O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin decidiu hoje (12) prorrogar por mais cinco dias o prazo para a Polícia Federal encerrar a investigação sobre o presidente Michel Temer. O pedido de prorrogação foi solicitado pela PF, que alegou necessidade de mais tempo para concluir as investigações, iniciadas a partir das citações ao nome do presidente nas delações dos executivos da JBS.
Na sexta-feira (9), o advogado Antônio Mariz de Oliveira, representante de Temer, informou ao ministro que o presidente decidiu não responder às perguntas enviadas pela Polícia Federal no inquérito. Além disso, a defesa pediu o arquivamento das investigações e fez críticas ao teor do questionário enviado pelos delegados. Na mesma decisão de hoje, Fachin concedeu o mesmo prazo de cinco dias para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar sobre o pedido de arquivamento.
Para a defesa de Temer, o questionário é um “acinte à sua dignidade pessoal e ao cargo que ocupa” e atenta contra os “direitos individuais inseridos no texto constitucional”. “ O presidente e cidadão Michel Temer está sendo alvo de um rol de abusos e de agressões aos seus direitos individuais e à sua condição de mandatário da nação que colocam em risco a prevalência do ordenamento jurídico e do próprio Estado Democrático de Direito”, destaca o documento.
Agência Brasil

Vamos deixar de hipocrisia minha gente. Se fosse Lula ou Dilma que tivessem feito menos da metade disso tudo que estamos vendo sobre Aécio e Temer, o que já tinha acontecido?
Pois é!
Mas como não foi eles, então…
Nossa indignação sumiu sem explicação. Demonstrando que na verdade a verdade é que a Corrupção sempre foi pretexto e não motivo verdadeiro de nossa indignação. Era somente uma desculpa daqueles que perderam as eleições e fingiam que não sabiam como funcionam os bastidores das campanhas eleitorais no Brasil há séculos.
Pois quando a corrupção acontece com "outros"…
Por exemplo:
No governo Alckmin, CPTM superfaturou R$ 538 milhões em contratos:
A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) superfaturou em R$ 538 milhões seis contratos de manutenção e reforma de trens, assinados entre 2012 e 2013, no governo de Geraldo Alckmin (PSDB), segundo denúncia apresentada pelo promotor Marcelo Mendroni; o superfaturamento ocorreu em contratos que somam cerca de R$ 1,76 bilhão, em valores atualizados.
Alguém sente indignação?
Pergunte-se sinceramente porque?
Tá bom de pedir pra Temer fazer o enem. Se pra 82 questões tá levando quase 30 dias, imagina as 90 do enem. Kkkkkk