Política

Especialistas em direito questionam votação separada do impeachment

A decisão do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Ricardo Lewandowski, de separar a votação das penas do impeachment de Dilma Rousseff tem sido contestada por advogados e especialistas em direito.

Na quarta (31), durante a sessão do Senado, Lewandowski atendeu a um pedido do PT para que as penas de cassação e de suspensão dos direitos políticos de Dilma fossem votadas separadamente. Com isso, a ex-presidente acabou cassada, mas manteve a possibilidade de ocupar cargos públicos.

Para advogados e especialistas ouvidos, a perda do mandato e a inabilitação para funções públicas são punições indissociáveis.
O senador Álvaro Dias (PV-PR) recorreu ao STF contra a votação separada. O PSDB também estuda entrar com recuso. Nesta quinta (1°), o ministro do STF Gilmar Mendes chamou a decisão de “bizarra”.
“Não são duas penas alternativas. A suspensão dos direitos políticos está condicionada diretamente à perda do cargo. O ‘com’ no texto da Constituição deixa isso claro”, afirma o advogado criminalista Gustavo Badaró.

O parágrafo único do artigo 52 da Constituição afirma que a condenação do presidente da República pelo crime de responsabilidade é limitada “à perda do cargo, com inabilitação, por oito anos, para o exercício de função pública”.
“Olha o risco que isso causa: anular o efeito de um processo de cassação -um processo que serve justamente para proteger a sociedade de um mal governante”, diz Badaró.
Conrado Hubner Mendes, professor de direito constitucional da Universidade de São Paulo, diz que a decisão de Lewandowski foi “insustentável”.

O presidente do STF se baseou no regimento interno do Senado que dá aos partidos o direito de pedir destaques, ou seja, solicitar que um trecho do assunto em questão seja votado separadamente.
“Ele equiparou o processo de impeachment com um processo legislativo comum. Essa equiparação é espúria. Só contribuiu para a imagem de que havia algo estranho no ar”, diz Mendes.
Pedro Estevam Serrano, professor de direito constitucional da PUC-SP, a questão central é a contradição dos resultados das duas votações.

“A segunda votação denuncia a ilegitimidade da primeira. Porque se o parlamento considerou que a conduta imputada à presidente não era grave o suficiente para impedi-la de exercer a vida política pública, com muito mais razão, ela não é grave o suficiente para impedi-la de exercer o mandato”, afirma.

ELEIÇÕES

A segunda votação permitiu, por exemplo, que Dilma concorra na eleição de 2018, já que a Lei da Ficha Limpa -que barra candidatos condenados- não especifica tal punição para quem exerceu o cargo de presidente.

“A Lei da Ficha Limpa não regulou a inelegibilidade por cassação do presidente de propósito, porque a Constituição já o faz”, afirma Rafael Mafei, professor da USP, que também discorda da possibilidade de separar as penas.
Essa prerrogativa, avaliam os especialistas, pode ser evocada no processo de cassação do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que deve ser votado neste mês.
Mendes afirma que as situações de Dilma e Cunha são diferentes: uma é crime de responsabilidade regulado pela Constituição e aplicado ao chefe do Executivo, a outra é cassação de mandato parlamentar por infração ética, que é regida por outras normas.
“Do ponto de vista jurídico, não é um precedente que beneficie o Cunha. Mas não se pode menosprezar a imaginação criativa e fraudadora do Congresso”, diz. “Não acho impossível que isso seja levantado.”
Para Rodrigo Pereira, advogado eleitoral, a votação do impeachment pode influenciar, por exemplo, a cassação de prefeitos. “Vai haver a discussão se a perda de direitos políticos é natural ou não da cassação.”

COLLOR
No impeachment de Fernando Collor, em 1992, o ex-presidente e atual senador renunciou ao cargo pouco antes de seu julgamento.
Os senadores decidiram julgá-lo mesmo assim e suspenderam seus direitos políticos. A decisão foi questionada por Collor no STF, que manteve a palavra final do Senado.
Segundo Mafei, isso não significa que os senadores separaram a pena da cassação (inaplicável, já que Collor renunciara) e a pena da inabilitação política.
“O STF julgou se um presidente que renuncia momentos antes do julgamento pode, mesmo assim, ser julgado. Não foi uma decisão sobre se a pena acessória pode ser desmembrada da principal”, afirma.
“A separação das penas não se fundamenta na Constituição nem no precedente do STF no caso de Collor. E é ainda mais grave que tenha sido tomada sozinha por Lewandowski”, diz Mendes.
A lei que trata do processo de impeachment, de 1950, abre a brecha para a separação das penas. Essa legislação, porém, segundo os especialistas, por ser anterior à Constituição, teve o entendimento modificado pelo novo texto.

O QUE DIZ A CONSTITUIÇÃO
Art. 52. Compete privativamente ao Senado Federal:
I – processar e julgar o Presidente e o Vice-Presidente da República nos crimes de responsabilidade, bem como os Ministros de Estado e os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica nos crimes da mesma natureza conexos com aqueles
Parágrafo único. Nos casos previstos nos incisos I e II, funcionará como Presidente o do Supremo Tribunal Federal, limitando-se a condenação, que somente será proferida por dois terços dos votos do Senado Federal, à perda do cargo, com inabilitação, por oito anos, para o exercício de função pública, sem prejuízo das demais sanções judiciais cabíveis.
O QUE DIZ A LEI 1.079 DE 1950
Art. 33. No caso de condenação, o Senado por iniciativa do presidente fixará o prazo de inabilitação do condenado para o exercício de qualquer função pública; e no caso de haver crime comum deliberará ainda sobre se o Presidente o deverá submeter à justiça ordinária, independentemente da ação de qualquer interessado.

Folha

Opinião dos leitores

  1. Uma característica dos verdadeiros reacionários é abrir o berreiro quando saem do poder e é isso que os bandidos do PT se seus babões estão fazendo.

  2. Ninguém tem medo de Dilma pois ela não se cria mais, nem o PT quer ela.
    O que se reclama é essa pizza orquestrada, se criou um precedente que vai livrar a cara de muitos corruptos.

  3. O Art 52 da constituição é taxativo,o q fizeram com a carta magna é criminoso,e o q chama atenção (fato vergonhoso),é a participação do Pte do STF q deveria zelar pelo bom cumprimento das leis….

  4. Uma característica típica do Fascista é o medo de qualquer liderança popular. Os golpistas tem verdadeiro pavor que Dilma continue na política

    1. Ella vai exercer as IRRESPONSABILIDADES dela na casa dela na Nação Brasileira jamais.Fora pt e sua Mafia.

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Eleitorado jovem recua 22% em 16 anos com envelhecimento da população

Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

O envelhecimento da população brasileira já reflete no perfil do eleitorado. Entre 2010 e 2026, a participação dos eleitores de 16 a 24 anos caiu 22%, segundo levantamento do Instituto Nexus, com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em números absolutos, o grupo perdeu 5,5 milhões de eleitores, caindo de 24,7 milhões para 19,2 milhões.

No mesmo período, o eleitorado total cresceu 17%, de 135,8 milhões para 158,8 milhões, fazendo a participação dos jovens cair de 18,2% para 12,5%.

Já o número de eleitores com 60 anos ou mais aumentou cerca de 74% desde 2010 e já supera 36,8 milhões.

O levantamento também mostra que a participação dos jovens nas urnas permanece alta. Nas últimas eleições, 78,5% dos eleitores de 18 a 24 anos compareceram ao primeiro turno. Entre os jovens de 16 e 17 anos, o índice chegou a 82,9%, acima da média nacional que foi de 79,1%.

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VÍDEO: Flávio Bolsonaro interrompe discurso para pedir resgate de crianças que se afogavam em Copacabana

O disurso de abertura da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, foi interrompido neste domingo (16) após duas crianças sofrerem um princípio de afogamento no mar.

A dificuldade dos menores na água agitada foi percebida por apoiadores, que alertaram a organização. Flávio interrompeu o discurso e pediu, pelo sistema de som do trio elétrico, ajuda urgente aos bombeiros e surfistas.

Os guarda-vidas retiraram as crianças com segurança e prestaram os primeiros atendimentos na areia. Ambas passam bem.

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[VÍDEO] “LULA É O CALOTEIRO DA ESPERANÇA”: Flávio abre campanha com críticas ao presidente cita endividamento da população

Flávio Bolsonaro chamou Lula de “caloteiro da esperança” do povo brasileiro em discurso de lançamento da campanha neste domingo (16), na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. O candidato citou como exemplo a dificuldade da população em honrar prestações.

“E as pessoas da classe média que acreditaram no PT e hoje estão devendo, não conseguem pagar a prestação de um celular, não conseguem pagar a prestação de uma moto, de um carro. Para a classe média que acreditou nesse governo, a esperança virou dívida. O Lula é o caloteiro da esperança!”, disse Flávio.

 

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LARGADA PARA O SENADO: Zenaide, Tércio, Styvenson, Hélio, Samanda e Rafael iniciam disputa no RN

Fotos: Reprodução

Os principais candidatos ao Senado pelo Rio Grande do Norte deram a largada oficial na campanha neste domingo (16), mostrando as primeiras estratégias para conquistar uma das duas vagas em disputa. Atos de rua, adesivaços e publicações nas redes sociais marcaram o início da corrida eleitoral.

Zenaide Maia (PSD), que disputa a reeleição, começou a campanha ainda na virada do sábado para o domingo. Ao lado de Allyson Bezerra, Hermano Morais e Tércio Tinoco, participou de um adesivaço e apostou no discurso de uma campanha baseada em propostas e na prestação de contas do mandato.

Tércio Tinoco (União Brasil) escolheu a própria história como principal mensagem da largada. Em vídeo produzido com Inteligência Artificial, apresentou diferentes fases de sua vida e destacou a superação após o acidente que o deixou cadeirante, associando a candidatura às bandeiras da inclusão e da acessibilidade.

Styvenson Valentim (Podemos), candidato à reeleição, até o início da tarde deste domingo não havia feito publicação nas redes sociais sobre agenda para marcar a abertura oficial de sua campanha ao Senado.

Coronel Hélio (PL) abriu a campanha reforçando a identificação com a direita e a aliança com Álvaro Dias. A largada foi marcada por adesivaços simultâneos em Natal e Parnamirim, mobilizando apoiadores em três pontos.

Samanda Alves (PT) iniciou a campanha à meia-noite, no comitê, e seguiu neste domingo com adesivaço, participação no Piseiro com o Time de Lula, em Natal, e carreata à tarde em Mossoró.

Rafael Motta (PDT) também escolheu um adesivaço para abrir oficialmente a campanha. Nas redes sociais, o candidato reforçou a aproximação com Lula e convocou apoiadores para a mobilização realizada em Capim Macio, na Zona Sul de Natal.

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Zenaide percorre quase 8 km nas Rocas, reencontra pacientes e reforça defesa de mais recursos para o SUS

Na primeira caminhada da campanha pela reeleição ao Senado, Zenaide Maia percorreu quase 8 quilômetros pelas ruas das Rocas, na zona leste de Natal. A caminhada se estendeu por cerca de cinco horas diante da quantidade de moradores que fizeram questão de parar a senadora para conversar, tirar fotos e adesivar casas e veículos com o número 555.

Em diversos pontos do bairro, Zenaide foi chamada por moradores que a reconheceram da época em que atuava como médica da família na região. A caminhada se transformou em um reencontro com antigos pacientes e pessoas que acompanharam de perto sua trajetória na saúde pública.

Um deles foi o catador Wilson Viana, atendido por Zenaide no Hospital Universitário Onofre Lopes. “Uma ótima médica, uma pessoa maravilhosa e minha senadora”, afirmou. O encontro resume a relação construída pela senadora com as comunidades da zona leste de Natal antes mesmo de sua trajetória política.

Ao agradecer a recepção dos moradores das Rocas, Zenaide destacou que os reencontros reforçam uma das principais bandeiras de sua atuação no Senado. “Encontrei centenas de amigos pacientes e vê-los me motiva a continuar a defender mais financiamento e modernização do SUS”, afirmou.

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Eleições 2026

Álvaro Dias mobiliza Natal em grande adesivaço ao lado de Paulinho Freire, Joana Guerra, Eriko Jácome, Ezequiel Ferreira e Styvenson Valentim

O primeiro domingo oficial de campanha de Álvaro Dias ao Governo do Rio Grande do Norte foi marcado por uma grande mobilização política em Natal. O candidato percorreu diferentes pontos de adesivação espalhados pela capital e encontrou forte presença de eleitores, amigos, apoiadores e lideranças políticas, em uma demonstração de força da candidatura do 22.

Ao longo da manhã, Álvaro Dias esteve acompanhado do prefeito de Natal, Paulinho Freire; da vice-prefeita, Joana Guerra; do presidente da Câmara Municipal de Natal, Eriko Jácome; do presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Ezequiel Ferreira; e do senador Styvenson Valentim, além de deputados estaduais, vereadores e outras lideranças políticas. A presença conjunta reforçou a articulação política em torno da candidatura e deu dimensão estadual à mobilização.

Os adesivaços ocorreram simultaneamente em diferentes regiões da capital. Os pontos ficaram movimentados durante a manhã, reunindo eleitores, apoiadores e lideranças em torno da campanha e levando para as ruas a identidade do 22 e o lema “Pra mudar o que taí”.

A mobilização também reforçou a estratégia de comunicação apresentada no início da campanha, baseada em uma linguagem simples, direta e centrada no debate político. A proposta é manter uma conversa próxima e sincera com o eleitor potiguar.

Praça Cívica concentra grande mobilização

O ponto alto da manhã foi na Praça Cívica, onde Álvaro Dias encerrou o roteiro de adesivaços diante de uma grande concentração de eleitores, apoiadores e lideranças políticas. A presença expressiva no local marcou o encerramento de uma manhã de intensa movimentação pelas ruas de Natal.

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O JOGO COMEÇOU: Candidatos ao Governo do Estado iniciam campanhas nas redes sociais e revelam estratégias para conquistar eleitores do RN


Imagens: reprodução/Instagram

Antes mesmo de irem às ruas, os principais candidatos ao Governo do Estado iniciaram a campanha nas redes sociais, nos primeiros minutos deste domingo (16), revelando as estratégias que usarão para tentar conquistar o apoio dos eleitores do Rio Grande do Norte.

Álvaro Dias (PL) abriu a campanha publicando um vídeo com críticas à gestão da governadora Fátima Bezerra (PT) e apresentando o slogan que sintetiza o discurso que usará durante a disputa eleitoral: “Pra mudar o que tá aí”.

Allyson Bezerra (União Brasil) também apostou no discurso da mudança como estratégia de campanha. Em publicação nas redes sociais, ele disse que é preciso “coragem para mudar” e que “a mudança vem do povo”.

Já Cadu Xavier (PT) jogou todas as cartas da defesa da continuidade da gestão da governadora Fátima Bezerra, que, segundo as pesquisas, é reprovada pela maioria da população: “O Rio Grande do Norte quer seguir no rumo certo”, disse. Além disso, ele procurou reforçar a associação com o presidente Lula (PT).

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[VÍDEO] DESAFINOU? Lula aposta em pastor e jingle gospel cantado por Janja para tentar conquistar eleitorado evangélico

Em uma tentativa de se aproximar dos eleitores evangélicos, que majoritariamente apoiam a candidatura de Flávio Bolsonaro, Lula levou ao primeiro ato oficial de sua campanha à reeleição o cantor gospel e pastor Kleber Lucas.

Diante do público presente no estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo (SP), neste domingo (16), o pastor cantou um jingle da campanha presidencial com uma pegada gospel ao lado de Janja, a primeira-dama que, apesar de não ter cargo oficial, dá pitaco em tudo no governo, agora também parece ter resolvido virar cantora.

Vale ressaltar que ao longo dos quatro anos do atual mandato, Lula se manteve distante desta parcela do eleitorado, enquanto o governo petista defendeu pautas que contrariam valores associados aos evangélicos, principalmente a defesa da família tradicional.

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[VÍDEO] CAI QUEM QUER: Depois de enrolar quatro anos, Lula promete criar Ministério da Segurança Pública para “dividir responsabilidade com estados e municípios” e “prender todo mundo”

Depois de enrolar por quatro anos, Lula prometeu criar o Ministério da Segurança Pública, caso seja reeleito, para “dividir responsabilidade com estados e municípios”, “libertar o povo” e “prender todo mundo”, referindo-se aos integrantes das facções criminosas que dominam esses territórios.

A fala foi feita durante discurso no evento de lançamento da campanha à reeleição do petista, neste domingo (16), no estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo (SP). Lula afirmou que, para criar o novo ministério, é preciso primeiro aprovar a PEC da Segurança Pública e mudar a Constituição Federal.

“Se for aprovada a PEC da Segurança Pública, que o [presidente do Senado] Davi Alcolumbre mandou ontem para a comissão, eu vou criar o Ministério da Segurança Pública, para dividir responsabilidade com estados e municípios, para a gente libertar o povo da vila mais pobre, em que tem quadrilha que manda na vila, tem quadrilha que aporrinha a vida do povo e nós vamos libertar o povo, prendendo todo mundo, todo mundo que acha que é dono de uma favela ou de um bairro pobre. Por isso, eu quero criar o Ministério da Segurança Pública, mas primeiro eu tenho que mudar a Constituição”, discursou.

O governo Lula, vale lembrar, foi contra a classificação das organizações criminosas PCC e Comando Vermelho como grupos terroristas. A medida foi anunciada no final de maio pelo governo dos Estados Unidos.

Opinião dos leitores

  1. Não fez em 3 mandatos agora irá fazer? Infelizmente, muitos esquerdolóides ainda caem nessa balela.

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[VÍDEO] NA BRONCA: ‘Tá bem ruim’, diz Janja ao reclamar do som durante discurso no lançamento da campanha de Lula

A primeira-dama Janja da Silva deu uma bronca na equipe técnica responsável pelo som durante o discurso que fazia no evento de lançamento da campanha à reeleição do presidente Lula (PT), neste domingo (16), no estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo (SP).

Janja iniciou a fala com a voz embolada. Ao perceber o problema, ela interrompeu a leitura do discurso e reclamou com a equipe. “Gente, o som tá um pouquinho ruim. Tá bem ruim. Vamos começar de novo? Senão ninguém vai entender o que a gente está falando aqui”, disse, retomando a leitura em seguida.

Opinião dos leitores

  1. Se Deus nos livre do Lula ganhar a eleição e continuarem dando corda para essa senhora ela sentará na cadeira de presidente e mandará Lula para o Palácio da Alvorada

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