Fátima Bezerra, do PT do Rio Grande do Norte, deixou a comissão mista da MP do Ensino Médio porque, segundo ela, não poderia debater o assunto com o “ministro golpista” da Educação, Mendonça Filho.
O Antagonista descobriu o real motivo da fugidinha: a senadora queria mesmo era aparecer nas fotos com a turminha que foi à PGR protocolar um pedido de abertura de inquérito contra Michel Temer em razão do episódio Geddel.
O mau mau-caratismo, seletividade e hipocrisia dessa gente me assusta.
O governo golpista fazendo tudo contra os pobres, trabalhadores, cortando do social, escândalos de corrupção pipocando pra todo lado e a turma mau caráter se preocupando com PT e Fátima.
É ou não é doença isso?
Interessante que gravar Dilma e divulgar o grampo pode, gravar Temer não.
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O que pode e o que não pode depende de pra quem é?
E pra que que precisamos de Judiciário?
O Palácio do Planalto recebeu de forma bastante positiva o resultado das eleições de meio de mandato (midterms) nos Estados Unidos, realizadas nesta terça-feira (3). A avaliação interna do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é que a nova configuração de forças no Congresso norte-americano abre um cenário promissor para retomar e destravar negociações diplomáticas e comerciais que estavam suspensas.
O pleito marcou uma vitória expressiva do Partido Democrata, que assumiu a maioria tanto na Câmara dos Representantes quanto no Senado, impondo um duro revés ao presidente Donald Trump. Além do controle do Legislativo, a chamada “onda azul” garantiu o comando de estados estratégicos até então governados por republicanos, como Geórgia, Iowa, Texas, Ohio e Nevada. Aliados e integrantes do governo brasileiro celebraram o resultado nas redes sociais, destacando paralelos com os movimentos políticos na América Latina.
Diálogo comercial e pautas prioritárias
As tratativas formais entre Brasília e Washington vinham sendo mantidas sob compasso de espera por conta do período eleitoral. Entre as pendências mais urgentes está o conjunto de tarifas impostas pela administração Trump a produtos brasileiros. Embora as negociações tenham sido ensaiadas em agosto após um contato telefônico entre Lula e Trump, os diálogos agora devem ser retomados em um ambiente institucional reconfigurado.
Membros da diplomacia e aliados do Executivo avaliam que a maioria democrata no Capitólio tende a favorecer o avanço de temas centrais da agenda internacional do governo brasileiro.
Em uma investida direta nos bastidores do Congresso Nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva atuou pessoalmente nesta quarta-feira (4) para travar a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê a redução da maioridade penal. A ofensiva articulada pelo Palácio do Planalto contou com a participação do Ministério da Justiça e de senadores da base aliada contrários à pauta.
Para frear o avanço da matéria, Lula fez ligações diretas ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Nas conversas, o chefe do Executivo defendeu que a proposta seja analisada prioritariamente pela Câmara, onde o tema já vinha sendo debatido.
Lula ponderou a necessidade de evitar ritos de urgência ou tramitação acelerada, solicitando que o debate seja ampliado com a realização de audiências públicas e maior participação da sociedade civil antes de qualquer deliberação decisiva em Plenário.
Na última quarta-feira (4), a taxa básica de juros no Brasil permaneceu onde se acostumou a ficar: no patamar mais alto do mercado financeiro mundial. De acordo com o jornalista e comentarista da CNN, William Waac, a manutenção da Selic na estratosfera é um balde de água fria sobre a economia real, mas reforça uma premissa fundamental: juros elevados não surgem por acaso, são o sintoma inevitável de escolhas e desequilíbrios políticos.
No centro desse diagnóstico está a insistência histórica em gastar além da capacidade de arrecadação do Estado. “Asociedade brasileira se acostumou, se viciou, depende de como vocês quiseremdescrever isso, esse comportamento é insustentável ao longo do tempo.Algo que Lula 3 não quis reconhecer e, ao que tudo indica, Lula 4 também nãoreconhecerá. O presidente já deu inúmeras demonstrações públicas de não sercapaz de entender o funcionamento de alguns mecanismos básicos em economia, apegado como é a ideia equivocada de que gasto público é vida”, comentou Waack.
O comentarista ressaltou que um vício fiscal é acumulado ao longo de sucessivas gestões e assimilado pela sociedade brasileira como norma. “O impasse atual reflete a hesitação da gestão Lula em romper com essa lógica, mantendo o apelo à tese equivocada de que a expansão contínua do gasto público é o único motor para o crescimento”, pontua o jornalista.
Para Waack, enquanto a política fiscal continuar ignorando o funcionamento básico das engrenagens econômicas e a necessidade do equilíbrio orçamentário, a conta continuará sendo cobrada no mesmo endereço: no bolso do contribuinte e no custo do crédito que trava o investimento no país.
[VÍDEO] “Faço acordo para cumprir. Homem cumpre palavra”, dispara líder do PL no Senado contra Alcolumbre https://t.co/IXDxWMYqEv https://t.co/2F89IDZsGw
O líder do PL no Senado, Carlos Portinho (RJ), subiu à tribuna da Casa para fazer uma dura cobrança ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), pelo descumprimento de um acordo prévio para a votação da redução da maioridade penal. A apreciação da matéria, agendada para a tarde da última terça-feira (3), foi retirada de pauta após um pedido direto do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).
A decisão gerou revolta na bancada de oposição. Segundo Portinho, o compromisso assumido entre a oposição e a base do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tinha sido o pilar que viabilizou a aprovação unânime da PEC da Segurança Pública no dia anterior.
Em tom incisivo, o parlamentar fluminense anunciou que o canal de diálogo do partido com a liderança governista está suspenso por tempo indeterminado.”Quero deixar claro: o governo esgotou a partir de hoje com o líder do PL qualquer possibilidade de acordo, pelo menos pelos próximos meses, até que o mínimo seja cumprido. Chega. Porque eu faço acordo para cumprir. Homem cumpre palavra”, declarou Portinho no Plenário.
A manobra travou o andamento da pauta de segurança defendida pela oposição e escancarou o desgaste no ambiente político do Congresso, ameaçando a tramitação de novos projetos de interesse do Palácio do Planalto nos próximos meses.
[VÍDEO] Após desgaste com a Unimed, jornalista Rubens Lemos Filho consegue autorização para liberação de medicamento contra o câncer https://t.co/OOhWJ176pg https://t.co/iS7ABTR0x5
Após enfrentar dias de forte desgaste e incerteza, o jornalista Rubens Lemos Filho voltou a usar as redes sociais para anunciar que finalmente conseguiu a liberação do medicamento necessário para o seu tratamento contra o câncer junto a Unimed.
O desfecho favorável veio acompanhado do relato sobre os impactos provocados pelo impasse com a operadora do plano de saúde, que incialmente negou o medicamento. “Hoje fui informado que a Unimed autorizou, liberou o medicamento, e vou começar a fazer o tratamento. Em função do estresse, parece que eu levei uma surra. Estou esgotado física e emocionalmente”, desabafou o jornalista em mensagem aos seguidores.
Mobilização decisiva nas redes sociais e veículos de comunicação
A autorização só foi garantida após uma ampla rede de apoio se formar na internet, com internautas, colegas e leitores cobrando publicamente uma posição da operadora de saúde.
Rubinho fez questão de reconhecer o papel crucial da reação pública na solução do caso: “Quero agradecer a todas as pessoas que se manifestaram aqui na internet, por telefone, por mensagens de whatsapp em solidariedade a mim”, afirmou. O episódio expõe mais uma vez os desafios enfrentados por pacientes para assegurar o cumprimento de coberturas de saúde essenciais mesmo com obrigatoriedade contratual.
Apesar do desempenho vitorioso nas urnas em 2026, o PL enfrenta sérias dificuldades para converter sua força eleitoral em poder político no Congresso Nacional. Na Câmara dos Deputados, a ampla coalizão costurada pelo atual presidente, Hugo Motta (Republicanos-PB), já desenha sua reeleição e empurra a legenda de Flávio Bolsonaro contra a parede. No Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) adota estratégia semelhante para neutralizar o avanço oposicionista.
A virada política expõe um pragmatismo habitual do Congresso: legendas do Centrão que apoiaram a candidatura de Flávio no segundo turno agora integram o bloco de sustentação a Motta, parlamentar que fez campanha aberta pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e viabilizou pautas do governo petista, como o fim da jornada 6×1 e o aumento do teto de faturamento para MEIs.
Embora o bloco partidário favorável a Flávio tenha elegido 286 deputados contra 124 das legendas aliadas a Lula, a vantagem nas urnas não se desdobrou em apoio automático para o controle da Câmara.
O cerco de Motta
Até o momento, Hugo Motta contabiliza o respaldo de 15 partidos, somando 361 deputados — margem confortável frente aos 257 votos necessários no pleito de 1º de fevereiro de 2027. O PL, por sua vez, garantiu a maior bancada da Casa (121 assentos), mas não possui musculatura suficiente para bancar uma candidatura própria isolada. Caso decida aderir à aliança de Motta, o bloco governista chegaria a 16 siglas e 482 parlamentares.
O impasse na legenda é escolher entre duas saídas: dar apoio formal ao candidato do Republicanos ou liberar a bancada para negociações individuais. A resistência em aderir formalmente é alimentada pela ala bolsonarista do partido, que critica abertamente a proximidade entre Motta e o Palácio do Planalto.
Após mais de duas horas de reunião na sede da sigla, o líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), informou que a decisão conclusiva foi adiada para o dia 11 de novembro, permitindo que os 32 novos deputados eleitos pela legenda também participem da escolha.
Cálculo dos danos e risco de perda de espaços
A preocupação de líderes do PL, como o presidente da sigla Valdemar Costa Neto, reside nas consequências diretas do isolamento partidário. Sem compor a maioria, a sigla corre o risco de perder:
Comissões temáticas: perda do direito de prioridade na escolha de presidências estratégicas, como a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e a Comissão de Saúde;
Mesa Diretora: diminuição do espaço de barganha para ocupar cargos de vice-presidência e secretarias;
Emendas de comissão: perda de influência sobre a indicação e negociação de verbas não impositivas.
Se a oposição for deixada de fora do acerto principal da Mesa Diretora, a maior bancada da Câmara começará a nova legislatura com capacidade reduzida de distribuição de poder e recursos.
[VÍDEO] PEGOU AR: Alcolumbre ataca eleição da oposição, ironiza críticas às urnas e reclama de ataques por travar impeachment de ministros do STF
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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), usou a tribuna do Plenário nesta quarta-feira (4) para atacar a oposição. O presidente da Casa ironizou os questionamentos sobre o sistema eleitoral, ressaltando que as urnas eletrônicas serviram para comemorar as vitórias no primeiro turno, mas passaram a ser contestadas apenas após a derrota no segundo turno contra o presidente Lula.
Alcolumbre disse ainda que parte dos candidatos eleitos priorizou ofensas, agressões e ameaças durante a campanha, sem apresentar propostas para áreas como educação, saúde e desenvolvimento econômico.
Durante o discurso, Alcolumbre reclamou expressamente de ser alvo por se recusar a pautar pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
“Um parlamentar ofendeu o Presidente do Senado Federal que não abre impeachment de ministro do Supremo Tribunal Federal. Mas deu os votos”, declarou.
A prisão de um homem suspeito de exercer ilegalmente a medicina, utilizando a identidade de outro profissional, durante a Operação Alter Ego, levanta sérios questionamentos sobre a fiscalização dos serviços terceirizados de saúde no Rio Grande do Norte.
Segundo as investigações, o suspeito atuava como responsável técnico da Proseg, empresa vinculada à operação do SAMU RN.
O caso ganha contornos ainda mais preocupantes diante da informação de que a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), mesmo diante de decisão judicial, manteve a Proseg no contrato, sem a devida comprovação da regularidade de seu corpo técnico.
O episódio exige esclarecimentos sobre o cumprimento das exigências contratuais, os critérios de habilitação profissional e os mecanismos de fiscalização adotados pela Sesap.
A segurança da população deve estar acima de qualquer interesse, especialmente quando se trata de um serviço essencial à preservação de vidas.
Após ser reeleito e ver a economia sangrar com juros nas alturas e desconfiança generalizada, o presidente Lula resolveu gravar um pronunciamento em rede nacional de rádio e TV para mandar um “recado” sobre as contas públicas. Previsto para ir ao ar no próximo domingo (08), o discurso é uma tentativa de acalmar os mercados e conter o pânico dos investidores após a equipe econômica ser cobrada por diretrizes claras de corte de despesas.
Na fala, o presidente promete repetir que preza pela “responsabilidade fiscal”, ao mesmo tempo em que garante que não encostará um dedo sequer nos programas sociais.
Com a inflação dando sinais de descontrole e o Banco Central forçado a manter o Brasil na liderança mundial dos juros reais para conter o descalabro das contas do governo, o petista tenta dourar a pílula para a população.
A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) acionou o Supremo Tribunal Federal com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade para tentar adiar o início das mudanças bruscas na jornada de trabalho decorrentes do fim da escala 6×1. A entidade pede que o prazo para reduzir a carga horária para 42 horas semanais seja empurrado de dezembro de 2026 para outubro de 2027, e que a exigência de 40 horas passe apenas para 2028.
O objetivo não é barrar a medida, mas evitar o estrangulamento de milhares de empresas que não têm como reorganizar turnos, renegociar acordos e contratar substitutos em apenas 60 dias.
O governo deu até um ano para o setor público ajustar seus contratos terceirizados. Já o varejo avisa que o atropelo pode resultar em queda na qualidade do atendimento, fechamento de vagas formais e repasse de custos para o consumidor.
O mau mau-caratismo, seletividade e hipocrisia dessa gente me assusta.
O governo golpista fazendo tudo contra os pobres, trabalhadores, cortando do social, escândalos de corrupção pipocando pra todo lado e a turma mau caráter se preocupando com PT e Fátima.
É ou não é doença isso?
Interessante que gravar Dilma e divulgar o grampo pode, gravar Temer não.
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O que pode e o que não pode depende de pra quem é?
E pra que que precisamos de Judiciário?
BG
Papagaia de pirata, tem que aparecer em todas as fotos.
Elegeram essa catástrofe, agora temos todos de aguentar. Ainda faltam 6 anos. Pobre RN. Com parlamentares dessa estirpe, a coisa fica muito difícil.
Isso em qualquer lugar não ganha nem para ser sindicA de prédio é GOPI e tem gente que defende kkkkkkk
Atitude correta de Fátima e matéria grosseira e sem ética. Quem escreveu não deve ser jornalista ou não honra a profissão.
O Mendonça assim como agripino e grinalda são golpistas traidores da pior espécie.
A professora que nem sabe falar.
Vamos ter de aguentar mais seis anos.
Que vergonha.
Meu Zovo
Uma vergonha essa criatura. Perdeu o trem, mas não quer soltar o osso. Cheia das mordomias e se faz de tadinha como todo petista.
Ahhhhh "homi" sem futuro essa tal de Fátima…
Precária, vergonha do RN.
Fiquem na vcs vafabundos golpistas,, ela ta cagando pra vcs.. é senadora.,..kkk e vcs… lisos e fudidos e babacas.
Kkkkkkkkkkkkkkkk…
Ainda tem gente para votar nisso…