Na prática a teoria é outra
A ordem de Cuba para que seus médicos deixem de atuar no Brasil ampliou o número de arestas a serem aparadas pelo governo Jair Bolsonaro (PSL) –já sob profunda desconfiança do Congresso. A crise com os cubanos tem potencial para afetar a relação do presidente eleito com os municípios. Jonas Donizette (PSB-SP), presidente da Frente Nacional de Prefeitos, dá o tom: diz que o Mais Médicos nasceu de demanda da entidade e que “questão ideológica não pode contaminar o serviço público”.
Dois voando
“Foi uma luta nossa, da Frente. O programa pode não ser perfeito, mas ajudou. O presidente eleito, o próximo ministro da Saúde, eles têm que ter uma solução. Não dá para acabar sem ter algo que dê suporte”, diz Donizette, prefeito de Campinas (SP).
Agora
Algumas prefeituras receberam a informação de que Cuba orientou seus profissionais a suspenderem os atendimentos já nesta quarta (14).
Venha de onde vier
Prefeitos pretendem sugerir ao presidente eleito que, se for impossível reaver o pacto com Cuba, o governo faça um chamado a brasileiros formados no exterior para atuar no país sem revalidar o diploma.
PAINEL FOLHA SP
NOTA
Em nota conjunta, a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e o Conselho Nacional dos Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) afirmam que a rescisão do contrato aponta “para um cenário desastroso”, e pedem que o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro(PSL) reveja seu posicionamento sobre as mudanças no programa. “Em caráter emergencial, (as entidades) sugerem a manutenção das condições atuais de contratação, repactuadas em 2016, pelo governo Michel Temer, e confirmadas pelo Supremo Tribunal Federal, em 2017”, diz a nota.
De acordo com as entidades, a saída dos cubanos afetaria 3,2 mil cidades, com maior prejuízo para os indígenas, já que 90% dos atendimentos desse grupo são feitos por cubanos.
Prefeitos e governadores também demonstraram preocupação. O governador eleito do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), disse que o fim do programa representa “mais um problema para gestores estaduais e para os municípios, que já estão quebrados.”
O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), disse que “não é possível acabar com o programa de uma hora para outra”. “É preciso uma intervenção rápida. O governo tem o direito de mudar o programa, desde que tenha capacidade de suprir as demandas”, disse. A Bahia é o segundo Estado com o maior número de cubanos (822), atrás apenas de São Paulo (1.394). O Conselho de Secretários Municipais de Saúde de SP (Cosems-SP) também fez um apelo para que o governo brasileiro aja para tentar evitar que Cuba leve adiante sua decisão.

Foram colocar um desajustado na presidência do país para atender os interesses da elite fascista do Brasil, agora aguentem as consequências!!!
Kkkkk e haja Mimimi kkkkk manda os prefeitos trabalharem direito pq o bicho vai pegar@