Judiciário

Estado é condenado a pagar dívida com montadora General Motors por aquisição de 125 carros para a Segurança Pública

O Estado do Rio Grande do Norte foi condenado a pagar o montante de R$ 9.062.500,00 em favor da General Motors do Brasil Ltda, que venceu uma Ação de Cobrança em que a montadora buscava a condenação do Estado em adimplir valores oriundos de contrato de fornecimento de veículos. A sentença é do juiz Cícero Martins de Macedo Filho, da 4ª Vara da Fazenda Pública de Natal, que aplicou sobre o valor juros e correção monetária.

A General Motors do Brasil ajuizou ação judicial contra Estado do Rio Grande do Norte, alegando que, após regular procedimento licitatório, forneceu 125 veículos ao ente estatal, totalizando R$ 9.062.500,00, montante que, embora incluído em nota de ofício, não foi pago. Requereu, portanto, a condenação do Estado à quitação do débito.

Informou que o Estado, por meio de sua Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social, manifestou interesse em aderir a Ata de Registro de Preços nº 001/2009, decorrente do Pregão de Registro nº 140/2009, firmada entre a Polícia Militar de Minas Gerais e a montadpra para a aquisição de 125 veículos, do modelo Blazer Advantage, pelo valor unitário de R$ 72.500,00, totalizando o montante de R$ 9.062.500,00.

Em razão disso, em 7 de maio de 2010, a Polícia Militar, por meio de Ofício, autorizou a participação da Secretaria na condição de “Carona” no Registro de Preços nº 97/2009, oriundo do Pregão nº 140/2009 e da Ata de Registro de Preços nº 001/2009, desde que houvesse a anuência do fornecedor.

Em 9 de junho de 2010, foi emitida uma nota de pré-empenho a fim de garantir a reserva orçamentária no valor de R$ 9.062.500,00 para custear a aquisição dos veículos. Na sequência, em 15 de junho de 2010, foi emitida Nota de Empenho especificando as características dos itens a serem adquiridos pela Secretaria, bem como as informações quanto ao credor, ordem de compra e processo administrativo a que estava vinculada.

Em 17 de junho de 2010, a venda foi aprovada, cabendo a montadora entregar o material adquirido, no prazo de 90 dias, tendo cumprido sua obrigação.

Contudo, a montadora afirmou que os pagamentos não foram realizados e, muito embora a empresa por inúmeras vezes tenha tentado obter êxito extrajudicialmente para o recebimento do respectivo crédito, todas as medidas pacíficas não tiveram sucesso, e assim não viu outra alternativa senão a propositura da ação judicial.

O Estado do RN se defendeu alegando a impossibilidade do pagamento postulado, seja pelo disposto no decreto nº 21.939 de 15/10/2010, seja pela Lei de Responsabilidade Fiscal, em razão da alegada ausência de disponibilidade orçamentária. Com isso, requereu a improcedência dos pedidos autorais.

Decisão

Ao julgar o processo, o magistrado Cícero Martins de Macedo Filho pontuou que a situação narrada na ação judicial se confirma não só pela vasta documentação constante nos autos, destacando-se a nota de empenho anexada, mas também pela ausência de impugnação de tais fatos por parte do Estado, que, ao revés, confessou a dívida, embora alegue óbices ao seu pagamento.

O juiz destacou que o Estado alegou que a quitação do débito não se deu por ausência de dotação orçamentária, bem como tendo por base legal o Decreto nº 21.939 de 15/10/2010 e a Lei de Responsabilidade Fiscal. Entretanto, registrou que o art. 14 da Lei 8.666 é claro ao dispor que a dotação orçamentária deverá ser sempre anterior à compra, sob pena de nulidade e responsabilização do gestor. Com efeito, considerou que a Nota de Empenho juntada aos autos indica a fonte dos valores devidos à empresa credora.

“Se o Estado do Rio Grande do Norte foi negligente no manejo dos gastos públicos e utilizou os valores reservados ao pagamento para outra finalidade, não pode pretender valer-se de sua própria torpeza e, de modo arbitrário e unilateral, editar decreto alterando as disposições contratuais em questão, prorrogando indefinidamente o pagamento por produtos que já recebeu e dos quais usufrui. Merece procedência, portanto, o pedido inicial”, decidiu o juiz Cícero Martins.

(Processo nº 0803916-86.2014.8.20.0001)

TJRN

 

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Política

Café na casa de Fábio Dantas traça estratégias da nominata do PSDB

Foto: Dvulgação

Na manhã desta quinta-feira (7), aconteceu um café da manhã na casa do ex-vice-governador Fábio Dantas sobre estratégias da nominata do PSDB, para a Assembleia Legislativa e também discussões sobre os nomes que nos próximos dias serão lançados a deputado federal. O partido terá uma chapa, e hoje tem 12 nomes prontos para a luta.

O presidente da Câmara Municipal do Natal, vereador Eriko Jácome, que vai disputar uma vaga na Assembleia Legislativa também integrou as discussões. Além do jornalista Rodrigo Rafael, assessor do presidente da Assembleia, deputado Ezequiel Ferreira, o advogado Julinho Queiroz, presidente da Federação PSDB-Cidadania e os assessores políticos Vinicius Carvalho e Raul Nóbrega.

O PSDB tem 25 nomes para concorrer a Assembleia Legislativa, além dos deputados Ezequiel Ferreira, Cristiane Dantas e Taveira Júnior, o partido tem nomes fortes no interior como Flavio de Beroi (Agreste), Dra. Júlia Ferreira (Seridó), Ériko Jácome e Léo Souza (Grande Natal), Gustavo Soares (Vale do Açu), Daiana Valentim (Agreste), e Júnior Colaça (Alto Oeste). A chapa tá fechada e nos próximos dias vão reunir todos os pré-candidatos.

Após esse trabalho o PSDB vai começar a discussão sem pressa da participação na eleição majoritária. Com muita cautela e vendo em que o partido possa colaborar de forma efetiva no pleito de 2026.

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Brasil

PF diz que Vorcaro bancou viagens e hotel de luxo nos EUA para Ciro Nogueira

 

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Vídeo: Reprodução

A Polícia Federal (PF) apontou ter encontrado evidências de que o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, bancou viagens e hospedagens de luxo para o senador Ciro Nogueira (PP-PI).

O senador foi um dos alvos da PF na manhã desta quinta-feira (7/5), em operação autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com a PF, em relatório encaminhado ao Supremo, Vorcaro teria custeado hospedagens, deslocamentos e despesas de viagens internacionais de Ciro.

Um dos exemplos citados pela corporação envolve hospedagens no Park Hyatt New York, hotel cinco estrelas localizado em Manhattan, em Nova York, nos Estados Unidos.

Investigações
Em material enviado ao STF, a PF sustenta que Ciro teria exercido atuação parlamentar alinhada a interesses do grupo empresarial de Vorcaro e que, paralelamente, recebeu vantagens econômicas e patrimoniais.

De acordo com os investigadores, entre os benefícios identificados estariam a disponibilização gratuita de imóvel de alto padrão, custeio de viagens internacionais, pagamento de hospedagens de luxo, restaurantes e deslocamentos, uso de cartão destinado a despesas pessoais e indícios de recebimento de dinheiro em espécie.

Metrópoles

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Geral

VÍDEO: “Frei Gilson quer surfar na onda de ódio para se promover”, diz ex-seminarista

 

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Vídeo: UOL

Ex-seminarista denunciou Frei Gilson ao Ministério Público de São Paulo por declarações discriminatórias contra pessoas LGBTQIA+ e contra mulheres. Em entrevista ao UOL News, o autor da denúncia, Brendo Silva, afirmou que Frei quer surfar na onda de ódio para se promover ao optar por esse tipo de pauta.

Conforme o texto da denúncia, o religioso estaria difundindo, em homilias, entrevistas e redes sociais, discursos que tratam a homossexualidade com terminologias consideradas ultrapassadas, como “homossexualismo”, além de associá-la a ideias de “desordem”, “contrariedade à lei natural” e “depravação grave”.

A manifestação enviada ao MPSP também apresenta trechos de vídeos em que o religioso adota tom enfático ao tratar do tema, como na afirmação: “se a tua igreja está falando que não pode homem com homem, não pode e acabou” — um tipo de abordagem que, para Brendo, contribui para reforçar estigmas e exclusões, ultrapassando o âmbito da manifestação religiosa.

“Liberdade religiosa não é liberdade para odiar. As homilias e entrevistas em que Frei Gilson trata gays como doentes ao utilizar termos ultrapassados e associa a homossexualidade a ideias de desvio ou inferioridade, além de reforçar visões que colocam a mulher em posição secundária, não podem ser naturalizadas. Estamos em um país com altas taxas de feminicídio e violência contra pessoas LGBT+. Isso é inaceitável”, afirmou o ex-noviço na denúncia.

 

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Educação

VÍDEO: Alunos da USP, Unicamp e Unesp fazem ato por mais verbas para universidades

 

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Um post compartilhado por Luiz Bacci (@luizbacci)

Estudantes da USP, Unesp e Unicamp realizaram uma manifestação em frente à Reitoria da Unesp, na Praça da República, em São Paulo, durante reunião do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp). O vídeo da mobilização foi publicado há três dias.

A ação reuniu alunos das três universidades, incluindo participantes de uma ocupação no Instituto de Artes da Unesp. Eles cobraram maior repasse de orçamento para as instituições, além de melhorias como contratação de docentes, ampliação de técnicos e reforço nas políticas de permanência estudantil.

Durante o vídeo, os estudantes afirmaram que os problemas enfrentados pelas universidades estaduais refletem decisões políticas e pediram mais investimentos na educação pública. A mobilização ocorreu em frente ao prédio da reitoria, com participação de alunos de diferentes campus.

Opinião dos leitores

  1. Oh povinho feio… Será profissionalmente no futuro? Médicos, juízes.
    Kkkk quem se consultaria com essas figurinhas e queria ser julgado por eles??? Povinho do futuro sem futuro..aff como chegou a educação de país.

  2. Vc olhe para a cara dos sujeitos e sujeitas,preciso dizer mais alguma coisa ?
    🤢🤮💩.Quem será que vai enviar os pães com mortandela?

  3. Vc olhe para a cara dos sujeitos e sujeitas,preciso dizer mais alguma coisa ??????
    🤢💩🤮🤢💩🤮🤢💩🤮🤢💩🤮.Quem será que vai enviar os pães com mortandela?

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Religião

Vaticano publica documento que critica “cura gay” e discute inclusão

Foto: Reprodução

O Vaticano divulgou, nessa terça-feira (5/5), um documento que trata da inclusão de pessoas LGBTQIAPN+ na Igreja Católica e faz críticas diretas às chamadas terapias de conversão, conhecidas como “cura gay”. O texto reconhece o sofrimento vivido por fiéis homossexuais e aponta a necessidade de ampliar práticas de acolhimento dentro das comunidades católicas.

Elaborado por um grupo de estudos ligado ao Sínodo sobre a Sinodalidade – processo convocado pelo papa Francisco –, o relatório reúne reflexões teológicas e relatos de fiéis para discutir temas considerados sensíveis na Igreja, como a vivência da fé por pessoas com atração pelo mesmo sexo.

Com o título “Critérios teológicos e metodologias sinodais para o discernimento compartilhado de questões doutrinárias, pastorais e éticas emergentes”, o documento defende que a Igreja deve enfrentar essas questões a partir da escuta e da experiência concreta dos fiéis.

Entre os pontos centrais, está o reconhecimento de que a comunidade cristã pode ser um espaço de “cura e inclusão”, mas também pode reproduzir exclusão.

O texto afirma que muitas pessoas LGBTQIAPN+ convivem com “solidão, angústia e estigma”, inclusive dentro da própria Igreja, e menciona a presença de atitudes de “homofobia e transfobia” em ambientes religiosos. “Trata-se de pessoas que frequentemente se sentem incompreendidas, marginalizadas e excluídas”, diz o documento.

Testemunhos
Grande parte do relatório é construída a partir de testemunhos anônimos, que detalham vivências marcadas por conflitos entre fé, identidade e pertencimento. Os relatos mostram, ao mesmo tempo, experiências de exclusão e trajetórias de reconexão com a espiritualidade.

Um dos depoimentos, de um homem gay de Portugal, descreve o impacto das chamadas terapias de conversão. Segundo ele, as tentativas de “corrigir” sua orientação sexual deixaram “cicatrizes” e afetaram diretamente sua relação com a fé. O documento afirma que esse tipo de prática teve “efeitos devastadores”, ao atingir a dignidade dos fiéis e provocar afastamento da vida espiritual.

O mesmo relato menciona orientações recebidas dentro da própria Igreja, consideradas contraditórias. Em um episódio, o fiel diz ter sido aconselhado a se casar com uma mulher como forma de alcançar equilíbrio emocional.

Metrópoles

Opinião dos leitores

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Política

Prefeitura de São Gonçalo do Amarante certifica 60 alunos no curso “Fala Mais Idiomas”

Foto: Divulgação

A Prefeitura de São Gonçalo do Amarante realizou a entrega da certificação das turmas do curso “Fala Mais Idiomas”, promovido por meio da Secretaria para Assuntos Extraordinários, nesta quarta-feira (6). No auditório da Universidade Aberta do Brasil (UAB), 60 alunos foram certificados nos idiomas inglês, espanhol, mandarim (chinês) e, como novidade da retomada do curso pela atual gestão, a Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Ao destacar que o município é a “porta de entrada” do Rio Grande do Norte por meio do Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves, o prefeito Jaime Calado afirmou: “Quem tem qualificação em outro idioma sai na frente e se destaca no mercado”.

Durante a solenidade, a secretária Mada Calado ressaltou que a iniciativa, retomada na atual gestão, “é um fator que proporciona transformação de vida”, ao se dirigir aos participantes.

A aluna Laura Silva, moradora do Jardim Lola, celebrou a conclusão do curso e declarou em chinês: “Quem fala mandarim faz amigo no mundo inteiro”, ao destacar o potencial do idioma.

Participaram da cerimônia o secretário de Educação, Micael Moreira; o secretário de Comunicação, Ledson França; e os vereadores Rayure Protásio, Aninha Siqueira e Léo Medeiros.

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Política

[VÍDEO] Vereadora do PSOL chama traficantes de “trabalhadores megaexplorados”

Imagens: Reprodução/Tarugão Barreira

A vereadora de Porto Alegre (RS) Karen Santos (PSOL) provocou forte debate após afirmar que pessoas envolvidas no tráfico de drogas seriam “trabalhadores megaexplorados” dentro da cadeia produtiva do narcotráfico.

A declaração foi dada durante discussão sobre regulamentação das drogas e reacendeu o debate sobre segurança pública, desigualdade social e políticas de combate ao tráfico no Brasil, conforme o perfil Tarugão Barreira, no instagram.

A parlamentar defendeu a regulamentação das drogas como alternativa para reduzir violência, exploração e o fortalecimento do crime organizado. Segundo ela, o mercado ilegal movimenta bilhões de reais sem qualquer controle estatal ou tributação.

“Drogas é uma mercadoria, como qualquer outra, assim como a gente tem o álcool que é legalizado, assim como a gente tem o cigarro que é legalizado, assim como a gente tem o açúcar, o café e, dentre outros medicamentos, tarja preta”, afirmou a vereadora.

Na sequência, Karen Santos declarou que trabalhadores envolvidos nas etapas da cadeia do tráfico seriam explorados economicamente. “

Quer acabar com as drogas? Regulamenta, porque é muito interessante para o capitalismo super explorar essa cadeia produtiva das pessoas que plantam, das pessoas que embalam, das pessoas que fazem o translado até chegar no varejo, lá na ponta, na biqueira, são trabalhadores mega explorados, sem seus direitos garantidos”, disse.

A fala rapidamente repercutiu nas redes sociais e dividiu opiniões. Críticos acusaram a parlamentar de relativizar o crime organizado e minimizar os impactos da violência ligada ao tráfico de drogas. Já apoiadores afirmaram que a vereadora buscou discutir desigualdade social, ausência do Estado em áreas periféricas e modelos alternativos de política antidrogas.

Opinião dos leitores

  1. Só uma pergunta? Por que o viciado em vez de assaltar o cidadão de bem, não assalta o traficante? Resposta: o traficante anda armado e manda matar..acho que quem fornece maconha ou outras drogas para essa vereadora, deve ser um aviãozinho.

  2. Essa praga chamada PSOL tem que ser extinta e todos seus filiados presos, essa gente não tem recuperação, como sou contra pena de morte, para esses defensores de bandidos defendo prisão perpétua

  3. Nem acho mais isso
    Esquesito.
    Eu já sei que essas pessoas tem a mente invertida.
    O certo é errado, e o errado é certo.
    Taí ó!
    Exemplo claro.

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Judiciário

Moraes pode virar primeiro ministro do STF alvo de impeachment

Foto: Reprodução

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, voltou ao centro da crise entre os Poderes após ganhar força, nos bastidores de Brasília, a discussão sobre uma possível abertura de processo de impeachment no Senado. Parlamentares e juristas apontam supostos abusos de autoridade e decisões consideradas polêmicas, aumentando a pressão política sobre o magistrado.

A possibilidade de um impeachment contra Moraes vem sendo debatida por integrantes do Congresso Nacional e setores jurídicos nos últimos meses. Segundo informações divulgadas pelo portal Alfinetei, o tema passou a circular com mais intensidade em meio aos embates institucionais envolvendo decisões do ministro.

Caso algum pedido avance oficialmente no Senado , Moraes poderá se tornar o primeiro ministro da história do STF a enfrentar formalmente um processo de impeachment no Brasil.

A Constituição prevê a possibilidade de afastamento de ministros do Supremo em casos de crime de responsabilidade. No entanto, a abertura do processo depende diretamente do presidente do Senado e de articulações políticas dentro da Casa.

Nos últimos meses, decisões tomadas por Moraes em investigações envolvendo atos antidemocráticos, redes sociais e parlamentares ampliaram críticas de setores da oposição e de integrantes do Congresso, que passaram a questionar possíveis excessos do Judiciário.

 

 

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Política

URGENTE: Ciro Nogueira é alvo de busca da PF no caso Master

Foto: Reprodução

O senador Ciro Nogueira (PP) foi alvo de mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Federal nesta quinta-feira (7), durante a quinta fase da Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional ligados ao Banco Master.

A nova fase da operação foi autorizada pelo STF e mobilizou policiais federais no Piauí, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal. Ao todo, a Polícia Federal cumpre 10 mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária. A decisão judicial também determinou o bloqueio de R$ 18,85 milhões em bens, direitos e valores ligados aos investigados.

Segundo a PF, a operação aprofunda investigações sobre movimentações financeiras consideradas suspeitas e possíveis conexões entre operadores financeiros, agentes públicos e estruturas utilizadas para ocultação de patrimônio.

O foco da nova etapa está em supostas irregularidades envolvendo o Banco Master. Até a última atualização, a Polícia Federal não havia detalhado qual seria a participação individual dos investigados citados na operação.

A operação aumenta a pressão política sobre aliados e figuras do Centrão em Brasília, já que o caso tramita no STF e envolve suspeitas de crimes financeiros de grande impacto.

Os próximos passos da investigação devem incluir análise do material apreendido, quebra de sigilos e aprofundamento do rastreamento de operações financeiras consideradas atípicas.

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Política

[VÍDEO] Ministro de Lula processa Kelps no STF após acusações sobre respiradores

Imagens: Reprodução/Kelps Lima

O ex-deputado estadual Kelps Lima está sendo processado no STF pelo ministro-chefe da Casa Civil do governo Lula, Rui Costa, após acusações no caso dos respiradores comprados durante a pandemia da Covid-19 pelo Consórcio Nordeste.

Costa pede indenização alegando que foi acusado por Kelps de envolvimento no desaparecimento de recursos públicos destinados à compra dos equipamentos, que não foram entregues aos estados.

O ministro afirma ter sido alvo de declarações consideradas ofensivas relacionadas à condução da compra de respiradores pelo Consórcio Nordeste durante a pandemia. Há registros de que valores foram pagos antecipadamente, o que gerou forte repercussão e questionamentos sobre a aplicação dos recursos.

Kelps presidiu uma CPI na Assembleia Legislativa do RN para investigar o caso. Na época, a comissão apontou indícios de irregularidades e mencionou responsabilidades envolvendo gestores do Consórcio Nordeste e também a gestão do RN, comandada pela governadora Fátima Bezerra.

Kelps Lima, que é advogado, afirma que vai se defender no processo em Brasília. Ele disse que pretende acompanhar o andamento da ação e reforçou críticas à falta de responsabilização no caso dos respiradores.

“Uma das minhas missões ao chegar a Brasília inclui ter poder para ver esse processo caminhar na Justiça. O RN não pode, simplesmente, ver o dinheiro sumir dos seus cofres… e o caso ficar por isso mesmo”, garantiu.

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