[VÍDEO] Novo tarifaço de Trump contra Brasil expõe choque de interesses, diz ex-diretor da OMC
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Imagens: Reprodução/CNN
O ex-diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, afirmou que o novo tarifaço anunciado pelos Estados Unidos contra o Brasil foi resultado de “diferenças de expectativas” entre os dois países.
Em entrevista ao WW na CNN, Azevêdo explicou que o governo norte-americano esperava uma postura semelhante à adotada por outros parceiros comerciais dos EUA.
Segundo o especialista, a expectativa era de que o Brasil desse maior importância ao mercado norte-americano e reconhecesse os Estados Unidos como um dos principais destinos para produtos de maior valor agregado.
Para Azevêdo, o desencontro de interesses ajudou a provocar a nova rodada de tarifas anunciada nesta quarta-feira (15).
O ex-chefe da OMC destacou ainda que medidas desse tipo refletem disputas comerciais e negociações entre países com interesses econômicos diferentes.
Opinião dos leitores
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O Brasil fez certíssimo. Existem outros mercados. Há recorde em exportação para outros países. As empresas prejudicadas que procurem satisfação da família Bolsonaro.
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FAMÍLIA EM CRISE: Flávio diz que não tem mais relação com Michelle: “Não quis me contaminar”
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que não mantém mais relação com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). A declaração foi dada durante entrevista ao Flow Podcast, ao comentar críticas feitas por Michelle em um vídeo contra sua pré-candidatura à Presidência da República.
Segundo Flávio, ele não assistiu ao conteúdo publicado pela ex-primeira-dama. “Não quis me contaminar”, afirmou o senador ao explicar a decisão.
Flávio disse ainda que não entende os motivos dos ataques feitos por Michelle e negou que o conflito faça parte de alguma estratégia política.
O parlamentar afirmou que poderia ter adotado um tom mais duro nas respostas, mas preferiu evitar uma reação mais forte em respeito ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
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DÍVIDA DISPARA: Brasil tem 2ª maior alta do G20 e entra no ranking dos países mais endividados do mundo
Foto: Reprodução
A dívida pública brasileira deve registrar uma das maiores altas entre as principais economias do mundo até o fim de 2026. Segundo levantamento do Farol da Oposição, do Instituto Teotônio Vilela, com base em dados do FMI, o Brasil terá a segunda maior alta da dívida entre os países do G20, ficando atrás apenas da China.
De acordo com o estudo, o endividamento bruto do país deve passar de 83,9% do Produto Interno Bruto (PIB), em 2022, para 96,5% do PIB ao final de 2026, conforme informações da CNN Money.
A projeção representa um aumento de 12,6 pontos percentuais no período, segundo os dados analisados pelo instituto.
No ranking mundial, o levantamento aponta que o Brasil deve encerrar 2026 como o 22º país mais endividado entre 187 economias acompanhadas pelo FMI.
O estudo também indica que, desde 2023, o país aparece entre as economias que mais ampliaram sua dívida no período analisado.
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TARIFAÇO DOS EUA: Fiesp diz que Brasil perde competitividade e cobra reação de Lula
Foto: Reprodução
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) reagiu ao novo tarifaço anunciado pelos Estados Unidos contra produtos brasileiros e criticou a condução do governo Lula nas negociações com Washington.
Em nota, a entidade afirmou que a tarifa adicional de 25% prejudica a competitividade das empresas brasileiras e classificou como negativos os “ruídos diplomáticos” na relação entre os dois países, conforme o Metrópoles.
Segundo a Fiesp, o mercado norte-americano é o principal destino de produtos brasileiros de maior valor agregado. O presidente da entidade, Paulo Skaf, afirmou que o novo imposto sobre exportações se soma a problemas enfrentados pelas empresas, como carga tributária elevada e juros altos.
“O novo ‘pedágio’ imposto às exportações se soma à realidade enfrentada pelas nossas empresas”, disse Skaf, em nota divulgada pela entidade.
A Fiesp também afirmou que o Brasil deveria ter adotado uma postura “técnica e pragmática” nas tratativas com os Estados Unidos, em vez de “ruídos diplomáticos desnecessários, críticas personalistas, discursos eleitorais e desalinhamento político com Washington”.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo considera as tarifas “desproporcionais” e “injustas” e informou que medidas para setores afetados estão sendo avaliadas.
Apesar da reação da Fazenda, o Ministério avalia, no Boletim Macrofiscal, que uma tarifa adicional de 25% teria impacto limitado sobre a economia brasileira.
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Governo prevê inflação acima do teto da meta e atribui alta ao El Niño e ao petróleo

Foto: Reprodução
O Ministério da Fazenda passou a prever inflação de 5,1% em 2026, índice acima do teto da meta estabelecida para o Banco Central. A nova estimativa foi divulgada no Boletim Macrofiscal da Secretaria de Política Econômica (SPE).
Segundo a pasta, a revisão da projeção considera, entre outros fatores, os impactos dos choques recentes nos preços do petróleo e derivados, além da maior probabilidade de ocorrência do fenômeno climático El Niño, que pode pressionar os preços dos alimentos.
O governo também afirma que fatores como a manutenção da taxa básica de juros em patamar elevado e a expectativa de desaceleração da atividade econômica no segundo semestre tendem a ajudar a conter a inflação.
A meta contínua de inflação é de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Com a nova projeção de 5,1%, a estimativa oficial supera o limite máximo da meta
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Lula colocou “o próprio ego” acima de acordo com os EUA e tarifaço é “o preço por isso”, diz governo americano
Foto: X/Marco Rubio
- Café (em grão)
- Sucos e laranjas
- Petróleo bruto e gás natural
- Aeronaves civis, motores e componentes aeroespaciais (Embraer)
- Produtos farmacêuticos
- Semicondutores e peixes/crustáceos
- Setores e produtos mais afetados pela nova tarifa de 25%:Etanol — um dos principais alvos da investigação.
- Máquinas e equipamentos — agrícolas, elétricos, de mineração e bens de capital.
- Calçados e vestuário.
- Produtos de madeira e papel (incluindo embalagens e papel-cartão).
- Manufaturados em geral — ferramentas de jardinagem, equipamentos industriais processados e itens químicos diversos.
- Aço e alumínio continuam com tarifas elevadas (até 50% em alguns casos), somando-se à nova medida.
- Carne bovina
Os Estados Unidos afirmam que continuam abertos a negociações, mas alertaram que eventuais medidas de retaliação por parte do Brasil poderão provocar novas respostas comerciais.
Reação
O governo brasileiro classificou a decisão como injustificada e informou que pretende recorrer aos mecanismos previstos na Lei de Reciprocidade Econômica e à Organização Mundial do Comércio (OMC), conforme informações do Diário do Poder.
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[VÍDEO] Foragido investigado por integrar quadrilha que “estourava” cofres de postos é preso no RN
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Imagens: Divulgação/PCRN
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Após mais de um ano de espera, ponte de R$ 45 milhões que ligará São Gonçalo à BR-226 é liberada
Foto: Reprodução
A Prefeitura de São Gonçalo do Amarante recebeu a licença de instalação para construir a Ponte dos Santos Mártires, etapa que autoriza o início da obra. A autorização foi emitida pelo Idema e publicada no Diário Oficial do Estado nesta quarta-feira (15), cerca de um ano e cinco meses após a concessão da licença prévia.
Orçada em R$ 45,1 milhões, a ponte terá 459 metros de extensão e vai ligar a RN-160 à BR-226, passando sobre o Rio Jundiaí. O projeto também inclui 1.177 metros de acessos, totalizando aproximadamente 1,6 quilômetro de intervenção, conforme a Tribuna do Norte.
Segundo a Prefeitura, o Município prevê uma contrapartida de R$ 6,78 milhões, mas informou que esse valor deverá ser reajustado em razão da demora na emissão da licença ambiental.
A expectativa é que a nova ligação facilite o deslocamento entre a Zona Oeste de Natal e a região de Uruaçu, em São Gonçalo do Amarante, além de melhorar o acesso ao Aeroporto Internacional Aluízio Alves.
A licença ambiental estabelece 40 condicionantes que deverão ser cumpridas durante a execução da obra. Entre elas estão medidas de proteção aos manguezais, monitoramento da qualidade da água, compensações socioambientais para a comunidade pesqueira e ações para reduzir impactos ambientais.
O documento também prevê que o descumprimento das exigências poderá resultar em sanções, incluindo a suspensão ou cassação da licença.
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Sem regulamentação, RN perde espaço para o Ceará na disputa por data centers bilionários
Foto: Divulgação
O RN corre o risco de ficar para trás na disputa por investimentos bilionários em data centers.
Enquanto o Ceará já aprovou uma legislação específica para facilitar a instalação desses empreendimentos, o Estado potiguar ainda aguarda a conclusão da regulamentação ambiental necessária para liberar o licenciamento, conforme informações da Tribuna do Norte.
Segundo especialistas ouvidos pela reportagem, sem regras definidas, as empresas sequer conseguem protocolar projetos no RN.
A proposta de regulamentação está em análise na Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e, depois, ainda precisará ser votada pelo Conselho Estadual de Meio Ambiente (Conema).
Relator da proposta no Conema, o advogado Kepler Brito afirma que o atraso compromete a competitividade do Estado.
“Hoje ninguém consegue protocolar um projeto de data center no Estado. Enquanto não houver regulamentação, o RN nem entra no cenário competitivo”, disse. Segundo ele, não há prazo para que a PGE devolva o processo ao Conselho.
O presidente da Comissão Temática de Energias Renováveis da Fiern, Sérgio Azevedo, avalia que o Ceará tratou os data centers como uma política de desenvolvimento econômico e criou um ambiente mais atrativo para os investidores.
Na avaliação dele, a demora do RN faz com que os empreendimentos busquem estados que oferecem maior segurança jurídica e rapidez no licenciamento.
RN perde empregos e arrecadação
Especialistas também alertam que o atraso pode significar perda de empregos, arrecadação e oportunidades para a economia potiguar.
Apesar de ser um dos maiores produtores de energia eólica e solar do país, o RN ainda depende da aprovação da regulamentação para entrar na disputa por projetos que exigem grande oferta de energia renovável e infraestrutura adequada.
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AtlasIntel culpa sistema do TSE por erro apontado pelo PL

Foto: llustração
De acordo com a AtlasIntel, responsável pela pesquisa eleitoral divulgada no último dia 1º de julho e questionada pelo Partido Liberal (PL) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as supostas falhas e irregularidades apontadas pelo partido no levantamento são resultado de problemas de natureza técnica relacionados ao próprio sistema da Justiça Eleitoral.
De acordo com ação apresentada pelo PL, o instituto deixou de apresentar documentos obrigatórios que permitiriam auditar o levantamento, como informações sobre os municípios e os setores censitários pesquisados, além da composição demográfica da amostra.
O PL também aponta supostas inconsistências entre o plano amostral registrado e o questionário aplicado e sustenta que, por essas razões, a pesquisa deveria ser tratado como uma pesquisa sem registro.
A AtlasIntel, entretanto, alega que todos os arquivos exigidos pela legislação eleitoral foram devidamente submetidos ao sistema PesqEle dentro do prazo previsto para o registro da pesquisa, incluindo os arquivos referentes aos bairros e municípios contemplados na amostra.
“As evidências disponíveis indicam que se trata de um problema de natureza técnica relacionado ao próprio sistema do TSE. Embora o arquivo tenha sido corretamente enviado e permaneça disponível na área restrita do sistema, ele deixou de aparecer na visualização pública do registro, comportamento incompatível com o funcionamento esperado da plataforma”, afirma o instituto, em nota.
A empresa cita uma situação recente e semelhante, envolvendo o Instituto Vox Brasil com a pesquisa registrada sob o número PR-09668/2026.
“Na ocasião, também foi alegado que o instituto não teria apresentado o arquivo de bairros e municípios. Após análise realizada pelos técnicos do Tribunal Superior Eleitoral, constatou-se que toda a documentação havia sido regularmente submetida, tendo o problema decorrido de falha de exibição do próprio sistema”, destacou a AtlasIntel.
Metrópoles
Eu pergunto aos senhores qual o prejuízo a população essa foto causou, procurem debater realmente problemas que em nossa cidade tem demais, e não bobagens.
Estranho que não tenha nenhum tripulante perto da aeronave. Isso deixa claro dois erros: a presença de estranhos e a ausência de quem deveria estar perto. Sabem o nome disso: desleixo com a coisa pública.
São os eleitores em plena campanha do futuro deputado federal do PTB, Aldair Rocha.
Bruno, isso foi com o helicoptero, imagine com os VEICULOS ALUGADOS que o estado tem por ai, nos finais de semana, a noite, nos supermercados, etc. Cada condutor do veiculo eh como se fosse o dono, com um detalhe a gente pagando a conta do aluguel e combustivel e a grande maioria sem nenhuma identificaçao do estado. Algum orgao de imprensa poderia fazer uma reportagem A FARRA DOS CARROS ALUGADOS. Alo MINISTERIO PUBLICO!!!
Ao que parece essa e a tripulacao do potiguar UNICO (ao inves de I)!