Cultura

Escolas de samba no RJ transformam escândalos de políticos em enredos

2015-872778310-201512082244301278.jpg_20151208Ratos gigantes da Mocidade Independente de Padre Miguel sairão de dentro de um imenso queijo suíço sobrevoado por moscas, simbolizando os casos de corrupção no país – Guito Moreto / Agência O Globo

Vai ter Lava-Jato e escândalos até na folia. Mas em forma de brincadeira e crítica. É que a corrupção que corrói o país vai virar tema do próximo carnaval na Marquês de Sapucaí e também na irreverência dos blocos de rua. No sambódromo, a Mocidade Independente de Padre Miguel vai apresentar uma alegoria com ratos gigantes, de colarinho e gravata, para simbolizar os escândalos que assolaram o país recentemente. O longo histórico de “maracutaias” nacionais também será lembrado em escolas como a São Clemente e a Unidos de Padre Miguel. Já os blocos de rua vão satirizar assuntos que irão da crise político-econômica atual ao desastre de Mariana, em Minas Gerais.

No caso da Mocidade, o carnavalesco Alexandre Louzada ressalta que a escola vai se ater aos fatos, não aos personagens das denúncias de corrupção. A agremiação vai lembrar os 400 anos de morte do espanhol Miguel de Cervantes, mas com uma leitura nada tradicional. Pegará o personagem mais conhecido do escritor, Dom Quixote de La Mancha, e o trará para o Brasil. Em terras verdes e amarelas, o cavaleiro imortalizado na literatura irá se deparar com um país, segundo Louzada, “entregue às moscas”.

— Como a literatura de Cervantes nos apresenta um personagem que contestava o sistema da época, que era contra a corrupção e todas as mazelas de um país imaginário, nós fazemos uma associação com a situação brasileira atual. No nosso enredo, Dom Quixote acha que o Brasil é um paraíso tropical, como o descrito por escritores como Gonçalves Dias. Mas ele desperta para a situação que estamos vivendo, de caos. Repara que o Brasil é um grande abacaxi que vai ter que descascar, virado de cabeça para baixo, entregue às moscas e à corrupção — explica ele.

PETRÓLEO NO ABRE-ALAS

Logo no abre-alas, haverá uma referência à Petrobras, numa alusão aos esquemas ilícitos descobertos pela Operação Lava-Jato. Nos fundos do carro, plataformas de petróleo, com dragões em cima, vão demonstrar os desafios que Quixote terá de vencer. Em seguida, a terceira ala da verde e branca ganha o nome de “inflação bombástica”, para depois o desfile chegar à segunda alegoria, onde estarão os ratos gigantes, que sairão de dentro de um imenso queijo suíço sobrevoado por moscas.

— Quixote encontra um país corroído pela corrupção, como se fosse um verdadeiro queijo suíço. Os ratos representam a roubalheira, os que corroem e roubam a nação. E o queijo é suíço para lembrar que é para o país europeu que vai o dinheiro dos corruptos — diz Louzada.

Os roedores terão movimentos na cabeça e no focinho. Eles passarão o desfile tentando “sair” do carro. Mas estarão com o rabo preso dentro da alegoria, em mais uma brincadeira da escola. Já no alto do carro, virá a figura de Sancho Pança. Na literatura de Cervantes, o companheiro fiel de Quixote é quem o ajuda a voltar à realidade. No enredo, representará o mesmo. Só que trazendo o cavaleiro para a realidade brasileira.

A partir daí, Quixote viajará por máculas da história do país. O racismo, a desigualdade social no sertão nordestino e os resquícios da ditadura militar serão lembrados no enredo. Para, no fim, o personagem descobrir que a solução para o país está na educação, principalmente dos mais jovens.

Louzada adianta que a história termina com um grande lava-jato, assim como o nome da operação da Polícia Federal. Só que carnavalizado.

— O lava-jato que vamos mostrar é uma coisa mais positiva, lançando jatos de felicidade e esperança para lavar as manchas da história do Brasil. Assim como a gente espera ouvir os anúncios de nota 10 para a Mocidade, queremos, um dia, ouvir o povo brasileiro gritar “saúde e educação nota 10” — diz Louzada.

Do mesmo bairro da Mocidade, a Unidos de Padre Miguel — da Série A do carnaval carioca, o antigo grupo de acesso — é outra escola que apostará na crítica. Com o enredo “O quinto dos infernos”, a agremiação levará para a avenida políticos e burocratas. Lembrará o imposto do quinto, cobrado pela coroa portuguesa sobre o ouro encontrado no Brasil. Para, depois, como a própria sinopse do enredo afirma, criar “uma fábula sobre o tamanho da mordida, sobre o tanto que nos tiraram e tiram”.

Já na São Clemente, do Grupo Especial, os personagens principais do enredo da carnavalesca Rosa Magalhães serão os palhaços, de Carequinha a Oscarito e Grande Othelo. Numa escola com tradição de apresentar sátiras na Sapucaí, uma pitada de crítica social e política não ficará de fora. Será recordado, por exemplo, o movimento dos caras-pintadas. E lembrado que o brasileiro precisa se equilibrar o ano inteiro, diante de tanta “marmelada” e “faz-me rir”.

Brincadeiras que, certamente, também estarão nas ruas. Como adiantou mês passado a coluna Gente Boa, as máscaras do deputado Eduardo Cunha (PMDB), presidente da Câmara, já começaram a ser produzidas por uma das maiores fábricas do setor no país. O senador Delcídio Amaral, preso por tentar atrapalhar investigações da Operação Lava-Jato, provavelmente ganhará a sua.

Os blocos de carnaval também preparam suas críticas, algumas bem ácidas. Presidente da Sebastiana (Associação Independente dos Blocos da Zona Sul, Santa Teresa e Centro), Rita Fernandes diz que muitos deles ainda estão definindo seus sambas e temas. Mas ela garante que o momento político atual estará presente em blocos como o de Segunda, o Que merda é essa? e o Imprensa que Eu Gamo. O Meu Bem, Volto Já reeditará um samba antigo para fazer uma alusão ao momento atual do país. E o Clube do Samba, diz ela, só deve definir seu samba e seu enredo na semana que vem. Mas já cogitou um nome em alusão a Eduardo Cunha.

— Alguns blocos, como o Escravos da Mauá e o Simpatia É Quase Amor, não têm essa característica de enredos políticos. Mas todos os outros que costumam apresentar essa proposta de crônica ou crítica social vão fazer sátiras este ano. O Cunha, com certeza, estará em vários blocos. Mas também terá o mar de lama do desastre de Mariana. O carnaval não deixará esses temas passarem — diz Rita.

O Globo

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[VÍDEO] Lula encerra entrevista e não responde sobre apurações da PF envolvendo Lulinha

O presidente Lula encerrou a breve entrevista que concedia à imprensa, ignorando questionamentos feitos por jornalistas sobre as investigações da Polícia Federal envolvendo seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e o ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola.

Após participar das comemorações do Dia do Soldado, em Brasília, nesta terça-feira (25), Lula foi até onde estavam as equipes de imprensa e comentou sobre a participação das mulheres nas Forças Armadas.

Ao encerrar a fala, não deu espaço para novas perguntas e deixou o local, enquanto jornalistas perguntavam sobre os impactos do caso Lulinha na campanha presidencial.

No domingo (23), em entrevista à TV Record, o petista afirmou que ninguém ficará impune caso tenha cometido algum erro e disse que Lulinha terá de “provar sua inocência”.

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Governo do Estado vai construir nova cadeia pública com 189 vagas na Zona Norte de Natal; obra deve custar R$ 7,13 milhões

Imagem ilustrativa | Foto: Reprodução

O Governo do Rio Grande do Norte homologou a licitação para construção da Cadeia Pública do Potengi, na Zona Norte de Natal. A nova unidade prisional que será construída na capital poiguar terá 189 vagas. A obra deve custar R$ 7,13 milhões. A cadeia será construída na Travessa Macaé, no bairro Potengi.

Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária (Seap), a unidade será destinada a detentos do sexo masculino. O contrato inclui a execução da obra, além do fornecimento de materiais, equipamentos e mão de obra. Segundo o governo, o projeto já recebeu aprovação técnica federal e deverá seguir as exigências ambientais previstas.

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[VÍDEO] Ao lado de Níkolas Ferreira, Flávio Bolsonaro conta como foi sua conversão à religião evangélica

Em relato ao deputado federal Nikolas Ferreira, o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro contou como e em que momento da vida aconteceu sua conversão ao evangelho.

“Eu sempre fui evangélico, eu cresci, meus avós são [da congregação] Batista, minha mãe é Batista. Eu já frequentava a igreja, mas nunca praticava aquilo que eu lia na Bíblia, eu lia a Bíblia sempre”, dizia Flávio no momento em que foi interrompido por Nikolas e chamado ironicamente de “Transcristão” pelo deputado. “Se sentia cristão, mas não era”, brincou.

Flávio conta que se converteu em 2022 e explicou o processo. “Foi uma virada de chave, eu entendi que estava fazendo tudo errado, tenho que estar mais perto da minha família, da minha esposa. E ela junto comigo, me apoiando. Foi uma conversão minha junto com ela. […] Foi a melhor coisa que fiz na minha vida”.

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Justiça Eleitoral barra uso de ‘Bolsonaro’ por candidatos no MT e RJ sem parentesco com o ex-presidente e ordena troca de identificação na urna

Foto: Isac Nóbrega/PR

A Justiça Eleitoral começou a barrar nomes de candidatos que não fazem parte da família de de Jair Bolsonaro e tentam associar o nome ex-presidente às suas identificações nas urnas. Decisões recentes no Rio de Janeiro e em Mato Grosso determinaram a retirada da referência a Bolsonaro dos nomes de dois candidatos.

No Rio, o TRE-RJ impediu o candidato do PL a deputado federal Renato de Araújo Corrêa de usar o nome de urna “Renato Araújo do Bolsonaro”. Apesar de ter relação pessoal com Jair Bolsonaro e seus familiares, a Justiça entendeu que a identificação poderia induzir o eleitor a acreditar em um vínculo familiar inexistente.

Em Mato Grosso, a candidata do Novo a deputada estadual Flaviane Ramalho de Oliveira também foi impedida de usar “Flaviane do Bolsonaro”. Ela deverá concorrer como “Dr.ª Flaviane Ramalho”. A Justiça considerou que não havia comprovação de que ela fosse conhecida por esse nome antes da atual campanha.

As decisões reforçam a ofensiva do Ministério Público Eleitoral contra o uso de nomes de líderes políticos nas urnas quando a identificação puder provocar confusão entre os eleitores. Um levantamento divulgado pelo jornal O Globo mostrou que pelo menos 39 candidatos registraram “Lula” ou “Bolsonaro” no nome de urna em 2026, e ao menos sete já haviam recebido ordem judicial para retirada das referências.

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ALERTA NA CAMPANHA: Crises das Casas Bahia e da Braskem preocupam aliados de Lula

Foto: Isabella Finholdt/Estadão

A crise financeira de grandes empresas entrou no radar da campanha de reeleição do presidente Lula. Segundo a jornalista Milena Teixeira, do Metrópoles, aliados temem que a oposição use os casos para associar as dificuldades das companhias aos juros elevados e reforçar o discurso de que empresas não conseguem sobreviver no atual governo.

A maior preocupação é com as Casas Bahia, pela popularidade da marca e pelo número de trabalhadores e consumidores ligados à empresa. O grupo pediu recuperação judicial para renegociar R$ 17,3 bilhões em dívidas.

A Braskem protocolou pedido de recuperação extrajudicial para reestruturar uma dívida de cerca de R$ 56 bilhões. A Petrobras detém 47% do capital votante da petroquímica.

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Carnatal 35 anos tem lançamento marcado para quinta-feira (27), na Arena das Dunas

Em sua edição que celebra 35 anos de história, o Carnatal 2026 será lançado na quinta-feira (27), em evento que acontece na Arena das Dunas a partir das 19h. O lançamento vai ocorrer em dois momentos: uma entrevista coletiva com a imprensa e a apresentação das novidades para convidados.

Além das atrações dos blocos e do camarote Skol, os diretores vão revelar iniciativas inéditas que prometem ampliar ainda mais o impacto do evento na cidade além, claro, de novidades para esta edição especial de 35 anos. Inclusive, a abertura de vendas tanto de abadás quanto do camarote Skol acontece na própria quinta-feira durante o lançamento.

Vale ressaltar que, além de reunir grande nomes do cenário musical do Brasil, o Carnatal é um dos eventos que mais movimenta a economia do Rio Grande do Norte.

De acordo com pesquisa do Instituto Fecomércio RN, a edição do ano passado movimentou R$ 155 milhões na economia, registrando crescimento de quase 38% em relação a 2024 e reforçando o impacto positivo sobre comércio, serviços e turismo em Natal.

Outro ponto que atesta a força do evento é a avaliação do público que foi considerada consistente pela pesquisa. A nota média do evento ficou em patamar elevado de 9,14, e mais de 90% dos participantes disseram pretender voltar na edição deste ano, mostrando a fidelidade que reforça a relevância da festa para o calendário turístico-local. A pesquisa envolveu 705 entrevistados entre frequentadores e 200 empresários, com nível de confiança de 95% e margem de erro próxima a 3 pontos.

Mais informações a respeito dos blocos, camarotes e outras novidades podem ser encontradas nos perfis oficiais @carnatal e @sigaclap nas redes sociais.

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PESQUISA DATA CAPITAL: Zenaide lidera corrida para o Senado na soma dos 2 votos

A senadora Zenaide Maia (PSD) aparece na liderança da disputa pelo Senado quando considerados os dois votos que cada eleitor dará nas eleições de 2026, segundo a nova pesquisa DataCapital. No cenário estimulado, Zenaide alcança 25% no primeiro voto e 25% no segundo, chegando a 50% na soma das duas escolhas e superando os demais candidatos.

Styvenson Valentim (Podemos) registra 32% no primeiro voto e 16% no segundo, somando 48%. Rafael Motta (PDT) aparece com 11% e 14,2%, respectivamente, enquanto Coronel Hélio (PL) tem 13,6% no primeiro voto e 13,2% no segundo. O resultado reforça a força eleitoral de Zenaide e mostra a senadora liderando justamente no formato que mais se aproxima da votação que será contabilizada nas urnas, com cada eleitor escolhendo dois candidatos.

A pesquisa DataCapital ouviu 2.100 eleitores entre os dias 15 e 18 de agosto, com margem de erro de 2,1 pontos percentuais. O levantamento está registrado no TSE sob o número RN-02513/2026.

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BELA MEGALE: Lula muda de humor e teme impacto eleitoral de investigações envolvendo o filho

 

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Lula estaria mais apreensivo e preocupado com a campanha à reeleição desde que vieram à tona as investigações da Polícia Federal envolvendo seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e o ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola. A informação é da jornalista Bela Megale, de O Globo.

Segundo integrantes do governo ouvidos pela colunista, o Lula tranquilo e bem-humorado de poucas semanas atrás deu lugar a um presidente preocupado com os possíveis reflexos eleitorais das investigações por suspeita de tráfico de influência.

Publicamente, Lula tem afirmado que quem cometer irregularidades deve responder por seus atos e destaca que não interferiu nas investigações. Em conversas reservadas, porém, admite que é difícil dissociar sua imagem das crises envolvendo o filho e o ex-auxiliar e avalia que o caso pode ter impacto decisivo na eleição.

Outro motivo de incômodo seriam as disputas internas no PT e na própria campanha por espaços de poder. Lula tem defendido união entre os aliados diante da disputa eleitoral.

Pesquisa Datafolha divulgada recentemente mostrou Lula com 47% das intenções de voto em um eventual segundo turno, oscilação de um ponto para baixo em relação a julho. Flávio Bolsonaro permaneceu com 43%. Na campanha petista, a avaliação é que o desgaste das investigações já aparece no levantamento. A oscilação acendeu um alerta, embora tenha ocorrido dentro da margem de erro.

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PIRÂMIDE FINANCEIRA: PF investiga esquema com promessa de lucro diário no Seridó

Foto: Polícia Federal

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (25) a Operação Blue Mirage para investigar um suposto esquema de pirâmide financeira em Parelhas, no Seridó potiguar. A investigação apura a captação irregular de dinheiro por meio de uma empresa de investimentos em ativos digitais.

Segundo a PF, investidores eram atraídos pela promessa de rentabilidade fixa diária e bônus pela indicação de novos participantes. Um mandado de busca e apreensão foi cumprido por determinação da Justiça Federal.

A PF investiga se o dinheiro captado era realmente aplicado em ativos digitais, além da origem, do volume e do destino dos recursos. Parte dos valores teria sido transferida para outros endereços digitais.

Os fatos são apurados como possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, contra a economia popular e de lavagem de dinheiro.

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DE OLHO NO NORDESTE: Flávio Bolsonaro inicia giro pela região com evangélicos e empresários em Alagoas

Foto: Divulgação

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) inicia nesta terça-feira (25), em Alagoas, seu primeiro giro de campanha pelo Nordeste, região onde Lula lidera as pesquisas. O estado foi vencido pelo petista em 2022, mas Maceió deu 57,18% dos votos a Jair Bolsonaro no segundo turno. A agenda de Flávio começa justamente pela capital, com foco em lideranças evangélicas, empresários e candidatos aliados.

Flávio participa de uma carreata do aeroporto até o centro de Maceió e se reúne com candidatos e empresários na Associação Comercial. À noite, participa da celebração dos 111 anos da Assembleia de Deus em Alagoas.

Na quarta-feira (26), o candidato segue para Arapiraca, onde participa de uma motocarreata. O deputado federal JHC (PSDB), candidato ao Governo de Alagoas com apoio do PL, não deve acompanhar Flávio na agenda. A candidata ao Senado Marina Candia (PSDB) também não confirmou presença.

O Nordeste concentra cerca de 43,5 milhões de eleitores e representa 27% do eleitorado brasileiro. Na última pesquisa Datafolha, Lula aparece com 53% das intenções de voto na região, contra 25% de Flávio.

Em Alagoas, Lula venceu o segundo turno de 2022 com 58,68% dos votos e abriu vantagem de quase 300 mil votos sobre Bolsonaro. O resultado foi diferente em Maceió, onde Bolsonaro terminou à frente, com 57,18%.

Com informações da Revista Oeste

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