Diversos

FISCALIZAÇÃO CONTRA FRAUDES: Corte no Bolsa Família pode chegar a 10% dos beneficiários

Por interino

Mais duas pastas da área social do novo governo vão rever programas e atos da gestão petista. No Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, um pente-fino no Bolsa Família poderá levar ao desligamento de até 10% dos beneficiários, segundo projeção feita pelo ministro Osmar Terra ao GLOBO. No Ministério da Educação e Cultura (MEC), a ordem foi revisar todas as deliberações publicadas nos últimos 30 dias. Além da legalidade das medidas do ex-ministro Aloizio Mercadante e sua equipe, o novo ministro da pasta, Mendonça Filho, vai avaliar o mérito dos atos, podendo revogá-los.

As mudanças no Bolsa Família, segundo Terra, incluem um aprimoramento na fiscalização do programa, com cruzamento de diversas bases de dados do governo, para checar se as cerca de 14 milhões de famílias beneficiárias cumprem a condição de baixa renda exigida. Estudos feitos desde a elaboração do Travessia Social, programa de governo do presidente interino Michel Temer, projetam que 10% dos atendidos estão fora dos critérios. Osmar Terra destacou que a proporção pode ser até maior:

— Se for cruzar todos os dados, pode dar mais, de 20% a 30%, mas estamos falando de uma população flutuante, que melhora de vida e piora rapidamente. O importante é dizer que será um processo gradual, que não prejudicará a população que realmente precisa. Inclusive a família que eventualmente sair do programa terá as portas abertas para voltar, em caso de necessidade.

REAJUSTE CONFIRMADO

Terra disse que o governo Temer vai garantir o reajuste de 10% no Bolsa Família anunciado pela presidente afastada Dilma Rousseff em 1º de maio. Como foi anunciado pela gestão anterior, ele confirmou que há R$ 1 bilhão no Orçamento disponibilizado para custear a medida. O ministro estima que, até o fim de junho, a correção do valor dos benefícios será confirmada.

— Foi um gesto político de Dilma. Completaremos o serviço que ela não fez. Vamos garantir porque (o benefício) está defasado com a alta da inflação, que é acima da média no caso dos produtos que são consumidos com o recurso do Bolsa Família — afirmou Terra.

No MEC, as reavaliações começaram ainda na sexta-feira, primeiro dia de Mendonça Filho à frente da pasta. Ele determinou à Consultoria Jurídica do órgão uma devassa nos atos recentes da gestão anterior. A suspeita é que deliberações tenham sido apressadas de forma indevida.

Um dos atos que poderão ser anulados é o decreto presidencial de 10 de maio que nomeou 12 conselheiros no Conselho Nacional de Educação, que tem 24 membros no total. A troca de cadeiras estava marcada apenas para 3 de julho. Foi antecipada sob o argumento de que havia risco de descontinuidade dos trabalhos.

Para Mendonça, é preciso avaliar se a real intenção não foi assegurar assentos para pessoas ligadas aos petistas no conselho, que tem um poder de interferência grande na política do MEC. Cabe ao colegiado referendar diversas políticas a serem adotadas na Educação.

A Consultoria Jurídica está recuperando decretos anteriores para verificar se é praxe antecipar em quase dois meses a troca de conselheiros. Dos 12 nomeados antes do final do mandato, cinco foram reconduzidos, e sete são novos.

Outro ato na mira da nova gestão é uma portaria que mudou regras para aquisição e distribuição de materiais digitais a escolas de educação básica. Por envolver recursos expressivos, as alterações serão analisadas com cuidado e podem ser revogadas. Paira sobre os colaboradores de Mendonça a sensação de que a gestão petista deixou diversas “cascas de banana” em forma de decretos, portarias e resoluções publicados nos últimos dias.

Na segunda-feira, Mendonça gravou um vídeo para desmentir boatos que circulam na internet sobre cortes de programas como o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e o Programa Universidade para Todos (ProUni). O ministro vem afirmando que preservará iniciativas importantes da pasta e que, neste momento, nenhum corte está sendo considerado. Na sexta-feira, ele também teve que divulgar nota de esclarecimento sobre mensagens nas redes sociais atribuindo ao novo governo a suspensão de bolsas de assistência universitária, que havia sido efetivada três dias antes.

MUDANÇA NO INEP

A nova presidente do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais (Inep) será Maria Inês Fini, doutora em Educação e com passagem pelo órgão durante o governo Fernando Henrique Cardoso. Ligada ao PSDB, ela também foi colaboradora do governo José Serra em São Paulo.

Ela comandou projetos de reestruturação curricular e avaliação. No Inep, trabalhou na criação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que nasceu como teste para medir o conhecimento antes de se transformar em vestibular unificado.

Maria Inês foi indicada por Maria Helena Guimarães de Castro, nova secretária-executiva do MEC. As duas lecionaram na Universidade Estadual de Campinas e trabalharam juntas no Inep, onde Maria Helena era presidente. Luiz Roberto Curi, empossado recentemente na presidência do Inep, recebeu pela imprensa a notícia de que sua sucessora fora escolhida.

A montagem da equipe deve ser concluída esta semana. Alguns nomes cotados para a Secretaria de Educação Superior (Sesu) do MEC são de dois ex-reitores da Universidade Federal Rural de Pernambuco: Emídio Cantídio, que já foi diretor de Programas e Bolsas da Capes, e Valmar Correia. Para a Secretaria de Educação Básica (SEB), um forte candidato é Eduardo Deschamps, presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). A Capes poderá ser comandada por Abílio Baeta, que já foi secretário do MEC no governo FH.

Maria Helena deixou, na segunda-feira, a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), ligada ao governo Geraldo Alckmin, para auxiliar Mendonça Filho na definição dos nomes.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Cortar o benefício dos mais pobres virou agora "Corte contra fraudes"
    Me engana que eu gosto!

    1. Golpista O Choro e Livre e Tem Diazepam no SUS

    2. Rapaz aqui mesmo no RN…
      A PF prendeu um sujeito na região Trairy ( prefiro com "y",nome indígena) responsável pelo cadastro das famílias…simplesmente a figura repassava os cartões para terceiros e ficava com parte do dinheiro (desviando das famílias realmente necessitadas),creio q por conta desse e de outros tipos de irregularidade,muitos terão o benefício suspenso….

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Eleições 2026

PT fica sem eleger deputado federal em sete Estados

Foto: Bruno Spada / Câmara dos Deputados

O Partido dos Trabalhadores (PT) não elegeu nenhum deputado federal em sete Estados nas eleições deste domingo (4). A legenda ficou sem representantes próprios na Câmara em Alagoas, Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia, Roraima e Tocantins.

Ao todo, o PT elegeu 70 deputados federais para a legislatura que começa em fevereiro de 2027, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Apesar de não ter representantes próprios nesses sete Estados, a Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, terá 88 deputados na próxima legislatura. Pela regra eleitoral, os votos das três legendas são considerados conjuntamente para a distribuição das cadeiras, embora os parlamentares permaneçam vinculados aos seus respectivos partidos.

No Acre, por exemplo, o PT não conquistou nenhuma das oito cadeiras destinadas ao Estado. O PCdoB, que integra a federação, elegeu um deputado. No Amapá, a federação também garantiu uma vaga por meio do PcdoB.

Com informações da Revista Oeste

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

ELEIÇÃO 2026 EM NATAL: Carlos Eduardo foi aposentado sem saber

Foto: Magnus Nascimento

Após as derrotas nas eleições em 2018, 2022 e 2024, Carlos Eduardo (União Brasil) entrou campanha de Allyson Bezerra (União Brasil) prometendo a ele uma das maiores vitórias de um candidato a governador em Natal. As urnas, no entanto, entregaram o contrário. Allyson terminou em terceiro na capital, atrás de Álvaro Dias (PL) e Cadu de Lula (PT), sem vencer em nenhuma região da cidade e em nenhuma Zona Eleitoral. Para o ex-prefeito, o resultado expõe o tamanho da sua falência política.

“Barrado” na disputa pelo Senado, Carlos Eduardo também foi vetado como coordenador da campanha de Allyson em Natal pelos vereadores que apoiavam o ex-prefeito de Mossoró. Depois disso, foi escalado pela campanha para fazer ataques a Álvaro Dias e fazer companhia a Alysson pelas ruas de Natal. O tom de revanche contra Álvaro Dias, de vingança e ódio não se converteu em votos.

O desempenho de seu candidato a deputado estadual confirma o ocaso político do ex-prefeito. Kleber Rodrigues, que recebeu o apoio de Carlos Eduardo, teve menos de 2.500 votos em Natal.

Ainda em 2026, Carlos Eduardo ainda flertou com as candidaturas a deputado federal e estadual, mas não conseguiu reunir apoios e alegou falta de estrutura e de recursos partidários para desistir das disputas. Depois de tanta promessa, ódio e ataque, ainda viu Álvaro Dias ganhar em Natal, bem à frente de seu candidato, o que comprova que ele, definitivamente, foi aposentado pelo povo.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

BALANÇO: PF recolheu R$ 2,8 milhões em bens, conduziu 204 pessoas e abriu 49 inquéritos por crimes eleitorais

Foto: Divulgação

O primeiro turno das eleições de 2026 terminou com 204 pessoas conduzidas pela Polícia Federal e R$ 2,8 milhões em bens e valores apreendidos. Do total, R$ 520,4 mil estavam em dinheiro vivo.

O balanço divulgado pela PF nesta segunda-feira (5) aponta ainda a abertura de 49 inquéritos e o registro de 100 termos circunstanciados de ocorrência durante o domingo (4).

As ações ocorreram em 24 unidades da Federação e no Distrito Federal. Entre os principais crimes investigados estão propaganda eleitoral irregular e corrupção eleitoral, incluindo suspeitas de compra de votos.

Ao longo de 2026, a PF já instaurou 1.337 inquéritos relacionados a crimes eleitorais. As apreensões vinculadas a essas investigações somam mais de R$ 47,5 milhões, sendo aproximadamente R$ 31 milhões em dinheiro.

Segundo a corporação, os valores apreendidos no balanço do primeiro turno ainda são preliminares e passarão por validação.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Presidente do PL, Valdemar Costa Neto, diz que Jair Bolsonaro pode concorrer à Presidência em 2030: “forte candidato”

Foto: Reprodução/Youtube

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta segunda-feira (5) que Jair Bolsonaro poderá voltar a disputar a Presidência da República em 2030 pelo partido.

Em entrevista à CNN, Valdemar declarou que acredita na possibilidade de uma nova candidatura do ex-presidente caso Flávio Bolsonaro (PL) seja eleito neste ano. “O Flávio se elegendo presidente da República, ele vai liberar o Jair Bolsonaro. Eu não tenho dúvida disso. O Jair Bolsonaro pode ser um forte candidato daqui quatro anos. O povo vai querer Jair Bolsonaro”, afirmou.

Valdemar também classificou como “surpreendente” o desempenho de Flávio no primeiro turno, quando o senador terminou à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e avançou para o segundo turno.

O dirigente atribuiu ainda ao carisma de Jair Bolsonaro parte do desempenho do PL nas eleições para o Congresso. A legenda terá a maior bancada nas duas Casas.

Sobre o ex-presidente, Valdemar afirmou que ele está com a saúde melhor e que poderá contribuir com um eventual governo de Flávio. “Ele é muito novo ainda e é muito forte. […] Tenho certeza de que vai contribuir muito para o governo do Flávio”, disse.

Com informações de CNN Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Votação de Lula cai em 98% dos 5.569 municípios brasileiros em relação ao primeiro turno de 2022

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

A votação de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recuou em 98% dos 5.569 municípios brasileiros no primeiro turno de 2026, na comparação com o desempenho registrado em 2022. No total, o presidente perdeu cerca de 3,4 milhões de votos e passou de 48,43% para 45,16% dos votos válidos.

A queda ocorreu em municípios de diferentes tamanhos e perfis socioeconômicos, mas foi mais acentuada em algumas regiões. Uma das principais áreas de recuo está concentrada em Goiás, no interior de Minas Gerais e no Matopiba, região que reúne áreas do oeste da Bahia, Piauí, Maranhão e Tocantins e tem forte presença do agronegócio.

Em Guarani de Goiás, por exemplo, Lula caiu de 65% para 40% dos votos, uma redução de 25 pontos percentuais. No município, Flávio Bolsonaro (PL) teve 27% e Ronaldo Caiado (PSD), 32%.

Em Cachoeira Dourada (GO), na divisa com Minas Gerais, Lula recuou de 66% para 50%. No mesmo município, Flávio passou de 29%, obtidos por Jair Bolsonaro em 2022, para 41% neste ano.

Outra área de forte queda aparece na Região Sul, especialmente no centro do Paraná, no oeste de Santa Catarina e em grande parte do Rio Grande do Sul.

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Trump elogia rapidez da apuração no Brasil e critica sistema eleitoral dos EUA

Foto: Divulgação/Casa Branca

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou nesta segunda-feira (5) a rapidez da apuração do primeiro turno das eleições brasileiras e aproveitou para criticar novamente o sistema eleitoral americano.

Em publicação na rede Truth Social, Trump afirmou: “125 milhões de pessoas votaram hoje no primeiro turno da eleição presidencial do Brasil. Os resultados saíram logo após o encerramento da votação, NO MESMO DIA!”.

Imagem: Reprodução

Na sequência, comparou a apuração brasileira com a dos Estados Unidos. “Em Detroit, Filadélfia, Califórnia e inúmeras outras cidades e estados dos EUA, os resultados, com números muito menores, muitas vezes levam semanas para ser manipulados, quer dizer, calculados. A votação nos Estados Unidos é CORRUPTA!!!”, escreveu.

Trump não comentou diretamente o desempenho de Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que disputarão o segundo turno em 25 de outubro. Na publicação, o presidente americano chegou a citar a Índia como local da eleição, mas corrigiu a informação posteriormente.

Antes do primeiro turno, Trump havia classificado a eleição brasileira como “muito importante” e afirmado que acompanhava o processo. O Departamento de Estado dos EUA, por sua vez, negou interferência no pleito e afirmou que respeita a soberania brasileira e defende eleições livres.

Opinião dos leitores

  1. Quem diria que as urnas “não auditáveis” rodando em servidores ORACLE seriam elogiadas.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Bolsa dispara 9,1% e passa dos 209 mil pontos, após 1º turno das eleições

Foto: Cris Faga/NurPhoto via Getty Images

O mercado financeiro reagiu com forte alta ao resultado do primeiro turno das eleições. O Ibovespa, principal índice da B3, superou pela primeira vez os 200 mil pontos e chegou a 209.605 pontos nesta segunda-feira (5), alta de 9,1%.

Por volta das 12h30, o índice estava em 208.193 pontos, com avanço de 8,37%. Na sexta-feira (2), a Bolsa havia encerrado o pregão aos 192,1 mil pontos.

A forte valorização ocorre após Flávio Bolsonaro (PL) terminar o primeiro turno à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O senador teve 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% do petista. Os dois disputarão o segundo turno em 25 de outubro.

Investidores reagiram positivamente à possibilidade de mudança na condução da política econômica e a expectativas de maior controle das contas públicas. A avaliação, porém, ainda depende das propostas dos candidatos e do cenário político até o segundo turno.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Eleições de 2026 provocam mudanças em seis cadeiras da Câmara de Natal; veja quem deve assumir

Albert Dickson, Chagas Catarino, Felipe Alves, Robério Paulino, Júlia Arruda e Professor Carlos Silvestre | Fotos: Reprodução

A Câmara Municipal de Natal terá seis mudanças na composição a partir de 2027. Vereadores eleitos em 2024 conquistaram vagas para o Senado, Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa nas eleições deste ano e deixarão o Legislativo municipal.

Samanda de Lula (PT), eleita senadora, abrirá uma vaga para a Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB). A tendência é que a cadeira seja ocupada pela ex-vereadora Júlia Arruda (PCdoB), atualmente secretária estadual das Mulheres.

Daniel Valença (PT), eleito deputado estadual, também deixará uma vaga para a federação. O nome seguinte na lista é o Professor Carlos Silvestre (PT).

Thabatta Pimenta (PV), eleita deputada federal, conquistou o mandato de vereadora em 2024 pelo PSOL. Por isso, a substituição seguirá a composição daquela eleição, com o professor Robério Paulino (PSOL) como possível sucessor.

Nina Souza (PL), eleita deputada federal, e Camila Araújo (PL), eleita deputada estadual, foram eleitas vereadoras em 2024 pelo União Brasil. Por isso, as duas vagas serão preenchidas por suplentes da legenda. Felipe Alves (União Brasil) é o primeiro nome da lista, seguido por Chagas Catarino (União Brasil).

Já Robson Carvalho (União Brasil), eleito deputado estadual, permaneceu na legenda durante as eleições deste ano. Com isso, a terceira vaga do União Brasil deverá ficar com Albert Dickson (União Brasil), seguindo a ordem de suplência.

A convocação dos suplentes ocorre de forma sucessiva. O primeiro nome é chamado para assumir o mandato e, caso se licencie, o próximo suplente pode ser convocado para ocupar a cadeira durante o afastamento.

Esse mecanismo já ocorreu em 2025, quando Felipe Alves assumiu a vaga de Nina Souza. Depois, ao se licenciar para comandar a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), a cadeira passou para Chagas Catarino.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Pessoas que não foram votar ou votaram em branco ou nulo para governo do RN somam 25,2%, totalizando 669.539 eleitores

Foto: Hugo Andrade/Inter TV

Um total de 669.539 eleitores do Rio Grande do Norte não deram um voto válido para o governo estadual no primeiro turno das eleições, realizado neste domingo (4). O número reúne abstenções, votos brancos e nulos e representa 25,2% dos 2,6 milhões de eleitores aptos no estado, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Na disputa pelo governo, foram 488.493 abstenções (18,3%), 104.522 votos nulos (4,8%) e 76.524 votos em branco (3,5%).

Para a Presidência, os números foram semelhantes: 488.812 eleitores não compareceram às urnas (18,3%), enquanto 65.943 anularam o voto (3%) e 33.172 votaram em branco (1,5%).

A abstenção ficou acima da registrada no primeiro turno de 2022, quando 18,1% dos eleitores potiguares não compareceram. Naquele ano, a taxa caiu para 17% no segundo turno. Em 2018, a abstenção no primeiro turno foi de 17,1%.

Apesar do percentual de ausência, eleitores relataram longas filas em algumas seções eleitorais do estado, com espera superior a três horas para conseguir votar.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

João Câmara registra maior votação de Benes Leocádio no RN e consolida força de grupo político

Foto: Divulgação

João Câmara entrou para a história da votação do Deputado Federal Benes Leocádio no Rio Grande do Norte. Com 6.021 votos, o parlamentar alcançou no município sua maior votação em todo o estado, superando os números registrados em Natal, São Gonçalo do Amarante e Mossoró, que são os maiores colégios eleitorais potiguares.

O resultado é apontado como reflexo da articulação política construída pela prefeita Aize Bezerra e pelo seu grupo político local.

Mas a força demonstrada nas urnas foi ainda maior. Dentro do mesmo sistema de articulação, um grupo também foi organizado por ela para apoiar o Deputado Dr. Bernardo, que teve em João Câmara mais de 3.200 votos.

Somados, os dois resultados representam quase 10 mil votos destinados a Deputados Federais dentro de uma mesma articulação política, um desempenho que chama atenção pelo tamanho e pela organização.

Mais do que números, o resultado revela a capacidade de mobilização de um grupo político quando existe uma pauta comum.

A votação expressiva de Benes e o desempenho de Dr. Bernardo colocam João Câmara novamente no centro do debate político estadual e demonstram que, quando um grupo se une em torno de objetivos comuns, a força das urnas pode ultrapassar os limites do município.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *