A Rodovia BR-101 registra na manhã desta segunda-feira(27) um mega congestionamento a partir do viaduto Parnamirim, sentido capital. A espera estimada entre o viaduto Trampolim da Vitória e o bairro Nova Parnamirim é de até setenta minutos.
Respondo somente a vc, que discordou da minha opinião com maturidade, e sem agressões, fez suas colocações com educação e respeito, fazendo assim por merecer meus esclarecimentos :
1) A necessidade do viaduto é clara, e o congestionamento é constante nos dias de semana, mas a questão que coloquei, não se refere a esses congestionamentos, mas aos novos radares, que , na minha opinião, colocados desnecessariamente onde foram, ( perto do túnel), só fazem os motoristas reduzirem sem necessidade a velocidade para até 60km/h com medo da multa, e causam lentidão no trânsito mesmo fora dos momentos de pico e em finais de semana. Trafego todo dia no local e sei o que falo, ninguém passa a 80, todos reduzem e muito…
2) Conheço muito bem a legislação e sei que a obrigação de aviso de radares caiu há muito tempo, mas a função dos radares é ( ou deveria ser) promover a segurança, fazendo os motoristas manterem a velocidade em locais de perigo, e não para arrecadar dos incautos motoristas que viajando num dia de semana e sem movimento, precisam manter uma velocidade ridicularmente baixa numa BR bem conservada, em clima bom, num carro moderno e seguro.
E o ponto principal, é que estes radares são colocados escondidos no final de descidas, só para surpreender o motorista distraído que deixou o carro embalar e passou um pouco dos 80km/h.
Por fim, sei que a velocidade real do carro jamais será igual ao que indicará o radar, sei da tolerância do radar e do erro do velocímetro, mas ao me referir a passar 2km/h acima do limite de 80 por hora, e tomar multa, é forma de falar, pois ser pego a 90km/h numa estrada com limite de 80km/h não seria uma velocidade absurdamente alta para justificar uma multa por "excesso de velocidade".
Saudações!
Discordo meu caro Savio!
Primeiro: a causa de TODO E QUALQUER engarrafamento na BR-101, altura entre Parnamirim/Natal(ambos sentidos), é causado pela INEXISTÊNCIA de um viaduto! Obra esta que já foi "autorizada" pela presidenta Dilma e ainda não saiu do papel! Coisas do nosso amado Brasil e seu sistema político ridículo!!
Segundo: Quanto aos radares, sejam eles fixos ou móveis, não necessariamente precisa ser avisado! Desde que a via seja sinalizada. Nós motoristas é que precisamos aprender a obedecer aos limites estabelecidos para cada via.
Terceiro: Não conheço nenhum radar com tolerância menor que 10%.
Sávio, vc precisa conhecer mais sobre o que fala.
A legislação não obriga que haja aviso de radar móvel, apenas dos fixos.
Só é multado quem ultrapassa 7 km/h da velocidade até 100 km/h. Há essa tolerância estabelecida em Portaria do INMETRO, a 115 se tiver mais curiosidade e quiser deixar de aparecer como um desinformado.
TODOS os radares fixos em BR estão sob controle do DNIT, ainda que a Justiça tenha dito que isso é ilegal, veja esse link: http://trf-4.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/164166022/agravo-de-instrumento-ag-50264842720144040000-5026484-2720144040000
Parece que vc precisa voltar para uma capacitação em legislação de trânsito, afinal saber onde é a embreagem, acelerador e freio não é mais suficiente, faz tempo, para apontar um bom motorista.
É notório que o radar instalado perto do tunel, sentido Natal, tornou muito mais lento o fluxo de veículos, até em dias de sábado a tarde se nota a lentidão, porque os carros com medo de multa, reduzem a velocidade para até 60 km/h e não mantém os 80km/h, criando um efeito sanfona que atrapalha a todos.
O único motivo de ter radar alí é arrecadar, e o motorista que sofra com os congestionamentos.
Outra prática arrecadatória, a PRF não avisa mais radares móveis nas nossas estradas e cria pegadinhas, colocando-os no final de descidas, onde a velocidade do carro normalmente aumenta sem que percebamos, e quem passa 2km/h do limite de 80km/h , (mesmo limite da década de 70) toma multa. Vergonha!!
Vamos agradecer ao DNIT e sua famosa e eterna ineficiência para além de instalar pardais numa competência que não é sua como a Justiça já disse em várias ocasiões.
Virginia Fonseca e o ex-marido, Zé Felipe, tentaram colocar em sigilo um processo trabalhista sobre a construção da mansão do casal em Goiânia. O juiz Celismar Coelho, do TRT-18, negou o pedido, afirmando que a influenciadora já expõe sua vida publicamente nas redes sociais e, portanto, não se preocupa em preservar a intimidade.
O magistrado citou, como exemplo, um ultrassom ao vivo no programa de TV aberto apresentado por Virginia. Para o juiz, se ela mesma compartilha detalhes sensíveis com milhões de seguidores, não há motivo para tentar esconder informações nos autos.
O processo foi movido por um servente de pedreiro que trabalhou na mansão do casal e alegou exercer funções que não correspondiam ao cargo, pedindo diferença salarial. No mérito, o juiz negou o pedido do trabalhador, concedendo apenas a gratuidade de Justiça, e manteve o processo público.
A mansão de luxo, construída quando o casal ainda era casado, segue no centro das atenções, mostrando que, no mundo digital, tentar esconder informações não impede que a realidade apareça para todos.
A Anvisa proibiu a venda, distribuição e uso de lotes de fórmulas infantis da Nestlé, incluindo Nestogeno, Nan Supreme Pro, Nanlac Supreme Pro, Nanlac Comfor, Nan Sensitive e Alfamino. A medida preventiva surgiu após a detecção da toxina cereulide, produzida pela bactéria Bacillus cereus, capaz de provocar vômitos persistentes, diarreia e letargia em bebês.
O recall é global: a contaminação veio de um ingrediente fornecido por parceiro internacional da Nestlé, usada em uma fábrica na Holanda. No Brasil, a proibição atinge apenas alguns lotes, que já começaram a ser recolhidos voluntariamente pela empresa. A Nestlé garante reembolso integral e troca gratuita dos produtos afetados.
Pais e responsáveis devem checar o número do lote no rótulo, suspender imediatamente o uso e procurar o SAC da Nestlé. Caso a criança apresente sintomas como sonolência excessiva, vômitos ou diarreia, é essencial buscar atendimento médico imediato, levando a embalagem do produto para identificação.
O presidente Lula sancionou nesta quarta-feira (7) a lei que proíbe descontos em benefícios do INSS, mas deu um jeito de proteger bancos e dificultar a vida de aposentados e pensionistas. Ele vetou a parte que obrigava o instituto a buscar ativamente quem sofreu descontos indevidos, deixando a devolução dos valores na mão de quem teve prejuízo.
Também caiu a regra que permitia o ressarcimento direto pelo INSS quando bancos ou entidades não devolvessem o dinheiro no prazo. Ou seja: se houver demora ou descaso, o beneficiário terá que correr atrás do próprio dinheiro. E o Fundo Garantidor de Crédito, mecanismo que poderia garantir ressarcimento em casos de falência de bancos, também foi cortado.
O resultado? O INSS não tem obrigação de agir por conta própria. Quem quiser receber descontos indevidos vai depender de iniciativa própria ou de processos administrativos que podem levar meses. Um verdadeiro empurrão para burocracia, enquanto bancos e associações ficam tranquilos.
A lei, no entanto, manteve proibição de descontos de mensalidades associativas nos benefícios e exigências de autorização biométrica e eletrônica para crédito consignado. Os vetos de Lula ainda podem ser analisados pelo Congresso, mas, por enquanto, aposentados e pensionistas seguem à mercê de um sistema que favorece instituições financeiras.
O ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB), ignorou a bomba: mantém no cargo o diretor financeiro do Dnit acusado de receber propina e que hoje despacha de tornozeleira eletrônica. Marcos de Brito Campos Júnior é apontado pela Polícia Federal como peça central do esquema do “Careca do INSS”, que desviou dinheiro de aposentados.
Apesar de decisão da Justiça determinando seu afastamento e o uso do monitoramento eletrônico, Marcos segue comandando as finanças do Dnit, órgão que gerencia R$ 11 bilhões por ano.
Documentos mostram despachos assinados por ele mesmo após a operação da PF, e seu salário de R$ 23 mil continua sendo pago religiosamente.
A investigação aponta que Marcos ajudou Antonio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, a viabilizar descontos fraudulentos na folha de pagamento de aposentados.
Passagens aéreas dele foram pagas por empresa de fachada ligada ao esquema, e mensagens interceptadas indicam recebimento de pelo menos R$ 20 mil pelos serviços prestados. A PF chegou a pedir sua prisão preventiva, negada pelo ministro do STF André Mendonça.
O Dnit, historicamente dominado pelo Centrão e alvo de diversas investigações de corrupção, segue sendo palco de polêmica. O órgão é responsável por rodovias, ferrovias e vias navegáveis federais, com orçamento bilionário, enquanto o diretor acusado continua no comando das finanças.
Marcos está de férias e só retorna a Brasília em 20 de janeiro, mas até lá o dinheiro do contribuinte segue fluindo sob seu comando.
A liquidação do Banco Master não tem volta. O presidente do TCU, Vital do Rêgo, afirmou ao Metrópoles que o caso é um “fato consumado” e que o Banco Central tem plenos poderes para decidir sobre o fechamento de bancos, desde que haja irregularidades claras. O tribunal, segundo ele, vai apenas fiscalizar se o BC cumpriu a lei.
Vital criticou a “espetacularização” do caso e reforçou que a atuação do TCU segue o artigo 70 da Constituição, que garante fiscalização sobre a administração direta e indireta. Ele deixou claro que não entra no mérito, apenas garante que a autoridade monetária respeite regras e normas legais.
O relator, ministro Jhonatan de Jesus, decidirá se a inspeção do BC será suspensa após recurso da autoridade monetária. Enquanto isso, setores da sociedade civil e o mercado financeiro soam o alarme, temendo interferência externa que possa enfraquecer a autonomia do Banco Central em decisões cruciais para a economia.
Associações como a ANBCB e a Frente Parlamentar de Comércio e Serviços alertam: o caso Master revela uma tensão institucional preocupante, deixando o BC em posição delicada, quase de suspeição. Mas, para Vital, a liquidação já é realidade, e o tribunal só vai garantir que o ato siga dentro da lei, sem interferir no resultado final.
Desde 22 de novembro, a Polícia Federal mantém Jair Bolsonaro sob um esquema especial de segurança na Superintendência da PF, onde cumpre pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado. O cuidado não é só da PF: a Polícia Penal Federal se juntou à festa e atua na custódia e nas escoltas do ex-presidente, segundo informações do Metrópoles.
No quartel da prisão, oito agentes da Polícia Penal dividem plantões diários, em duplas, garantindo que Bolsonaro esteja sempre vigiado. Cada saída do prédio, como a feita nesta quarta-feira (7) para exames médicos no Hospital DF Star, vira operação conjunta da PF e da PPF, com apoio da Polícia Militar do Distrito Federal.
A participação da Polícia Penal Federal começou logo no dia da prisão, atendendo a pedido da própria PF. O objetivo oficial é reforçar a segurança, mas a logística revela o tamanho do aparato montado em torno de um ex-presidente condenado por tramar contra a democracia.
Enquanto Bolsonaro cumpre sua pena de mais de 27 anos, o governo federal gasta dinheiro público com um esquema pesado de vigilância. Um lembrete de que, por trás das manchetes, o Brasil segue lidando com os efeitos do governo que tentou subverter a Constituição.
A paz em Cidade Nova, Zona Oeste de Natal, virou memória. Na madrugada da última terça-feira (06), criminosos ocuparam o morro da Baixa do Cão, dispararam contra casas e forçaram famílias a abandonar suas residências, deixando colchões e móveis do lado de fora. O terror durou cerca de 30 minutos e deixou o bairro praticamente deserto, segundo informações da 96 FM Natal.
Pelo menos seis homens fortemente armados, com pistolas e fuzis, subiram o morro gritando o nome do Comando Vermelho e espalhando pânico. Os tiros foram ouvidos em bairros vizinhos, como Cidade da Esperança e Planalto, mostrando que o crime não escolhe fronteiras. Câmeras de segurança e imagens da polícia registraram a destruição e o abandono das casas durante a madrugada.
Cidade Nova já havia sentido a força do crime em 2024, mas uma trégua parecia ter chegado com a Operação Território Seguro, que prendeu 32 suspeitos em outubro. Agora, o cenário mostra que facções aproveitam qualquer redução do policiamento para reassumir territórios e impor sua própria lei, deixando moradores reféns do medo.
Não é só Cidade Nova: episódios recentes reforçam o alerta em toda a Grande Natal. Em Mãe Luíza, três criminosos morreram após confronto com a polícia; em Guarapes, quatro homens armados tentaram assaltar uma obra da Caern. Moradores exigem policiamento permanente e ações firmes da Secretaria de Segurança, antes que bairros inteiros voltem a ser reféns das facções.
Não foram apenas 40 minutos, foram mais de duas horas de terror. Parecia invasão militar. Meu Deus, alguém nos ajude. Estamos a mercê dos bandidos. Atenção Governadora.
O caso surgiu depois que Bolsonaro relatou ter caído da cama durante a madrugada. Um relatório médico mostrou que ele estava consciente, orientado, sem déficit neurológico e clinicamente estável. Exames realizados no Hospital DF Star não indicaram qualquer sequela. A Justiça já havia garantido atendimento médico integral, que vinha sendo cumprido.
Além de anular a sindicância, Moraes determinou que o presidente do CFM seja ouvido pela Polícia Federal em até dez dias. O Hospital DF Star também terá que enviar, em 24 horas, todos os exames e laudos médicos relacionados ao caso. Novas investigações semelhantes pelo CFM estão proibidas.
A decisão reforça que órgãos de fiscalização não podem se sobrepor à Justiça ou tentar politizar casos médicos. Bolsonaro segue sem problemas de saúde, enquanto o CFM recebeu um aviso claro: ultrapassou os limites da lei e da ética profissional.
Lamentável a atitude de cunho político do Conselho Federal de Medicina, com tantos problemas na área de saúde do nosso país se voltar para apurar uma simples queda de um condenado. Será que o referido Conselho já realizou alguma visita a presídio para averiguar a situação dos presos?
Carlos e Michelle Bolsonaro denunciaram o que chamam de descaso absoluto com a saúde do ex-presidente. Segundo Carlos, Jair Bolsonaro, de 70 anos, está vivendo um verdadeiro pesadelo político, e sem acompanhamento médico integral, um novo acidente pode ser fatal.
“Se você não tiver um acompanhamento integral — não é de família, é de médico e enfermeiro integralmente acompanhando ele — eu tenho receio e quase certeza de que vai acontecer novamente, e pode ser algo fatal”, alertou Carlos.
Michelle reforçou o alerta, destacando que a prisão em uma cela solitária não é compatível com a idade e problemas de saúde do marido.
“Ele deveria estar em casa. Não deveria estar numa solitária com 70 anos e com vários problemas de saúde. Ele está abalado, não tem como ficar bem na situação em que ele está, não tem como ficar bem tomando medicação por nove meses. Ele sente dores, convive com a dor”, lamentou a ex-primeira dama.
Um vídeo chocante mostra o momento em que um agente de imigração dos EUA atirou contra uma mulher em Minneapolis, Minnesota, nesta quarta-feira (7). A vítima, cidadã norte-americana de 37 anos, não resistiu aos ferimentos e acabou batendo o carro contra um poste após ser atingida.
O Departamento de Segurança Interna (DHS) afirmou que o disparo ocorreu depois que a mulher tentou avançar com o veículo contra os agentes. A secretária Kristi Noem classificou a ação como “terrorismo doméstico” e disse que os agentes agiram em legítima defesa.
A morte gerou protestos imediatos. O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, criticou duramente a atuação do ICE e pediu que os agentes federais deixem a cidade e o estado.
Manifestantes se reuniram no local, gritaram palavras de ordem e denunciaram o que chamaram de “caos” causado pela operação federal.
O episódio ocorre em meio a uma ofensiva migratória do governo Trump, que mobilizou cerca de 2.000 agentes na região. Autoridades afirmam que é a quinta morte registrada em operações desse tipo desde 2024, em meio a investigações sobre fraudes envolvendo residentes de origem somali.
Meu caro Eduardo Mendes,
Respondo somente a vc, que discordou da minha opinião com maturidade, e sem agressões, fez suas colocações com educação e respeito, fazendo assim por merecer meus esclarecimentos :
1) A necessidade do viaduto é clara, e o congestionamento é constante nos dias de semana, mas a questão que coloquei, não se refere a esses congestionamentos, mas aos novos radares, que , na minha opinião, colocados desnecessariamente onde foram, ( perto do túnel), só fazem os motoristas reduzirem sem necessidade a velocidade para até 60km/h com medo da multa, e causam lentidão no trânsito mesmo fora dos momentos de pico e em finais de semana. Trafego todo dia no local e sei o que falo, ninguém passa a 80, todos reduzem e muito…
2) Conheço muito bem a legislação e sei que a obrigação de aviso de radares caiu há muito tempo, mas a função dos radares é ( ou deveria ser) promover a segurança, fazendo os motoristas manterem a velocidade em locais de perigo, e não para arrecadar dos incautos motoristas que viajando num dia de semana e sem movimento, precisam manter uma velocidade ridicularmente baixa numa BR bem conservada, em clima bom, num carro moderno e seguro.
E o ponto principal, é que estes radares são colocados escondidos no final de descidas, só para surpreender o motorista distraído que deixou o carro embalar e passou um pouco dos 80km/h.
Por fim, sei que a velocidade real do carro jamais será igual ao que indicará o radar, sei da tolerância do radar e do erro do velocímetro, mas ao me referir a passar 2km/h acima do limite de 80 por hora, e tomar multa, é forma de falar, pois ser pego a 90km/h numa estrada com limite de 80km/h não seria uma velocidade absurdamente alta para justificar uma multa por "excesso de velocidade".
Saudações!
Discordo meu caro Savio!
Primeiro: a causa de TODO E QUALQUER engarrafamento na BR-101, altura entre Parnamirim/Natal(ambos sentidos), é causado pela INEXISTÊNCIA de um viaduto! Obra esta que já foi "autorizada" pela presidenta Dilma e ainda não saiu do papel! Coisas do nosso amado Brasil e seu sistema político ridículo!!
Segundo: Quanto aos radares, sejam eles fixos ou móveis, não necessariamente precisa ser avisado! Desde que a via seja sinalizada. Nós motoristas é que precisamos aprender a obedecer aos limites estabelecidos para cada via.
Terceiro: Não conheço nenhum radar com tolerância menor que 10%.
Sávio, vc precisa conhecer mais sobre o que fala.
A legislação não obriga que haja aviso de radar móvel, apenas dos fixos.
Só é multado quem ultrapassa 7 km/h da velocidade até 100 km/h. Há essa tolerância estabelecida em Portaria do INMETRO, a 115 se tiver mais curiosidade e quiser deixar de aparecer como um desinformado.
TODOS os radares fixos em BR estão sob controle do DNIT, ainda que a Justiça tenha dito que isso é ilegal, veja esse link: http://trf-4.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/164166022/agravo-de-instrumento-ag-50264842720144040000-5026484-2720144040000
Parece que vc precisa voltar para uma capacitação em legislação de trânsito, afinal saber onde é a embreagem, acelerador e freio não é mais suficiente, faz tempo, para apontar um bom motorista.
É notório que o radar instalado perto do tunel, sentido Natal, tornou muito mais lento o fluxo de veículos, até em dias de sábado a tarde se nota a lentidão, porque os carros com medo de multa, reduzem a velocidade para até 60 km/h e não mantém os 80km/h, criando um efeito sanfona que atrapalha a todos.
O único motivo de ter radar alí é arrecadar, e o motorista que sofra com os congestionamentos.
Outra prática arrecadatória, a PRF não avisa mais radares móveis nas nossas estradas e cria pegadinhas, colocando-os no final de descidas, onde a velocidade do carro normalmente aumenta sem que percebamos, e quem passa 2km/h do limite de 80km/h , (mesmo limite da década de 70) toma multa. Vergonha!!
Esse problema é antigo mas parece que não existe nenhuma autoridade com competência para resolver essa situação.
Vamos agradecer ao DNIT e sua famosa e eterna ineficiência para além de instalar pardais numa competência que não é sua como a Justiça já disse em várias ocasiões.