Foto: Carlos Moura/Agência Senado
O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) prepara reação para se contrapor ao programa Desenrola 2.0, lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na manhã desta segunda-feira (4).
Em vídeo que está sendo preparado para circular nas redes sociais e grupos de mensagens instantâneas, o parlamentar culpa o descontrole nas contas do governo e o consequente aumento no custo do crédito pelo endividamento recorde dos brasileiros. Flávio diz que Lula quer “combater um incêndio usando um copo d’água”.
O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) critica a ideia de o governo disponibilizar o FGTS para o abatimento das dívidas dos brasileiros e classifica a medida como eleitoreira.
O governo federal lançou na manhã desta segunda-feira (4) a nova versão do programa Desenrola. Os beneficiários poderão renegociar dívidas de até R$ 15 mil por pessoa, após os descontos que variam de 30% a 90%.
Nesta edição do programa, os beneficiários poderão usar até 20% do seu saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para quitar suas dívidas.
Com informações do blog de Débora Bergamasco, CNN Brasil
Essa criatura deveria ensinar ao povo brasileiro como sua loja de chocolates conseguia faturar tanto dinheiro vivo. Caso eleito, teremos a fantástica fabrica de chocolates em nível de país!😂😂😂
Nada é pior que não possa piorar ainda mais com suas alienadas formas de fazer do irreal a tábua de salvação.
Hoje, ouvindo aqui e acolá os paladinos e gestores públicos da economia brasileira, fiquei a pensar cá com meus botões o quanto somos massa de manobra de um sistema.
As “pérolas de salvação” dos endividados, advindas dos gabinetes palacianos em tempos de campanhas eleitorais, são tão surreais que parecem obra de ficção científica. Mas não são. É invencionismo para fins eleitoreiros.
Como podemos ter exemplos claros de organização doméstica no tocante à nossa gestão financeira, se o próprio governo gasta e gasta o que não tem, sem pena e sem pudor?
Somos um país que vive nas mãos dos agiotas nacionais e internacionais. Pagamos juros altíssimos que comprometem em muito o nosso Produto Interno Bruto – PIB, sem deixar de citar o voraz sistema financeiro nacional com as alopradas taxas de juros.
Outro fator preponderante é o Custo Brasil, que ninguém tem coragem e competência para frear. Em meu simplório entendimento, tudo vem a desaguar na população economicamente ativa.
É de domínio público que o povo brasileiro, em parte, se encontra afogado em dívidas e mais dívidas, o que tem feito a economia nacional patinar em números negativos assustadores.
Mas é fato que não temos e nem queremos ter como esteio de vida a tal educação financeira, que muito tem a ver com a relação de renda versus consumo.
Somos, todo santo dia, às vezes não por necessidade, mas por indução midiática e pelo tal crédito fácil e a longo prazo para pagar, levados a entrar em labirintos de endividamento que se transformam em um poço sem fundo.
A relação da renda da população com o consumo é extremamente danosa, pois não existem parâmetros igualitários entre uma e outra. Muito pelo contrário: parte se dá em razão da defasagem salarial, tão presente em um momento de inflação em alta.
O Custo Brasil, que é diuturnamente jogado nas costas do brasileiro, também é parte do escalonamento do endividamento do povo.
Pois, além de seu custeio diário, ele é obrigado por substituição tributária a pagar o imposto que mantém uma máquina pública viciada e cara.
Não adianta criar mecanismos de recomposição financeira de cunho politiqueiro para conter o endividamento da população, pois é solução paliativa e momentânea que logo se perderá no tempo.
O que de fato o povo precisa é ter uma carga tributária compatível e um Custo Brasil capaz de ser gerido com responsabilidade pública.
O tal milagre da resolução do endividamento da população terá efeito pouco prático. Agora, o efeito politiqueiro, só Deus sabe!
Infelizmente, nos falta educação financeira e nos sobra carga tributária e ineficiência pública de nossos gestores.
Em resumo: quando chegar dezembro, quem tá no sufoco hoje, com raras exceções, alguns estarão melhores, mas a maioria vai permanecer no vermelho igual à roupa do bom velhinho, enquanto o atual velhinho só pensa nas urnas.
Muito bom. Agora, qual projeto de lei desse cidadao beneficiou alguem?
A rachadinha.
Beneficiou a própria família!
Felipe, cuidado! Quem te rouba está solto.
Pelo menos não deixou a família e os amigos ricos, o decrépito do seu bêbado, quebrou o Brasil, deixou o país a deriva, um bando de analfabetos iguais a vc, se uniu a maduro, Ortega, Cuba, Irã, ou seja, a escória do mundo civilizado, achando pouco, patrocinou o mensalão, os aloprados, petrolao, master, inss, já basta ou quer mais?