O lobista Lúcio Funaro foi quem entregou a José Yunes, ex-assessor especial do governo, dinheiro vivo oriundo da Odebrecht. A quantia foi de R$ 1 milhão. Um dos auxiliares mais próximos do presidente Michel Temer, Yunes deixou o governo após vir à tona delação do ex-executivo da companhia Claudio Melo.
Ele narrou uma reunião em 2014 em que Temer teria pedido dinheiro a Marcelo Odebrecht para o PMDB. Dos R$ 10 milhões, R$ 6 milhões foram para campanha de Paulo Skaf e R$ 4 milhões para o ministro Eliseu Padilha distribuir.
Eliseu Padilha foi quem pediu que Lúcio Funaro fizesse a entrega de R$ 1 milhão a Yunes. O ex-assessor, que esperava receber o dinheiro de um desconhecido, foi surpreendido com o lobista no seu escritório em São Paulo.
Por sua assessoria, Padilha disse que “não pediu” nada a Lúcio Funaro. Temer já confirmou ter participado da reunião com Marcelo Odebrecht, quando diz ter pedido “doação eleitoral” para o PMDB. Yunes não foi localizado.
Funaro está preso desde julho pela Lava Jato sob suspeita de comandar com o ex-deputado Eduardo Cunha esquema de arrecadação de propinas de grandes empresas.
Na delação de Claudio Melo, ele diz que o ministro Padilha lhe contou que parte dos R$ 10 milhões foi para Eduardo Cunha. E qual parte? R$ 1 milhão.
Vc viram lá em São Paulo votaram. Os mesmos e a primeira coisa que os vereadores fizeram foram aumentar seus salários em 26% kkkkk povo que não sabe votar tem que pagar kkkkk
Nove candidatos que disputam as eleições de 2026 foram alvos da Lava Jato, chegaram a ser presos e tiveram condenações, definitivas ou não. Entre eles está o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição.
O levantamento feito pelo Poder 360 considerou registros de candidaturas na Justiça Eleitoral, além de informações de inquéritos e reportagens da imprensa.
Em alguns casos, as condenações foram posteriormente anuladas ou os processos arquivados. Em outras situações, houve cumprimento de pena, pelo menos parcial, até que os julgamentos fossem considerados inválidos.
A Lava Jato começou em março de 2014 e se tornou a maior operação de combate à corrupção do país, investigando políticos, estatais e empresas privadas por esquemas de propina e contratos superfaturados na Petrobras.
Em 2019, mensagens trocadas entre o então juiz Sergio Moro e procuradores da operação foram divulgadas no episódio conhecido como Vaza Jato. O conteúdo levantou questionamentos sobre a imparcialidade de Moro na condução dos processos.
Posteriormente, decisões do STF anularam condenações e determinaram o envio de processos para a primeira instância. Em março de 2021, a Corte declarou Moro suspeito no caso do tríplex do Guarujá. No mês seguinte, anulou as condenações de Lula em quatro processos da Lava Jato, tornando-o novamente elegível para disputar a eleição de 2022.
O médico Cláudio Lottenberg afirmou estar pronto para assumir o Ministério da Saúde caso Flávio Bolsonaro (PL) seja eleito presidente da República. O nome foi anunciado pelo senador durante sabatina no Jornal Nacional, da TV Globo, na sexta-feira (28).
“Recebo este convite feito pelo senador Flávio Bolsonaro com gratidão e espírito de serviço”, afirmou Lottenberg. Segundo ele, a experiência de mais de 35 anos na área da saúde o preparou para a função.
Flávio agradeceu publicamente ao médico por aceitar o convite. “Quero agradecer ao doutor Cláudio Lottenberg por aceitar esse convite para ser meu ministro da Saúde. É uma pasta importante que a população leva em consideração”, declarou.
Lottenberg disse que pretende conduzir a pasta sem transformar a saúde em disputa política e afirmou que o foco será a população que depende do Sistema Único de Saúde (SUS). “Assumo esta missão sem espírito de disputa, com a convicção de que a saúde de um povo não pertence a um governo nem a um campo político, e sim às pessoas”, disse.
O médico é oftalmologista e já presidiu o Hospital Israelita Albert Einstein. Em 2005, foi secretário municipal de Saúde de São Paulo durante a gestão de José Serra. É formado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), onde também fez mestrado e doutorado em Oftalmologia.
Fotos: Ricardo Stuckert/PR e Andressa Anholete/Agência Senado
Pesquisas estaduais da Quaest divulgadas em agosto mostram uma disputa presidencial mais equilibrada em 2026. Lula (PT) mantém vantagem no Nordeste, mas perdeu força em relação a 2022 no Sudeste, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
No levantamento nacional, Lula tem 38% das intenções de voto e Flávio, 31%. No mesmo período de 2022, Lula marcava 45% contra 33% de Jair Bolsonaro. Os dois principais candidatos somavam 78% naquela eleição, ante 69% agora.
A mudança chama atenção em Minas Gerais. Há quatro anos, Lula tinha cerca de dez pontos de vantagem sobre Bolsonaro. Agora, Flávio aparece um ponto à frente, em empate técnico. Lula também enfrenta avaliação negativa de 45% em Minas, 45% no Rio e 48% em São Paulo.
No Nordeste, o presidente lidera nos sete estados pesquisados pela Quaest: Alagoas, Bahia, Maranhão, Pernambuco, Paraíba, Sergipe e Rio Grande do Norte. Em Pernambuco, Lula chega a ter quase três vezes as intenções de voto de Flávio.
Já no Sul, Flávio lidera nos três estados. Em Santa Catarina, tem mais que o dobro das intenções de voto de Lula. No Rio Grande do Sul, são 34% contra 28%.
No Norte, Lula lidera em três dos quatro estados pesquisados, mas também perdeu vantagem. No Amazonas, por exemplo, a diferença que era de 13 pontos sobre Bolsonaro em 2022 caiu para três pontos sobre Flávio, dentro da margem de erro.
A campanha da senadora Zenaide (PSD) à reeleição ganhou na sexta-feira (28) um reforço que vai além de uma simples declaração de apoio. O presidente do PCdoB local, Joseilson Ferreira, anunciou que o partido, tradicionalmente de esquerda, está com Zenaide. E o gesto, segundo lideranças, não é isolado: é sintoma de uma tendência que se consolida cada vez mais entre eleitores e dirigentes de esquerda e centro-esquerda no Rio Grande do Norte.
O anúncio do PCdoB de Caicó não chega como uma adesão a mais em meio a dezenas de declarações de apoio que marcam a rotina de campanha. Ele carrega um peso simbólico e prático: evidencia que, no campo progressista, o segundo voto para o Senado está se consolidando em Zenaide, e não no candidato apoiado pelo PT no estado, Rafael Motta (PDT).
A tendência tem raízes claras no contraste de trajetórias. Zenaide é vice-líder do governo Lula no Congresso Nacional e acumula um histórico de votações contrárias a medidas que retiraram direitos de trabalhadores e aposentados — como a Reforma da Previdência, a minirreforma trabalhista (MP 1045/2021) e a privatização da Eletrobras. Já Rafael Motta, recém-chegado ao PDT após passar por vários partidos, tem no currículo o voto favorável ao afastamento de Dilma Rousseff da Presidência da República.
Os Correios acumularam prejuízo de R$ 5,55 bilhões no primeiro semestre de 2026, resultado 30,4% pior que o registrado no mesmo período do ano passado. Apenas no segundo trimestre, o rombo chegou a R$ 2,37 bilhões.
O cenário contrasta com os três primeiros anos do governo Jair Bolsonaro, quando a estatal registrou lucro consecutivamente. Os resultados líquidos foram de R$ 102 milhões em 2019, R$ 1,53 bilhão em 2020 e R$ 2,27 bilhões em 2021, segundo dados dos próprios Correios. Somente em 2022, a empresa voltou ao vermelho e encerrou o ano com prejuízo líquido de aproximadamente R$ 809 milhões.
Segundo a estatal, as contas continuam pressionadas pela redução das receitas dos serviços postais tradicionais, pelo aumento dos custos operacionais e por despesas relacionadas a passivos judiciais. Os Correios afirmam que a melhora operacional observada no semestre ainda não foi suficiente para recuperar a geração de caixa.
A empresa fechou 2025 com prejuízo recorde de R$ 8,5 bilhões. Em dezembro, contratou empréstimo de R$ 12 bilhões junto a Banco do Brasil, Caixa, Bradesco, Itaú e Santander, com garantia da União. Agora, negocia mais R$ 7 bilhões em crédito e prevê receber aporte de R$ 6 bilhões do governo federal em 2027.
O plano de reestruturação prevê programas de demissão voluntária, corte de custos, renegociação de dívidas e medidas para reduzir o endividamento da estatal.
Caicó está em festa. Uma multidão tomou as ruas da cidade neste sábado (29) para acompanhar a passagem da Caravana 22 pelo Seridó. Filho da terra, Álvaro Dias (PL) participou da maior carreata da história do município, em uma grande mobilização popular que percorreu as principais ruas da cidade.
Ao longo do percurso, moradores saíram de suas casas, acenaram e manifestaram apoio à candidatura de Álvaro ao Governo do Rio Grande do Norte. A movimentação cresceu pelas ruas, reuniu apoiadores de diferentes pontos da cidade e transformou a passagem da Caravana 22 em uma demonstração de força popular na terra natal do candidato.
O clima de festa acompanhou Álvaro durante todo o percurso. Cercado por apoiadores e lideranças políticas, o candidato encerrou em Caicó a programação deste sábado, reforçando sua ligação com a cidade onde nasceu e com o Seridó, região que faz parte de sua trajetória pessoal e política.
Participaram da mobilização Coronel Hélio, candidato ao Senado; Coronel Brilhante e Nina Souza, candidatos a deputado federal; Anne Lagartixa, Adjuto Dias e Bibi Costa, candidatos a deputado estadual; além de prefeitos, ex-prefeitos, vereadores e lideranças políticas de diferentes municípios da região.
Caravana 22 pelo Seridó
Antes de chegar a Caicó, Álvaro cumpriu uma intensa agenda por outros quatro municípios do Seridó, com carreatas, encontros com moradores e reuniões com lideranças políticas.
A programação começou em Equador, onde Álvaro foi recebido pela ex-prefeita Noeide Sabino (Solidariedade), vereadores e lideranças locais. O candidato percorreu as principais ruas do município, conversou com moradores e recebeu manifestações de apoio.
Em Santana do Seridó, Álvaro foi recebido pela prefeita Tatiana Ferreira (Podemos), pelo vice-prefeito Caio Cabral (Podemos), além de apoiadores e amigos. O candidato percorreu as ruas em carreata e conversou com a população.
Em Carnaúba dos Dantas, conhecida pela tradição da música e da cerâmica, Álvaro foi recebido pelos vereadores Del de Zé Coringa e Luciano, além de suplentes e lideranças locais. Durante a passagem pelo município, destacou a importância de fortalecer a economia local e valorizar os ceramistas e produtores da região.
Já em Jardim do Seridó, Álvaro percorreu as ruas acompanhado por apoiadores. A mobilização contou com a presença do vice-prefeito Professor Joaquim (Podemos), vereadores, lideranças locais e Silvana de Lala. Mesmo doente, a prefeita recebeu Álvaro na porta de sua residência e falou aos presentes.
A Caravana 22 segue neste domingo (30) por outros municípios do Seridó. Álvaro Dias e Babá Pereira iniciam a programação às 8h, em Ouro Branco, e passam por Ipueira, São João do Sabugi e Serra Negra do Norte. À tarde, a agenda segue por Timbaúba dos Batistas, São Fernando e Jardim de Piranhas, onde a programação está prevista para as 17h.
Augusto Cury defendeu a contratação de influenciadores digitais para atuar nas embaixadas brasileiras no exterior como forma de promover a imagem do país. A proposta consta em seu programa de governo e foi abordada durante sabatina na TV Globo.
Questionado sobre qual seria a função desses profissionais nas representações diplomáticas, Cury afirmou que a intenção é “vender o Brasil com dignidade” e ampliar a divulgação de áreas como agronegócio, bioenergia, tecnologia e produção de conhecimento.
“É vender o Brasil com dignidade. Nós temos um agronegócio fantástico, uma bioenergia fantástica, produzimos conhecimento, tecnologia”, afirmou.
Cury também disse que, como alternativa à contratação de influenciadores, diplomatas e funcionários das próprias embaixadas poderiam ser capacitados para exercer essa função nas redes sociais.
“Deveríamos treinar os embaixadores e também os colaboradores para serem influenciadores, para vender melhor o Brasil lá fora, porque o Brasil não é vendido bem lá fora”, declarou.
O influenciador potiguar e especialista em aviação Lito Sousa publicou neste sábado (29) um novo vídeo durante sua internação no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), condição neurodegenerativa rara e sem cura conhecida, ele agradeceu o apoio recebido e demonstrou confiança na busca por alternativas de tratamento.
“Eu não estou triste e vou ser o primeiro a controlar essa doença no mundo, graças a Deus”, afirmou.
Lito disse que mantém a capacidade cognitiva e destacou a mobilização da esposa, Mila Sousa, na tentativa de viabilizar tratamentos experimentais no Brasil ou no exterior. Segundo ele, Ministério da Saúde, Anvisa e Itamaraty também participam das tratativas.
“Eu tenho que ter paciência, mas em breve tenho certeza de que vamos presenciar o milagre”, declarou.
Mila também mostrou neste sábado adaptações feitas no apartamento da família para que Lito possa continuar o tratamento em casa a partir da próxima semana. Um quarto foi preparado com cama hospitalar, poltrona e equipamentos de suporte, além de mudanças para melhorar a acessibilidade do imóvel.
Lito afirmou que a nova estrutura permitirá que permaneça próximo da esposa e do filho durante o tratamento.
O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) se enrolou ao explicar, durante sabatina na TV Globo, sua proposta de usar drones com sirenes no combate à violência contra a mulher e ao feminicídio. Questionado pela jornalista Renata Vasconcellos sobre como a medida funcionaria na prática, Cury acabou pedindo que ela “esquecesse” os drones.
A proposta apresentada pelo candidato prevê um aplicativo com botão de alerta georreferenciado que permitiria uma resposta a mulheres em situação de risco. Segundo Cury, drones equipados com sirenes poderiam ser enviados até o local onde estivesse o agressor.
Renata questionou como o sistema seria implementado diante da realidade de mais de 5 mil municípios brasileiros e de milhares de delegacias, algumas sem acesso à internet. Cury reconheceu a dificuldade, mas voltou a citar o uso da tecnologia.
“Você já pensou se tivesse um aplicativo com botão de alerta georreferenciado? E você já pensou se nós usássemos tecnologia que é usada em outros países, onde você vai com o drone, com a sirene de alerta até a casa do predador?”, afirmou.
Ao ser novamente questionado sobre como as delegacias acionariam os equipamentos, Cury mudou o foco da resposta.
“Esqueça a questão do drone, por favor. Pense num aplicativo que possa ter uma resposta mais rápida. É muito grave”, disse.
A jornalista insistiu, lembrando que os drones faziam parte da própria proposta apresentada pelo candidato: “Mas o senhor propõe os drones e diz que eles seriam acionados pelo aplicativo. Eu gostaria de entender”.
O início da campanha de Ivanilson Oliveira já mostrou a força que o candidato à reeleição para deputado estadual pretende levar para as urnas. Na noite deste sábado, 29 de agosto, uma verdadeira onda amarela tomou conta das ruas de Baraúna, em uma das maiores mobilizações políticas já vistas no Rio Grande do Norte nesta eleição.
A multidão que acompanhou a passeata transformou as ruas do município em um grande ato de apoio a Ivanilson e deu o tom do que pode ser uma das maiores votações do candidato nesta eleição.
Em Baraúna, Ivanilson já possui uma história eleitoral expressiva. Na última eleição, conquistou quase 10 mil votos no município. Agora, diante da mobilização demonstrada nas ruas, a expectativa é ainda maior: superar a marca dos 13 mil votos e ampliar sua votação na cidade.
Uma força que ultrapassou Baraúna
A demonstração deste sábado também reflete o crescimento da base política de Ivanilson. Se, na eleição passada, o candidato chegou à Assembleia Legislativa tendo como principal força o apoio da Prefeitura de Baraúna, hoje ele chega à disputa com uma rede de apoios ampliada em diferentes regiões do Estado.
No Oeste, Ivanilson conta com apoios importantes em municípios como Areia Branca, com o prefeito Souza; Grossos, com a prefeita Cinthia Sonale; e Tibau, com a prefeita Lidiane.
No Agreste, soma forças em Lagoa de Pedras, com a prefeita Janaína de Salim; Jundiá, com o prefeito Galego dos Touros; além do apoio do ex-prefeito de Passagem, Juninho, e da força política do prefeito de Nísia Floresta, Gustavo.
No Alto Oeste, também ampliou sua presença política, reunindo apoios como o da prefeita Fatinha, de João Dias, além de lideranças como o vice-prefeito de Encanto, Toinho, e o ex-vice-prefeito de Pau dos Ferros, Renato.
Esse crescimento da base política ajuda a explicar a dimensão da mobilização vista em Baraúna. Uma candidatura que nasceu forte em sua região agora amplia seu alcance e começa a campanha mostrando capacidade de mobilização em todo o Rio Grande do Norte.
Neste sábado, as ruas de Baraúna deram o recado:
A onda amarela começou forte — e Ivanilson veio para crescer.
Vc viram lá em São Paulo votaram. Os mesmos e a primeira coisa que os vereadores fizeram foram aumentar seus salários em 26% kkkkk povo que não sabe votar tem que pagar kkkkk
Bem povo brasileiro depois tem eleição e vc votam nos mesmo é isso que dá não pode reclamar
Não vai sobrar ninguém em Brasília !
Essas coisas já tá virando babozeira que termina não dando em nada…….pobre do nosso Brasil e de nós!
O brasil é até então dirigido por uma maioria de canalhas …