Cerca de duas toneladas de entorpecentes já foram apreendidos em 2016
Policiais das Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (Rocam) prenderam na noite desta terça-feira (17), em uma parada de ônibus no Bairro Cohabinal, em Parnamirim, três homens e apreenderam um adolescente portando dois tabletes grandes com cerca de 2,5kg de maconha, 100 gramas de cocaína, uma garrucha calibre 22 municiada, um simulacro de pistola e dinheiro fracionado.
De acordo com informações levantadas pela Polícia Militar, o grupo adquiriu a droga por cerca de R$ 4 mil e estaria transportando o material para Praia de Pipa.
Todos foram conduzidos à Delegacia de Plantão da zona Sul de Natal para os devidos procedimentos legais.
O desempenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no debate presidencial contra o senador Flávio Bolsonaro (PL) foi alvo de duras críticas de analistas políticos na reta final da disputa eleitoral. Para o colunista do UOL João Paulo Charleaux, o chefe do Executivo chegou “surpreendentemente mal preparado” para um dos momentos mais cruciais da campanha e acumulou erros de postura ao longo do confronto.
Segundo a avaliação, o petista cometeu sucessivos equívocos de posicionamento no palco. “Me surpreende que o Lula tenha chegado tão mal preparado para um debate tão importante,numa eleição tão crucial.A quantidade de erros que ele comete por minutos é incrível, ele andou de costas para a câmera quase o tempo todo,quando na verdade ele deveria recuar sempre dando passos para trás,sem deixar de mostrar a face, a frente para a câmera, para o leitor. Ele fez isso o debate inteiro, ele andou de costas para a câmera quase mais do que andou de frente para a câmera”, pontuou o comentarista.
João Paulo Charleaux também destacou que Lula recorreu com frequência a pausas para beber água, o que acabou transmitindo uma imagem de vulnerabilidade e desgaste, além de registrar episódios de risos irônicos considerados repetitivos e sem eficácia argumentativa.
Outro ponto negativo apontado na análise foi a dificuldade de o presidente se impor espacialmente e ditar os rumos do debate. O colunista ressaltou que, mesmo sendo o candidato com maior experiência política e bagagem de governo, Lula falhou em ocupar o centro das atenções, permitindo ser acuado por investidas do adversário, como o posicionamento de Flávio Bolsonaro logo atrás de seu púlpito, uma situação que poderia ter sido evitada com maior firmeza na condução de sua própria campanha.
[VÍDEO] ATO FALHO? LULA se atrapalha nas considerações finais e diz que o Brasil vai acabar caso seja eleito para o quarto mandato https://t.co/Pm5tlr2c0z https://t.co/7rshSUot2A
Durante as considerações finais do debate promovido pela TV Band na noite deste domingo (18), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cometeu um ato falho ao projetar um eventual quarto mandato presencial, declarando que “o Brasil acabou”. A declaração ocorreu nos segundos finais do seu tempo de fala no confronto com o senador e adversário no segundo turno, Flávio Bolsonaro (PL).
O deslize aconteceu no momento em que o petista criticava os processos de privatização da Eletrobras e da BR Distribuidora. “Esse lesa-pátria nesse país vai acabar. E nesse quarto mandato, a gente vai dizer: o Brasil acabou e vai ser um país grande, um país desenvolvido, um país que vai deixar, sabe, de ser um país, sabe, de fazer”, afirmou Lula, antes de ter a palavra cortada pela mediação devido ao esgotamento do tempo.
Ainda no encerramento, o candidato à reeleição acusou o adversário de planejar a privatização da Petrobras e de “95% das estatais brasileiras”, defendendo a manutenção de empresas públicas “fortes e produtivas”.
A votação do segundo turno das eleições presidenciais acontece no próximo domingo (25).
No quinto ano do conflito na Ucrânia, incidentes militares cada vez mais próximos do território de países membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) elevam a pressão sobre a segurança no continente europeu. Na última semana, ataques com drones contra embarcações no Mar Negro, nas imediações das costas de Romênia e Bulgária, deixaram marinheiros desaparecidos e levaram o governo búlgaro a solicitar formalmente o reforço de sistemas antiaéreos e de tecnologias antidrone.
Os episódios acentuaram o receio de governos europeus de que o confronto transborde as fronteiras ucranianas devido a incursões aéreas, violações de espaço territorial e operações atribuídas a Moscou. Embora os episódios recentes não configurem um ataque direto contra a aliança, a proximidade com áreas sob responsabilidade de países aliados tem exigido ampliação das medidas de proteção.
Diante do cenário, o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, reuniu-se na quinta-feira (15) com lideranças da Romênia e da Bulgária para discutir ajustes na postura defensiva da organização. A aliança mantém grupos táticos multinacionais no flanco oriental, abrangendo países como Bulgária, Estônia, Finlândia, Hungria, Letônia, Lituânia, Polônia, Romênia e Eslováquia.
O comandante supremo aliado na Europa, Alexus Grynkewich, destacou que qualquer agressão ao território de um Estado-membro terá resposta imediata. A declaração reforça o princípio de defesa coletiva do bloco, sem sinalizar, contudo, a intenção de provocar um confronto direto com a Rússia.
Europa reforça planos de defesa
A combinação de ataques à Ucrânia, incidentes no Mar Negro e suspeitas de operações híbridas têm levado governos europeus a tratar a segurança como uma questão que vai além do campo de batalha.
A discussão inclui a proteção de instalações estratégicas, a capacidade de resposta a drones, a mobilização militar e a preparação da população para possíveis emergências.
A Alemanha, por exemplo, desenvolveu um plano operacional voltado à coordenação de autoridades civis e militares em situações de crise.
Outros governos também discutem estoques de emergência e orientações para a população diante de interrupções no fornecimento de energia, falhas de comunicação ou ameaças à infraestrutura.
Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendem que o petista faça o encerramento de sua campanha presidencial com um grande ato político no Campo Grande, tradicional ponto de mobilização em Salvador (BA). A avaliação de interlocutores do governo é que a capital baiana oferece um cenário estratégico para a reta final da disputa, aliando a força histórica do PT no estado a um alto potencial de engajamento popular.
Como parte da estratégia para intensificar a presença no Nordeste, Lula cumprirá agenda na região nesta semana, com passagens confirmadas por Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), municípios vizinhos divididos pelo Rio São Francisco.
A movimentação no estado ocorre em meio ao acirramento da disputa na capital baiana. No último sábado (17), o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reuniu milhares de apoiadores em um ato no Farol da Barra.
O debate presidencial da Band entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) terminou neste domingo (18) em clima de baixaria, com uma disputa de gritos entre apoiadores dos dois candidatos na plateia.
Enquanto os apoiadores do presidente entoavam “olê, olê, olê, olá, Lula, Lula”, os de Flávio respondiam com gritos de “mito, mito, mito”.
A jornalista Vera Magalhães, colunista de O Globo, comentou a participação de Flávio Bolsonaro (PL) no debate presidencial da Band, realizado na noite deste domingo (18), contra o presidente Lula (PT).
Vera destacou que Flávio afirmou que pretende classificar as facções criminosas como grupos narcoterroristas, caso seja eleito presidente da República.
Segundo a jornalista, o candidato adotou um tom enfático, semelhante ao utilizado na propaganda eleitoral, com falas treinadas e olhar direcionado à câmera.
O presidente Lula (PT) defendeu a saída temporária de presos, conhecida como “saidinha”, durante o debate presidencial realizado pela Band na noite deste domingo (18). Segundo ele, detentos que apresentam “comportamento decente” e estão “se recuperando” devem ter o direito de visitar suas famílias.
Em 2024, o Congresso Nacional aprovou uma lei que restringiu o benefício. Lula vetou o trecho que proibia a saída temporária para visitas familiares, mas o veto foi derrubado por deputados e senadores.
Com a mudança na legislação, a saída temporária ficou restrita a presos do regime semiaberto que atendam aos requisitos legais para frequentar cursos educacionais ou de formação profissional.
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) prometeu declarar “guerra ao narcoterrorismo” e endurecer as leis contra criminosos, caso seja eleito. A declaração ocorreu durante o debate presidencial da Band, na noite deste domingo (18).
Flávio criticou a política de segurança pública do governo Lula (PT) e acusou o presidente de adotar medidas que favorecem a soltura de criminosos.
“No governo do Flávio Bolsonaro não vai ter ninguém passando a mão na cabeça de bandido como tem no atual governo, que faz uma política de desencarceramento, que coloca nas ruas marginais perigosos alegando que não tem vagas no sistema penitenciário”, afirmou.
O candidato também prometeu ampliar o enfrentamento à criminalidade pelas forças policiais. “Eu vou dedicar cada dia do meu mandato como presidente da República para devolver as ruas para vocês para que possam andar em paz”, declarou.
O cantor, compositor e pianista Benito di Paula morreu neste domingo (18), aos 84 anos, em São Paulo. O artista estava internado no Hospital 9 de Julho e enfrentava um câncer havia cerca de um ano. A doença foi a causa da morte.
Um dos nomes conhecidos da música popular brasileira, Benito di Paula construiu uma carreira marcada pela mistura do samba com elementos românticos e pelo uso do piano em suas apresentações.
Ao longo de décadas, conquistou diferentes gerações com seu estilo de interpretação e composições que se tornaram parte do repertório da música brasileira.
Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o velório e o sepultamento.
[VÍDEO] DEBATE NA BAND: “Lula se preocupa mais com direitos dos bandidos do que das vítimas”, diz Flávio. https://t.co/9VQnhjhuZz https://t.co/QM0TknuJ9Q
Durante o debate presidencial realizado pela Band na noite deste domingo (18), Flávio Bolsonaro (PL) prometeu criar um programa de mobilidade social para conectar trabalhadores a oportunidades de emprego por meio do celular.
Segundo o candidato, a proposta prevê integrar o governo aos setores de recursos humanos das empresas, permitindo que os brasileiros consultem vagas disponíveis perto de casa, de acordo com sua profissão e qualificação.
Flávio também afirmou que pretende tratar a internet como infraestrutura e ampliar a conectividade em escolas, hospitais e aldeias indígenas.
“Eu vou fazer o maior programa de mobilidade social da história desse Brasil”, declarou.
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