
Está no NOVO JORNAL
A compra, ao custo de R$ 850 mil, de um prédio que hoje não é nada mais do que pó por parte do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MP-RN) foi alvo de pesadas críticas junto ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). O imóvel foi comprado com o objetivo de receber algumas promotorias de Justiça e terminou demolido ao custo de R$ 100 mil, para a construção de um novo Arquivo Geral.
O NOVO teve acesso à petição enviada pelo advogado Francisco de Souza Nunes, que já foi Procurador e Corregedor Geral do Estado, ao Corregedor Nacional do CNMP, Cláudio Henrique Portela do Rêgo, no dia 9 deste mês.
Nunes denunciou junto ao Conselho Nacional do MP a situação gerada pela compra, em 2008, do prédio localizado no entroncamento da Rua José de Alencar com a Avenida Deodoro da Fonseca que nunca foi utilizado pelo Ministério Público potiguar e terminou demolido em 2015.
Em uma petição que ratifica denúncias anteriores feitas pelo próprio ex-procurador junto ao site do CNMP, o ex-procurador geral Francisco Nunes aponta os erros cometidos pelo Ministério Público e destila uma série de críticas contra a condução do processo de compra do prédio e subseqüente falta de uso por parte da Procuradoria Geral de Justiça do RN.
Acesse a reportagem completa clicando: http://novojornal.jor.br/policia/ex-procurador-critica-mp-por-causa-de-predio-mico
A conta é maior, foi comprado, reformado o que é outro custo, e demolido, outro custo!!! Pra construir outro prédio!!! Outro custo!!!
Parabéns pela iniciativa. O MP que adora expor às pessoas tem que aprender que erra e que também deve responder pelos seus erros , pois NÃO ESTÁ E NUNCA ESTÁ ACIMA DAS LEIS DO PAÍS. Esses dias, dois promotores criticaram a exposição do caso na mídia. Só eles podem acusar, opinar e dar pitaco sobre tudo? Quando o MP erra (e o caso desse prédio é um dos maiores absurdos que já vimos) não quer que ninguém solte nem uma nota de rodapé. No dos outros é refresco.