Após chegar a Abu Dhabi , nos Emirados Árabes, como parte de sua visita a países do Oriente Médio, o presidente Jair Bolsonaro indicou que o próximo passo do governo será a reforma administrativa. Ele defendeu o fim da estabilidade para os novos servidores públicos , mantendo inalterados os direitos já adquiridos por aqueles que estão na ativa.
Uma das hipóteses que chegaram a ser discutidas entre os técnicos que acompanham o assunto no governo é ampliar o tempo mínimo para que novos servidores alcancem a estabilidade para seis ou dez anos, como antecipou “O Estado de S. Paulo”. Segundo fontes a par das negociações, porém, ainda não há um consenso em torno da proposta.
‘Quimioterapia necessária’
Atualmente, quem passa em um concurso público pode ser demitido nos três primeiros anos, o chamado estágio probatório. A avaliação do governo, porém, é que este período de avaliação não cumpre sua função de filtrar funcionários e precisa ser reestruturado. Nos últimos quatro anos, o percentual de servidores exonerados entre os que foram admitidos é inferior a 0,3%.
O governo prepara uma reestruturação do plano de carreiras do funcionalismo. Levantamento do Ministério da Economia identificou que a administração pública conta com 117 carreiras, 42 planos e mais de 2 mil cargos. A ideia não é só reduzir o número de carreiras, mas chegar a um modelo mais simples para o funcionalismo.
A proposta de reforma administrativa deve reduzir os salários iniciais dos servidores e prorrogar o prazo necessário para se chegar ao topo da carreira.
A reforma administrativa é parte de um pacote que o ministro da Economia, Paulo Guedes, tem chamado de agenda de transformação do Estado, que inclui ainda a revisão do pacto federativo e ações para controle de gastos públicos. A expectativa é que a agenda pós-Previdência do governo seja apresentada nesta semana.
Bolsonaro justificou ontem a ausência de Guedes na comitiva explicando que ele não poderia se ausentar por tanto tempo do país. Ele frisou, contudo, que se mantém a par da agenda econômica brasileira recebendo informações do assessor do ministro.
No momento em que o Congresso começa a analisar a chamada PEC Paralela, que busca incluir estados e municípios nas regras da reforma da Previdência aprovadas para a União, Bolsonaro ressaltou que o governo vem tendo apoio do Parlamento e está conseguindo realizar reformas que vinham sendo tentadas ao longo de 20 a 30 anos no país. Ele comparou a reforma da Previdência a uma “quimioterapia”:
— Sabemos que a reforma da Previdência por vezes parece uma quimioterapia. Ela se faz necessária e não podemos sucumbir. Peguei o Brasil arrebentado economicamente.
O GLOBO
Foto: Reprodução/Metrópoles
Quanta gente recalcada…
Será que é pela falta de competência em passar num concurso?
Vão estudar invejosos.
Tem q acabar é com tudo mesmo. Se a nação fosse uma empresa, seria uma empresa inviável financeiramente. Qualquer administrador veria o quanto é inviável
Acrescenta deputados que ficaram 30 anos sem produzir.
Kkkkkkkkk. Precisa é acabar com funcionários públicos. Exceto para policial, professores e saúde. O resto fecha tudo.
TRT, TRE só tem marajás e não trabalham nada. Acabar também com esses juízes. Um bando de sem futuros, principalmente o STF.
Concordo com LULADRÃO.
Deveria começar diminuindo número de deputados/senadores, cargos comissionados e assessores. Assessores que só servem para reforçar o valor das rachadinhas.
Concordo em gênero , número e grau .
Faz tempo que eu demeti meu empregados chamado políticos
O motivo ê não cumpriram com suas promessas
É essa história de mudar votar para um novo nenhum novo provou ser diferente
O que é essa tal estabilidade do servidor público?
Deveria fazer uma reforma administrativa no congresso e no senado para demitir deputados e Senadores, nesse caso esse ex deputado que agora é presidente que passou trinta anos como deputado e sua produção foi ZERO.
Já existe isso. Chama-se eleição.
Isso mesmo Caius, pior foi a cegueira que ocorreu nas eleições, como tem gente ingênua, o que de fato mudou até agora? Ou que tem perspectiva de mudança? Eu só senti mudança no Zorra Total, num quadro do fantástico e no horário de verão.
Deveria extinguir 1/3 de cada casa, e congelar os salários por 20 anos.
Segundo os comentários , tem DEPUTADOS com 25 à 30 cargos comissionados , SENADORES com 40 cargos comissionados e cortar 1/3 dos DEPUTADOS e SENADORES.
Segundo combrar do GOVERNO, os débitos de quem deve ao INSS, que é de aproximadamente 1(Hum) Trilhão de reais, que até no presente momento o GOVERNO ñ se manifestou fazer essa cobrança .
Quanto a ESTABILIDADE, o POVO pra rua!!!