Liderados pela FEMURN, Associações Microrregionais de Municípios, Federação das Câmaras Municipais e Assembleia Legislativa, prefeitos e vereadores do Rio Grande do Norte promoverão, no dia 21 de outubro, em Natal, um ato público para denunciar a situação de falência dos municípios. O evento será realizado em local a ser definido e deverá contar com a presença dos prefeitos potiguares, dos vereadores e presidentes de Câmaras Municipais, da bancada do Rio Grande do Norte no Congresso Nacional e também dos deputados estaduais. Presidentes das Associações e Federação de Municípios do Nordeste e representantes da Confederação Nacional dos Municípios também serão convidados a participar. A governadora Rosalba Ciarlini também será convidada a participar do evento.
O desequilíbrio financeiro das gestões municipais, provocado pela crescente perda de recursos agravada pelo aumento de encargos, será o principal tema do ato político que os prefeitos pretendem realizar. O objetivo do encontro é reunir prefeitos e vereadores, mobilizar os meios de comunicação e atrair a atenção da população e do Congresso Nacional para o grave momento vivido pelos municípios. Um diagnóstico sobre a crise dos será elaborado e distribuído para que a população tome conhecimento dos graves efeitos que a crise financeira provoca sobre os serviços prestados pelas Prefeituras e os prejuízos que acarreta à população.
Os idealizadores veem no ato público a oportunidade ideal para externar um pedido coletivo de socorro. “Queremos conscientizar a população e chamar a atenção dos parlamentares estaduais e federais para as graves consequências dessa crise vivenciada pelos municípios”, explica o presidente da FEMURN. “As pessoas vivem nas cidades e a participação cada vez menor dos municípios na divisão do bolo tributário brasileiro está levando as prefeituras ao colapso financeiro e fiscal, comprometendo os serviços prestados à população.
Para Benes Leocádio, o desafio do movimento dos prefeitos é mobilizar a população e conscientizá-la de que sua participação é fundamental para que mudanças sejam feitas na legislação. “Queremos o apoio da população para sensibilizar o Congresso Nacional a promover as mudanças necessárias para garantir o equilíbrio financeiro dos municípios”, afirmou o presidente da FEMURN.
A realização do evento sobre a crise dos municípios foi tema de reunião-almoço que contou com a participação do deputado Luiz Antônio “Tomba” Farias, presidente da Comissão de Fiscalização e Finanças da Assembleia Legislativa. Participaram da reunião o presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte, prefeito Benes Leocádio, o vice-presidente Jaime Calado (São Gonçalo do Amarante). Fabiano Souza, prefeito de Serrinha e presidente da Associação dos Municípios do Litoral e Agreste Potiguar (AMLAP), Genilson Maia, prefeito de São Fernando e presidente da Associação dos Municípios do Seridó (AMS), Vilton Cunha, prefeito de Currais Novos e presidente da Associação dos Municípios do Seridó Ocidental (AMSO), Ivan Júnior, prefeito de Assu e presidente do Consórcio Vale Unido, o ex-prefeito de Riacho da Cruz Marcos Aurélio Rego e secretário executivo da Associação dos Municípios do Oeste Potiguar (Amorn) e o ex-vereador Edivan Martins, diretor executivo da Federação das Câmaras Municipais do RN também estiveram presentes. Os prefeitos Francisco, de Parelhas, e Luizinho, de Carnaubais, também participaram das discussões.
A situação do Governo do Estado é caótica levada pelo egoísmo administrativo e arrogância política que impedem de ver que o RN tem vias, meios e pessoas cultas, preparadas, de visão e competentes que não aceitam a imposição dos erros, a infantilidade das ações que estão levando as finanças públicas para dentro da lama que tem no fundo do poço. Por outro lado esse mesmo Governo desnorteado acerta quando DIVIDE a responsabilidade pela diminuição das verbas arrecadadas, principalmente as que eram repassadas pelo Governo Federal. TODOS TEM que APERTAR o BOLSO nas horas difíceis. Essa história de "EU QUERO MEU REPASSE" e vocês SE VIREM PARA ARRECADAR além de IRRESPONSÁVEL é mesquinho, ditatorial, impositivo e vergonhoso para QUEM DEVERIA DAR O EXEMPLO. Se a grana não dá, DIMINUÍ A MESADA SIM!!!
OS PREFEITOS, EM SUA AMPLA MAIORIA, ACOSTUMADOS A VIVER EM FARRA, SENTEM OS TEMPOS DE AJUSTE FISCAL NECESSÁRIO PARA QUE TAMBÉM AJUSTEM SUAS MÁQUINAS ADMINISTRATIVAS CARREGADAS PELO NEPOTISMO, CLIENTELISMO, CARGOS COMISSIONADOS EM PROFUSÃO, SERVIDORES A DISPOSIÇÃO SEM TRABALHAR EM LUGAR ALGUM, DIÁRIAS E PLANTÕES PARA COMPENSAR SALÁRIOS E INSTITUIR GRATIFICAÇÕES ILEGAIS E INDEVIDAS, ETC. ISSO SEM FALAR DO SUPERFATURAMENTO DAS OBRAS E LICITAÇÕES, DESVIOS DE FINALIDADE, EMPREGUISMO, POLITICAGEM, ENTRE OUTRAS.
ESSAS PREFEITURAS SÃO MESMO VÍTIMAS OU ALGOZES?
Já no Estado, o Jornalista Túlio Lemos do Jornal de Hoje, nos brindou com essas Pérolas sobre a discussão do Orçamento:
ORÇAMENTO
Data: 19 setembro 2013 – Hora: 18:06 – Por: Tulio Lemos
Os cortes feitos pelo Governo do Estado no Orçamento para 2014, atingem os demais poderes de forma a inviabilizar o funcionamento de órgãos como Ministério Público e Tribunal de Justiça. Como a crise financeira foi difundida com intensidade, a estratégia do Governo é transferir a responsabilidade para os demais poderes e instituições, como se dissesse: ‘Nós queremos salvar o Estado da crise, mas os poderes não colaboram’.
QUEBRADEIRA
Na verdade, o atual Governo foi o responsável pela quebradeira do Estado, mesmo diante da receita crescente. Mais parece que a crise foi fabricada para livrar a gestão das cobranças e pressões naturais da opinião pública. Sem dinheiro, é mais fácil ‘compreender’ a inoperância da administração.
CONFUSÃO
O fato é que o Governo confundiu previsão de receita com receita consolidada, misturou números, escondeu dados e transpareceu que estava mergulhado numa crise sem precedentes, como forma de maquiar uma gestão desastrada que não consegue sequer pagar os compromissos básicos.
DIANTE DE TAL QUADRO, O QUE IMPEDE O TCE OU/E O MP/OAB, FAZEREM UMA INSPEÇÃO NAS CONTAS DO GOVERNO?
Será que um órgão do Governo com tanta gente bem formada "se confundiu" mesmo?
ACREDITE SE PUDER!
Moradores do Rio Grande do Norte poderão observar, a olho nu, um eclipse lunar parcial na madrugada do dia 28 de agosto. O fenômeno, que pode deixar a Lua com aparência avermelhada, será visível em todo o Brasil. A fase parcial começa na noite do dia 27 e segue pela madrugada do dia 28.
O eclipse será o segundo fenômeno desse tipo registrado em agosto. Antes dele, no dia 12, ocorrerá um eclipse solar total, mas o evento não poderá ser observado do Brasil.
A observação começa ainda na noite de quinta-feira (27). A fase parcial do eclipse terá início por volta das 23h33 e atingirá o ponto máximo às 1h12 da sexta-feira (28). A fase parcial termina às 2h51, enquanto a etapa penumbral segue até as 4h01.
O fenômeno poderá ser acompanhado sem equipamentos especiais, desde que as condições do céu estejam favoráveis. A melhor visualização ocorre em locais com pouca iluminação artificial e com o horizonte livre.
No eclipse lunar, a Terra fica posicionada entre o Sol e a Lua. Com isso, a sombra do planeta atinge a superfície lunar e faz com que parte do satélite natural fique escurecida. Em determinadas condições, a Lua pode adquirir uma tonalidade avermelhada, fenômeno popularmente conhecido como “Lua de sangue”.
Durante o debate entre os candidatos a governador na Band RN, no domingo (9), o clima esquentou entre Allyson Bezerra (União Brasil) e Cadu Xavier (PT).
Os dois trocaram acusações após Allyson perguntar a Cadu como ele faria para quitar os consignados que estão atrasados há mais de um ano e afirmar que os salários dos servidores estaduais estariam atrasados.
Cadu admitiu o atraso nos consignados, mas não respondeu como faria para quitar a dívida. Ele, no entanto, afirmou que os salários dos servidores estão em dia. O candidato do União Brasil retrucou dizendo que a informação era mentira. O candidato do PT rebateu afirmando que o mentiroso era Allyson. “O senhor é uma grande mentira. O povo do Rio Grande do Norte vai descobrir a mentira que é Allyson Bezerra”, atacou o petista.
Marco Antônio Heredia Viveros, ex-marido de Maria da Penha, passa por audiência de custódia nesta segunda-feira (10), em Natal. A audiência está prevista para ocorrer às 14h.
Viveros foi preso preventivamente neste domingo (9), após o cumprimento de um mandado expedido pela Justiça do Ceará. A prisão foi determinada pelo 1º Juizado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Fortaleza por suposto descumprimento de medida protetiva em vigor desde 2024.
Segundo a decisão judicial, Viveros teria violado as restrições ao conceder uma entrevista a uma emissora de televisão sobre o caso de Maria da Penha. A Justiça também determinou a retirada de conteúdos relacionados à entrevista das plataformas digitais.
Na audiência de custódia, a Justiça deverá avaliar as circunstâncias da prisão e a situação da custódia de Viveros. O procedimento ocorre após a captura do suspeito em Natal, onde ele foi localizado pelas autoridades.
O ministro Nunes Marques, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), pretende incluir na pauta de julgamentos da próxima semana a ação que questiona o uso de um vídeo gerado por meio de inteligência artificial em que Jair Bolsonaro (PL) declara apoio à candidatura do filho à Presidência.
Antes de definir a data do julgamento e incluir no calendário do TSE, Nunes Marques quer reunir os colegas do Tribunal para buscar um consenso prévio sobre o assunto, que divide magistrados, especialistas e políticos e terá impacto no processo eleitoral deste ano.
O encontro também deve servir para os ministros tentarem costurar um acordo sobre pesquisas eleitorais. O presidente do TSE é o responsável por uma ação apresentada pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) que questiona a pesquisa AtlasIntel que apontou queda do senador após revelação do caso Dark Horse.
A decisão causou incômodo no Tribunal, no STF (Supremo Tribunal Federal) e entre integrantes do Ministério Público Eleitoral.
O encontro entre os ministros, que deve acontecer nos próximos dias, servirá para destravar o julgamento da ação, que teve início no primeiro semestre, mas foi suspenso após um pedido de vista.
Durante o recesso, os ministros se reuniram com representantes de institutos de pesquisa para discutir critérios e parâmetros para a realização e a divulgação de levantamentos eleitorais.
Um adolescente de 17 anos morreu na madrugada deste domingo (9) após perder o controle da motocicleta que conduzia e bater em árvores às margens de uma rua em Pau dos Ferros, no Alto Oeste potiguar. O acidente aconteceu por volta das 5h30, na Rua Joel Praxedes, no bairro Riacho do Meio.
Segundo a Companhia Independente de Policiamento Rodoviário (CIPRv), a vítima foi identificada como Guilherme Sheldon Alves do Nascimento. De acordo com a polícia, ele trafegava em alta velocidade em uma motocicleta Honda CG 160 Start quando perdeu o controle da direção.
Ainda conforme a corporação, a motocicleta atingiu várias árvores antes de o adolescente cair. Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada, mas encontrou o jovem já sem vida.
A rua precisou ser interditada para o trabalho da Polícia Civil e da Polícia Científica, responsáveis pela perícia e remoção do corpo. A Polícia Rodoviária Estadual registrou a ocorrência e vai apurar as circunstâncias do acidente.
Por ter 17 anos, Guilherme não poderia possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Pelo Código de Trânsito Brasileiro, a habilitação para conduzir veículos motorizados é permitida apenas para maiores de 18 anos.
As obras de requalificação da Rua João Pessoa, na Cidade Alta, entram em uma nova fase a partir desta segunda-feira (10). A Prefeitura de Natal vai intensificar os serviços no trecho entre a Rua Princesa Isabel e a Avenida Rio Branco, com o objetivo de acelerar o cronograma da obra, que tem conclusão prevista para dezembro.
Nesta fase, as equipes vão retomar a instalação da rede subterrânea de energia e telecomunicações e avançar na recuperação das calçadas, com a implantação do piso intertravado e acessível. A etapa da rede elétrica deve durar cerca de 15 dias.
Depois disso, a concessionária de energia instalará uma subestação para atender os imóveis da região e fará a retirada dos postes que ainda sustentam a rede antiga. Só então a obra seguirá para a fase final.
Segundo a Prefeitura, a intervenção faz parte do projeto de revitalização da Cidade Alta, um dos principais polos comerciais e históricos de Natal.
O ex-presidente dos Correios Fabiano Silva dos Santos (foto em destaque) prestou depoimento à Polícia Federal, em 9 de julho, em um inquérito que investiga suposta interferência na eleição de 2024 do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal (Sindifisco).
A investigação foi instaurada a pedido do procurador Athayde Ribeiro Costa, que fez parte do núcleo duro da finada Operação Lava Jato. Em despacho obtido pela coluna, ele apontou “indícios mínimos” de corrupção, prevaricação e falsidade ideológica na relação entre a estatal e dirigentes do Sindifisco, que representa os servidores de uma das categorias mais bem pagas do país.
À coluna, o advogado Michel Saliba, que representa o ex-presidente dos Correios, afirmou que Athayde age por “vingança” (Fabiano é uma das principais lideranças do Grupo Prerrogativas, crítico da Lava Jato).
O Sindifisco afirma que a investigação representa uma nova tentativa de sustentar uma acusação de fraude que foi rejeitada em diferentes instâncias. Os Correios informaram que ainda não foram oficialmente notificados sobre o caso e que adotarão as medidas administrativas e legais cabíveis quando isso ocorrer.
O caso começou com uma acusação feita por George Alex Lima de Souza, candidato derrotado na disputa pelo comando do Sindifisco.
A denúncia sustenta que os Correios interferiram na eleição ao adotar um procedimento especial para receber cartas-respostas utilizadas na votação. A acusação percorreu diferentes instâncias desde então — e, segundo o Sindifisco, esta é agora a oitava frente aberta pelo candidato derrotado para tentar sustentar a mesma tese.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem desaprovação de 49% dos eleitores, de acordo com nova rodada de pesquisa da BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (10). O levantamento aponta ainda que o índice de aprovação é 46%.
De acordo com os dados, a percepção sobre o governo atual sofreu leve oscilação em relação ao levantamento anterior, divulgado no dia 3 de agosto. Naquela rodada da pesquisa, a aprovação era 47% e a desaprovação somava 48%.
No detalhamento qualitativo do governo federal, 34% dos entrevistados avaliam a administração petista como “ótima ou boa”, ao passo que 44% a classificam como “ruim ou péssima”. A parcela de eleitores que considera o desempenho da gestão “regular” soma 21%.
Rejeição dos candidatos
A pesquisa Nexus/BTG mostra que o senador Flávio Bolsonaro está numericamente à frente do presidente Lula no quesito rejeição entre o eleitorado brasileiro: 50% a 48%. Em relação à última pesquisa do instituto, o petista teve queda de 1 ponto percentual na taxa de rejeição, enquanto o adversário subiu o mesmo número.
Flávio Bolsonaro — 50%
Luiz Inácio Lula da Silva — 48%
Ronaldo Caiado (PSD) — 32%
Romeu Zema (Novo) — 31%
Renan Santos (Missão) — 29%
A corrida presidencial
A nova rodada da pesquisa BTG/Nexus aponta vantagem do presidente Lula sobre Flávio Bolsonaro nas intenções de voto no primeiro turno e empate técnico entre ambos os candidatos no segundo turno, na disputa pela Presidência da República.
Mulher usa plataforma de apostas online, conhecidas como bets, dentro de metrô, em São Paulo – Laryssa Toratti / Folhapress
A reforma tributária criou um regime específico para as bets. Também determinou que o Imposto Seletivo, tributo criado para incidir sobre bens e serviços considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, faça parte da base de cálculo do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), que serão cobrados a partir de 2027.
A nova tributação foi tema do Curso Reforma Tributária do Consumo, realizado pela Receita Federal em parceria com o CFC (Conselho Federal de Contabilidade), em um momento de expansão do mercado de apostas no país.
Estudo divulgado pelo Comsefaz (Comitê Nacional de Secretários de Fazenda) aponta que as bets movimentaram R$ 350,97 bilhões em transferências via Pix em 2025, ano em que foram regulamentadas, enquanto as famílias brasileiras perderam R$ 62,5 bilhões líquidos para as plataformas de apostas esportivas no mesmo período.
Com a cobrança efetiva dos novos tributos criados pela reforma (IBS e CBS) no próximo ano, as casas de apostas passarão a seguir o regime específico dos chamados concursos de prognósticos, categoria que inclui apostas de quota fixa —como as bets—, loterias, sorteios, corridas de cavalo, fantasy sports (jogos baseados na escalação de times virtuais com jogadores reais) e outras modalidades de aposta, realizadas tanto em meio físico quanto virtual.
A tributação sobre o consumo dessas empresas não terá como base todo o volume movimentado pelos apostadores, mas a chamada receita própria. Seu cálculo considera o total arrecadado nas apostas com a exclusão dos valores pagos em prêmios e das destinações legais obrigatórias (previstas para órgãos, fundos públicos e outros beneficiários), e acréscimo do Imposto Seletivo.
Na prática, portanto, a tributação segue esta ordem: primeiro são consideradas as receitas da operação; depois são aplicadas as deduções previstas; em seguida é calculado o Imposto Seletivo; por fim, IBS e CBS incidem sobre a base já acrescida desse tributo.
Segundo a Receita, o ponto principal a ser observado no regime é que o Imposto Seletivo, cuja alíquota ainda não foi definida, não será apenas um tributo adicional sobre as bets, mas um componente do cálculo dos novos tributos sobre consumo. Isso significa que IBS e CBS incidirão sobre um valor que já inclui o próprio Imposto Seletivo, aumentando o montante sobre o qual serão calculados.
Em uma situação hipotética, há R$ 100 mil de receita total da venda de apostas, R$ 40 mil de premiações pagas, R$ 10 mil de destinações legais e R$ 2 mil de PIS, Cofins e ISS. Após os descontos das premiações, das destinações legais e de PIS, Cofins e ISS, que são dedutíveis, a base de cálculo do Imposto Seletivo seria de R$ 48 mil (R$ 100 mil – R$ 62 mil).
Imaginando uma alíquota de 15%, o Imposto Seletivo seria de R$ 7,2 mil (15% de R$ 48 mil). Esse valor seria então incorporado à base do IBS e da CBS (R$ 48 mil), elevando-a para R$ 55,2 mil (R$ 48 mil + R$ 7,2 mil). Supondo a alíquota de referência de 28% para CBS e IBS, estimada pelo Comitê Gestor do IBS no fim de julho deste ano, a tributação total seria de R$ 15.456 (28% de R$ 55,2 mil).
Durante o curso, a Receita esclareceu que, no que se refere aos prêmios, a dedução somente é possível quando eles forem efetivamente pagos ao apostador. Um prêmio concedido, mas não retirado pelo ganhador, portanto, permanecerá na receita da empresa e não poderá ser utilizado como dedução para reduzir a tributação.
Atualmente, sobre as bets autorizadas a operar no Brasil incidem os tributos corporativos tradicionais (IRPJ, CSLL), PIS, Cofins, ISS e a contribuição de 13% sobre GGR (Receita Bruta dos Jogos), destinada à seguridade Social, educação, segurança e outras finalidades.
Em 2027, à carga tributária atual das casas de apostas serão somados IBS e CBS (que substituirão PIS e Cofins), Imposto Seletivo e haverá majoração da contribuição sobre o GGR para 14% —a partir de 2028, o percentual será de 15%.
Segundo o estudo do Comsefaz, até meados de 2024, os pagamentos de pessoas físicas para empresas do setor de artes, cultura, esporte e recreação e os valores transferidos de volta por essas empresas permaneciam em níveis relativamente próximos. A partir de 2025, porém, os pagamentos destinados ao setor cresceram de forma expressiva, enquanto as transferências no sentido contrário aumentaram em ritmo muito mais moderado.
“Esse comportamento indica que o setor passou a absorver um volume substancial de recursos das famílias sem devolução proporcional, característica típica dos mercados de apostas, nos quais apenas uma parcela dos valores apostados retorna aos jogadores na forma de premiações”, diz o documento.
Centro de pesquisa espacial iraniano, um dos locais atingidos durante a guerra, em Teerã, em 6 de julho de 2026 – Foto: Emile Ducke /NYT
A guerra do presidente Donald Trump contra o Irã esgotou os estoques de armamentos dos EUA a níveis preocupantes, desviando suprimentos da Ásia e da Europa, segundo autoridades.
O suprimento em rápido declínio de mísseis de defesa aérea e outros armamentos na Europa e na Ásia não apenas deixa o Exército americano menos equipado, mas também poderia deixar Rússia e China mais confiantes caso considerem um potencial conflito com os Estados Unidos, disseram especialistas.
Bombardear o Irã consumiu milhares de mísseis que contêm peças de precisão vindas de uma rede global de fornecedores —e que podem levar anos para serem produzidos. Defender-se das barragens de retaliação do Irã desgastou os estoques americanos de mísseis de defesa aérea a um ponto que alarmou, em particular, autoridades de alto escalão do governo Trump, e levou os EUA a atrasar entregas a clientes europeus e asiáticos.
A campanha contra o Irã forçou o Pentágono a deslocar às pressas navios, aeronaves e unidades de defesa aérea de toda a Europa e Ásia para o Oriente Médio, um esforço com consequências em cascata para a manutenção de equipamentos e o moral das tropas, disseram autoridades americanas.
O resultado é uma erosão significativa do poder de fogo dos EUA nessas regiões, uma mudança com implicações de longo prazo que é uma preocupação crescente nas comunidades militar e de inteligência, disseram autoridades dos EUA e do Ocidente.
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse que os EUA têm “poder de fogo mais do que suficiente para realizar qualquer operação que o presidente ordenar, a qualquer momento e lugar”. Mas especialistas dizem que é quase certo que a crise de munições —parte da qual Trump herdou do presidente Joe Biden — vai perdurar além de sua Presidência.
Tom Karako, membro sênior do Center for Strategic and International Studies, em Washington, disse que o esgotamento de munições representa uma “aniquilação geracional dos meios de dissuasão convencional”. O impacto sobre como as decisões são tomadas em Pequim e Moscou, segundo ele, pode ressoar por anos.
“É impossível que isso não tenha um efeito significativo no cálculo decisório da Rússia e da China”, disse Karako, que vem acompanhando os estoques de armamentos dos EUA. “Eles podem fazer algo bastante deliberado, no momento que escolherem, porque não se esqueçam, vamos levar anos para reconstituir os estoques.”
Em reuniões que antecederam a guerra contra o Irã, o general Dan Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto, informou o presidente sobre os riscos de recorrer ainda mais aos estoques já reduzidos, segundo duas autoridades com conhecimento das conversas. Ainda assim, Trump decidiu seguir em frente, acreditando que a guerra terminaria rapidamente. Um porta-voz de Caine se recusou a comentar suas conversas privadas com o presidente.
Depois de atacar o Irã ao lado de Israel em 28 de fevereiro, Trump prometeu várias vezes a vitória em poucas semanas. Mais de cinco meses depois, ele continua incapaz de dobrar Teerã à sua vontade, ou de encontrar uma forma de encerrar a guerra.
Diz-se que a escassez de munições teve um papel em convencer Trump a adiar uma grande campanha de bombardeios no fim do mês passado. Mas isso também mostra como a decisão do presidente de atacar o Irã deixou os EUA e seus aliados mais vulneráveis a outras ameaças.
O governo Trump tem trabalhado com fornecedores militares para tentar acelerar e expandir a produção. Mas mesmo levando em conta esses esforços, pode levar mais de dois anos para os EUA reporem os mais de 1.500 mísseis interceptadores de defesa aérea Patriot usados na guerra contra o Irã. O estoque atual desses mísseis é de menos de 1.700, segundo duas pessoas informadas sobre o aasunto que falaram sob condição de anonimato para discutir detalhes militares sensíveis.
Trump ficou enfurecido com as reportagens sobre a escassez de munições. Ele ordenou uma ampla caçada a vazamentos em todo o governo e está exigindo processos criminais. Ele disse a assessores, em privado, que qualquer discussão sobre a crise de munições sinaliza fraqueza aos inimigos do país, e continua, em público, a minimizar o problema, negar que ele exista ou culpar seu antecessor.
“Nossas empresas de defesa estão fabricando mais munições do que nunca, ao mesmo tempo em que expandem rapidamente suas fábricas e equipamentos em níveis recordes”, escreveu Leavitt em comunicado. “Qualquer pessoa que tenha acesso a informações militares sigilosas e as vaze para a imprensa está traindo essa confiança e violando a lei federal, e deve ser processada com todo o rigor.”
Sean Parnell, principal porta-voz do Pentágono, disse que as reportagens sobre escassez de armamentos são falsas, acrescentando que os EUA têm “tudo o que é necessário para atacar no momento e no lugar escolhidos pelo presidente”.
A situação do Governo do Estado é caótica levada pelo egoísmo administrativo e arrogância política que impedem de ver que o RN tem vias, meios e pessoas cultas, preparadas, de visão e competentes que não aceitam a imposição dos erros, a infantilidade das ações que estão levando as finanças públicas para dentro da lama que tem no fundo do poço. Por outro lado esse mesmo Governo desnorteado acerta quando DIVIDE a responsabilidade pela diminuição das verbas arrecadadas, principalmente as que eram repassadas pelo Governo Federal. TODOS TEM que APERTAR o BOLSO nas horas difíceis. Essa história de "EU QUERO MEU REPASSE" e vocês SE VIREM PARA ARRECADAR além de IRRESPONSÁVEL é mesquinho, ditatorial, impositivo e vergonhoso para QUEM DEVERIA DAR O EXEMPLO. Se a grana não dá, DIMINUÍ A MESADA SIM!!!
OS PREFEITOS, EM SUA AMPLA MAIORIA, ACOSTUMADOS A VIVER EM FARRA, SENTEM OS TEMPOS DE AJUSTE FISCAL NECESSÁRIO PARA QUE TAMBÉM AJUSTEM SUAS MÁQUINAS ADMINISTRATIVAS CARREGADAS PELO NEPOTISMO, CLIENTELISMO, CARGOS COMISSIONADOS EM PROFUSÃO, SERVIDORES A DISPOSIÇÃO SEM TRABALHAR EM LUGAR ALGUM, DIÁRIAS E PLANTÕES PARA COMPENSAR SALÁRIOS E INSTITUIR GRATIFICAÇÕES ILEGAIS E INDEVIDAS, ETC. ISSO SEM FALAR DO SUPERFATURAMENTO DAS OBRAS E LICITAÇÕES, DESVIOS DE FINALIDADE, EMPREGUISMO, POLITICAGEM, ENTRE OUTRAS.
ESSAS PREFEITURAS SÃO MESMO VÍTIMAS OU ALGOZES?
Já no Estado, o Jornalista Túlio Lemos do Jornal de Hoje, nos brindou com essas Pérolas sobre a discussão do Orçamento:
ORÇAMENTO
Data: 19 setembro 2013 – Hora: 18:06 – Por: Tulio Lemos
Os cortes feitos pelo Governo do Estado no Orçamento para 2014, atingem os demais poderes de forma a inviabilizar o funcionamento de órgãos como Ministério Público e Tribunal de Justiça. Como a crise financeira foi difundida com intensidade, a estratégia do Governo é transferir a responsabilidade para os demais poderes e instituições, como se dissesse: ‘Nós queremos salvar o Estado da crise, mas os poderes não colaboram’.
QUEBRADEIRA
Na verdade, o atual Governo foi o responsável pela quebradeira do Estado, mesmo diante da receita crescente. Mais parece que a crise foi fabricada para livrar a gestão das cobranças e pressões naturais da opinião pública. Sem dinheiro, é mais fácil ‘compreender’ a inoperância da administração.
CONFUSÃO
O fato é que o Governo confundiu previsão de receita com receita consolidada, misturou números, escondeu dados e transpareceu que estava mergulhado numa crise sem precedentes, como forma de maquiar uma gestão desastrada que não consegue sequer pagar os compromissos básicos.
DIANTE DE TAL QUADRO, O QUE IMPEDE O TCE OU/E O MP/OAB, FAZEREM UMA INSPEÇÃO NAS CONTAS DO GOVERNO?
Será que um órgão do Governo com tanta gente bem formada "se confundiu" mesmo?
ACREDITE SE PUDER!