Esporte

Fifa demite secretário-geral Jérôme Valcke

A Federação Internacional de Futebol (Fifa) demitiu o secretário-geral da entidade, Jérôme Valcke, informou nesta quarta-feira (13) a organização, em um comunicado. Valcke estava afastado do cargo desde setembro de 2015 e foi substituído por Markus Kattner que continuará na função.

Na semana passada, o presidente da câmara de investigação do Comitê de Ética da Fifa, Cornel Borbély, recomendou, em seu parecer final, que Valcke seja suspenso de atividades ligadas ao futebol por nove anos.

Recomendou ainda que o ex-dirigente seja punido com uma multa de $ 100 mil francos suíços (cerca de R$ 400 mil) por violações ao Código de Ética da Fifa, como conflitos de interesse e oferta e recebimento de presentes e outros benefícios.

O parecer foi entregue à câmara decisória do Comitê de Ética da Fifa que, no dia 7 de janeiro, abriu formalmente processo contra Valcke.

Jérôme Valcke, de 55 anos, suspenso desde 8 de outubro, foi acusado pela imprensa inglesa de estar implicado em um processo de revenda de ingressos para a Copa do Mundo de 2014 no mercado negro, envolvendo um suposto suborno de Benny Alon, empresário da JB Sports Marketing. A Copa foi realizada no Brasil.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

    1. Mas antes disso, conseguiu fazer uma copa no Brasil, com inumeros elefantes brancos. E a Arena das Dunas custando 13 milhoes de reais mes ao governo do Estado. Ou seja, ao contrbuinte. Durante anos e anos….

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Governo inclui “imposto do pecado” no orçamento de 2027 com previsão de arrecadar R$ 41,9 bilhões


Reprodução / Internet

O governo federal incluiu o imposto seletivo, popularmente chamado de “imposto do pecado”, no projeto da lei orçamentária de 2027 enviado ao Congresso Nacional nesta segunda-feira (31). A equipe econômica projeta arrecadar R$ 41,9 bilhões com o novo tributo no próximo ano.

A tributação incidirá sobre cigarros, refrigerantes, bebidas alcoólicas, veículos de acordo com o grau de poluição, extração mineral, além de loterias, apostas e jogos de fantasy sports. Segundo o Ministério da Fazenda, a intenção inicial é preservar a carga tributária vigente durante um período de transição sem prazo definido, com planos de elevar as alíquotas posteriormente para cumprir um papel regulatório de desestímulo ao consumo de itens prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.

A medida visa, em conjunto com a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), assegurar a estabilidade da arrecadação frente ao PIB. Para que o tributo entre em vigor, o Congresso ainda precisa apreciar a regulamentação específica, que ainda não foi remetida pelo Executivo.

Para justificar a taxação, o governo pontuou os impactos financeiros gerados por esses produtos nos cofres públicos. Um estudo da Fiocruz apontou que o consumo de álcool gerou um custo de R$ 18,8 bilhões em 2019, somando despesas federais com internações no SUS e perdas de produtividade por mortalidade prematura ou afastamentos. No caso do tabagismo, o Ministério da Saúde aponta que as doenças associadas geram despesas de R$ 153,5 bilhões anuais (1,6% do PIB), enquanto a arrecadação federal com a venda de cigarros fica em torno de R$ 8 bilhões por ano. Já o tratamento de enfermidades ligadas a bebidas ultraprocessadas, como refrigerantes, custa cerca de R$ 3 bilhões anuais ao SUS.

Em contrapartida, produtores nacionais criticam a medida e argumentam que os setores afetados já enfrentam alta carga tributária no país. O setor avalia que futuros aumentos de impostos comprimirão as margens de lucro, resultando em reajustes de preços ao consumidor, risco de demissões e incentivo ao mercado ilegal.

Com informações do G1

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“Capaz de eu ter foto até com o Flávio Bolsonaro”, diz Haddad sobre registro com Roberta Luchsinger


Reprodução / TV Cultura

O candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, declarou na segunda-feira (31) que não possui qualquer vínculo com a lobista Roberta Luchsinger, alvo de investigações da Polícia Federal em inquérito que apura a suposta participação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em sabatina no programa “Roda Viva”, da TV Cultura, Haddad afirmou desconhecer a atuação da lobista e negou ter recebido pedidos de audiência ou participado de encontros sociais com ela. Questionado sobre uma fotografia em que aparece ao lado de Luchsinger, o ex-ministro minimizou o impacto do registro: “Capaz de eu ter foto até com o Flávio Bolsonaro. Ninguém vai me acusar de nada por causa disso, né?”.

A polêmica em torno de imagens públicas também atingiu o presidente Lula. Após afirmar no “Jornal Nacional” que não conhecia Luchsinger, adversários divulgaram registros fotográficos de ambos nas redes sociais. A campanha presidencial argumentou que as imagens foram produzidas em contextos públicos e que não indicam qualquer tipo de relação pessoal, profissional ou interlocução política.

Luchsinger é investigada pela PF por suspeita de tráfico de influência, com suspeitas de manter uma sociedade oculta com Lulinha para intermediar interesses corporativos junto a órgãos da administração federal. Conforme as apurações, a lobista recebeu ao menos 2,5 milhões de reais entre março de 2024 e dezembro de 2025 do empresário Cleber Ribas para atuar em favor de seus negócios perante o poder público. A defesa de Lulinha refuta a existência de irregularidades.

Com informações do Poder360

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[VÍDEO] “Não é sobre política, é sobre o mínimo de respeito”, diz Flávio Bolsonaro sobre ataques a Raquel Lyra


Reprodução / Redes Sociais

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo nas redes sociais nesta semana para manifestar solidariedade à governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, após a circulação de cartazes difamatórios contra ela nas ruas do Recife.

No registro, Flávio classificou as ofensas como “ataques baixos” e afirmou que o episódio ultrapassa as barreiras da disputa político-partidária. “Isso aqui não é sobre política, é sobre o mínimo de respeito e de civilidade que todo mundo deveria ter, inclusive dentro de uma campanha eleitoral”, declarou.

O senador disse que compreende o impacto emocional de situações extremas e relembrou episódios vividos por sua própria família, mencionando o atentado a faca sofrido por seu pai, Jair Bolsonaro, em 2018. Ao concluir, Flávio aconselhou a governadora a buscar as medidas legais cabíveis e desejou força e coragem para superar o momento.

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LEONARDO SAKAMOTO: Suspensão de campanha digital de Renan abre espaço para Flávio Bolsonaro


Reprodução / Redes Sociais

A decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que impôs restrições à campanha de Renan Santos (Missão), acaba beneficiando politicamente o senador Flávio Bolsonaro (PL). A avaliação foi feita pelo colunista Leonardo Sakamoto durante o programa UOL News.

A medida do TSE determinou a suspensão da propaganda eleitoral digital de Renan e proibiu o candidato de participar de debates, entrevistas e sabatinas, além de paralisar os repasses do Fundo Especial de Financiamento de Campanha. A punição ocorreu após a campanha deixar de informar os perfis oficiais nas redes sociais dentro do prazo legal de registro.

Segundo Sakamoto, a sanção atinge o principal reduto de atuação de Renan, cuja estratégia eleitoral é fortemente ancorada no ambiente digital. Ao tolher a presença online e a participação em sabatinas, o tribunal reduz drasticamente a capacidade do candidato de dialogar com seu público-alvo, situado no mesmo espectro ideológico de direita e extrema direita.

O analista destacou que o eleitorado de Renan compartilha afinidades com bases políticas ligadas a nomes como Romeu Zema, Ronaldo Caiado e o próprio Flávio Bolsonaro. Com o impedimento de seu concorrente no campo conservador, Flávio ganha espaço político e uma via facilitada para captar esse eleitorado em disputa.

Com informações do UOL.

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Investigada por tráfico de influência, Roberta Luchsinger tentou captar R$ 336 mil via Lei Rouanet em 2015


Reprodução / Redes Sociais

A empresária Roberta Luchsinger, alvo de investigações da Polícia Federal por tráfico de influência e corrupção em esquema voltado à obtenção de contratos privados no governo federal, tentou viabilizar um projeto cultural via Lei Rouanet em 2015. Na época, após perder 35 quilos sem cirurgia ou remédios, ela deu aulas particulares de gastronomia e planejou o lançamento do livro Gastronomia em Verso e Prosa, que uniria poesia, receitas e fotografia. O projeto foi aprovado pela gestão de Dilma Rousseff no valor de 336.085 reais, mas a captação de recursos fracassou por falta de patrocinadores dentro do prazo, resultando no arquivamento do processo.

Anos mais tarde, o foco de Luchsinger voltou-se para a articulação de interesses corporativos. Investigações da Polícia Federal apontam a existência de um núcleo permanente de atuação coordenada formado por Roberta, por Fábio Luís Lula da Silva (o Lulinha) e por Fernando Bittar, com o objetivo de intermediar negócios junto à administração pública. Em conversas de 2024, a lobista gabava-se de manter parcerias com o filho do presidente e afirmava ter recusado um cargo no governo oferecido por Luiz Inácio Lula da Silva. Em sabatina recente, o presidente negou o convite e rotulou Roberta de “pilantra”.

Os relatórios da PF detalham que o grupo buscava acesso ao Ministério da Saúde para liberar a produção de medicamentos à base de canabidiol. Com a intermediação de Lulinha, Roberta reuniu-se com Swedenberger Barbosa, então secretário-executivo da pasta, conhecido como Berge. Após o encontro, a lobista enviou minutas de documentos ao assessor especial do presidente, conhecido como Marcola.

Entre fevereiro e novembro de 2024, Roberta pagou 217.098 reais em faturas de cartão de crédito, boletos de automóvel, seguros e joias destinadas à esposa de Marcola. O assessor, que possuía trânsito livre no gabinete presidencial e respondia a ligações de Lula, foi exonerado em julho de 2024. Tanto Marcola quanto a defesa da lobista alegam que os repasses se referem a um empréstimo pessoal quitado posteriormente. Marcola não consta como investigado no inquérito.

Com informações do Metrópoles

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[VÍDEO] Após jantar com Lula, empresários e banqueiros deixam Brasília em jatinhos


Vídeo: Metrópoles

Empresários e banqueiros deixaram Brasília em jatinhos particulares pelo Terminal Executivo do Aeroporto Internacional na noite desta segunda-feira (31), após participarem de um jantar de cerca de três horas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio (PT), no Palácio da Alvorada. Entre os convidados presentes no evento, registrado por veículos de imprensa por volta das 23h, estavam Joesley Batista (J&F), Rubens Menin (MRV), Roberto Setúbal (Itaú Unibanco) e Ricardo Lacerda (BR Partners). Nenhum deles quis responder a questionamentos da imprensa na saída.

O encontro foi articulado pela equipe econômica e pela articulação política após o senador e pré-candidato presidencial Flávio Bolsonaro (PL-RJ) realizar reuniões com o setor produtivo em São Paulo. Pelo menos cinco aeronaves executivas transportando os participantes aterrissaram na capital federal pouco antes do evento.

Durante o jantar, o presidente ouviu apelos por maior rigor no equilíbrio fiscal e conversou com os convidados sobre a condução da economia. A fala de Lula incluiu um balanço das ações governamentais e uma negativa categórica sobre boatos de atritos com o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo. O petista afirmou nutrir uma relação de amizade e respeito por Galípolo e ponderou que sua influência sobre os juros é limitada devido à autonomia legal do BC.

Além do presidente, discursaram no evento o vice-presidente Geraldo Alckmin, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, e os ministros Dario Durigan (Fazenda) e Bruno Moretti (Planejamento).

Com informações da colunista Milena Teixeira / Metrópoles 

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André Mendonça pede manifestação da PGR sobre mensagem de Daniel Vorcaro citando Gonet e chefe da PF


Foto: Alice Rabello


Vídeo: Metrópoles

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o envio de um ofício à Procuradoria-Geral da República (PGR) para obter informações complementares sobre um dos desdobramentos mais sensíveis do caso Master. O magistrado quer esclarecimentos acerca do conteúdo de uma mensagem de WhatsApp que menciona o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, e o procurador-geral da República, Paulo Gonet.

A demanda do ministro foi motivada por um registro em que o banqueiro Daniel Vorcaro afirma a um interlocutor que precisa da proteção de “Andrei” e “Paulo”. Relatórios produzidos pela própria PF identificaram que as citações se referem a Andrei Rodrigues e a Paulo Gonet.

Após o aprofundamento das apurações preliminares, a corporação concluiu que a mensagem em questão foi enviada por Daniel Vorcaro ao ministro Alexandre de Moraes.

Com informações da coluna de Andreza Matais / Metrópoles

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Justiça Eleitoral manda cobrir mural de Lula em Mossoró por propaganda irregular


Googles Maps / Reprodução

A Justiça Eleitoral determinou que uma pintura com a imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), localizada em um imóvel na Avenida Juvenal Lamartine, em Mossoró (RN), seja integralmente tapada durante o período eleitoral. O responsável pela propriedade tem o prazo de 48 horas, a contar da notificação, para instalar uma cobertura provisória que impeça a visualização da obra pelo público.

A determinação foi emitida pela juíza Uefla Fernanda Duarte Fernandes, da 33ª Zona Eleitoral, após representação registrada por meio do aplicativo Pardal. O denunciante apontou que as grandes dimensões do mural geram um efeito visual equiparado ao de um outdoor. A ordem judicial estipula o uso de um anteparo opaco e reversível, vedando expressamente a raspagem, a destruição ou qualquer dano permanente à obra de arte.

A nova decisão ratifica uma ordem anterior que já havia classificado a pintura como propaganda eleitoral irregular, cujo prazo de adequação expirou sem comprovação de cumprimento por parte da defesa. Em resposta, os representantes de Lula pediram a reconsideração da medida, argumentando que a 33ª Zona Eleitoral seria incompetente para julgar casos referentes à disputa presidencial — atribuição que caberia exclusivamente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A magistrada rejeitou a preliminar, destacando que os juízes eleitorais de primeira instância possuem poder de polícia para coibir práticas ilegais de propaganda em suas bases territoriais. A decisão não impôs multas nem atribuiu responsabilidade direta ao presidente pela confecção da obra.

A defesa também sustentou que o painel configura manifestação artística urbana produzida em 2024, antes do pleito atual, e que a imagem carece de elementos textuais como número de urna ou pedido de voto, estando amparada pela liberdade de expressão e de propriedade.

A juíza, contudo, avaliou que a ausência de pedidos explícitos de voto não descaracteriza a propaganda, visto que o impacto visual e a identificação do candidato durante a campanha comprometem a isonomia do pleito. Conforme a fundamentação, a legislação eleitoral veda a propaganda pintada em muros, independentemente da data de execução ou da técnica utilizada, por gerar impacto visual desproporcional.

Com informações do Agora RN

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Primeira Turma do STF julgará recurso da condenação de Eduardo Bolsonaro neste mês


Foto: Gabriela Biló / Folha Press

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), agendou para o plenário virtual, entre os dias 11 e 18 de setembro, a análise do recurso contra a condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O julgamento ocorrerá na Primeira Turma da corte, colegiado composto por Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia.

Eduardo foi condenado por unanimidade em 16 de junho a quatro anos e dois meses de prisão, em regime inicialmente semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A acusação aponta que o ex-parlamentar atuou nos Estados Unidos para intimidar o Judiciário brasileiro e obstruir investigações sobre uma trama golpista.

Como o réu não constituiu advogado para atuar em sua defesa, o relator determinou a intimação por edital e designou a Defensoria Pública da União (DPU) para representá-lo e apresentar os embargos de declaração.

O caso teve origem em uma representação da Procuradoria-Geral da República (PGR). O procurador-geral Paulo Gonet sustentou que Eduardo e o jornalista Paulo Figueiredo articularam-se com autoridades estrangeiras e assessores ligados ao governo de Donald Trump para constranger integrantes do STF, da PGR e da Polícia Federal. Segundo a denúncia, a articulação buscou explorar redes de contatos internacionais para interferir em processos judiciais no Brasil, o que culminou na aplicação de tarifas comerciais contra produtos brasileiros.

Durante o julgamento do mérito, Alexandre de Moraes afirmou que a atuação no exterior contra instituições nacionais ultrapassa as prerrogativas parlamentares. “Não é função de deputado federal brasileiro fazer lobby no exterior contra o próprio país”, declarou o ministro, acrescentando que as pressões e a desinformação não intimidaram o tribunal.

Em manifestações anteriores, a defesa classificou o processo como perseguição política e tachou as acusações de infundadas. O crime de coação no curso do processo, previsto no Código Penal brasileiro, consiste no emprego de violência ou grave ameaça contra autoridades ou intervenientes judiciais para favorecer interesses próprios ou de terceiros.

Com informações da Folha de São Paulo

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Adjuto Dias mostra força e reúne lideranças de 50 municípios em grande encontro em Natal


Evento lotou o Centro de Eventos Quadrangular e reuniu lideranças de todas as regiões do RN em uma demonstração de força da candidatura à reeleição do deputado estadual

O deputado estadual Adjuto Dias (PL) deu uma demonstração de força política e capilaridade estadual durante o Encontro com Amigos de Adjuto Dias, realizado no Centro de Eventos Quadrangular, em Lagoa Nova, Natal.

Com lideranças, apoiadores e amigos de cerca de 50 municípios do Rio Grande do Norte, o encontro reuniu uma grande mobilização em torno da candidatura à reeleição de Adjuto e mostrou a presença política construída pelo parlamentar em diferentes regiões do Estado ao longo do seu primeiro mandato.

O evento contou ainda com importantes nomes da chapa de oposição no Rio Grande do Norte: o candidato ao Governo do Estado, Álvaro Dias; o candidato ao Senado, Coronel Hélio; a candidata a deputada federal Nina Souza; e a vice-prefeita de Natal, Joana Guerra.

Em um dos momentos mais emocionantes do encontro, Adjuto agradeceu a presença das lideranças e destacou que a mobilização era resultado das relações construídas durante sua trajetória na vida pública.

“Tem pessoas que dizem que amigo vale mais que dinheiro achado. Sabemos também que amigo é aquele que, quando precisamos, está junto. Amigos que fiz no decorrer da minha passagem pela Prefeitura, amigos que fizemos nesse mandato, hoje estão aqui segurando a nossa mão e apoiando a nossa reeleição”, afirmou.

Quatro anos de oposição e fiscalização

Adjuto também fez um balanço de sua atuação na Assembleia Legislativa e lembrou as dificuldades enfrentadas por ter adotado uma postura firme de oposição ao Governo do Estado.

“Tive muitas dificuldades nesses quatro anos como deputado de oposição. Fiscalizei o que precisava ser fiscalizado, votei contra o aumento de impostos. Paguei um preço muito caro por isso. Sou muito perseguido pelo governo. Fui um dos deputados que menos teve emendas pagas”, declarou.

O parlamentar afirmou que pretende continuar representando os municípios potiguares na Assembleia Legislativa, mas destacou que uma eventual vitória de Álvaro Dias para o Governo poderá abrir um novo momento para o Rio Grande do Norte, permitindo ampliar ações, investimentos e parcerias em benefício da população.

Álvaro: “Temos aqui um grande deputado”

Recebido pelos apoiadores de Adjuto, Álvaro Dias destacou as realizações de sua administração em Natal e afirmou que pretende levar para todo o Rio Grande do Norte o modelo de gestão implantado na capital.

“As pessoas do RN sabem e viram a modernização que fizemos na gestão de Natal, com investimentos no turismo, na saúde e na malha viária. Acabamos com a buraqueira de Natal e acabaremos com a buraqueira do RN!”, afirmou.

Álvaro também lembrou o impacto do novo Plano Diretor na atração de investimentos e na criação de novos empreendimentos em Natal e fez um forte reconhecimento à atuação de Adjuto na Assembleia Legislativa.

“Nós temos aqui um grande deputado estadual que não se dobrou, não se vendeu, não se dobrou às pressões do desgoverno Fátima Bezerra”, declarou.

Lideranças destacam atuação de Adjuto

A vice-prefeita de Natal, Joana Guerra, projetou Adjuto Dias entre os deputados mais votados da capital e do Estado e defendeu que a campanha mostre à população as ações realizadas pelo parlamentar em diversas comunidades, especialmente nas áreas de infraestrutura, segurança, inclusão e empreendedorismo.

Nina Souza ressaltou a importância das eleições para a definição dos rumos do Rio Grande do Norte e destacou positivamente a atuação de Adjuto na oposição ao Governo do Estado.

Coronel Hélio, por sua vez, apontou a grande presença de lideranças e apoiadores como uma demonstração da força política construída pelo deputado e defendeu sua permanência na Assembleia Legislativa.

Reunindo representantes de aproximadamente 50 municípios em um mesmo encontro, Adjuto Dias iniciou esta nova etapa da campanha mostrando organização, presença territorial e capacidade de mobilização. O evento em Natal transformou-se em uma das maiores demonstrações de força de sua candidatura à reeleição até aqui.

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