicionamentos contrários a pautas como o fim da escala 6×1 e a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda.
A estratégia, no entanto, pode enfrentar questionamentos na Justiça Eleitoral. Regras do Tribunal Superior Eleitoral proíbem o impulsionamento de conteúdo negativo, inclusive durante o período de pré-campanha.
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