Segurança

Exército reivindica mais segurança jurídica para os militares envolvidos em policiamento

General Eduardo Dias da Costa Villas Bôas,  comandante do Exército (Foto: Geraldo Magela / Agência Senado)

O Estado de S.Paulo

Desde que as Forças Armadas passaram mais frequentemente a ser convocadas para participar das chamadas Operações de Garantia da Lei e da Ordem previstas na Constituição, auxiliando no policiamento de várias cidades – agora estão no Rio de Janeiro –, o comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, reivindica mais segurança jurídica para os militares envolvidos nessa tarefa. “Tenho o dever de protegê-los”, disse ele em sua conta no Twitter, dias depois de tropas terem atuado em Jacarepaguá, na Vila Cruzeiro e no Complexo de Lins, no Engenho Novo.

A preocupação do comandante do Exército é procedente e antiga. Ele já a havia manifestado no ano passado, quando as Forças Armadas foram convocadas para garantir a segurança pública no Rio de Janeiro, durante os Jogos Olímpicos – dois anos antes, elas tinham sido mobilizadas com idêntica finalidade, durante a Copa do Mundo. E voltou a manifestá-la há alguns meses em depoimento no Senado, quando afirmou que o uso “desgastante e perigoso” das Forças Armadas em operações de segurança pública deveria se dar somente em situações críticas, nas quais a polícia se revela incapaz de executar seu trabalho, expondo a sociedade a risco.

Como são treinados para cumprir funções tipicamente militares, na proteção da soberania nacional contra ameaças externas, eventuais crimes cometidos por integrantes das Forças Armadas são julgados pela Justiça Militar, segundo os entendimentos e preceitos próprios das corporações. Mas, a partir do momento em que militares do Exército, Marinha e Aeronáutica executam ações de segurança pública, processos resultantes do confronto com criminosos comuns terminam sendo julgados pela Justiça Comum, que se utiliza de leis e parâmetros diferentes dos da Justiça Militar. Isso gera uma enorme insegurança jurídica nas tropas.

“A Operação de Garantia da Lei e da Ordem, com o emprego de militares devidamente treinados e equipados, deve ocorrer segundo a legislação penal militar. Atualmente, em alguns casos, é aplicável a legislação penal comum. Isso pode trazer prejuízos para a carreira profissional do militar, caso ele venha a se envolver em um confronto, e para a operação em si, já que uma pronta reação pode ficar comprometida. A segurança jurídica deve prover a necessária liberdade de ação para as forças atuantes”, disse o comando do Exército, em nota oficial.

O general Villas Bôas lembra que as forças militares não têm poder de polícia. Por isso, disse ele, no cumprimento de missões policiais nas comunidades do Alemão, da Penha e da Maré, as tropas identificaram alvos e locais importantes, mas não puderam deter suspeitos e apreender produtos ilícitos por falta de mandado de busca e apreensão expedido por autoridade judicial competente. Se tivessem agido para garantir a segurança dos moradores, os integrantes dessas forças poderiam ser processados pelo Ministério Público e condenados por juízes criminais.

Para resolver esse problema, durante os Jogos Olímpicos, realizados no Rio de Janeiro no ano passado, o Congresso aprovou uma lei complementar, incluindo no Código Penal Militar um parágrafo que determinava que eventuais crimes cometidos por militares em Operações de Garantia da Lei e da Ordem fossem julgados pela Justiça Militar. O problema é que essa lei caducou em 31 de dezembro de 2016. Há outro projeto com o mesmo objetivo, em tramitação no Senado desde agosto de 2016, que é defendido de modo enfático pelo comandante do Exército. Esse projeto foi aprovado em regime de urgência pela Câmara dos Deputados, mas ainda não entrou na pauta de votação do Senado.

Dada sua relevância, cabe aos senadores aprová-lo o mais rapidamente possível, sem levar em conta a pregação feita por alguns pretensos ativistas sociais, de que a Justiça Militar é uma corte corporativa e por isso tenderia a tolerar violações dos direitos humanos da população por parte de militares, o que não aconteceria com a Justiça Comum.

Opinião dos leitores

  1. Temos que apoiar toda mudança no código penal para proteger os militares e punir os bandidos… Nada de inversão de valores como querem os canalhas, ativistas dos direitos humanos

  2. As forças armadas estão fazendo o serviço de competencia das policia porquer os Estado estão falido e não investiram na contratação de novos policiais e estrutura isso fruto da corrupção principalmente no Rio de Janeiro.

  3. Infelizmente o Exercito Brasileiro não é para esse tipo de ação, fazendo o serviço das policias.

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Eleições 2026

[VÍDEO] Álvaro afirma que Allyson fugiu de perguntas e vai ficar conhecido como “candidato da ilegalidade”

Imagem: Reprodução

No debate entre os candidatos a governador na Band RN, neste domingo (9), Álvaro Dias criticou Allyson Bezerra afirmando que o adversário deixou a maioria das perguntas sem resposta, principalmente quando questionado por que não forneceu as senhas dos celulares apreendidos pela Polícia Federal na casa dele em Mossoró durante a deflagração da Operação Mederi.

“Lamentar aqui o candidato Allyson não ter respondido às perguntas que nós fizemos e mais uma vez ter tergiversado, fugido das perguntas que nós fizemos. Quando perguntamos a ele sobre a senha do celular que ele negou à Polícia Federal, dentro da investigação da Operação Mederi, que é um dos maiores escândalos de corrupção da história do Rio Grande do Norte. Então, infelizmente, ele vai ficar conhecido como candidato da ilegalidade, porque recentemente cinco perfis foram derrubados porque faziam a propaganda antecipada do candidato”, criticou.

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Eleições 2026

[VÍDEO] Álvaro Dias para Allyson Bezerra: “Vou começar a lhe chamar de o candidato dos segredos inacabados ou dos segredos inconfessáveis”

Imagem: Reprodução

Durante o debate entre os candidatos a governador na Band RN, neste domingo (9), Álvaro Dias perguntou a Allyson Bezerra por que ele não forneceu a senha dos celulares apreendidos pela Polícia Federal durante a Operação Mederi, que investiga um esquema de desvio de recursos da saúda na Prefeitura de Mossoró.

“Você mora no condomínio mais luxuoso de Mossoró. Eu moro no mesmo apartamento há 26 anos. Você não respondeu à pergunta que eu fiz sobre por que ele não entregou o segredo do celular à Polícia Federal. Desse jeito, vou começar a lhe chamar de ‘o candidato dos segredos inacabados ou dos segredos inconfessáveis’”, ironizou Álvaro Dias.

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Eleições 2026

[VÍDEO] No Debate da Band RN, Álvaro Dias rebate falácia de candidato da esquerda sobre a engorda de Ponta Negra

Imagem: Reprodução

No primeiro debate entre os candidatos a governador, promovido pela Band RN, neste domingo (9), Álvaro Dias (PL) rebateu a falácia do candidato Robério Paulinho (PSOL), que disse que a obra da engorda “destruiu Ponta Negra”.

Álvaro Dias rebateu mostrando imagens da praia antes da obra da engorda. “Robério falou que a gente destruiu Ponta Negra. Desinformado. O professor não mora aqui em Nata. Eu vou mostrar aqui como era Ponta Negra antes da engorda. Era assim que o professor Robério queria a praia de Ponta Negra”, disse o candidato do PL, exibindo imagens antigas de Ponta Negra.

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Política

[VÍDEO] Robério Paulino acusa Allyson Bezerra de “farmar aura” e fazer “pirotecnia” em debate da Band RN

Imagem: Reprodução/ Portal Potiguar

O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte pelo PSOL, Robério Paulino, elevou o tom contra o adversário Allyson Bezerra (União Brasil) durante o primeiro debate da campanha eleitoral promovido pela Band RN, neste domingo (9).

Em um dos momentos mais incisivos do confronto, Paulino afirmou que o ex-prefeito de Mossoró passa o tempo “andando de cidade em cidade farmando aura” e fazendo “pirotecnia”, em referência à estratégia política adotada pelo candidato do União Brasil.

 

Com informações do Portal Potiguar

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Geral

Dia dos Pais reúne cerca de 5 mil pessoas no Morada da Paz

Programação especial em Emaús e São José de Mipibu promoveu missas, homenagens e momentos de conexão afetiva

O Dia dos Pais é marcado por homenagens e emoção no cemitério, crematório e funerária Morada da Paz, pertencente ao Grupo Morada. A expectativa é de que cerca de 5 mil pessoas visitem as unidades de Emaús e São José de Mipibu, na Grande Natal, até o final deste domingo (9). Ao longo do fim de semana, famílias prestaram homenagens aos pais que já partiram, em uma programação pensada para acolher diferentes formas de saudade.

Entre as ações realizadas, as tradicionais missas aconteceram às 8h e 10h em Emaús, e às 8h em São José de Mipibu. Os visitantes puderam também participar de momentos simbólicos, preparados para acolher quem desejava lembrar e celebrar pais que já partiram. Além disso, foi realizada uma homenagem coletiva, na qual as famílias deixaram mensagens em urnas de vidro, compartilhando recordações de pessoas e momentos eternos.

As homenagens reforçaram a proposta da campanha institucional “Eternos”, do Grupo Morada, que convida a olhar para a memória não apenas como lembrança do passado, mas como uma forma de manter presentes os vínculos, valores e histórias compartilhados.

Para o Morada da Paz, datas como o Dia dos Pais ganham um significado especial para quem vivencia o luto. Ao criar possibilidades para expressar a saudade e homenagear quem partiu, a instituição busca oferecer acolhimento e respeitar as diferentes formas de cada família manter viva a memória de seus entes queridos.

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Geral

Escândalos de corrupção do PT somam mais de R$ 115 bilhões

Foto: Ricardo Stuckert

Levantamento estima em mais de R$ 115 bilhões o valor envolvido em seis grandes escândalos de corrupção associados ao PT, segundo reportgem publicada pela Revista Oeste, na edição 334. A conta reúne propinas, desvios, prejuízos e outras irregularidades apontadas nas diferentes investigações.

Segundo a publicação, o montante seria suficiente para construir cerca de 58 mil unidades básicas de saúde ou 10,5 mil escolas de tempo integral.

Entre os casos citados estão o Banestado, o Mensalão, irregularidades em fundos de pensão, a Operação Calicute, a Lava Jato e a Operação Sem Desconto, que investigou descontos associativos não autorizados em benefícios do INSS.

No Mensalão, perícias do processo apontaram desvios de pelo menos R$ 100 milhões. Já na Lava Jato, a Petrobras reconheceu mais de R$ 6 bilhões em perdas relacionadas à corrupção, enquanto estimativas de peritos da Polícia Federal apontaram prejuízos superiores a R$ 40 bilhões.

A Operação Sem Desconto, deflagrada em 2025 pela PF e pela CGU, identificou mais de R$ 6 bilhões em descontos associativos sobre aposentadorias e pensões entre 2019 e 2025.

As investigações também alcançaram pessoas próximas ao entorno do presidente Lula. Frei Chico, irmão do presidente, é vice-presidente do Sindnapi, uma das entidades investigadas. Já Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, entrou no radar da PF após a identificação de pagamentos de empresas ligadas ao empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, à consultoria de Roberta Luchsinger.

Veja os maiores valores apontados*:

  1. Fundos de pensão — Greenfield (2016): R$ 54 bilhões
  2. Lava Jato/Petrolão (2014): R$ 42,8 bilhões
  3. Banco Master/BRB (2025): R$ 12,2 bilhões
  4. Fraude no INSS (2025): R$ 6,3 bilhões
  5. Mensalão (2005): R$ 101,6 milhões

*Fonte: Revista Oeste

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Geral

Endividamento bate recorde e atinge 85% das famílias de baixa renda no Brasil

Foto: Adobe Stock

O endividamento das famílias de baixa renda atingiu o maior nível da série histórica da Confederação Nacional do Comércio (CNC). Em julho, 85% das famílias com renda de até três salários mínimos estavam endividadas, quarto recorde consecutivo do indicador.

O percentual supera a média nacional de endividamento, que também alcançou um recorde de 82% no período.

Os dados mostram ainda piora na inadimplência. Entre junho e julho, a parcela de famílias com contas em atraso subiu de 38,3% para 38,5%, enquanto a proporção das que afirmam não ter condições de quitar as dívidas passou de 17,6% para 17,8%.

Segundo a CNC, muitas famílias continuam recorrendo ao crédito para complementar o orçamento. “É como se o crédito fosse um puxadinho do orçamento”, afirmou o economista-chefe da entidade, Fábio Bentes.

Outro fator de pressão é o custo do crédito. Com juros elevados, consumidores de baixa renda acabam recorrendo a modalidades mais caras, como cartão de crédito e cheque especial, o que aumenta o risco de inadimplência.

Levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV) também apontou aumento do estresse financeiro entre as famílias de menor renda e queda na confiança do consumidor nesse grupo.

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Geral

Enquanto Moraes nega visita de filhos a Bolsonaro, somente no DF, 1,5 mil presos são beneficiados com ‘saidão’ de Dia dos Pais

Foto: ANSA/EPA

Enquanto o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido para que os filhos de Jair Bolsonaro visitassem o ex-presidente no Dia dos Pais, mais de 1,5 mil detentos do Distrito Federal foram beneficiados com a saída temporária concedida pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seape-DF).

Conhecido como “saidão”, o benefício começou nesta quinta-feira (6) e segue até segunda-feira (10), abrangendo 1.520 presos, dos quais 58 são mulheres. Esta é a quinta saída temporária autorizada no Distrito Federal em 2026.

Caso Bolsonaro

No caso de Bolsonaro, a defesa solicitou autorização para que Carlos Bolsonaro, Flávio Bolsonaro e Jair Renan Bolsonaro visitassem o ex-presidente em sua residência no domingo (9). Moraes, no entanto, negou o pedido com base em decisão anterior que restringiu as visitas ao ex-presidente, permitindo apenas a presença de profissionais de saúde e advogados.

A restrição foi imposta no âmbito das medidas cautelares determinadas pelo ministro em julho, após a divulgação de uma carta atribuída a Bolsonaro e divulgada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo Moraes, o episódio justificou o endurecimento das restrições relacionadas a visitas e contatos de natureza política.

Defesa alegou caráter familiar e humanitário

A defesa de Jair Bolsonaro argumentou à Corte que o pedido para a visita dos filhos no Dia dos Pais possui caráter exclusivamente familiar e humanitário. Segundo os advogados, a autorização buscava preservar os vínculos afetivos e a convivência entre pai e filhos em uma data considerada simbólica no calendário brasileiro, sem qualquer finalidade política ou eleitoral.

Na petição, os defensores sustentaram ainda que o encontro ocorreria dentro das condições já estabelecidas pelo STF e não prejudicaria o cumprimento das medidas cautelares impostas ao ex-presidente.

Bolsonaro está proibido de receber visitas com finalidade político-eleitoral até o fim das eleições de 2026, além de não poder divulgar manifestos de natureza político-eleitoral, direta ou indiretamente. Os advogados também informaram à Corte que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro recebeu alta hospitalar em 2 de agosto e retornou para casa no mesmo dia.

Gazeta do Povo

Opinião dos leitores

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Geral

Entrevista concedida ao Domingo Espetacular, da Record, violou medida cautelar e motivou prisão em Natal do ex-marido da ativista Maria da Penha

Imagem: divulgação/Rede Record

Uma entrevista concedida por Marco Antônio Heredia Viveros, ex-marido de Maria da Penha, ao jornalista Roberto Cabrini, para o programa Domingo Espetacular, da Record, violou uma medida cautelar e motivou a prisão preventiva dele neste domingo (9), em Natal (RN). A entrevista iria ao ar na noite deste domingo (9), mas a exibição foi proibida pela Justiça.

Desde 2024, Heredia estava proibido pela Justiça de divulgar informações sobre o processo envolvendo Maria da Penha e de expor o nome ou a imagem dela e das duas filhas em qualquer meio de comunicação ou plataforma digital.

Segundo o Ministério Público do Ceará (MPCE), a participação na reportagem sobre o caso descumpriu a determinação judicial. Chamadas e conteúdos promocionais da entrevista já vinham sendo divulgados nas redes sociais antes da exibição do programa.

A prisão foi solicitada pelo MPCE e cumprida pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), com apoio da Polícia Militar. A decisão foi tomada no sábado (8) e aponta indícios do crime de descumprimento de medida protetiva de urgência, previsto na Lei Maria da Penha.

Além da prisão preventiva, a Justiça determinou a retirada do ar dos conteúdos relacionados à entrevista e proibiu sua exibição ou divulgação em qualquer plataforma. O descumprimento da ordem pode gerar multa diária de R$ 100 mil.

Opinião dos leitores

  1. Deixei o homem falar. As pessoas precisam/gistam de saber das coisas. Isso é a mais abjeta censura.

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Geral

Ex-marido da ativista Maria da Penha é preso em Natal neste domingo (9)

otos: Jarbas Oliveira | Divulgação MP

O ex-marido da ativista Maria da Penha, Marco Antônio Heredia Viveros, foi preso neste domingo (9), em Natal, por descumprir medidas protetivas determinadas pela Justiça.

A prisão preventiva foi solicitada pelo Ministério Público do Ceará (MPCE) e cumprida pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), com apoio da Polícia Militar. A decisão havia sido decretada no sábado (8).

Desde 2024, Heredia estava proibido de divulgar informações sobre o processo e de publicar o nome ou a imagem de Maria da Penha e das duas filhas em qualquer meio de comunicação ou plataforma digital.

Segundo o MPCE, ele descumpriu a determinação ao conceder uma entrevista sobre o caso ao Domingo Espetacular, da TV Record. Chamadas e trechos do material já vinham sendo divulgados nas redes sociais.

A Justiça considerou haver indícios de descumprimento de medida protetiva, crime previsto na Lei Maria da Penha, e determinou a prisão para garantir a efetividade das restrições e impedir novas violações.

Também foi ordenada a retirada do conteúdo relacionado à entrevista e proibida sua exibição ou divulgação em qualquer plataforma. Em caso de descumprimento, foi fixada multa diária de R$ 100 mil.

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