O ex-ministro Gustavo Bebianno, que era um dos assessores mais próximos e conviveu intensamente com Bolsonaro na campanha eleitoral, credita o estilo “eu que mando” do presidente a “complexos que ele traz do passado”.
“O presidente tem revelado extremo grau de insegurança. Essa coisa de querer mostrar, a ferro e fogo, todo o tempo, que é ele quem manda, sem escutar a ninguém e sem aceitar qualquer tipo de ponderação, é muito ruim para o nosso país. O presidente precisa superar os complexos que traz do passado e mostrar maior grandeza de espírito”, diz Bebianno.
Ele diz ainda que aprendeu com o mestre de jiu-jitsu Hélio Gracie que o campeão precisa nutrir a nobreza de espírito. “Hoje, o capitão é o vencedor. É hora de engrandecer a alma”.
Mônica Bérgamo
Foto: Divulgação
Walsul 17/08/2019 às 21:32
Universidades sem aulas e militares sem comida. Milicianos protegidos, filhos endinheirados e o Queiroz demitindo delegado da Polícia Federal e da receita. Fuderam com o pais. Mitoooo!
Essa caricatura de gente chamada de Bolsonaro é o exemplo e a imagem de quem os colocou, lastimavelmente como presidente, tanto indiretamente, por meio de uma justiça prepotente, preconceituosa e dirigida, que tornou essa aberração possível, e, diretamente, por um eleitorado pouco evoluído, com valores e formações deploráveis, enquanto seres humanos.
Ela de novo. Mainha